#Motivação

Palácio Chiado celebra 10 anos com pratos icónicos revisitados mês a mês

Até dezembro, regressam à carta algumas das entradas e pratos principais mais marcantes da última década do Palácio Chiado. A dinâmica é simples: todos os meses, uma entrada e um prato principal são reinterpretados à luz da atual visão gastronómica do restaurante, num exercício que cruza memória e reinvenção.

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22 de mar. de 2026, 08:00

Desde a abertura, o Palácio Chiado tem vindo a transformar-se. O que começou como um food court com vários conceitos evoluiu para um restaurante em nome próprio, consolidando-se como um dos espaços mais consistentes da Baixa lisboeta. Parte do seu sucesso reside na forma como articula património histórico, ambiente sofisticado e uma cozinha que não tem receio de surpreender.



A curadoria desta viagem gastronómica está nas mãos do chef André Pinto, responsável por reinterpretar os pratos que marcaram diferentes fases do restaurante. Em março, o ponto de partida são as carnes, uma categoria que sempre teve presença forte na carta.

A proposta arranca com um bife tártaro com mousse de foie gras e pão sourdough (18€), pensado como entrada. Fresco e delicado, introduz uma dimensão mais luxuosa ao clássico. No prato principal, surge uma terrine de rabo de boi com puré de cenoura e laranja, acompanhada por molho hoisin, mini milho e pickle de nabo (32€). Um prato de inspiração francesa, trabalhado com camadas de sabor e um perfil mais contemporâneo.

Estas sugestões foram influenciadas pelos pratos de carne que marcaram os menus desde o primeiro dia”, explica o chef. “O rabo de boi, considerado um best seller, surge agora com uma nova abordagem. Já o tártaro reforça a ligação à tradição gastronómica que define o espaço”.

Mais do que um exercício de nostalgia, esta iniciativa posiciona-se como um convite à redescoberta. Ao revisitar pratos icónicos com uma nova leitura, o Palácio Chiado reforça a sua relevância num cenário competitivo, onde a consistência e a capacidade de evolução são determinantes.

Aberto diariamente, o restaurante mantém-se como um dos pontos de encontro da cidade para quem procura uma experiência que cruza história, ambiente e gastronomia. Ao longo dos próximos meses, novas propostas serão reveladas, e com elas, novas razões para voltar.

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Palácio Chiado celebra 10 anos com pratos icónicos revisitados mês a mês

Até dezembro, regressam à carta algumas das entradas e pratos principais mais marcantes da última década do Palácio Chiado. A dinâmica é simples: todos os meses, uma entrada e um prato principal são reinterpretados à luz da atual visão gastronómica do restaurante, num exercício que cruza memória e reinvenção.

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22 de mar. de 2026, 08:00

Desde a abertura, o Palácio Chiado tem vindo a transformar-se. O que começou como um food court com vários conceitos evoluiu para um restaurante em nome próprio, consolidando-se como um dos espaços mais consistentes da Baixa lisboeta. Parte do seu sucesso reside na forma como articula património histórico, ambiente sofisticado e uma cozinha que não tem receio de surpreender.



A curadoria desta viagem gastronómica está nas mãos do chef André Pinto, responsável por reinterpretar os pratos que marcaram diferentes fases do restaurante. Em março, o ponto de partida são as carnes, uma categoria que sempre teve presença forte na carta.

A proposta arranca com um bife tártaro com mousse de foie gras e pão sourdough (18€), pensado como entrada. Fresco e delicado, introduz uma dimensão mais luxuosa ao clássico. No prato principal, surge uma terrine de rabo de boi com puré de cenoura e laranja, acompanhada por molho hoisin, mini milho e pickle de nabo (32€). Um prato de inspiração francesa, trabalhado com camadas de sabor e um perfil mais contemporâneo.

Estas sugestões foram influenciadas pelos pratos de carne que marcaram os menus desde o primeiro dia”, explica o chef. “O rabo de boi, considerado um best seller, surge agora com uma nova abordagem. Já o tártaro reforça a ligação à tradição gastronómica que define o espaço”.

Mais do que um exercício de nostalgia, esta iniciativa posiciona-se como um convite à redescoberta. Ao revisitar pratos icónicos com uma nova leitura, o Palácio Chiado reforça a sua relevância num cenário competitivo, onde a consistência e a capacidade de evolução são determinantes.

Aberto diariamente, o restaurante mantém-se como um dos pontos de encontro da cidade para quem procura uma experiência que cruza história, ambiente e gastronomia. Ao longo dos próximos meses, novas propostas serão reveladas, e com elas, novas razões para voltar.

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Até dezembro, regressam à carta algumas das entradas e pratos principais mais marcantes da última década do Palácio Chiado. A dinâmica é simples: todos os meses, uma entrada e um prato principal são reinterpretados à luz da atual visão gastronómica do restaurante, num exercício que cruza memória e reinvenção.

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22 de mar. de 2026, 08:00

Desde a abertura, o Palácio Chiado tem vindo a transformar-se. O que começou como um food court com vários conceitos evoluiu para um restaurante em nome próprio, consolidando-se como um dos espaços mais consistentes da Baixa lisboeta. Parte do seu sucesso reside na forma como articula património histórico, ambiente sofisticado e uma cozinha que não tem receio de surpreender.



A curadoria desta viagem gastronómica está nas mãos do chef André Pinto, responsável por reinterpretar os pratos que marcaram diferentes fases do restaurante. Em março, o ponto de partida são as carnes, uma categoria que sempre teve presença forte na carta.

A proposta arranca com um bife tártaro com mousse de foie gras e pão sourdough (18€), pensado como entrada. Fresco e delicado, introduz uma dimensão mais luxuosa ao clássico. No prato principal, surge uma terrine de rabo de boi com puré de cenoura e laranja, acompanhada por molho hoisin, mini milho e pickle de nabo (32€). Um prato de inspiração francesa, trabalhado com camadas de sabor e um perfil mais contemporâneo.

Estas sugestões foram influenciadas pelos pratos de carne que marcaram os menus desde o primeiro dia”, explica o chef. “O rabo de boi, considerado um best seller, surge agora com uma nova abordagem. Já o tártaro reforça a ligação à tradição gastronómica que define o espaço”.

Mais do que um exercício de nostalgia, esta iniciativa posiciona-se como um convite à redescoberta. Ao revisitar pratos icónicos com uma nova leitura, o Palácio Chiado reforça a sua relevância num cenário competitivo, onde a consistência e a capacidade de evolução são determinantes.

Aberto diariamente, o restaurante mantém-se como um dos pontos de encontro da cidade para quem procura uma experiência que cruza história, ambiente e gastronomia. Ao longo dos próximos meses, novas propostas serão reveladas, e com elas, novas razões para voltar.

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Palácio Chiado celebra 10 anos com pratos icónicos revisitados mês a mês

Até dezembro, regressam à carta algumas das entradas e pratos principais mais marcantes da última década do Palácio Chiado. A dinâmica é simples: todos os meses, uma entrada e um prato principal são reinterpretados à luz da atual visão gastronómica do restaurante, num exercício que cruza memória e reinvenção.

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22 de mar. de 2026, 08:00

Desde a abertura, o Palácio Chiado tem vindo a transformar-se. O que começou como um food court com vários conceitos evoluiu para um restaurante em nome próprio, consolidando-se como um dos espaços mais consistentes da Baixa lisboeta. Parte do seu sucesso reside na forma como articula património histórico, ambiente sofisticado e uma cozinha que não tem receio de surpreender.



A curadoria desta viagem gastronómica está nas mãos do chef André Pinto, responsável por reinterpretar os pratos que marcaram diferentes fases do restaurante. Em março, o ponto de partida são as carnes, uma categoria que sempre teve presença forte na carta.

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Estas sugestões foram influenciadas pelos pratos de carne que marcaram os menus desde o primeiro dia”, explica o chef. “O rabo de boi, considerado um best seller, surge agora com uma nova abordagem. Já o tártaro reforça a ligação à tradição gastronómica que define o espaço”.

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