#Protagonistas

Seis perguntas a Bia Caboz

Tem no fado a origem de tudo, mas não se cinge a géneros musicais. A artista que mistura tradição e eletrónica acaba de lançar o primeiro álbum e, para assinalar a ocasião, respondeu às seis perguntas do MOTIVO.

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21 de mar. de 2026, 08:08

Acabas de lançar Espiral . Que disco é este?

BIA CABOZ — O Espiral não é apenas o meu primeiro álbum. É um projeto estratégico de lançamento e construção de carreira pensado, desenhado e revelado por etapas, de forma consciente e intencional. Todo o movimento consistente exige tempo. Por isso, um álbum cujo lançamento começou em 2023 só agora se materializa por inteiro. Cada um dos cinco singles já editados teve um propósito claro: afirmar a voz, consolidar a imagem, expor o posicionamento artístico, criar intimidade e ganhar dimensão pública. Nada foi casual. Compus, produzi e estruturei cada passo. E a estratégia deu resultado: um galardão de platina, um galardão de ouro, uma música numa novela, uma música num filme. A capa do Espiral mostra um produto selado, etiquetado, pronto para distribuição. Esse produto sou eu. Mas fui eu que escolhi o rótulo. Fui eu que defini a composição. Fui eu que escrevi as instruções. Não estou a tentar salvar o fado. Estou a expandi-lo. Não estou a pedir espaço. Estou a criar território.


Espiral foi lançado esta semana com o selo da Warner Music Portugal


O lançamento é acompanhado pelo vídeo de Contramão, que nos mostra, mais uma vez, que podes ser muitas Bias e ir além de estilos de roupa e géneros musicais. Este trabalho é mais uma prova da artista que queres ser?

B.C. — Sim. Contramão é uma escolha consciente. Não me interessa seguir um caminho seguro ou previsível. Interessa-me construir uma identidade que não dependa de um único formato. Ser muitas versões de mim não é confusão, é liberdade criativa. E isso é coerência. Coerência com aquilo que eu sou enquanto artista e com o tipo de percurso que estou a construir.



Como é que correram as colaborações com o Kura e o Piruka?

B.C. — Foram duas experiências muito diferentes, mas igualmente importantes dentro do projeto. Com o Kura, foi uma colaboração estratégica. Sentir Saudade nasceu a partir de uma visão muito clara que eu já trazia: criar uma ponte entre o fado e a eletrónica, pensada de raiz para chegar a outros contextos. A base criativa da música (melodia, estrutura e intenção) já estava definida. A escolha do Kura surgiu precisamente como forma de levar essa visão a um circuito onde eu queria entrar. Mais do que uma colaboração criativa no sentido tradicional, foi uma decisão consciente de expansão. Com o Piruka, foi completamente diferente. A música já estava pronta quando lha mostrei e foi imediato. Mesmo sem nos conhecermos, ele ouviu e disse logo que queria entrar. Escreveu a parte dele numa fase muito intensa da vida dele, entre os Coliseus de Lisboa e do Porto. E isso, para mim, foi muito significativo. Perceber que a música ficou com ele ao ponto de ele não conseguir largar. Há coisas que não se forçam. Acontecem.

Entretanto, és a representante portuguesa na nova campanha Adidas Originals Superstar. Como foi receber este convite?

B.C. — Foi um momento muito especial, porque senti um alinhamento real entre aquilo que eu sou e aquilo que a marca representa. A Adidas tem essa capacidade de atravessar gerações, de pegar na tradição e levá-la para novos contextos sem perder identidade, e isso é exatamente o que faço na minha música. Mas, acima de tudo, foi um momento de consciência de escala. Lá fora, esta campanha é representada por nomes como Kendall Jenner, Bad Bunny ou Samuel L. Jackson. E, em Portugal, sou eu. Isso tem um peso muito grande para mim. Além disso, foi também a primeira vez que a marca desenvolveu um videoclipe neste formato, algo que nunca tinha sido feito em Portugal. E o facto de isso ter sido feito comigo deixa-me profundamente honrada, e confirma que aquilo que estou a construir está a chegar onde tem de chegar. Estou exatamente onde quero estar.



A qual dos outros embaixadores globais da marca gostarias de dar a ouvir o teu novo álbum?

B.C. — Ao Bad Bunny, porque também criou um território próprio, sem pedir validação, e isso reconhece-se imediatamente. Quando alguém está a fazer algo verdadeiramente novo, sente-se.

Onde esperas que este novo disco te leve?

B.C. — Há uma coisa que, para mim, é muito clara: não estou aqui para reinventar o fado. O fado não precisa ser reinventado. Estou a abrir um novo território. Quero levar esta linguagem a lugares onde ela nunca esteve e a pessoas que não têm qualquer relação com ela. Mas, acima de tudo, quero construir um legado consciente, algo que impacte, que faça pensar e que fique. Se isso acontecer em grandes palcos, para muita gente, em lugares ainda não imaginados, então sei que estou exatamente onde devo estar.

#Protagonistas

Seis perguntas a Bia Caboz

Tem no fado a origem de tudo, mas não se cinge a géneros musicais. A artista que mistura tradição e eletrónica acaba de lançar o primeiro álbum e, para assinalar a ocasião, respondeu às seis perguntas do MOTIVO.

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21 de mar. de 2026, 08:08

Acabas de lançar Espiral . Que disco é este?

BIA CABOZ — O Espiral não é apenas o meu primeiro álbum. É um projeto estratégico de lançamento e construção de carreira pensado, desenhado e revelado por etapas, de forma consciente e intencional. Todo o movimento consistente exige tempo. Por isso, um álbum cujo lançamento começou em 2023 só agora se materializa por inteiro. Cada um dos cinco singles já editados teve um propósito claro: afirmar a voz, consolidar a imagem, expor o posicionamento artístico, criar intimidade e ganhar dimensão pública. Nada foi casual. Compus, produzi e estruturei cada passo. E a estratégia deu resultado: um galardão de platina, um galardão de ouro, uma música numa novela, uma música num filme. A capa do Espiral mostra um produto selado, etiquetado, pronto para distribuição. Esse produto sou eu. Mas fui eu que escolhi o rótulo. Fui eu que defini a composição. Fui eu que escrevi as instruções. Não estou a tentar salvar o fado. Estou a expandi-lo. Não estou a pedir espaço. Estou a criar território.


Espiral foi lançado esta semana com o selo da Warner Music Portugal


O lançamento é acompanhado pelo vídeo de Contramão, que nos mostra, mais uma vez, que podes ser muitas Bias e ir além de estilos de roupa e géneros musicais. Este trabalho é mais uma prova da artista que queres ser?

B.C. — Sim. Contramão é uma escolha consciente. Não me interessa seguir um caminho seguro ou previsível. Interessa-me construir uma identidade que não dependa de um único formato. Ser muitas versões de mim não é confusão, é liberdade criativa. E isso é coerência. Coerência com aquilo que eu sou enquanto artista e com o tipo de percurso que estou a construir.



Como é que correram as colaborações com o Kura e o Piruka?

B.C. — Foram duas experiências muito diferentes, mas igualmente importantes dentro do projeto. Com o Kura, foi uma colaboração estratégica. Sentir Saudade nasceu a partir de uma visão muito clara que eu já trazia: criar uma ponte entre o fado e a eletrónica, pensada de raiz para chegar a outros contextos. A base criativa da música (melodia, estrutura e intenção) já estava definida. A escolha do Kura surgiu precisamente como forma de levar essa visão a um circuito onde eu queria entrar. Mais do que uma colaboração criativa no sentido tradicional, foi uma decisão consciente de expansão. Com o Piruka, foi completamente diferente. A música já estava pronta quando lha mostrei e foi imediato. Mesmo sem nos conhecermos, ele ouviu e disse logo que queria entrar. Escreveu a parte dele numa fase muito intensa da vida dele, entre os Coliseus de Lisboa e do Porto. E isso, para mim, foi muito significativo. Perceber que a música ficou com ele ao ponto de ele não conseguir largar. Há coisas que não se forçam. Acontecem.

Entretanto, és a representante portuguesa na nova campanha Adidas Originals Superstar. Como foi receber este convite?

B.C. — Foi um momento muito especial, porque senti um alinhamento real entre aquilo que eu sou e aquilo que a marca representa. A Adidas tem essa capacidade de atravessar gerações, de pegar na tradição e levá-la para novos contextos sem perder identidade, e isso é exatamente o que faço na minha música. Mas, acima de tudo, foi um momento de consciência de escala. Lá fora, esta campanha é representada por nomes como Kendall Jenner, Bad Bunny ou Samuel L. Jackson. E, em Portugal, sou eu. Isso tem um peso muito grande para mim. Além disso, foi também a primeira vez que a marca desenvolveu um videoclipe neste formato, algo que nunca tinha sido feito em Portugal. E o facto de isso ter sido feito comigo deixa-me profundamente honrada, e confirma que aquilo que estou a construir está a chegar onde tem de chegar. Estou exatamente onde quero estar.



A qual dos outros embaixadores globais da marca gostarias de dar a ouvir o teu novo álbum?

B.C. — Ao Bad Bunny, porque também criou um território próprio, sem pedir validação, e isso reconhece-se imediatamente. Quando alguém está a fazer algo verdadeiramente novo, sente-se.

Onde esperas que este novo disco te leve?

B.C. — Há uma coisa que, para mim, é muito clara: não estou aqui para reinventar o fado. O fado não precisa ser reinventado. Estou a abrir um novo território. Quero levar esta linguagem a lugares onde ela nunca esteve e a pessoas que não têm qualquer relação com ela. Mas, acima de tudo, quero construir um legado consciente, algo que impacte, que faça pensar e que fique. Se isso acontecer em grandes palcos, para muita gente, em lugares ainda não imaginados, então sei que estou exatamente onde devo estar.

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Seis perguntas a Bia Caboz

Tem no fado a origem de tudo, mas não se cinge a géneros musicais. A artista que mistura tradição e eletrónica acaba de lançar o primeiro álbum e, para assinalar a ocasião, respondeu às seis perguntas do MOTIVO.

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21 de mar. de 2026, 08:08

Acabas de lançar Espiral . Que disco é este?

BIA CABOZ — O Espiral não é apenas o meu primeiro álbum. É um projeto estratégico de lançamento e construção de carreira pensado, desenhado e revelado por etapas, de forma consciente e intencional. Todo o movimento consistente exige tempo. Por isso, um álbum cujo lançamento começou em 2023 só agora se materializa por inteiro. Cada um dos cinco singles já editados teve um propósito claro: afirmar a voz, consolidar a imagem, expor o posicionamento artístico, criar intimidade e ganhar dimensão pública. Nada foi casual. Compus, produzi e estruturei cada passo. E a estratégia deu resultado: um galardão de platina, um galardão de ouro, uma música numa novela, uma música num filme. A capa do Espiral mostra um produto selado, etiquetado, pronto para distribuição. Esse produto sou eu. Mas fui eu que escolhi o rótulo. Fui eu que defini a composição. Fui eu que escrevi as instruções. Não estou a tentar salvar o fado. Estou a expandi-lo. Não estou a pedir espaço. Estou a criar território.


Espiral foi lançado esta semana com o selo da Warner Music Portugal


O lançamento é acompanhado pelo vídeo de Contramão, que nos mostra, mais uma vez, que podes ser muitas Bias e ir além de estilos de roupa e géneros musicais. Este trabalho é mais uma prova da artista que queres ser?

B.C. — Sim. Contramão é uma escolha consciente. Não me interessa seguir um caminho seguro ou previsível. Interessa-me construir uma identidade que não dependa de um único formato. Ser muitas versões de mim não é confusão, é liberdade criativa. E isso é coerência. Coerência com aquilo que eu sou enquanto artista e com o tipo de percurso que estou a construir.



Como é que correram as colaborações com o Kura e o Piruka?

B.C. — Foram duas experiências muito diferentes, mas igualmente importantes dentro do projeto. Com o Kura, foi uma colaboração estratégica. Sentir Saudade nasceu a partir de uma visão muito clara que eu já trazia: criar uma ponte entre o fado e a eletrónica, pensada de raiz para chegar a outros contextos. A base criativa da música (melodia, estrutura e intenção) já estava definida. A escolha do Kura surgiu precisamente como forma de levar essa visão a um circuito onde eu queria entrar. Mais do que uma colaboração criativa no sentido tradicional, foi uma decisão consciente de expansão. Com o Piruka, foi completamente diferente. A música já estava pronta quando lha mostrei e foi imediato. Mesmo sem nos conhecermos, ele ouviu e disse logo que queria entrar. Escreveu a parte dele numa fase muito intensa da vida dele, entre os Coliseus de Lisboa e do Porto. E isso, para mim, foi muito significativo. Perceber que a música ficou com ele ao ponto de ele não conseguir largar. Há coisas que não se forçam. Acontecem.

Entretanto, és a representante portuguesa na nova campanha Adidas Originals Superstar. Como foi receber este convite?

B.C. — Foi um momento muito especial, porque senti um alinhamento real entre aquilo que eu sou e aquilo que a marca representa. A Adidas tem essa capacidade de atravessar gerações, de pegar na tradição e levá-la para novos contextos sem perder identidade, e isso é exatamente o que faço na minha música. Mas, acima de tudo, foi um momento de consciência de escala. Lá fora, esta campanha é representada por nomes como Kendall Jenner, Bad Bunny ou Samuel L. Jackson. E, em Portugal, sou eu. Isso tem um peso muito grande para mim. Além disso, foi também a primeira vez que a marca desenvolveu um videoclipe neste formato, algo que nunca tinha sido feito em Portugal. E o facto de isso ter sido feito comigo deixa-me profundamente honrada, e confirma que aquilo que estou a construir está a chegar onde tem de chegar. Estou exatamente onde quero estar.



A qual dos outros embaixadores globais da marca gostarias de dar a ouvir o teu novo álbum?

B.C. — Ao Bad Bunny, porque também criou um território próprio, sem pedir validação, e isso reconhece-se imediatamente. Quando alguém está a fazer algo verdadeiramente novo, sente-se.

Onde esperas que este novo disco te leve?

B.C. — Há uma coisa que, para mim, é muito clara: não estou aqui para reinventar o fado. O fado não precisa ser reinventado. Estou a abrir um novo território. Quero levar esta linguagem a lugares onde ela nunca esteve e a pessoas que não têm qualquer relação com ela. Mas, acima de tudo, quero construir um legado consciente, algo que impacte, que faça pensar e que fique. Se isso acontecer em grandes palcos, para muita gente, em lugares ainda não imaginados, então sei que estou exatamente onde devo estar.

#Protagonistas

Seis perguntas a Bia Caboz

Tem no fado a origem de tudo, mas não se cinge a géneros musicais. A artista que mistura tradição e eletrónica acaba de lançar o primeiro álbum e, para assinalar a ocasião, respondeu às seis perguntas do MOTIVO.

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21 de mar. de 2026, 08:08

Acabas de lançar Espiral . Que disco é este?

BIA CABOZ — O Espiral não é apenas o meu primeiro álbum. É um projeto estratégico de lançamento e construção de carreira pensado, desenhado e revelado por etapas, de forma consciente e intencional. Todo o movimento consistente exige tempo. Por isso, um álbum cujo lançamento começou em 2023 só agora se materializa por inteiro. Cada um dos cinco singles já editados teve um propósito claro: afirmar a voz, consolidar a imagem, expor o posicionamento artístico, criar intimidade e ganhar dimensão pública. Nada foi casual. Compus, produzi e estruturei cada passo. E a estratégia deu resultado: um galardão de platina, um galardão de ouro, uma música numa novela, uma música num filme. A capa do Espiral mostra um produto selado, etiquetado, pronto para distribuição. Esse produto sou eu. Mas fui eu que escolhi o rótulo. Fui eu que defini a composição. Fui eu que escrevi as instruções. Não estou a tentar salvar o fado. Estou a expandi-lo. Não estou a pedir espaço. Estou a criar território.


Espiral foi lançado esta semana com o selo da Warner Music Portugal


O lançamento é acompanhado pelo vídeo de Contramão, que nos mostra, mais uma vez, que podes ser muitas Bias e ir além de estilos de roupa e géneros musicais. Este trabalho é mais uma prova da artista que queres ser?

B.C. — Sim. Contramão é uma escolha consciente. Não me interessa seguir um caminho seguro ou previsível. Interessa-me construir uma identidade que não dependa de um único formato. Ser muitas versões de mim não é confusão, é liberdade criativa. E isso é coerência. Coerência com aquilo que eu sou enquanto artista e com o tipo de percurso que estou a construir.



Como é que correram as colaborações com o Kura e o Piruka?

B.C. — Foram duas experiências muito diferentes, mas igualmente importantes dentro do projeto. Com o Kura, foi uma colaboração estratégica. Sentir Saudade nasceu a partir de uma visão muito clara que eu já trazia: criar uma ponte entre o fado e a eletrónica, pensada de raiz para chegar a outros contextos. A base criativa da música (melodia, estrutura e intenção) já estava definida. A escolha do Kura surgiu precisamente como forma de levar essa visão a um circuito onde eu queria entrar. Mais do que uma colaboração criativa no sentido tradicional, foi uma decisão consciente de expansão. Com o Piruka, foi completamente diferente. A música já estava pronta quando lha mostrei e foi imediato. Mesmo sem nos conhecermos, ele ouviu e disse logo que queria entrar. Escreveu a parte dele numa fase muito intensa da vida dele, entre os Coliseus de Lisboa e do Porto. E isso, para mim, foi muito significativo. Perceber que a música ficou com ele ao ponto de ele não conseguir largar. Há coisas que não se forçam. Acontecem.

Entretanto, és a representante portuguesa na nova campanha Adidas Originals Superstar. Como foi receber este convite?

B.C. — Foi um momento muito especial, porque senti um alinhamento real entre aquilo que eu sou e aquilo que a marca representa. A Adidas tem essa capacidade de atravessar gerações, de pegar na tradição e levá-la para novos contextos sem perder identidade, e isso é exatamente o que faço na minha música. Mas, acima de tudo, foi um momento de consciência de escala. Lá fora, esta campanha é representada por nomes como Kendall Jenner, Bad Bunny ou Samuel L. Jackson. E, em Portugal, sou eu. Isso tem um peso muito grande para mim. Além disso, foi também a primeira vez que a marca desenvolveu um videoclipe neste formato, algo que nunca tinha sido feito em Portugal. E o facto de isso ter sido feito comigo deixa-me profundamente honrada, e confirma que aquilo que estou a construir está a chegar onde tem de chegar. Estou exatamente onde quero estar.



A qual dos outros embaixadores globais da marca gostarias de dar a ouvir o teu novo álbum?

B.C. — Ao Bad Bunny, porque também criou um território próprio, sem pedir validação, e isso reconhece-se imediatamente. Quando alguém está a fazer algo verdadeiramente novo, sente-se.

Onde esperas que este novo disco te leve?

B.C. — Há uma coisa que, para mim, é muito clara: não estou aqui para reinventar o fado. O fado não precisa ser reinventado. Estou a abrir um novo território. Quero levar esta linguagem a lugares onde ela nunca esteve e a pessoas que não têm qualquer relação com ela. Mas, acima de tudo, quero construir um legado consciente, algo que impacte, que faça pensar e que fique. Se isso acontecer em grandes palcos, para muita gente, em lugares ainda não imaginados, então sei que estou exatamente onde devo estar.

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