#Conhecimento

NOVA FCT premia projetos de energia e saúde no maior programa de empreendedorismo universitário

Energia eólica, isolamento feito de fungos e diagnóstico renal inteligente vencem iniciativa que prova, mais uma vez, que o empreendedorismo tecnológico e a inovação portuguesa estão em boas mãos. Saiba quais os projetos vencedores.

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13 de fev. de 2026, 17:40

Projetos que transformam postes de iluminação em microcentrais de energia eólica, criam materiais de isolamento a partir de fungos e levam o diagnóstico renal para o quotidiano foram os grandes vencedores da 14.ª edição do Programa de Empreendedorismo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), considerado o maior programa de empreendedorismo universitário em Portugal.

A final decorreu esta semana no Grande Auditório da NOVA FCT, em Almada, e reuniu 12 equipas finalistas, selecionadas de um universo de mais de 900 estudantes. O júri integrou representantes de empresas como Axians, Deloitte, Jerónimo Martins e NOS, sublinhando a ligação direta entre o meio académico e o mercado.

O primeiro prémio foi atribuído ao VENTUS, um sistema de turbina eólica de eixo vertical concebido para ser instalado em postes de iluminação pública. A proposta aposta na produção descentralizada de energia limpa em contexto urbano, com custos reduzidos e integração na infraestrutura existente. O projeto arrecadou um prémio no valor de mil euros.

Em segundo lugar ficou o FungiFoam, que apresentou um novo material de isolamento térmico produzido a partir de micélio (uma estrutura dos fungos) combinado com serradura e cortiça portuguesa. A solução responde aos desafios da pobreza energética, propondo painéis sustentáveis, de elevado desempenho térmico e custo competitivo. Além do segundo prémio, o FungiFoam venceu também o Prémio Impacto, destinado a destacar inovação com contributo ambiental e social.

O terceiro prémio distinguiu o Celumetrics Exams – RenalNow, um dispositivo biossensor que analisa biomarcadores associados à Doença Renal Crónica e envia os resultados para uma aplicação móvel, permitindo a partilha direta com profissionais de saúde e promovendo a monitorização contínua fora do contexto hospitalar.

Segundo Fernanda Llussá, uma das coordenadoras do programa, os projectos distinguidos revelam um nível crescente de maturidade tecnológica: “Este ano, os projetos evidenciam uma maturidade crescente, com muitos alunos já envolvidos no desenvolvimento de protótipos físicos e tecnologias validadas ao nível da prova de conceito”, sublinha, acrescentando que o próximo desafio passa pela validação de mercado e pela rapidez na tomada de decisão, competências-chave no contexto profissional actual.

Além dos prémios principais, foram ainda atribuídas distinções empresariais a outros projectos finalistas: PetPulse (Jerónimo Martins), Amaize (Deloitte), Chitofoil (Axians) e Clear View (NOS).

A entrega dos prémios assinalou o encerramento de mais uma edição do Programa de Empreendedorismo da NOVA FCT, integrado no seu perfil curricular desde 2012. O modelo pedagógico aposta no desenvolvimento de soft skills, no ensino experimental e na proximidade ao tecido empresarial, posicionando a faculdade como um dos principais polos nacionais de inovação aplicada nas áreas da ciência, engenharia e tecnologia.

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NOVA FCT premia projetos de energia e saúde no maior programa de empreendedorismo universitário

Energia eólica, isolamento feito de fungos e diagnóstico renal inteligente vencem iniciativa que prova, mais uma vez, que o empreendedorismo tecnológico e a inovação portuguesa estão em boas mãos. Saiba quais os projetos vencedores.

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13 de fev. de 2026, 17:40

Projetos que transformam postes de iluminação em microcentrais de energia eólica, criam materiais de isolamento a partir de fungos e levam o diagnóstico renal para o quotidiano foram os grandes vencedores da 14.ª edição do Programa de Empreendedorismo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), considerado o maior programa de empreendedorismo universitário em Portugal.

A final decorreu esta semana no Grande Auditório da NOVA FCT, em Almada, e reuniu 12 equipas finalistas, selecionadas de um universo de mais de 900 estudantes. O júri integrou representantes de empresas como Axians, Deloitte, Jerónimo Martins e NOS, sublinhando a ligação direta entre o meio académico e o mercado.

O primeiro prémio foi atribuído ao VENTUS, um sistema de turbina eólica de eixo vertical concebido para ser instalado em postes de iluminação pública. A proposta aposta na produção descentralizada de energia limpa em contexto urbano, com custos reduzidos e integração na infraestrutura existente. O projeto arrecadou um prémio no valor de mil euros.

Em segundo lugar ficou o FungiFoam, que apresentou um novo material de isolamento térmico produzido a partir de micélio (uma estrutura dos fungos) combinado com serradura e cortiça portuguesa. A solução responde aos desafios da pobreza energética, propondo painéis sustentáveis, de elevado desempenho térmico e custo competitivo. Além do segundo prémio, o FungiFoam venceu também o Prémio Impacto, destinado a destacar inovação com contributo ambiental e social.

O terceiro prémio distinguiu o Celumetrics Exams – RenalNow, um dispositivo biossensor que analisa biomarcadores associados à Doença Renal Crónica e envia os resultados para uma aplicação móvel, permitindo a partilha direta com profissionais de saúde e promovendo a monitorização contínua fora do contexto hospitalar.

Segundo Fernanda Llussá, uma das coordenadoras do programa, os projectos distinguidos revelam um nível crescente de maturidade tecnológica: “Este ano, os projetos evidenciam uma maturidade crescente, com muitos alunos já envolvidos no desenvolvimento de protótipos físicos e tecnologias validadas ao nível da prova de conceito”, sublinha, acrescentando que o próximo desafio passa pela validação de mercado e pela rapidez na tomada de decisão, competências-chave no contexto profissional actual.

Além dos prémios principais, foram ainda atribuídas distinções empresariais a outros projectos finalistas: PetPulse (Jerónimo Martins), Amaize (Deloitte), Chitofoil (Axians) e Clear View (NOS).

A entrega dos prémios assinalou o encerramento de mais uma edição do Programa de Empreendedorismo da NOVA FCT, integrado no seu perfil curricular desde 2012. O modelo pedagógico aposta no desenvolvimento de soft skills, no ensino experimental e na proximidade ao tecido empresarial, posicionando a faculdade como um dos principais polos nacionais de inovação aplicada nas áreas da ciência, engenharia e tecnologia.

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NOVA FCT premia projetos de energia e saúde no maior programa de empreendedorismo universitário

Energia eólica, isolamento feito de fungos e diagnóstico renal inteligente vencem iniciativa que prova, mais uma vez, que o empreendedorismo tecnológico e a inovação portuguesa estão em boas mãos. Saiba quais os projetos vencedores.

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13 de fev. de 2026, 17:40

Projetos que transformam postes de iluminação em microcentrais de energia eólica, criam materiais de isolamento a partir de fungos e levam o diagnóstico renal para o quotidiano foram os grandes vencedores da 14.ª edição do Programa de Empreendedorismo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), considerado o maior programa de empreendedorismo universitário em Portugal.

A final decorreu esta semana no Grande Auditório da NOVA FCT, em Almada, e reuniu 12 equipas finalistas, selecionadas de um universo de mais de 900 estudantes. O júri integrou representantes de empresas como Axians, Deloitte, Jerónimo Martins e NOS, sublinhando a ligação direta entre o meio académico e o mercado.

O primeiro prémio foi atribuído ao VENTUS, um sistema de turbina eólica de eixo vertical concebido para ser instalado em postes de iluminação pública. A proposta aposta na produção descentralizada de energia limpa em contexto urbano, com custos reduzidos e integração na infraestrutura existente. O projeto arrecadou um prémio no valor de mil euros.

Em segundo lugar ficou o FungiFoam, que apresentou um novo material de isolamento térmico produzido a partir de micélio (uma estrutura dos fungos) combinado com serradura e cortiça portuguesa. A solução responde aos desafios da pobreza energética, propondo painéis sustentáveis, de elevado desempenho térmico e custo competitivo. Além do segundo prémio, o FungiFoam venceu também o Prémio Impacto, destinado a destacar inovação com contributo ambiental e social.

O terceiro prémio distinguiu o Celumetrics Exams – RenalNow, um dispositivo biossensor que analisa biomarcadores associados à Doença Renal Crónica e envia os resultados para uma aplicação móvel, permitindo a partilha direta com profissionais de saúde e promovendo a monitorização contínua fora do contexto hospitalar.

Segundo Fernanda Llussá, uma das coordenadoras do programa, os projectos distinguidos revelam um nível crescente de maturidade tecnológica: “Este ano, os projetos evidenciam uma maturidade crescente, com muitos alunos já envolvidos no desenvolvimento de protótipos físicos e tecnologias validadas ao nível da prova de conceito”, sublinha, acrescentando que o próximo desafio passa pela validação de mercado e pela rapidez na tomada de decisão, competências-chave no contexto profissional actual.

Além dos prémios principais, foram ainda atribuídas distinções empresariais a outros projectos finalistas: PetPulse (Jerónimo Martins), Amaize (Deloitte), Chitofoil (Axians) e Clear View (NOS).

A entrega dos prémios assinalou o encerramento de mais uma edição do Programa de Empreendedorismo da NOVA FCT, integrado no seu perfil curricular desde 2012. O modelo pedagógico aposta no desenvolvimento de soft skills, no ensino experimental e na proximidade ao tecido empresarial, posicionando a faculdade como um dos principais polos nacionais de inovação aplicada nas áreas da ciência, engenharia e tecnologia.

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NOVA FCT premia projetos de energia e saúde no maior programa de empreendedorismo universitário

Energia eólica, isolamento feito de fungos e diagnóstico renal inteligente vencem iniciativa que prova, mais uma vez, que o empreendedorismo tecnológico e a inovação portuguesa estão em boas mãos. Saiba quais os projetos vencedores.

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13 de fev. de 2026, 17:40

Projetos que transformam postes de iluminação em microcentrais de energia eólica, criam materiais de isolamento a partir de fungos e levam o diagnóstico renal para o quotidiano foram os grandes vencedores da 14.ª edição do Programa de Empreendedorismo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), considerado o maior programa de empreendedorismo universitário em Portugal.

A final decorreu esta semana no Grande Auditório da NOVA FCT, em Almada, e reuniu 12 equipas finalistas, selecionadas de um universo de mais de 900 estudantes. O júri integrou representantes de empresas como Axians, Deloitte, Jerónimo Martins e NOS, sublinhando a ligação direta entre o meio académico e o mercado.

O primeiro prémio foi atribuído ao VENTUS, um sistema de turbina eólica de eixo vertical concebido para ser instalado em postes de iluminação pública. A proposta aposta na produção descentralizada de energia limpa em contexto urbano, com custos reduzidos e integração na infraestrutura existente. O projeto arrecadou um prémio no valor de mil euros.

Em segundo lugar ficou o FungiFoam, que apresentou um novo material de isolamento térmico produzido a partir de micélio (uma estrutura dos fungos) combinado com serradura e cortiça portuguesa. A solução responde aos desafios da pobreza energética, propondo painéis sustentáveis, de elevado desempenho térmico e custo competitivo. Além do segundo prémio, o FungiFoam venceu também o Prémio Impacto, destinado a destacar inovação com contributo ambiental e social.

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