#Motivação

IA está a reforçar o valor das competências humanas no trabalho, revela estudo da IWG

A expansão da Inteligência Artificial está a transformar funções, processos e modelos de trabalho, mas pode estar, também, a tornar mais valiosas as competências humanas. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) aponta para a emergência de uma “Economia de Competências Humanas”, em que empatia, liderança, discernimento e capacidade de decisão ganham peso num mercado cada vez mais automatizado.

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20 de mai. de 2026, 13:01

Segundo o relatório, 90% dos líderes de recursos humanos alertam que a inovação pode desacelerar se as organizações não derem prioridade a capacidades humanas. A conclusão surge num momento em que a IA está já integrada no trabalho diário de muitas equipas: 73% das equipas híbridas usam ferramentas como o ChatGPT e 82% das organizações disponibilizam formação em IA.

Apesar dessa adoção, a preparação das empresas continua aquém do ritmo da transformação. Menos de metade dos líderes de RH inquiridos (45%) afirma estar a conseguir colmatar eficazmente a lacuna de competências. O estudo sugere, por isso, que muitas organizações já utilizam IA, mas ainda não têm estruturas suficientemente preparadas para a integrar de forma produtiva e estratégica.


A mudança também está a alterar a forma como se olha para o desempenho

De acordo com o comunicado, dados da Randstad e do Institute of Student Employers indicam que as vagas de nível inicial caíram 29% a nível global entre janeiro de 2024 e o final de 2025, tornando o acesso ao mercado mais competitivo e elevando os critérios de diferenciação entre candidatos.

Neste novo contexto, a fluência tecnológica deixa de ser suficiente. A IWG destaca a importância da literacia em IA: a capacidade de aplicar ferramentas de Inteligência Artificial no trabalho diário para aumentar produtividade, melhorar processos e gerar novas formas de pensar. O estudo revela ainda que quase dois terços dos colaboradores mais jovens já ajudam colegas mais velhos a adotar IA, desde apoio prático à integração destas ferramentas nos fluxos de trabalho.

Ainda assim, os líderes de RH identificam áreas onde as capacidades humanas continuam a ser determinantes. 65% afirmam que a IA não conseguirá replicar a empatia humana, 64% dizem que a tecnologia fica aquém na tomada de decisões complexas e 53% acreditam que a liderança continuará a ser exclusivamente humana. Ao mesmo tempo, apenas 40% consideram que a criatividade permanecerá fora do alcance da IA, sinal de que a fronteira entre capacidades humanas e tecnológicas continua em movimento.


O impacto já se reflete no recrutamento

Embora 40% dos líderes afirmem que a falta de competências em IA ou tecnologia pode excluir candidatos, 66% dizem que a capacidade de demonstrar competências humanas é atualmente o fator mais importante no recrutamento, acima da experiência, das competências técnicas e da formação académica.

O trabalho híbrido surge, neste cenário, como um espaço relevante para desenvolver essas capacidades. Mais de metade dos líderes de RH (55%) considera que os ambientes híbridos estão entre os contextos mais eficazes para desenvolver empatia, discernimento e competências de liderança. Segundo o estudo, estes modelos podem reforçar confiança, mentoria, colaboração e tomada de decisão.

Para Mark Dixon, CEO e fundador da IWG, a IA está a provocar uma transformação comparável a outras mudanças tecnológicas profundas. “Algumas funções irão evoluir ou desaparecer, enquanto outras totalmente novas irão surgir”, afirma. O responsável defende que a vantagem estará nas empresas capazes de combinar “a eficiência da IA com as competências exclusivamente humanas que impulsionam inovação, liderança e crescimento”.


O relatório “Human Skills Economy” foi conduzido em abril de 2026 pela Mortar Research e envolveu 510 gestores de recursos humanos, recrutamento e contratação nos Estados Unidos. A conclusão é clara: a adoção tecnológica deixou de ser o único desafio. Para as empresas, a próxima vantagem competitiva pode estar na forma como conseguem alinhar pessoas e tecnologia sem perder aquilo que continua a distinguir o trabalho humano.


LER TAMBÉM:


(C) Foto de Annie Spratt na Unsplash
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A expansão da Inteligência Artificial está a transformar funções, processos e modelos de trabalho, mas pode estar, também, a tornar mais valiosas as competências humanas. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) aponta para a emergência de uma “Economia de Competências Humanas”, em que empatia, liderança, discernimento e capacidade de decisão ganham peso num mercado cada vez mais automatizado.

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20 de mai. de 2026, 13:01

Segundo o relatório, 90% dos líderes de recursos humanos alertam que a inovação pode desacelerar se as organizações não derem prioridade a capacidades humanas. A conclusão surge num momento em que a IA está já integrada no trabalho diário de muitas equipas: 73% das equipas híbridas usam ferramentas como o ChatGPT e 82% das organizações disponibilizam formação em IA.

Apesar dessa adoção, a preparação das empresas continua aquém do ritmo da transformação. Menos de metade dos líderes de RH inquiridos (45%) afirma estar a conseguir colmatar eficazmente a lacuna de competências. O estudo sugere, por isso, que muitas organizações já utilizam IA, mas ainda não têm estruturas suficientemente preparadas para a integrar de forma produtiva e estratégica.


A mudança também está a alterar a forma como se olha para o desempenho

De acordo com o comunicado, dados da Randstad e do Institute of Student Employers indicam que as vagas de nível inicial caíram 29% a nível global entre janeiro de 2024 e o final de 2025, tornando o acesso ao mercado mais competitivo e elevando os critérios de diferenciação entre candidatos.

Neste novo contexto, a fluência tecnológica deixa de ser suficiente. A IWG destaca a importância da literacia em IA: a capacidade de aplicar ferramentas de Inteligência Artificial no trabalho diário para aumentar produtividade, melhorar processos e gerar novas formas de pensar. O estudo revela ainda que quase dois terços dos colaboradores mais jovens já ajudam colegas mais velhos a adotar IA, desde apoio prático à integração destas ferramentas nos fluxos de trabalho.

Ainda assim, os líderes de RH identificam áreas onde as capacidades humanas continuam a ser determinantes. 65% afirmam que a IA não conseguirá replicar a empatia humana, 64% dizem que a tecnologia fica aquém na tomada de decisões complexas e 53% acreditam que a liderança continuará a ser exclusivamente humana. Ao mesmo tempo, apenas 40% consideram que a criatividade permanecerá fora do alcance da IA, sinal de que a fronteira entre capacidades humanas e tecnológicas continua em movimento.


O impacto já se reflete no recrutamento

Embora 40% dos líderes afirmem que a falta de competências em IA ou tecnologia pode excluir candidatos, 66% dizem que a capacidade de demonstrar competências humanas é atualmente o fator mais importante no recrutamento, acima da experiência, das competências técnicas e da formação académica.

O trabalho híbrido surge, neste cenário, como um espaço relevante para desenvolver essas capacidades. Mais de metade dos líderes de RH (55%) considera que os ambientes híbridos estão entre os contextos mais eficazes para desenvolver empatia, discernimento e competências de liderança. Segundo o estudo, estes modelos podem reforçar confiança, mentoria, colaboração e tomada de decisão.

Para Mark Dixon, CEO e fundador da IWG, a IA está a provocar uma transformação comparável a outras mudanças tecnológicas profundas. “Algumas funções irão evoluir ou desaparecer, enquanto outras totalmente novas irão surgir”, afirma. O responsável defende que a vantagem estará nas empresas capazes de combinar “a eficiência da IA com as competências exclusivamente humanas que impulsionam inovação, liderança e crescimento”.


O relatório “Human Skills Economy” foi conduzido em abril de 2026 pela Mortar Research e envolveu 510 gestores de recursos humanos, recrutamento e contratação nos Estados Unidos. A conclusão é clara: a adoção tecnológica deixou de ser o único desafio. Para as empresas, a próxima vantagem competitiva pode estar na forma como conseguem alinhar pessoas e tecnologia sem perder aquilo que continua a distinguir o trabalho humano.


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A expansão da Inteligência Artificial está a transformar funções, processos e modelos de trabalho, mas pode estar, também, a tornar mais valiosas as competências humanas. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) aponta para a emergência de uma “Economia de Competências Humanas”, em que empatia, liderança, discernimento e capacidade de decisão ganham peso num mercado cada vez mais automatizado.

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20 de mai. de 2026, 13:01

Segundo o relatório, 90% dos líderes de recursos humanos alertam que a inovação pode desacelerar se as organizações não derem prioridade a capacidades humanas. A conclusão surge num momento em que a IA está já integrada no trabalho diário de muitas equipas: 73% das equipas híbridas usam ferramentas como o ChatGPT e 82% das organizações disponibilizam formação em IA.

Apesar dessa adoção, a preparação das empresas continua aquém do ritmo da transformação. Menos de metade dos líderes de RH inquiridos (45%) afirma estar a conseguir colmatar eficazmente a lacuna de competências. O estudo sugere, por isso, que muitas organizações já utilizam IA, mas ainda não têm estruturas suficientemente preparadas para a integrar de forma produtiva e estratégica.


A mudança também está a alterar a forma como se olha para o desempenho

De acordo com o comunicado, dados da Randstad e do Institute of Student Employers indicam que as vagas de nível inicial caíram 29% a nível global entre janeiro de 2024 e o final de 2025, tornando o acesso ao mercado mais competitivo e elevando os critérios de diferenciação entre candidatos.

Neste novo contexto, a fluência tecnológica deixa de ser suficiente. A IWG destaca a importância da literacia em IA: a capacidade de aplicar ferramentas de Inteligência Artificial no trabalho diário para aumentar produtividade, melhorar processos e gerar novas formas de pensar. O estudo revela ainda que quase dois terços dos colaboradores mais jovens já ajudam colegas mais velhos a adotar IA, desde apoio prático à integração destas ferramentas nos fluxos de trabalho.

Ainda assim, os líderes de RH identificam áreas onde as capacidades humanas continuam a ser determinantes. 65% afirmam que a IA não conseguirá replicar a empatia humana, 64% dizem que a tecnologia fica aquém na tomada de decisões complexas e 53% acreditam que a liderança continuará a ser exclusivamente humana. Ao mesmo tempo, apenas 40% consideram que a criatividade permanecerá fora do alcance da IA, sinal de que a fronteira entre capacidades humanas e tecnológicas continua em movimento.


O impacto já se reflete no recrutamento

Embora 40% dos líderes afirmem que a falta de competências em IA ou tecnologia pode excluir candidatos, 66% dizem que a capacidade de demonstrar competências humanas é atualmente o fator mais importante no recrutamento, acima da experiência, das competências técnicas e da formação académica.

O trabalho híbrido surge, neste cenário, como um espaço relevante para desenvolver essas capacidades. Mais de metade dos líderes de RH (55%) considera que os ambientes híbridos estão entre os contextos mais eficazes para desenvolver empatia, discernimento e competências de liderança. Segundo o estudo, estes modelos podem reforçar confiança, mentoria, colaboração e tomada de decisão.

Para Mark Dixon, CEO e fundador da IWG, a IA está a provocar uma transformação comparável a outras mudanças tecnológicas profundas. “Algumas funções irão evoluir ou desaparecer, enquanto outras totalmente novas irão surgir”, afirma. O responsável defende que a vantagem estará nas empresas capazes de combinar “a eficiência da IA com as competências exclusivamente humanas que impulsionam inovação, liderança e crescimento”.


O relatório “Human Skills Economy” foi conduzido em abril de 2026 pela Mortar Research e envolveu 510 gestores de recursos humanos, recrutamento e contratação nos Estados Unidos. A conclusão é clara: a adoção tecnológica deixou de ser o único desafio. Para as empresas, a próxima vantagem competitiva pode estar na forma como conseguem alinhar pessoas e tecnologia sem perder aquilo que continua a distinguir o trabalho humano.


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A expansão da Inteligência Artificial está a transformar funções, processos e modelos de trabalho, mas pode estar, também, a tornar mais valiosas as competências humanas. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) aponta para a emergência de uma “Economia de Competências Humanas”, em que empatia, liderança, discernimento e capacidade de decisão ganham peso num mercado cada vez mais automatizado.

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20 de mai. de 2026, 13:01

Segundo o relatório, 90% dos líderes de recursos humanos alertam que a inovação pode desacelerar se as organizações não derem prioridade a capacidades humanas. A conclusão surge num momento em que a IA está já integrada no trabalho diário de muitas equipas: 73% das equipas híbridas usam ferramentas como o ChatGPT e 82% das organizações disponibilizam formação em IA.

Apesar dessa adoção, a preparação das empresas continua aquém do ritmo da transformação. Menos de metade dos líderes de RH inquiridos (45%) afirma estar a conseguir colmatar eficazmente a lacuna de competências. O estudo sugere, por isso, que muitas organizações já utilizam IA, mas ainda não têm estruturas suficientemente preparadas para a integrar de forma produtiva e estratégica.


A mudança também está a alterar a forma como se olha para o desempenho

De acordo com o comunicado, dados da Randstad e do Institute of Student Employers indicam que as vagas de nível inicial caíram 29% a nível global entre janeiro de 2024 e o final de 2025, tornando o acesso ao mercado mais competitivo e elevando os critérios de diferenciação entre candidatos.

Neste novo contexto, a fluência tecnológica deixa de ser suficiente. A IWG destaca a importância da literacia em IA: a capacidade de aplicar ferramentas de Inteligência Artificial no trabalho diário para aumentar produtividade, melhorar processos e gerar novas formas de pensar. O estudo revela ainda que quase dois terços dos colaboradores mais jovens já ajudam colegas mais velhos a adotar IA, desde apoio prático à integração destas ferramentas nos fluxos de trabalho.

Ainda assim, os líderes de RH identificam áreas onde as capacidades humanas continuam a ser determinantes. 65% afirmam que a IA não conseguirá replicar a empatia humana, 64% dizem que a tecnologia fica aquém na tomada de decisões complexas e 53% acreditam que a liderança continuará a ser exclusivamente humana. Ao mesmo tempo, apenas 40% consideram que a criatividade permanecerá fora do alcance da IA, sinal de que a fronteira entre capacidades humanas e tecnológicas continua em movimento.


O impacto já se reflete no recrutamento

Embora 40% dos líderes afirmem que a falta de competências em IA ou tecnologia pode excluir candidatos, 66% dizem que a capacidade de demonstrar competências humanas é atualmente o fator mais importante no recrutamento, acima da experiência, das competências técnicas e da formação académica.

O trabalho híbrido surge, neste cenário, como um espaço relevante para desenvolver essas capacidades. Mais de metade dos líderes de RH (55%) considera que os ambientes híbridos estão entre os contextos mais eficazes para desenvolver empatia, discernimento e competências de liderança. Segundo o estudo, estes modelos podem reforçar confiança, mentoria, colaboração e tomada de decisão.

Para Mark Dixon, CEO e fundador da IWG, a IA está a provocar uma transformação comparável a outras mudanças tecnológicas profundas. “Algumas funções irão evoluir ou desaparecer, enquanto outras totalmente novas irão surgir”, afirma. O responsável defende que a vantagem estará nas empresas capazes de combinar “a eficiência da IA com as competências exclusivamente humanas que impulsionam inovação, liderança e crescimento”.


O relatório “Human Skills Economy” foi conduzido em abril de 2026 pela Mortar Research e envolveu 510 gestores de recursos humanos, recrutamento e contratação nos Estados Unidos. A conclusão é clara: a adoção tecnológica deixou de ser o único desafio. Para as empresas, a próxima vantagem competitiva pode estar na forma como conseguem alinhar pessoas e tecnologia sem perder aquilo que continua a distinguir o trabalho humano.


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