#Motivação

Há uma loja no Príncipe Real que junta joalharia e cerâmica num só conceito

À primeira vista, é uma loja. Na prática, funciona mais como um ponto de encontro entre materiais, processos e autores. O produto final é apenas uma parte da experiência que envolve as marcas esquivel. e GRAUº.

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26 de abr. de 2026, 00:00

Fica na Rua de São Mamede, no coração do bairro lisboeta, e está de portas abertas desde outubro. “Este espaço surge como uma plataforma multidisciplinar, dedicada a quem valoriza o design português único e a produção sustentável”, explicam as marcas. Mais do que partilhar um endereço, o projeto constrói um território comum onde duas linguagens distintas se encontram a partir da geometria, do detalhe e de uma abordagem contemporânea ao saber-fazer artesanal.


Sofia Esquivel, Diogo Ferreira e Isac Coimbra


O próprio espaço traduz essa intenção. Os tons de terracotta e creme estendem-se do chão ao teto e criam uma base contínua onde os objetos ganham contexto. A prata e o barro cruzam-se em vários pontos (na mesa central, na montra, na forma como as peças são apresentadas), reforçando a ideia de que não se trata apenas de exposição, mas de relação entre materiais.


A esquivel. vai buscar inspiração à arquitetura


De um lado, a joalharia desenvolvida por Sofia Esquivel, a artesã responsável pela esquivel., e que parte da arquitetura para desenhar peças inspiradas em edifícios e movimentos como o modernismo ou o Art Deco. O processo combina modelação e impressão 3D no desenvolvimento dos protótipos com produção manual em prata reciclada, num equilíbrio entre tecnologia e trabalho artesanal.


A Grauº celebra texturas e formas em peças únicas


Do outro, a cerâmica de Diogo Ferreira e Isac Coimbra, fundadores da GRAUº, assume um registo mais táctil e orgânico. Cada peça é feita à mão, em grés, e resulta de combinações de tonalidades e acabamentos que constroem uma estética própria, entre o tribal e o contemporâneo. Além das coleções autorais, o trabalho estende-se a colaborações com arquitetos e designers, com peças pensadas para contextos específicos.

O espaço abre ainda essa lógica ao público. Além da compra, existe a possibilidade de desenvolver peças personalizadas, num contacto direto com os criadores. Estão também previstos workshops de joalharia e cerâmica, numa dinâmica que procura aproximar os clientes do processo, e não apenas do resultado final.


Endereço: Rua Nova de São Mamede, 13 - loja 11, 1250-096 Lisboa

Horário: Terça-feira a sábado, das 11h às 19h


(C) André Nave
#Motivação

Há uma loja no Príncipe Real que junta joalharia e cerâmica num só conceito

À primeira vista, é uma loja. Na prática, funciona mais como um ponto de encontro entre materiais, processos e autores. O produto final é apenas uma parte da experiência que envolve as marcas esquivel. e GRAUº.

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26 de abr. de 2026, 00:00

Fica na Rua de São Mamede, no coração do bairro lisboeta, e está de portas abertas desde outubro. “Este espaço surge como uma plataforma multidisciplinar, dedicada a quem valoriza o design português único e a produção sustentável”, explicam as marcas. Mais do que partilhar um endereço, o projeto constrói um território comum onde duas linguagens distintas se encontram a partir da geometria, do detalhe e de uma abordagem contemporânea ao saber-fazer artesanal.


Sofia Esquivel, Diogo Ferreira e Isac Coimbra


O próprio espaço traduz essa intenção. Os tons de terracotta e creme estendem-se do chão ao teto e criam uma base contínua onde os objetos ganham contexto. A prata e o barro cruzam-se em vários pontos (na mesa central, na montra, na forma como as peças são apresentadas), reforçando a ideia de que não se trata apenas de exposição, mas de relação entre materiais.


A esquivel. vai buscar inspiração à arquitetura


De um lado, a joalharia desenvolvida por Sofia Esquivel, a artesã responsável pela esquivel., e que parte da arquitetura para desenhar peças inspiradas em edifícios e movimentos como o modernismo ou o Art Deco. O processo combina modelação e impressão 3D no desenvolvimento dos protótipos com produção manual em prata reciclada, num equilíbrio entre tecnologia e trabalho artesanal.


A Grauº celebra texturas e formas em peças únicas


Do outro, a cerâmica de Diogo Ferreira e Isac Coimbra, fundadores da GRAUº, assume um registo mais táctil e orgânico. Cada peça é feita à mão, em grés, e resulta de combinações de tonalidades e acabamentos que constroem uma estética própria, entre o tribal e o contemporâneo. Além das coleções autorais, o trabalho estende-se a colaborações com arquitetos e designers, com peças pensadas para contextos específicos.

O espaço abre ainda essa lógica ao público. Além da compra, existe a possibilidade de desenvolver peças personalizadas, num contacto direto com os criadores. Estão também previstos workshops de joalharia e cerâmica, numa dinâmica que procura aproximar os clientes do processo, e não apenas do resultado final.


Endereço: Rua Nova de São Mamede, 13 - loja 11, 1250-096 Lisboa

Horário: Terça-feira a sábado, das 11h às 19h


(C) André Nave

#Motivação

Há uma loja no Príncipe Real que junta joalharia e cerâmica num só conceito

À primeira vista, é uma loja. Na prática, funciona mais como um ponto de encontro entre materiais, processos e autores. O produto final é apenas uma parte da experiência que envolve as marcas esquivel. e GRAUº.

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26 de abr. de 2026, 00:00

Fica na Rua de São Mamede, no coração do bairro lisboeta, e está de portas abertas desde outubro. “Este espaço surge como uma plataforma multidisciplinar, dedicada a quem valoriza o design português único e a produção sustentável”, explicam as marcas. Mais do que partilhar um endereço, o projeto constrói um território comum onde duas linguagens distintas se encontram a partir da geometria, do detalhe e de uma abordagem contemporânea ao saber-fazer artesanal.


Sofia Esquivel, Diogo Ferreira e Isac Coimbra


O próprio espaço traduz essa intenção. Os tons de terracotta e creme estendem-se do chão ao teto e criam uma base contínua onde os objetos ganham contexto. A prata e o barro cruzam-se em vários pontos (na mesa central, na montra, na forma como as peças são apresentadas), reforçando a ideia de que não se trata apenas de exposição, mas de relação entre materiais.


A esquivel. vai buscar inspiração à arquitetura


De um lado, a joalharia desenvolvida por Sofia Esquivel, a artesã responsável pela esquivel., e que parte da arquitetura para desenhar peças inspiradas em edifícios e movimentos como o modernismo ou o Art Deco. O processo combina modelação e impressão 3D no desenvolvimento dos protótipos com produção manual em prata reciclada, num equilíbrio entre tecnologia e trabalho artesanal.


A Grauº celebra texturas e formas em peças únicas


Do outro, a cerâmica de Diogo Ferreira e Isac Coimbra, fundadores da GRAUº, assume um registo mais táctil e orgânico. Cada peça é feita à mão, em grés, e resulta de combinações de tonalidades e acabamentos que constroem uma estética própria, entre o tribal e o contemporâneo. Além das coleções autorais, o trabalho estende-se a colaborações com arquitetos e designers, com peças pensadas para contextos específicos.

O espaço abre ainda essa lógica ao público. Além da compra, existe a possibilidade de desenvolver peças personalizadas, num contacto direto com os criadores. Estão também previstos workshops de joalharia e cerâmica, numa dinâmica que procura aproximar os clientes do processo, e não apenas do resultado final.


Endereço: Rua Nova de São Mamede, 13 - loja 11, 1250-096 Lisboa

Horário: Terça-feira a sábado, das 11h às 19h


(C) André Nave
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Há uma loja no Príncipe Real que junta joalharia e cerâmica num só conceito

À primeira vista, é uma loja. Na prática, funciona mais como um ponto de encontro entre materiais, processos e autores. O produto final é apenas uma parte da experiência que envolve as marcas esquivel. e GRAUº.

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Fica na Rua de São Mamede, no coração do bairro lisboeta, e está de portas abertas desde outubro. “Este espaço surge como uma plataforma multidisciplinar, dedicada a quem valoriza o design português único e a produção sustentável”, explicam as marcas. Mais do que partilhar um endereço, o projeto constrói um território comum onde duas linguagens distintas se encontram a partir da geometria, do detalhe e de uma abordagem contemporânea ao saber-fazer artesanal.


Sofia Esquivel, Diogo Ferreira e Isac Coimbra


O próprio espaço traduz essa intenção. Os tons de terracotta e creme estendem-se do chão ao teto e criam uma base contínua onde os objetos ganham contexto. A prata e o barro cruzam-se em vários pontos (na mesa central, na montra, na forma como as peças são apresentadas), reforçando a ideia de que não se trata apenas de exposição, mas de relação entre materiais.


A esquivel. vai buscar inspiração à arquitetura


De um lado, a joalharia desenvolvida por Sofia Esquivel, a artesã responsável pela esquivel., e que parte da arquitetura para desenhar peças inspiradas em edifícios e movimentos como o modernismo ou o Art Deco. O processo combina modelação e impressão 3D no desenvolvimento dos protótipos com produção manual em prata reciclada, num equilíbrio entre tecnologia e trabalho artesanal.


A Grauº celebra texturas e formas em peças únicas


Do outro, a cerâmica de Diogo Ferreira e Isac Coimbra, fundadores da GRAUº, assume um registo mais táctil e orgânico. Cada peça é feita à mão, em grés, e resulta de combinações de tonalidades e acabamentos que constroem uma estética própria, entre o tribal e o contemporâneo. Além das coleções autorais, o trabalho estende-se a colaborações com arquitetos e designers, com peças pensadas para contextos específicos.

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