#Protagonistas

Do restaurante Gula do Meko à peixaria em Lisboa: a reinvenção de um negócio familiar

Durante 13 anos, o Gula do Meko, na praia do Meco, a pouco mais de 40 minutos de Lisboa, foi uma referência à beira-mar. Fernando e Carla Costa não abriram apenas um restaurante, abriram as portas de casa. Uma casa onde o peixe era rei, os horários eram elásticos e os clientes eram tratados como família. Talvez essa tenha sido sempre a verdadeira marca do negócio: proximidade.

|

5 de mar. de 2026, 09:01

Os dois começaram cedo na restauração, ainda como trabalhadores-estudantes. Ela na cozinha, ele na sala. Aprenderam o ofício por dentro, ao ritmo do serviço, dos conflitos naturais entre fogão e balcão, da pressão das horas de ponta. Quando decidiram abrir um restaurante próprio, tinham pouco mais de 30 anos e muita fé. “Ou continuávamos a trabalhar para os outros ou dávamos o passo em frente”. Escolheram o salto de fé. 

O Gula cresceu com base na matéria-prima e na relação com os clientes. Peixe fresco, comprado quase diariamente, respeito pelo produto e uma lógica simples: quem sai de Lisboa, ao fim de um dia de trabalho, merece ser recebido, mesmo que chegue tarde. Ali, nunca houve um relógio rígido. Houve compromisso.


Fernando Costa na Peixaria Pensamento do Mar, Rua Luís de Camões, 77, em Alcântara


Com a pandemia de Covid-19, a restauração estremeceu. Carla e Fernando Costa não vacilaram, era preciso encontrar uma solução. No primeiro fim-de-semana de confinamento, o peixe já estava comprado, mais de mil e quinhentos euros em peixe, e um restaurante obrigado a fechar portas. Podiam ter parado. Não pararam. Pegaram no telefone e começaram a ligar a clientes e amigos. Venderam o peixe que tinham. Mantiveram a equipa. Trabalharam dois dias por semana, mas ninguém foi despedido. “Não era para ganhar dinheiro, era para não ficarmos parados”. Era também para não deixarem ninguém para trás. Foi aí que nasceu, quase sem planeamento estratégico, a peixaria.

O que começou como solução de sobrevivência tornou-se um projeto. A experiência de anos a comprar diretamente na lota transformou-se numa oportunidade: aproximar o peixe do cliente final. Hoje, a Peixaria Pensamento do Mar, na zona de Alcântara, em Lisboa, funciona como extensão natural do que sempre fizeram: produto fresco, relação direta, confiança.


Tânia Silva recebe os clientes sempre com boa-disposição


Não foi fácil. Alcântara não era o território deles. A clientela não apareceu de um dia para o outro. “Estamos a semear”. A loja paga-se, cresce devagar, consolida-se pela palavra de quem experimenta e volta. Porque para Fernando e Carla Costa o negócio nunca foi apenas transação. É conversa, é explicar o peixe, é saber para que prato vai ser usado, é garantir rodagem para que nada fique parado tempo demais.

Continuam a fornecer alguns restaurantes, mas com critério. Preferem o cliente final, a família que compra duas vezes por semana, o amigo que traz outro amigo. Sabem bem o que significa depender de créditos longos e margens apertadas. Aprenderam, ao longo dos anos, que sustentabilidade não é só financeira, é também emocional.

Trabalhar em família nunca é simples. São 24 horas por dia juntos. Há feitios diferentes, decisões difíceis, saídas e entradas. Mas também há uma coisa que repetem: “ninguém rema como a família. E quando se rema, rema-se com outra vontade”. O filho mais novo e a nora, Miguel Ângelo e Júnia, trabalharam no restaurante, trabalham agora na peixaria. O mais velho, Hugo, e a mulher, Patrícia, também já o fizeram, optaram, entretanto, por emigrar para a Noruega. 



O fecho do restaurante Gula do Meko, trouxe uma consciência dura: anos de renda pagos e pouco património acumulado. “Devíamos ter dado o passo seguinte mais cedo”. Não falam disso com amargura, mas com lucidez. O empreendedor aprende, mesmo quando aprende tarde. Hoje, olham para o futuro com a mesma energia prática que os levou a vender peixe porta a porta em plena pandemia. Pode haver um novo restaurante. Pode haver outra peixaria. O projeto não é o espaço, é a forma de estar.

O que Fernando e Carla Costa vendem nunca foi apenas peixe. Vendem confiança e aquela sensação rara de que, num negócio, ainda há pessoas do outro lado. E isso, num tempo de relações rápidas e descartáveis, é talvez o ingrediente mais difícil de encontrar.

#Protagonistas

Do restaurante Gula do Meko à peixaria em Lisboa: a reinvenção de um negócio familiar

Durante 13 anos, o Gula do Meko, na praia do Meco, a pouco mais de 40 minutos de Lisboa, foi uma referência à beira-mar. Fernando e Carla Costa não abriram apenas um restaurante, abriram as portas de casa. Uma casa onde o peixe era rei, os horários eram elásticos e os clientes eram tratados como família. Talvez essa tenha sido sempre a verdadeira marca do negócio: proximidade.

|

5 de mar. de 2026, 09:01

Os dois começaram cedo na restauração, ainda como trabalhadores-estudantes. Ela na cozinha, ele na sala. Aprenderam o ofício por dentro, ao ritmo do serviço, dos conflitos naturais entre fogão e balcão, da pressão das horas de ponta. Quando decidiram abrir um restaurante próprio, tinham pouco mais de 30 anos e muita fé. “Ou continuávamos a trabalhar para os outros ou dávamos o passo em frente”. Escolheram o salto de fé. 

O Gula cresceu com base na matéria-prima e na relação com os clientes. Peixe fresco, comprado quase diariamente, respeito pelo produto e uma lógica simples: quem sai de Lisboa, ao fim de um dia de trabalho, merece ser recebido, mesmo que chegue tarde. Ali, nunca houve um relógio rígido. Houve compromisso.


Fernando Costa na Peixaria Pensamento do Mar, Rua Luís de Camões, 77, em Alcântara


Com a pandemia de Covid-19, a restauração estremeceu. Carla e Fernando Costa não vacilaram, era preciso encontrar uma solução. No primeiro fim-de-semana de confinamento, o peixe já estava comprado, mais de mil e quinhentos euros em peixe, e um restaurante obrigado a fechar portas. Podiam ter parado. Não pararam. Pegaram no telefone e começaram a ligar a clientes e amigos. Venderam o peixe que tinham. Mantiveram a equipa. Trabalharam dois dias por semana, mas ninguém foi despedido. “Não era para ganhar dinheiro, era para não ficarmos parados”. Era também para não deixarem ninguém para trás. Foi aí que nasceu, quase sem planeamento estratégico, a peixaria.

O que começou como solução de sobrevivência tornou-se um projeto. A experiência de anos a comprar diretamente na lota transformou-se numa oportunidade: aproximar o peixe do cliente final. Hoje, a Peixaria Pensamento do Mar, na zona de Alcântara, em Lisboa, funciona como extensão natural do que sempre fizeram: produto fresco, relação direta, confiança.


Tânia Silva recebe os clientes sempre com boa-disposição


Não foi fácil. Alcântara não era o território deles. A clientela não apareceu de um dia para o outro. “Estamos a semear”. A loja paga-se, cresce devagar, consolida-se pela palavra de quem experimenta e volta. Porque para Fernando e Carla Costa o negócio nunca foi apenas transação. É conversa, é explicar o peixe, é saber para que prato vai ser usado, é garantir rodagem para que nada fique parado tempo demais.

Continuam a fornecer alguns restaurantes, mas com critério. Preferem o cliente final, a família que compra duas vezes por semana, o amigo que traz outro amigo. Sabem bem o que significa depender de créditos longos e margens apertadas. Aprenderam, ao longo dos anos, que sustentabilidade não é só financeira, é também emocional.

Trabalhar em família nunca é simples. São 24 horas por dia juntos. Há feitios diferentes, decisões difíceis, saídas e entradas. Mas também há uma coisa que repetem: “ninguém rema como a família. E quando se rema, rema-se com outra vontade”. O filho mais novo e a nora, Miguel Ângelo e Júnia, trabalharam no restaurante, trabalham agora na peixaria. O mais velho, Hugo, e a mulher, Patrícia, também já o fizeram, optaram, entretanto, por emigrar para a Noruega. 



O fecho do restaurante Gula do Meko, trouxe uma consciência dura: anos de renda pagos e pouco património acumulado. “Devíamos ter dado o passo seguinte mais cedo”. Não falam disso com amargura, mas com lucidez. O empreendedor aprende, mesmo quando aprende tarde. Hoje, olham para o futuro com a mesma energia prática que os levou a vender peixe porta a porta em plena pandemia. Pode haver um novo restaurante. Pode haver outra peixaria. O projeto não é o espaço, é a forma de estar.

O que Fernando e Carla Costa vendem nunca foi apenas peixe. Vendem confiança e aquela sensação rara de que, num negócio, ainda há pessoas do outro lado. E isso, num tempo de relações rápidas e descartáveis, é talvez o ingrediente mais difícil de encontrar.

#Protagonistas

Do restaurante Gula do Meko à peixaria em Lisboa: a reinvenção de um negócio familiar

Durante 13 anos, o Gula do Meko, na praia do Meco, a pouco mais de 40 minutos de Lisboa, foi uma referência à beira-mar. Fernando e Carla Costa não abriram apenas um restaurante, abriram as portas de casa. Uma casa onde o peixe era rei, os horários eram elásticos e os clientes eram tratados como família. Talvez essa tenha sido sempre a verdadeira marca do negócio: proximidade.

|

5 de mar. de 2026, 09:01

Os dois começaram cedo na restauração, ainda como trabalhadores-estudantes. Ela na cozinha, ele na sala. Aprenderam o ofício por dentro, ao ritmo do serviço, dos conflitos naturais entre fogão e balcão, da pressão das horas de ponta. Quando decidiram abrir um restaurante próprio, tinham pouco mais de 30 anos e muita fé. “Ou continuávamos a trabalhar para os outros ou dávamos o passo em frente”. Escolheram o salto de fé. 

O Gula cresceu com base na matéria-prima e na relação com os clientes. Peixe fresco, comprado quase diariamente, respeito pelo produto e uma lógica simples: quem sai de Lisboa, ao fim de um dia de trabalho, merece ser recebido, mesmo que chegue tarde. Ali, nunca houve um relógio rígido. Houve compromisso.


Fernando Costa na Peixaria Pensamento do Mar, Rua Luís de Camões, 77, em Alcântara


Com a pandemia de Covid-19, a restauração estremeceu. Carla e Fernando Costa não vacilaram, era preciso encontrar uma solução. No primeiro fim-de-semana de confinamento, o peixe já estava comprado, mais de mil e quinhentos euros em peixe, e um restaurante obrigado a fechar portas. Podiam ter parado. Não pararam. Pegaram no telefone e começaram a ligar a clientes e amigos. Venderam o peixe que tinham. Mantiveram a equipa. Trabalharam dois dias por semana, mas ninguém foi despedido. “Não era para ganhar dinheiro, era para não ficarmos parados”. Era também para não deixarem ninguém para trás. Foi aí que nasceu, quase sem planeamento estratégico, a peixaria.

O que começou como solução de sobrevivência tornou-se um projeto. A experiência de anos a comprar diretamente na lota transformou-se numa oportunidade: aproximar o peixe do cliente final. Hoje, a Peixaria Pensamento do Mar, na zona de Alcântara, em Lisboa, funciona como extensão natural do que sempre fizeram: produto fresco, relação direta, confiança.


Tânia Silva recebe os clientes sempre com boa-disposição


Não foi fácil. Alcântara não era o território deles. A clientela não apareceu de um dia para o outro. “Estamos a semear”. A loja paga-se, cresce devagar, consolida-se pela palavra de quem experimenta e volta. Porque para Fernando e Carla Costa o negócio nunca foi apenas transação. É conversa, é explicar o peixe, é saber para que prato vai ser usado, é garantir rodagem para que nada fique parado tempo demais.

Continuam a fornecer alguns restaurantes, mas com critério. Preferem o cliente final, a família que compra duas vezes por semana, o amigo que traz outro amigo. Sabem bem o que significa depender de créditos longos e margens apertadas. Aprenderam, ao longo dos anos, que sustentabilidade não é só financeira, é também emocional.

Trabalhar em família nunca é simples. São 24 horas por dia juntos. Há feitios diferentes, decisões difíceis, saídas e entradas. Mas também há uma coisa que repetem: “ninguém rema como a família. E quando se rema, rema-se com outra vontade”. O filho mais novo e a nora, Miguel Ângelo e Júnia, trabalharam no restaurante, trabalham agora na peixaria. O mais velho, Hugo, e a mulher, Patrícia, também já o fizeram, optaram, entretanto, por emigrar para a Noruega. 



O fecho do restaurante Gula do Meko, trouxe uma consciência dura: anos de renda pagos e pouco património acumulado. “Devíamos ter dado o passo seguinte mais cedo”. Não falam disso com amargura, mas com lucidez. O empreendedor aprende, mesmo quando aprende tarde. Hoje, olham para o futuro com a mesma energia prática que os levou a vender peixe porta a porta em plena pandemia. Pode haver um novo restaurante. Pode haver outra peixaria. O projeto não é o espaço, é a forma de estar.

O que Fernando e Carla Costa vendem nunca foi apenas peixe. Vendem confiança e aquela sensação rara de que, num negócio, ainda há pessoas do outro lado. E isso, num tempo de relações rápidas e descartáveis, é talvez o ingrediente mais difícil de encontrar.

#Protagonistas

Do restaurante Gula do Meko à peixaria em Lisboa: a reinvenção de um negócio familiar

Durante 13 anos, o Gula do Meko, na praia do Meco, a pouco mais de 40 minutos de Lisboa, foi uma referência à beira-mar. Fernando e Carla Costa não abriram apenas um restaurante, abriram as portas de casa. Uma casa onde o peixe era rei, os horários eram elásticos e os clientes eram tratados como família. Talvez essa tenha sido sempre a verdadeira marca do negócio: proximidade.

|

5 de mar. de 2026, 09:01

Os dois começaram cedo na restauração, ainda como trabalhadores-estudantes. Ela na cozinha, ele na sala. Aprenderam o ofício por dentro, ao ritmo do serviço, dos conflitos naturais entre fogão e balcão, da pressão das horas de ponta. Quando decidiram abrir um restaurante próprio, tinham pouco mais de 30 anos e muita fé. “Ou continuávamos a trabalhar para os outros ou dávamos o passo em frente”. Escolheram o salto de fé. 

O Gula cresceu com base na matéria-prima e na relação com os clientes. Peixe fresco, comprado quase diariamente, respeito pelo produto e uma lógica simples: quem sai de Lisboa, ao fim de um dia de trabalho, merece ser recebido, mesmo que chegue tarde. Ali, nunca houve um relógio rígido. Houve compromisso.


Fernando Costa na Peixaria Pensamento do Mar, Rua Luís de Camões, 77, em Alcântara


Com a pandemia de Covid-19, a restauração estremeceu. Carla e Fernando Costa não vacilaram, era preciso encontrar uma solução. No primeiro fim-de-semana de confinamento, o peixe já estava comprado, mais de mil e quinhentos euros em peixe, e um restaurante obrigado a fechar portas. Podiam ter parado. Não pararam. Pegaram no telefone e começaram a ligar a clientes e amigos. Venderam o peixe que tinham. Mantiveram a equipa. Trabalharam dois dias por semana, mas ninguém foi despedido. “Não era para ganhar dinheiro, era para não ficarmos parados”. Era também para não deixarem ninguém para trás. Foi aí que nasceu, quase sem planeamento estratégico, a peixaria.

O que começou como solução de sobrevivência tornou-se um projeto. A experiência de anos a comprar diretamente na lota transformou-se numa oportunidade: aproximar o peixe do cliente final. Hoje, a Peixaria Pensamento do Mar, na zona de Alcântara, em Lisboa, funciona como extensão natural do que sempre fizeram: produto fresco, relação direta, confiança.


Tânia Silva recebe os clientes sempre com boa-disposição


Não foi fácil. Alcântara não era o território deles. A clientela não apareceu de um dia para o outro. “Estamos a semear”. A loja paga-se, cresce devagar, consolida-se pela palavra de quem experimenta e volta. Porque para Fernando e Carla Costa o negócio nunca foi apenas transação. É conversa, é explicar o peixe, é saber para que prato vai ser usado, é garantir rodagem para que nada fique parado tempo demais.

Continuam a fornecer alguns restaurantes, mas com critério. Preferem o cliente final, a família que compra duas vezes por semana, o amigo que traz outro amigo. Sabem bem o que significa depender de créditos longos e margens apertadas. Aprenderam, ao longo dos anos, que sustentabilidade não é só financeira, é também emocional.

Trabalhar em família nunca é simples. São 24 horas por dia juntos. Há feitios diferentes, decisões difíceis, saídas e entradas. Mas também há uma coisa que repetem: “ninguém rema como a família. E quando se rema, rema-se com outra vontade”. O filho mais novo e a nora, Miguel Ângelo e Júnia, trabalharam no restaurante, trabalham agora na peixaria. O mais velho, Hugo, e a mulher, Patrícia, também já o fizeram, optaram, entretanto, por emigrar para a Noruega. 



O fecho do restaurante Gula do Meko, trouxe uma consciência dura: anos de renda pagos e pouco património acumulado. “Devíamos ter dado o passo seguinte mais cedo”. Não falam disso com amargura, mas com lucidez. O empreendedor aprende, mesmo quando aprende tarde. Hoje, olham para o futuro com a mesma energia prática que os levou a vender peixe porta a porta em plena pandemia. Pode haver um novo restaurante. Pode haver outra peixaria. O projeto não é o espaço, é a forma de estar.

O que Fernando e Carla Costa vendem nunca foi apenas peixe. Vendem confiança e aquela sensação rara de que, num negócio, ainda há pessoas do outro lado. E isso, num tempo de relações rápidas e descartáveis, é talvez o ingrediente mais difícil de encontrar.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.