#Conhecimento

Mulheres fazem mais de metade das reclamações de consumidores em Portugal

Os dados são do estudo realizado pela Consumers Trust Lab que identifica o perfil da mulher consumidora em Portugal. 

|

9 de mar. de 2026, 12:43

São as mulheres as grandes líderes no volume de reclamações do consumo em Portugal. Mais de metade do total de ocorrências registadas no Portal da Queixa são de autoria feminina, representando grande parte dos consumidores.

Ao todo, em 2025, foram registadas 119.564 reclamações feitas por mulheres, um marco histórico na monitorização de conflitos de consumo no país. A tendência tem vindo a manter-se em 2026, com dados imediatos dos meses de janeiro e fevereiro. Num total de 39.380 reclamações, as mulheres representaram 51,86% das queixas. 

O relatório mostra que a mulher portuguesa se tornou “uma das principais auditoras da qualidade dos serviços”, utilizando plataformas digitais para denunciar falhas, exigir soluções e alertar outros consumidores. Maior literacia digital, maior consciência dos direitos do consumidor e menor tolerância a falhas nos serviços - comércio eletrónico, logística e serviços públicos - podem ser alguns dos fatores apontados para estes números. 


Reclamam de quê? 

As entregas e atrasos logísticos representam 24,66% das queixas, à frente da qualidade do serviço ou do produto (23,62%) e de problemas financeiros e transações, incluindo reembolsos (22,61%). O perfil da mulher que reclama online tem uma idade média de 40 anos, sendo que a maioria das reclamações provém da faixa etária entre 25 e 44 anos, que concentra cerca de 55% das denúncias. Lisboa lidera com 31,74%, seguida do Porto com 17,94% e Setúbal com 10,86%, enquanto Aveiro e Braga completam o grupo dos distritos com maior volume de queixas.

As falhas operacionais representam os setores de correio, transporte e logística, com uma percentagem de quase 14%. Compras, moda e joalharia, serviços e administração pública seguem nos lugares abaixo no pódio onde figuram empresas como os CTT, GLS, Worten e Perfurmarias Primor. Nos serviços públicos, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), é a entidade mais reclamada pelas consumidoras, devido aos atrasos na atribuição de apoios à renda e processos administrativos.

O estudo identifica ainda que existem algumas diferenças na resposta às reclamações: 55,81% das queixas apresentadas por mulheres são resolvidas, mas ainda inferior à dos homens, que atinge 59,47%. 


(C) Foto de Dimitri Karastelev na Unsplash

#Conhecimento

Mulheres fazem mais de metade das reclamações de consumidores em Portugal

Os dados são do estudo realizado pela Consumers Trust Lab que identifica o perfil da mulher consumidora em Portugal. 

|

9 de mar. de 2026, 12:43

São as mulheres as grandes líderes no volume de reclamações do consumo em Portugal. Mais de metade do total de ocorrências registadas no Portal da Queixa são de autoria feminina, representando grande parte dos consumidores.

Ao todo, em 2025, foram registadas 119.564 reclamações feitas por mulheres, um marco histórico na monitorização de conflitos de consumo no país. A tendência tem vindo a manter-se em 2026, com dados imediatos dos meses de janeiro e fevereiro. Num total de 39.380 reclamações, as mulheres representaram 51,86% das queixas. 

O relatório mostra que a mulher portuguesa se tornou “uma das principais auditoras da qualidade dos serviços”, utilizando plataformas digitais para denunciar falhas, exigir soluções e alertar outros consumidores. Maior literacia digital, maior consciência dos direitos do consumidor e menor tolerância a falhas nos serviços - comércio eletrónico, logística e serviços públicos - podem ser alguns dos fatores apontados para estes números. 


Reclamam de quê? 

As entregas e atrasos logísticos representam 24,66% das queixas, à frente da qualidade do serviço ou do produto (23,62%) e de problemas financeiros e transações, incluindo reembolsos (22,61%). O perfil da mulher que reclama online tem uma idade média de 40 anos, sendo que a maioria das reclamações provém da faixa etária entre 25 e 44 anos, que concentra cerca de 55% das denúncias. Lisboa lidera com 31,74%, seguida do Porto com 17,94% e Setúbal com 10,86%, enquanto Aveiro e Braga completam o grupo dos distritos com maior volume de queixas.

As falhas operacionais representam os setores de correio, transporte e logística, com uma percentagem de quase 14%. Compras, moda e joalharia, serviços e administração pública seguem nos lugares abaixo no pódio onde figuram empresas como os CTT, GLS, Worten e Perfurmarias Primor. Nos serviços públicos, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), é a entidade mais reclamada pelas consumidoras, devido aos atrasos na atribuição de apoios à renda e processos administrativos.

O estudo identifica ainda que existem algumas diferenças na resposta às reclamações: 55,81% das queixas apresentadas por mulheres são resolvidas, mas ainda inferior à dos homens, que atinge 59,47%. 


(C) Foto de Dimitri Karastelev na Unsplash

#Conhecimento

Mulheres fazem mais de metade das reclamações de consumidores em Portugal

Os dados são do estudo realizado pela Consumers Trust Lab que identifica o perfil da mulher consumidora em Portugal. 

|

9 de mar. de 2026, 12:43

São as mulheres as grandes líderes no volume de reclamações do consumo em Portugal. Mais de metade do total de ocorrências registadas no Portal da Queixa são de autoria feminina, representando grande parte dos consumidores.

Ao todo, em 2025, foram registadas 119.564 reclamações feitas por mulheres, um marco histórico na monitorização de conflitos de consumo no país. A tendência tem vindo a manter-se em 2026, com dados imediatos dos meses de janeiro e fevereiro. Num total de 39.380 reclamações, as mulheres representaram 51,86% das queixas. 

O relatório mostra que a mulher portuguesa se tornou “uma das principais auditoras da qualidade dos serviços”, utilizando plataformas digitais para denunciar falhas, exigir soluções e alertar outros consumidores. Maior literacia digital, maior consciência dos direitos do consumidor e menor tolerância a falhas nos serviços - comércio eletrónico, logística e serviços públicos - podem ser alguns dos fatores apontados para estes números. 


Reclamam de quê? 

As entregas e atrasos logísticos representam 24,66% das queixas, à frente da qualidade do serviço ou do produto (23,62%) e de problemas financeiros e transações, incluindo reembolsos (22,61%). O perfil da mulher que reclama online tem uma idade média de 40 anos, sendo que a maioria das reclamações provém da faixa etária entre 25 e 44 anos, que concentra cerca de 55% das denúncias. Lisboa lidera com 31,74%, seguida do Porto com 17,94% e Setúbal com 10,86%, enquanto Aveiro e Braga completam o grupo dos distritos com maior volume de queixas.

As falhas operacionais representam os setores de correio, transporte e logística, com uma percentagem de quase 14%. Compras, moda e joalharia, serviços e administração pública seguem nos lugares abaixo no pódio onde figuram empresas como os CTT, GLS, Worten e Perfurmarias Primor. Nos serviços públicos, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), é a entidade mais reclamada pelas consumidoras, devido aos atrasos na atribuição de apoios à renda e processos administrativos.

O estudo identifica ainda que existem algumas diferenças na resposta às reclamações: 55,81% das queixas apresentadas por mulheres são resolvidas, mas ainda inferior à dos homens, que atinge 59,47%. 


(C) Foto de Dimitri Karastelev na Unsplash

#Conhecimento

Mulheres fazem mais de metade das reclamações de consumidores em Portugal

Os dados são do estudo realizado pela Consumers Trust Lab que identifica o perfil da mulher consumidora em Portugal. 

|

9 de mar. de 2026, 12:43

São as mulheres as grandes líderes no volume de reclamações do consumo em Portugal. Mais de metade do total de ocorrências registadas no Portal da Queixa são de autoria feminina, representando grande parte dos consumidores.

Ao todo, em 2025, foram registadas 119.564 reclamações feitas por mulheres, um marco histórico na monitorização de conflitos de consumo no país. A tendência tem vindo a manter-se em 2026, com dados imediatos dos meses de janeiro e fevereiro. Num total de 39.380 reclamações, as mulheres representaram 51,86% das queixas. 

O relatório mostra que a mulher portuguesa se tornou “uma das principais auditoras da qualidade dos serviços”, utilizando plataformas digitais para denunciar falhas, exigir soluções e alertar outros consumidores. Maior literacia digital, maior consciência dos direitos do consumidor e menor tolerância a falhas nos serviços - comércio eletrónico, logística e serviços públicos - podem ser alguns dos fatores apontados para estes números. 


Reclamam de quê? 

As entregas e atrasos logísticos representam 24,66% das queixas, à frente da qualidade do serviço ou do produto (23,62%) e de problemas financeiros e transações, incluindo reembolsos (22,61%). O perfil da mulher que reclama online tem uma idade média de 40 anos, sendo que a maioria das reclamações provém da faixa etária entre 25 e 44 anos, que concentra cerca de 55% das denúncias. Lisboa lidera com 31,74%, seguida do Porto com 17,94% e Setúbal com 10,86%, enquanto Aveiro e Braga completam o grupo dos distritos com maior volume de queixas.

As falhas operacionais representam os setores de correio, transporte e logística, com uma percentagem de quase 14%. Compras, moda e joalharia, serviços e administração pública seguem nos lugares abaixo no pódio onde figuram empresas como os CTT, GLS, Worten e Perfurmarias Primor. Nos serviços públicos, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), é a entidade mais reclamada pelas consumidoras, devido aos atrasos na atribuição de apoios à renda e processos administrativos.

O estudo identifica ainda que existem algumas diferenças na resposta às reclamações: 55,81% das queixas apresentadas por mulheres são resolvidas, mas ainda inferior à dos homens, que atinge 59,47%. 


(C) Foto de Dimitri Karastelev na Unsplash

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.