
#Motivação
Irish Sea Moss: a alga do Atlântico chegou a Portugal
É sustentável, é testada e é boa para a saúde. Pode ser consumida em cápsulas, em gel, em snacks ou na versão seca, e quem está por detrás desta inovação é uma empresa portuguesa.
Durante séculos, comunidades costeiras recolheram algas do Atlântico como parte da sua alimentação quotidiana. Hoje, o Irish Sea Moss, uma dessas algas tradicionais, está de novo no centro da conversa, agora no contexto europeu contemporâneo. Num momento em que se questiona a origem dos alimentos, o empobrecimento dos solos agrícolas e o excesso de produtos processados, cresce o interesse por fontes marinhas de micronutrientes. E é precisamente nesse cruzamento entre tradição e exigência atual que surge a Honest Seamoss.

Fundada por Célio Araújo e Joséphine Cantona, a marca nasce da constatação de que o mercado europeu oferecia poucas opções com critérios claros de origem, rastreabilidade e análises laboratoriais consistentes. A ausência de informação padronizada sobre métodos de colheita, qualidade da água e certificações levou os fundadores a iniciar um processo de investigação junto de especialistas e produtores atlânticos. O objetivo: alinhar práticas tradicionais com os padrões regulamentares europeus e devolver transparência a um produto que, apesar de ancestral, entra agora numa fase de escrutínio científico.
O interesse renovado nesta alga deve-se, em parte, à sua composição mineral, que inclui elementos como iodo, magnésio, ferro e zinco, e às fibras gelatinosas associadas a estudos sobre digestão e microbiota. Acresce ainda a dimensão ambiental: como sublinha Célio Araújo, “a colheita sustentável de algas apresenta uma pegada ambiental reduzida, uma vez que não exige solos agrícolas, pesticidas ou água potável, podendo inclusive contribuir para a regeneração de determinados ecossistemas marinhos”. Num tempo em que a sustentabilidade deixou de ser tendência para se tornar urgência, este argumento ganha peso.

A Honest Seamoss disponibiliza o Irish Sea Moss em diferentes formatos: gel, cápsulas e versão seca para preparação caseira, todos sujeitos a testes laboratoriais independentes e com resultados públicos. A marca prepara ainda iniciativas focadas em literacia alimentar e planeia expandir-se para outros mercados.

#Motivação
Irish Sea Moss: a alga do Atlântico chegou a Portugal
É sustentável, é testada e é boa para a saúde. Pode ser consumida em cápsulas, em gel, em snacks ou na versão seca, e quem está por detrás desta inovação é uma empresa portuguesa.
Durante séculos, comunidades costeiras recolheram algas do Atlântico como parte da sua alimentação quotidiana. Hoje, o Irish Sea Moss, uma dessas algas tradicionais, está de novo no centro da conversa, agora no contexto europeu contemporâneo. Num momento em que se questiona a origem dos alimentos, o empobrecimento dos solos agrícolas e o excesso de produtos processados, cresce o interesse por fontes marinhas de micronutrientes. E é precisamente nesse cruzamento entre tradição e exigência atual que surge a Honest Seamoss.

Fundada por Célio Araújo e Joséphine Cantona, a marca nasce da constatação de que o mercado europeu oferecia poucas opções com critérios claros de origem, rastreabilidade e análises laboratoriais consistentes. A ausência de informação padronizada sobre métodos de colheita, qualidade da água e certificações levou os fundadores a iniciar um processo de investigação junto de especialistas e produtores atlânticos. O objetivo: alinhar práticas tradicionais com os padrões regulamentares europeus e devolver transparência a um produto que, apesar de ancestral, entra agora numa fase de escrutínio científico.
O interesse renovado nesta alga deve-se, em parte, à sua composição mineral, que inclui elementos como iodo, magnésio, ferro e zinco, e às fibras gelatinosas associadas a estudos sobre digestão e microbiota. Acresce ainda a dimensão ambiental: como sublinha Célio Araújo, “a colheita sustentável de algas apresenta uma pegada ambiental reduzida, uma vez que não exige solos agrícolas, pesticidas ou água potável, podendo inclusive contribuir para a regeneração de determinados ecossistemas marinhos”. Num tempo em que a sustentabilidade deixou de ser tendência para se tornar urgência, este argumento ganha peso.

A Honest Seamoss disponibiliza o Irish Sea Moss em diferentes formatos: gel, cápsulas e versão seca para preparação caseira, todos sujeitos a testes laboratoriais independentes e com resultados públicos. A marca prepara ainda iniciativas focadas em literacia alimentar e planeia expandir-se para outros mercados.

#Motivação
Irish Sea Moss: a alga do Atlântico chegou a Portugal
É sustentável, é testada e é boa para a saúde. Pode ser consumida em cápsulas, em gel, em snacks ou na versão seca, e quem está por detrás desta inovação é uma empresa portuguesa.
Durante séculos, comunidades costeiras recolheram algas do Atlântico como parte da sua alimentação quotidiana. Hoje, o Irish Sea Moss, uma dessas algas tradicionais, está de novo no centro da conversa, agora no contexto europeu contemporâneo. Num momento em que se questiona a origem dos alimentos, o empobrecimento dos solos agrícolas e o excesso de produtos processados, cresce o interesse por fontes marinhas de micronutrientes. E é precisamente nesse cruzamento entre tradição e exigência atual que surge a Honest Seamoss.

Fundada por Célio Araújo e Joséphine Cantona, a marca nasce da constatação de que o mercado europeu oferecia poucas opções com critérios claros de origem, rastreabilidade e análises laboratoriais consistentes. A ausência de informação padronizada sobre métodos de colheita, qualidade da água e certificações levou os fundadores a iniciar um processo de investigação junto de especialistas e produtores atlânticos. O objetivo: alinhar práticas tradicionais com os padrões regulamentares europeus e devolver transparência a um produto que, apesar de ancestral, entra agora numa fase de escrutínio científico.
O interesse renovado nesta alga deve-se, em parte, à sua composição mineral, que inclui elementos como iodo, magnésio, ferro e zinco, e às fibras gelatinosas associadas a estudos sobre digestão e microbiota. Acresce ainda a dimensão ambiental: como sublinha Célio Araújo, “a colheita sustentável de algas apresenta uma pegada ambiental reduzida, uma vez que não exige solos agrícolas, pesticidas ou água potável, podendo inclusive contribuir para a regeneração de determinados ecossistemas marinhos”. Num tempo em que a sustentabilidade deixou de ser tendência para se tornar urgência, este argumento ganha peso.

A Honest Seamoss disponibiliza o Irish Sea Moss em diferentes formatos: gel, cápsulas e versão seca para preparação caseira, todos sujeitos a testes laboratoriais independentes e com resultados públicos. A marca prepara ainda iniciativas focadas em literacia alimentar e planeia expandir-se para outros mercados.

#Motivação
Irish Sea Moss: a alga do Atlântico chegou a Portugal
É sustentável, é testada e é boa para a saúde. Pode ser consumida em cápsulas, em gel, em snacks ou na versão seca, e quem está por detrás desta inovação é uma empresa portuguesa.
Durante séculos, comunidades costeiras recolheram algas do Atlântico como parte da sua alimentação quotidiana. Hoje, o Irish Sea Moss, uma dessas algas tradicionais, está de novo no centro da conversa, agora no contexto europeu contemporâneo. Num momento em que se questiona a origem dos alimentos, o empobrecimento dos solos agrícolas e o excesso de produtos processados, cresce o interesse por fontes marinhas de micronutrientes. E é precisamente nesse cruzamento entre tradição e exigência atual que surge a Honest Seamoss.

Fundada por Célio Araújo e Joséphine Cantona, a marca nasce da constatação de que o mercado europeu oferecia poucas opções com critérios claros de origem, rastreabilidade e análises laboratoriais consistentes. A ausência de informação padronizada sobre métodos de colheita, qualidade da água e certificações levou os fundadores a iniciar um processo de investigação junto de especialistas e produtores atlânticos. O objetivo: alinhar práticas tradicionais com os padrões regulamentares europeus e devolver transparência a um produto que, apesar de ancestral, entra agora numa fase de escrutínio científico.
O interesse renovado nesta alga deve-se, em parte, à sua composição mineral, que inclui elementos como iodo, magnésio, ferro e zinco, e às fibras gelatinosas associadas a estudos sobre digestão e microbiota. Acresce ainda a dimensão ambiental: como sublinha Célio Araújo, “a colheita sustentável de algas apresenta uma pegada ambiental reduzida, uma vez que não exige solos agrícolas, pesticidas ou água potável, podendo inclusive contribuir para a regeneração de determinados ecossistemas marinhos”. Num tempo em que a sustentabilidade deixou de ser tendência para se tornar urgência, este argumento ganha peso.

A Honest Seamoss disponibiliza o Irish Sea Moss em diferentes formatos: gel, cápsulas e versão seca para preparação caseira, todos sujeitos a testes laboratoriais independentes e com resultados públicos. A marca prepara ainda iniciativas focadas em literacia alimentar e planeia expandir-se para outros mercados.





