
#Protagonistas
Seis perguntas a Andreia Vale
Em fim de semana de aniversário da TVI, a jornalista e pivot faz um balanço do tempo em Queluz de Baixo e reflete sobre o presente e o futuro.
A TVI assinala 33 anos e tu estás ligada ao canal há quase cinco. Que balanço fazes?
ANDREIA VALE — Não parecem cinco anos, parecem mais, mas digo isto no bom sentido. A experiência que já tinha consolidou-se na TVI e sinto que sou mesmo feliz a fazer o que faço.
Estiveste recentemente em reportagem, a acompanhar os estragos e trabalhos de reconstrução da zona centro, pós-depressão Kristin. Para alguém tão familiarizada com o estúdio, como foi voltar ao terreno?
A.V. — Um soltar de amarras. Porque o estúdio, ou o aquário, como gosto de lhe chamar, tem aquele lado mais formal, e, no terreno, podemos improvisar muito mais, ser ainda mais descritivos, explicar, mostrar.
O que ainda esperas fazer na TVI?
A.V. — Eu sou mesmo feliz a fazer jornais, embora o meu “código genético” tenha muito de breaking news. Talvez me falte sair mais vezes, mas isso é algo que requer sacrificar questões familiares, vai daí é preciso tentar equilibrar.
Que caminhos acreditas que a informação de um canal generalista ainda pode fazer, quando toda a gente vaticina o fim da televisão como a conhecemos?
A.V. — É um mistério, a pergunta do milhão de dólares/euros. Mas, como toda a gente gosta de ouvir/ver histórias, acredito que a televisão vai continuar a servir para isso. Pode mudar a caixa (o aparelho, em si), mas talvez não mude o propósito.
O que a informação das televisão pode aprender com as redes sociais, e o que as redes sociais podem aprender com informação das televisões?
A.V. — A ter critério, a ter ainda mais rigor, a abrir horizontes e alargar o público -alvo.
Se pudesses dar uma ideia concreta para o futuro da TVI, qual seria?
A.V. — Não me sinto legitimada para dar conselhos ou ideias a uma televisão de 33 anos! (Risos) Mas desejo que dobre esta idade, com muita saúde e boas audiências!
Fotografias: Ana Amorim

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Seis perguntas a Andreia Vale
Em fim de semana de aniversário da TVI, a jornalista e pivot faz um balanço do tempo em Queluz de Baixo e reflete sobre o presente e o futuro.
A TVI assinala 33 anos e tu estás ligada ao canal há quase cinco. Que balanço fazes?
ANDREIA VALE — Não parecem cinco anos, parecem mais, mas digo isto no bom sentido. A experiência que já tinha consolidou-se na TVI e sinto que sou mesmo feliz a fazer o que faço.
Estiveste recentemente em reportagem, a acompanhar os estragos e trabalhos de reconstrução da zona centro, pós-depressão Kristin. Para alguém tão familiarizada com o estúdio, como foi voltar ao terreno?
A.V. — Um soltar de amarras. Porque o estúdio, ou o aquário, como gosto de lhe chamar, tem aquele lado mais formal, e, no terreno, podemos improvisar muito mais, ser ainda mais descritivos, explicar, mostrar.
O que ainda esperas fazer na TVI?
A.V. — Eu sou mesmo feliz a fazer jornais, embora o meu “código genético” tenha muito de breaking news. Talvez me falte sair mais vezes, mas isso é algo que requer sacrificar questões familiares, vai daí é preciso tentar equilibrar.
Que caminhos acreditas que a informação de um canal generalista ainda pode fazer, quando toda a gente vaticina o fim da televisão como a conhecemos?
A.V. — É um mistério, a pergunta do milhão de dólares/euros. Mas, como toda a gente gosta de ouvir/ver histórias, acredito que a televisão vai continuar a servir para isso. Pode mudar a caixa (o aparelho, em si), mas talvez não mude o propósito.
O que a informação das televisão pode aprender com as redes sociais, e o que as redes sociais podem aprender com informação das televisões?
A.V. — A ter critério, a ter ainda mais rigor, a abrir horizontes e alargar o público -alvo.
Se pudesses dar uma ideia concreta para o futuro da TVI, qual seria?
A.V. — Não me sinto legitimada para dar conselhos ou ideias a uma televisão de 33 anos! (Risos) Mas desejo que dobre esta idade, com muita saúde e boas audiências!
Fotografias: Ana Amorim

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Seis perguntas a Andreia Vale
Em fim de semana de aniversário da TVI, a jornalista e pivot faz um balanço do tempo em Queluz de Baixo e reflete sobre o presente e o futuro.
A TVI assinala 33 anos e tu estás ligada ao canal há quase cinco. Que balanço fazes?
ANDREIA VALE — Não parecem cinco anos, parecem mais, mas digo isto no bom sentido. A experiência que já tinha consolidou-se na TVI e sinto que sou mesmo feliz a fazer o que faço.
Estiveste recentemente em reportagem, a acompanhar os estragos e trabalhos de reconstrução da zona centro, pós-depressão Kristin. Para alguém tão familiarizada com o estúdio, como foi voltar ao terreno?
A.V. — Um soltar de amarras. Porque o estúdio, ou o aquário, como gosto de lhe chamar, tem aquele lado mais formal, e, no terreno, podemos improvisar muito mais, ser ainda mais descritivos, explicar, mostrar.
O que ainda esperas fazer na TVI?
A.V. — Eu sou mesmo feliz a fazer jornais, embora o meu “código genético” tenha muito de breaking news. Talvez me falte sair mais vezes, mas isso é algo que requer sacrificar questões familiares, vai daí é preciso tentar equilibrar.
Que caminhos acreditas que a informação de um canal generalista ainda pode fazer, quando toda a gente vaticina o fim da televisão como a conhecemos?
A.V. — É um mistério, a pergunta do milhão de dólares/euros. Mas, como toda a gente gosta de ouvir/ver histórias, acredito que a televisão vai continuar a servir para isso. Pode mudar a caixa (o aparelho, em si), mas talvez não mude o propósito.
O que a informação das televisão pode aprender com as redes sociais, e o que as redes sociais podem aprender com informação das televisões?
A.V. — A ter critério, a ter ainda mais rigor, a abrir horizontes e alargar o público -alvo.
Se pudesses dar uma ideia concreta para o futuro da TVI, qual seria?
A.V. — Não me sinto legitimada para dar conselhos ou ideias a uma televisão de 33 anos! (Risos) Mas desejo que dobre esta idade, com muita saúde e boas audiências!
Fotografias: Ana Amorim

#Protagonistas
Seis perguntas a Andreia Vale
Em fim de semana de aniversário da TVI, a jornalista e pivot faz um balanço do tempo em Queluz de Baixo e reflete sobre o presente e o futuro.
A TVI assinala 33 anos e tu estás ligada ao canal há quase cinco. Que balanço fazes?
ANDREIA VALE — Não parecem cinco anos, parecem mais, mas digo isto no bom sentido. A experiência que já tinha consolidou-se na TVI e sinto que sou mesmo feliz a fazer o que faço.
Estiveste recentemente em reportagem, a acompanhar os estragos e trabalhos de reconstrução da zona centro, pós-depressão Kristin. Para alguém tão familiarizada com o estúdio, como foi voltar ao terreno?
A.V. — Um soltar de amarras. Porque o estúdio, ou o aquário, como gosto de lhe chamar, tem aquele lado mais formal, e, no terreno, podemos improvisar muito mais, ser ainda mais descritivos, explicar, mostrar.
O que ainda esperas fazer na TVI?
A.V. — Eu sou mesmo feliz a fazer jornais, embora o meu “código genético” tenha muito de breaking news. Talvez me falte sair mais vezes, mas isso é algo que requer sacrificar questões familiares, vai daí é preciso tentar equilibrar.
Que caminhos acreditas que a informação de um canal generalista ainda pode fazer, quando toda a gente vaticina o fim da televisão como a conhecemos?
A.V. — É um mistério, a pergunta do milhão de dólares/euros. Mas, como toda a gente gosta de ouvir/ver histórias, acredito que a televisão vai continuar a servir para isso. Pode mudar a caixa (o aparelho, em si), mas talvez não mude o propósito.
O que a informação das televisão pode aprender com as redes sociais, e o que as redes sociais podem aprender com informação das televisões?
A.V. — A ter critério, a ter ainda mais rigor, a abrir horizontes e alargar o público -alvo.
Se pudesses dar uma ideia concreta para o futuro da TVI, qual seria?
A.V. — Não me sinto legitimada para dar conselhos ou ideias a uma televisão de 33 anos! (Risos) Mas desejo que dobre esta idade, com muita saúde e boas audiências!





