#Protagonistas

CRISTINA AMARO: "Portugal precisa de acreditar mais em si"

É a responsável pelo programa Imagens de Marca, na SIC Notícias, há mais de 20 anos. Em paralelo, tem construído um percurso ímpar, e tem criado projetos que enaltecem bons exemplos das empresas e empresários portugueses. Lançou recentemente o seu segundo livro e foi sobre tudo isso que conversou com o MOTIVO.

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4 de mar. de 2026, 08:16

Logo na abertura de Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal, diz: “acredito que temos de ser nós a criar as condições que desejamos, em vez de esperarmos que outros as criem por nós”. Portugal precisa de ler, com urgência, esta espécie de “manifesto para a ação”?

CRISTINA AMARO Portugal precisa de acreditar mais em si, olhar mais para si próprio pelo prisma da positividade e não apenas pelo da crítica. Somos um país perfeito? Não há países perfeitos. Mas temos suficientes coisas boas para as termos em conta, para as valorizarmos e para as enaltecermos, como verdadeiros embaixadores do país. Todos temos desafios, na vida pessoal, na vida profissional e na vida dos países. Só temos de olhar para eles como oportunidades de crescimento e de melhoria, em vez de apenas os criticarmos e de nos derrubarmos a nós próprios, como tantas vezes fazemos.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal foi editado em janeiro


Como chegou a esta seleção de 18 Embaixadores?

C.A. — São quase todos embaixadores da Brands Community; apenas a Ana Lehmann não conseguiu participar no livro. São pessoas que se conhecem muito bem e que sabíamos, à partida, que dariam origem a uma grande obra de inspiração para quem quer olhar para o futuro com mais motivação e vontade de crescer. Todos são pessoas e profissionais de excelência, com carreiras extraordinárias que podem capacitar outros através da partilha dos conhecimentos adquiridos ao longo das suas vidas, nas diversas geografias por onde passaram ou onde estão neste momento, como Tailândia, Brasil, Estados Unidos, Coreia do Sul, Moçambique, Portugal, Suíça, entre tantos outros locais. Experiências em culturas diferentes, em empresas muito grandes, com atividade internacional relevante. Seria um desperdício de talento não reunirmos estas histórias num livro.

De todas as ideias que o livro nos traz, qual seria aquela que, na sua opinião, devia ser já posta em prática?

C.A. — Não é possível escolher apenas uma. Todas se complementam. Depende dos objetivos de cada leitor. Os conselhos que fecham cada capítulo podem ser muito úteis e devem ser tidos em conta nas diversas fases da vida.

No seu trabalho, compara muitas vezes um país a uma empresa. Qual é, na sua opinião, o maior erro que a nossa empresa comum, Portugal, tem feito nas últimas décadas?

C.A. — Não acreditar mais em si mesmo, na sua equipa, nas pessoas que temos e que podem e devem ser valorizadas cá dentro, dando-lhes melhores condições para que não troquem esta “empresa-país” por outra qualquer. Tal como nas empresas, os líderes dos países têm de criar boas condições para que as pessoas sejam felizes aqui. Talvez possa sugerir aos nossos governantes que leiam o meu primeiro livro, Chief Love Officer. Esse livro reúne muitos ensinamentos práticos que podem ser aplicados tanto nas empresas como nos países.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal é o segundo livro de Cristina Amaro, sucessor de Chief Love Officer


E o que é que as empresas portuguesas andam a fazer bem?

C.A. — Muitas empresas estão a tratar bem as suas pessoas, a valorizar o seu trabalho e a investir no crescimento, cá dentro e lá fora. Estão a olhar para os mercados externos para garantir a sua sustentabilidade, mesmo quando o mundo está mais desafiante para a internacionalização e a exportação. Há muitos bons exemplos do que se faz bem em Portugal que deveriam ser mais vezes notícia. Faz falta mais positividade na informação, para que as pessoas não percam a esperança e para que uns se inspirem nos outros. É pena que a informação positiva seja, tantas vezes, vista como promocional.

Diz que “transformação precisa de inspiração”. O que a inspira, hoje, a continuar a contribuir para a transformação das empresas e da comunicação?

C.A. — Desde que entrei para o jornalismo, em 1997, que prefiro olhar para histórias positivas. São essas que me inspiram e que inspiram quem me lê, ouve ou vê. Continuo a apaixonar-me por histórias de pessoas que fazem acontecer, que crescem e fazem crescer, que praticam o bem e ajudam os outros e o país a ser melhor. A minha empresa, a The Empower Brands House, tem esse propósito no seu ADN: empoderar. A Brands Community é o melhor exemplo disso. Desafiámo-nos a ir mais além da criação de informação positiva, que já fazemos com o Imagens de Marca. Criámos uma comunidade que ajuda na partilha de conhecimento, através da Brands Academy; que inspira com bons conteúdos, através do Brands Channel; e que liga pessoas, através dos eventos que organizamos, entre os quais destaco o The Branding & Business Summit, que vai acontecer no dia 23 de abril, na Sala Tejo da MEO Arena.



Em poucas palavras, qual é o seu MOTIVO?

C.A. — Contribuir para o desenvolvimento da economia do meu país através da partilha de conhecimento, da inspiração e da promoção de networking.

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CRISTINA AMARO: "Portugal precisa de acreditar mais em si"

É a responsável pelo programa Imagens de Marca, na SIC Notícias, há mais de 20 anos. Em paralelo, tem construído um percurso ímpar, e tem criado projetos que enaltecem bons exemplos das empresas e empresários portugueses. Lançou recentemente o seu segundo livro e foi sobre tudo isso que conversou com o MOTIVO.

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4 de mar. de 2026, 08:16

Logo na abertura de Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal, diz: “acredito que temos de ser nós a criar as condições que desejamos, em vez de esperarmos que outros as criem por nós”. Portugal precisa de ler, com urgência, esta espécie de “manifesto para a ação”?

CRISTINA AMARO Portugal precisa de acreditar mais em si, olhar mais para si próprio pelo prisma da positividade e não apenas pelo da crítica. Somos um país perfeito? Não há países perfeitos. Mas temos suficientes coisas boas para as termos em conta, para as valorizarmos e para as enaltecermos, como verdadeiros embaixadores do país. Todos temos desafios, na vida pessoal, na vida profissional e na vida dos países. Só temos de olhar para eles como oportunidades de crescimento e de melhoria, em vez de apenas os criticarmos e de nos derrubarmos a nós próprios, como tantas vezes fazemos.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal foi editado em janeiro


Como chegou a esta seleção de 18 Embaixadores?

C.A. — São quase todos embaixadores da Brands Community; apenas a Ana Lehmann não conseguiu participar no livro. São pessoas que se conhecem muito bem e que sabíamos, à partida, que dariam origem a uma grande obra de inspiração para quem quer olhar para o futuro com mais motivação e vontade de crescer. Todos são pessoas e profissionais de excelência, com carreiras extraordinárias que podem capacitar outros através da partilha dos conhecimentos adquiridos ao longo das suas vidas, nas diversas geografias por onde passaram ou onde estão neste momento, como Tailândia, Brasil, Estados Unidos, Coreia do Sul, Moçambique, Portugal, Suíça, entre tantos outros locais. Experiências em culturas diferentes, em empresas muito grandes, com atividade internacional relevante. Seria um desperdício de talento não reunirmos estas histórias num livro.

De todas as ideias que o livro nos traz, qual seria aquela que, na sua opinião, devia ser já posta em prática?

C.A. — Não é possível escolher apenas uma. Todas se complementam. Depende dos objetivos de cada leitor. Os conselhos que fecham cada capítulo podem ser muito úteis e devem ser tidos em conta nas diversas fases da vida.

No seu trabalho, compara muitas vezes um país a uma empresa. Qual é, na sua opinião, o maior erro que a nossa empresa comum, Portugal, tem feito nas últimas décadas?

C.A. — Não acreditar mais em si mesmo, na sua equipa, nas pessoas que temos e que podem e devem ser valorizadas cá dentro, dando-lhes melhores condições para que não troquem esta “empresa-país” por outra qualquer. Tal como nas empresas, os líderes dos países têm de criar boas condições para que as pessoas sejam felizes aqui. Talvez possa sugerir aos nossos governantes que leiam o meu primeiro livro, Chief Love Officer. Esse livro reúne muitos ensinamentos práticos que podem ser aplicados tanto nas empresas como nos países.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal é o segundo livro de Cristina Amaro, sucessor de Chief Love Officer


E o que é que as empresas portuguesas andam a fazer bem?

C.A. — Muitas empresas estão a tratar bem as suas pessoas, a valorizar o seu trabalho e a investir no crescimento, cá dentro e lá fora. Estão a olhar para os mercados externos para garantir a sua sustentabilidade, mesmo quando o mundo está mais desafiante para a internacionalização e a exportação. Há muitos bons exemplos do que se faz bem em Portugal que deveriam ser mais vezes notícia. Faz falta mais positividade na informação, para que as pessoas não percam a esperança e para que uns se inspirem nos outros. É pena que a informação positiva seja, tantas vezes, vista como promocional.

Diz que “transformação precisa de inspiração”. O que a inspira, hoje, a continuar a contribuir para a transformação das empresas e da comunicação?

C.A. — Desde que entrei para o jornalismo, em 1997, que prefiro olhar para histórias positivas. São essas que me inspiram e que inspiram quem me lê, ouve ou vê. Continuo a apaixonar-me por histórias de pessoas que fazem acontecer, que crescem e fazem crescer, que praticam o bem e ajudam os outros e o país a ser melhor. A minha empresa, a The Empower Brands House, tem esse propósito no seu ADN: empoderar. A Brands Community é o melhor exemplo disso. Desafiámo-nos a ir mais além da criação de informação positiva, que já fazemos com o Imagens de Marca. Criámos uma comunidade que ajuda na partilha de conhecimento, através da Brands Academy; que inspira com bons conteúdos, através do Brands Channel; e que liga pessoas, através dos eventos que organizamos, entre os quais destaco o The Branding & Business Summit, que vai acontecer no dia 23 de abril, na Sala Tejo da MEO Arena.



Em poucas palavras, qual é o seu MOTIVO?

C.A. — Contribuir para o desenvolvimento da economia do meu país através da partilha de conhecimento, da inspiração e da promoção de networking.

#Protagonistas

CRISTINA AMARO: "Portugal precisa de acreditar mais em si"

É a responsável pelo programa Imagens de Marca, na SIC Notícias, há mais de 20 anos. Em paralelo, tem construído um percurso ímpar, e tem criado projetos que enaltecem bons exemplos das empresas e empresários portugueses. Lançou recentemente o seu segundo livro e foi sobre tudo isso que conversou com o MOTIVO.

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4 de mar. de 2026, 08:16

Logo na abertura de Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal, diz: “acredito que temos de ser nós a criar as condições que desejamos, em vez de esperarmos que outros as criem por nós”. Portugal precisa de ler, com urgência, esta espécie de “manifesto para a ação”?

CRISTINA AMARO Portugal precisa de acreditar mais em si, olhar mais para si próprio pelo prisma da positividade e não apenas pelo da crítica. Somos um país perfeito? Não há países perfeitos. Mas temos suficientes coisas boas para as termos em conta, para as valorizarmos e para as enaltecermos, como verdadeiros embaixadores do país. Todos temos desafios, na vida pessoal, na vida profissional e na vida dos países. Só temos de olhar para eles como oportunidades de crescimento e de melhoria, em vez de apenas os criticarmos e de nos derrubarmos a nós próprios, como tantas vezes fazemos.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal foi editado em janeiro


Como chegou a esta seleção de 18 Embaixadores?

C.A. — São quase todos embaixadores da Brands Community; apenas a Ana Lehmann não conseguiu participar no livro. São pessoas que se conhecem muito bem e que sabíamos, à partida, que dariam origem a uma grande obra de inspiração para quem quer olhar para o futuro com mais motivação e vontade de crescer. Todos são pessoas e profissionais de excelência, com carreiras extraordinárias que podem capacitar outros através da partilha dos conhecimentos adquiridos ao longo das suas vidas, nas diversas geografias por onde passaram ou onde estão neste momento, como Tailândia, Brasil, Estados Unidos, Coreia do Sul, Moçambique, Portugal, Suíça, entre tantos outros locais. Experiências em culturas diferentes, em empresas muito grandes, com atividade internacional relevante. Seria um desperdício de talento não reunirmos estas histórias num livro.

De todas as ideias que o livro nos traz, qual seria aquela que, na sua opinião, devia ser já posta em prática?

C.A. — Não é possível escolher apenas uma. Todas se complementam. Depende dos objetivos de cada leitor. Os conselhos que fecham cada capítulo podem ser muito úteis e devem ser tidos em conta nas diversas fases da vida.

No seu trabalho, compara muitas vezes um país a uma empresa. Qual é, na sua opinião, o maior erro que a nossa empresa comum, Portugal, tem feito nas últimas décadas?

C.A. — Não acreditar mais em si mesmo, na sua equipa, nas pessoas que temos e que podem e devem ser valorizadas cá dentro, dando-lhes melhores condições para que não troquem esta “empresa-país” por outra qualquer. Tal como nas empresas, os líderes dos países têm de criar boas condições para que as pessoas sejam felizes aqui. Talvez possa sugerir aos nossos governantes que leiam o meu primeiro livro, Chief Love Officer. Esse livro reúne muitos ensinamentos práticos que podem ser aplicados tanto nas empresas como nos países.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal é o segundo livro de Cristina Amaro, sucessor de Chief Love Officer


E o que é que as empresas portuguesas andam a fazer bem?

C.A. — Muitas empresas estão a tratar bem as suas pessoas, a valorizar o seu trabalho e a investir no crescimento, cá dentro e lá fora. Estão a olhar para os mercados externos para garantir a sua sustentabilidade, mesmo quando o mundo está mais desafiante para a internacionalização e a exportação. Há muitos bons exemplos do que se faz bem em Portugal que deveriam ser mais vezes notícia. Faz falta mais positividade na informação, para que as pessoas não percam a esperança e para que uns se inspirem nos outros. É pena que a informação positiva seja, tantas vezes, vista como promocional.

Diz que “transformação precisa de inspiração”. O que a inspira, hoje, a continuar a contribuir para a transformação das empresas e da comunicação?

C.A. — Desde que entrei para o jornalismo, em 1997, que prefiro olhar para histórias positivas. São essas que me inspiram e que inspiram quem me lê, ouve ou vê. Continuo a apaixonar-me por histórias de pessoas que fazem acontecer, que crescem e fazem crescer, que praticam o bem e ajudam os outros e o país a ser melhor. A minha empresa, a The Empower Brands House, tem esse propósito no seu ADN: empoderar. A Brands Community é o melhor exemplo disso. Desafiámo-nos a ir mais além da criação de informação positiva, que já fazemos com o Imagens de Marca. Criámos uma comunidade que ajuda na partilha de conhecimento, através da Brands Academy; que inspira com bons conteúdos, através do Brands Channel; e que liga pessoas, através dos eventos que organizamos, entre os quais destaco o The Branding & Business Summit, que vai acontecer no dia 23 de abril, na Sala Tejo da MEO Arena.



Em poucas palavras, qual é o seu MOTIVO?

C.A. — Contribuir para o desenvolvimento da economia do meu país através da partilha de conhecimento, da inspiração e da promoção de networking.

#Protagonistas

CRISTINA AMARO: "Portugal precisa de acreditar mais em si"

É a responsável pelo programa Imagens de Marca, na SIC Notícias, há mais de 20 anos. Em paralelo, tem construído um percurso ímpar, e tem criado projetos que enaltecem bons exemplos das empresas e empresários portugueses. Lançou recentemente o seu segundo livro e foi sobre tudo isso que conversou com o MOTIVO.

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4 de mar. de 2026, 08:16

Logo na abertura de Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal, diz: “acredito que temos de ser nós a criar as condições que desejamos, em vez de esperarmos que outros as criem por nós”. Portugal precisa de ler, com urgência, esta espécie de “manifesto para a ação”?

CRISTINA AMARO Portugal precisa de acreditar mais em si, olhar mais para si próprio pelo prisma da positividade e não apenas pelo da crítica. Somos um país perfeito? Não há países perfeitos. Mas temos suficientes coisas boas para as termos em conta, para as valorizarmos e para as enaltecermos, como verdadeiros embaixadores do país. Todos temos desafios, na vida pessoal, na vida profissional e na vida dos países. Só temos de olhar para eles como oportunidades de crescimento e de melhoria, em vez de apenas os criticarmos e de nos derrubarmos a nós próprios, como tantas vezes fazemos.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal foi editado em janeiro


Como chegou a esta seleção de 18 Embaixadores?

C.A. — São quase todos embaixadores da Brands Community; apenas a Ana Lehmann não conseguiu participar no livro. São pessoas que se conhecem muito bem e que sabíamos, à partida, que dariam origem a uma grande obra de inspiração para quem quer olhar para o futuro com mais motivação e vontade de crescer. Todos são pessoas e profissionais de excelência, com carreiras extraordinárias que podem capacitar outros através da partilha dos conhecimentos adquiridos ao longo das suas vidas, nas diversas geografias por onde passaram ou onde estão neste momento, como Tailândia, Brasil, Estados Unidos, Coreia do Sul, Moçambique, Portugal, Suíça, entre tantos outros locais. Experiências em culturas diferentes, em empresas muito grandes, com atividade internacional relevante. Seria um desperdício de talento não reunirmos estas histórias num livro.

De todas as ideias que o livro nos traz, qual seria aquela que, na sua opinião, devia ser já posta em prática?

C.A. — Não é possível escolher apenas uma. Todas se complementam. Depende dos objetivos de cada leitor. Os conselhos que fecham cada capítulo podem ser muito úteis e devem ser tidos em conta nas diversas fases da vida.

No seu trabalho, compara muitas vezes um país a uma empresa. Qual é, na sua opinião, o maior erro que a nossa empresa comum, Portugal, tem feito nas últimas décadas?

C.A. — Não acreditar mais em si mesmo, na sua equipa, nas pessoas que temos e que podem e devem ser valorizadas cá dentro, dando-lhes melhores condições para que não troquem esta “empresa-país” por outra qualquer. Tal como nas empresas, os líderes dos países têm de criar boas condições para que as pessoas sejam felizes aqui. Talvez possa sugerir aos nossos governantes que leiam o meu primeiro livro, Chief Love Officer. Esse livro reúne muitos ensinamentos práticos que podem ser aplicados tanto nas empresas como nos países.


Inspirar Pessoas, Afirmar Portugal é o segundo livro de Cristina Amaro, sucessor de Chief Love Officer


E o que é que as empresas portuguesas andam a fazer bem?

C.A. — Muitas empresas estão a tratar bem as suas pessoas, a valorizar o seu trabalho e a investir no crescimento, cá dentro e lá fora. Estão a olhar para os mercados externos para garantir a sua sustentabilidade, mesmo quando o mundo está mais desafiante para a internacionalização e a exportação. Há muitos bons exemplos do que se faz bem em Portugal que deveriam ser mais vezes notícia. Faz falta mais positividade na informação, para que as pessoas não percam a esperança e para que uns se inspirem nos outros. É pena que a informação positiva seja, tantas vezes, vista como promocional.

Diz que “transformação precisa de inspiração”. O que a inspira, hoje, a continuar a contribuir para a transformação das empresas e da comunicação?

C.A. — Desde que entrei para o jornalismo, em 1997, que prefiro olhar para histórias positivas. São essas que me inspiram e que inspiram quem me lê, ouve ou vê. Continuo a apaixonar-me por histórias de pessoas que fazem acontecer, que crescem e fazem crescer, que praticam o bem e ajudam os outros e o país a ser melhor. A minha empresa, a The Empower Brands House, tem esse propósito no seu ADN: empoderar. A Brands Community é o melhor exemplo disso. Desafiámo-nos a ir mais além da criação de informação positiva, que já fazemos com o Imagens de Marca. Criámos uma comunidade que ajuda na partilha de conhecimento, através da Brands Academy; que inspira com bons conteúdos, através do Brands Channel; e que liga pessoas, através dos eventos que organizamos, entre os quais destaco o The Branding & Business Summit, que vai acontecer no dia 23 de abril, na Sala Tejo da MEO Arena.



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