#Protagonistas

Apaixonarte, em Lisboa, dá lugar a UMA galeria e aposta na pintura

Os artistas portugueses continuam a ser protagonistas e a porta mantém-se aberta para quem quiser entrar. A inauguração acontece hoje, a partir das 18h, com a exposição Camadas.

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20 de fev. de 2026, 08:37

Treze anos depois de ter aberto portas, com cerca de 80 exposições realizadas e mais de 150 artistas emergentes apresentados, a Apaixonarte encerrou um ciclo. No mesmo espaço, na mesma morada, mas com um novo rumo curatorial, e uma mudança clara de posicionamento, nasce a UMA galeria. A decisão não surge de uma crise económica nem de um cálculo estratégico frio. Surge de uma necessidade pessoal. “Sinceramente, estava na hora de saltarmos um pequeno patamar. Fazer as mesmas coisas, mas de uma maneira diferente". Quem o diz é Cláudia Cordeiro, fundadora do projeto.

Durante mais de uma década, a Apaixonarte evoluiu gradualmente. O crescimento trouxe dimensão, visibilidade e uma rede alargada de artistas. Agora, a amostra será reduzida. “Queremos fazer as coisas de uma forma mais pensada, com mais calma. Ter menos artistas e representá-los melhor, ter mais tempo de qualidade para cada um”.

A rutura é conceptual, mas também simbólica. O nome Apaixonarte já não traduzia o momento atual. “O nome surgiu há 13 anos, de uma forma muito naïf. Foi crescendo, ganhou uma dimensão que nem estávamos a prever, mas já não nos identificávamos com o que estávamos a fazer. O nome já não fazia sentido. Já não correspondia àquilo que somos hoje em dia”. E àquilo que querem ser no futuro, acrescentamos.

A mudança traz, também, uma redefinição clara do modelo de programação: a UMA galeria passa a focar-se exclusivamente em obras originais e em exposições.


O espaço sofreu algumas alterações com o objetivo de receber melhor visitantes e artistas


Transparência e porta aberta

Fisicamente, o espaço mantém-se. A morada é a mesma, no número 57 da Rua dos Poiais de São Bento, em Santos. A estrutura também se mantém, mas a forma de habitar a galeria muda. A sala de entrada passa a ser, simultaneamente, área de trabalho e espaço expositivo. Uma mesa central, o acervo guardado por baixo, o balcão visível. Aquilo que noutras galerias permanece reservado, aqui, torna-se parte da experiência. “Vamos estar a trabalhar de forma completamente transparente para quem nos visitar, para o bairro e para os transeuntes”, explica Cláudia, em entrevista ao MOTIVO.

O gesto arquitetónico acompanha esta intenção. Uma fachada envidraçada que revela o interior e um volume branco, mais resguardado, que acolhe as exposições temporárias, criando um espaço de pausa e concentração. Na lateral, surge uma espécie de cápsula expositiva, uma antecâmara que funciona como extensão da mostra que estiver patente. “Pelo formato que tem, parece um mupi em três dimensões, mas vai estar sempre uma peça exposta. Vai servir como mini-instalação e como cartaz publicitário da exposição que estiver a decorrer do lado de dentro”.


A montra lateral da galeria vai ter sempre uma peça exposta


Necessidade de mudança

Cláudia mostra-se satisfeita com a transformação e entusiasmada com o novo capítulo. “Sou daquelas pessoas que precisa de mudar de vez em quando. Há quem tenha medo de mudar e há quem tenha medo que nada mude. O meu caso é o segundo”.

O contexto global, admite, é instável, mas não determinante. “Os problemas do mundo e do país vão existir sempre. São coisas que não controlamos e não podemos viver a pensar nisso. Precisamos de preservar a nossa saúde mental”. É nesse movimento interno que surge, também, o novo nome. “UMA surgiu de uma forma talvez oposta ao anterior. Quisemos uma coisa muito simples, que perdurasse muito tempo. UMA galeria não é nada pretensioso. Demonstra aquilo que somos: uma humilde galeria”.


A simplicidade do espaço reflete a ambição de dar palco aos artistas


CAMADAS: a primeira exposição

A inauguração da UMA galeria acontece hoje, sexta-feira, com a exposição coletiva CAMADAS, que reúne oito artistas residentes em Portugal: Constança Duarte, Dylan Silva, Joana Dornellas, Joana R. Sá, Sara Atrouni, Tiago Hesp, Tomás Castro Neves e Vasco Maio. Segundo a curadora, o conceito da mostra reflete diretamente o momento de transição. “A exposição surge com o tema exato de transformação. Todos nós somos feitos de passado, presente e futuro. Todas as transformações provêm de camadas anteriores. A UMA é mais uma camada de muitas outras”.



Segunda a sexta-feira | 11h às 19h
Sábado | 11h às 18h
Domingos e feriados | Encerrado

#Protagonistas

Apaixonarte, em Lisboa, dá lugar a UMA galeria e aposta na pintura

Os artistas portugueses continuam a ser protagonistas e a porta mantém-se aberta para quem quiser entrar. A inauguração acontece hoje, a partir das 18h, com a exposição Camadas.

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20 de fev. de 2026, 08:37

Treze anos depois de ter aberto portas, com cerca de 80 exposições realizadas e mais de 150 artistas emergentes apresentados, a Apaixonarte encerrou um ciclo. No mesmo espaço, na mesma morada, mas com um novo rumo curatorial, e uma mudança clara de posicionamento, nasce a UMA galeria. A decisão não surge de uma crise económica nem de um cálculo estratégico frio. Surge de uma necessidade pessoal. “Sinceramente, estava na hora de saltarmos um pequeno patamar. Fazer as mesmas coisas, mas de uma maneira diferente". Quem o diz é Cláudia Cordeiro, fundadora do projeto.

Durante mais de uma década, a Apaixonarte evoluiu gradualmente. O crescimento trouxe dimensão, visibilidade e uma rede alargada de artistas. Agora, a amostra será reduzida. “Queremos fazer as coisas de uma forma mais pensada, com mais calma. Ter menos artistas e representá-los melhor, ter mais tempo de qualidade para cada um”.

A rutura é conceptual, mas também simbólica. O nome Apaixonarte já não traduzia o momento atual. “O nome surgiu há 13 anos, de uma forma muito naïf. Foi crescendo, ganhou uma dimensão que nem estávamos a prever, mas já não nos identificávamos com o que estávamos a fazer. O nome já não fazia sentido. Já não correspondia àquilo que somos hoje em dia”. E àquilo que querem ser no futuro, acrescentamos.

A mudança traz, também, uma redefinição clara do modelo de programação: a UMA galeria passa a focar-se exclusivamente em obras originais e em exposições.


O espaço sofreu algumas alterações com o objetivo de receber melhor visitantes e artistas


Transparência e porta aberta

Fisicamente, o espaço mantém-se. A morada é a mesma, no número 57 da Rua dos Poiais de São Bento, em Santos. A estrutura também se mantém, mas a forma de habitar a galeria muda. A sala de entrada passa a ser, simultaneamente, área de trabalho e espaço expositivo. Uma mesa central, o acervo guardado por baixo, o balcão visível. Aquilo que noutras galerias permanece reservado, aqui, torna-se parte da experiência. “Vamos estar a trabalhar de forma completamente transparente para quem nos visitar, para o bairro e para os transeuntes”, explica Cláudia, em entrevista ao MOTIVO.

O gesto arquitetónico acompanha esta intenção. Uma fachada envidraçada que revela o interior e um volume branco, mais resguardado, que acolhe as exposições temporárias, criando um espaço de pausa e concentração. Na lateral, surge uma espécie de cápsula expositiva, uma antecâmara que funciona como extensão da mostra que estiver patente. “Pelo formato que tem, parece um mupi em três dimensões, mas vai estar sempre uma peça exposta. Vai servir como mini-instalação e como cartaz publicitário da exposição que estiver a decorrer do lado de dentro”.


A montra lateral da galeria vai ter sempre uma peça exposta


Necessidade de mudança

Cláudia mostra-se satisfeita com a transformação e entusiasmada com o novo capítulo. “Sou daquelas pessoas que precisa de mudar de vez em quando. Há quem tenha medo de mudar e há quem tenha medo que nada mude. O meu caso é o segundo”.

O contexto global, admite, é instável, mas não determinante. “Os problemas do mundo e do país vão existir sempre. São coisas que não controlamos e não podemos viver a pensar nisso. Precisamos de preservar a nossa saúde mental”. É nesse movimento interno que surge, também, o novo nome. “UMA surgiu de uma forma talvez oposta ao anterior. Quisemos uma coisa muito simples, que perdurasse muito tempo. UMA galeria não é nada pretensioso. Demonstra aquilo que somos: uma humilde galeria”.


A simplicidade do espaço reflete a ambição de dar palco aos artistas


CAMADAS: a primeira exposição

A inauguração da UMA galeria acontece hoje, sexta-feira, com a exposição coletiva CAMADAS, que reúne oito artistas residentes em Portugal: Constança Duarte, Dylan Silva, Joana Dornellas, Joana R. Sá, Sara Atrouni, Tiago Hesp, Tomás Castro Neves e Vasco Maio. Segundo a curadora, o conceito da mostra reflete diretamente o momento de transição. “A exposição surge com o tema exato de transformação. Todos nós somos feitos de passado, presente e futuro. Todas as transformações provêm de camadas anteriores. A UMA é mais uma camada de muitas outras”.



Segunda a sexta-feira | 11h às 19h
Sábado | 11h às 18h
Domingos e feriados | Encerrado

#Protagonistas

Apaixonarte, em Lisboa, dá lugar a UMA galeria e aposta na pintura

Os artistas portugueses continuam a ser protagonistas e a porta mantém-se aberta para quem quiser entrar. A inauguração acontece hoje, a partir das 18h, com a exposição Camadas.

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20 de fev. de 2026, 08:37

Treze anos depois de ter aberto portas, com cerca de 80 exposições realizadas e mais de 150 artistas emergentes apresentados, a Apaixonarte encerrou um ciclo. No mesmo espaço, na mesma morada, mas com um novo rumo curatorial, e uma mudança clara de posicionamento, nasce a UMA galeria. A decisão não surge de uma crise económica nem de um cálculo estratégico frio. Surge de uma necessidade pessoal. “Sinceramente, estava na hora de saltarmos um pequeno patamar. Fazer as mesmas coisas, mas de uma maneira diferente". Quem o diz é Cláudia Cordeiro, fundadora do projeto.

Durante mais de uma década, a Apaixonarte evoluiu gradualmente. O crescimento trouxe dimensão, visibilidade e uma rede alargada de artistas. Agora, a amostra será reduzida. “Queremos fazer as coisas de uma forma mais pensada, com mais calma. Ter menos artistas e representá-los melhor, ter mais tempo de qualidade para cada um”.

A rutura é conceptual, mas também simbólica. O nome Apaixonarte já não traduzia o momento atual. “O nome surgiu há 13 anos, de uma forma muito naïf. Foi crescendo, ganhou uma dimensão que nem estávamos a prever, mas já não nos identificávamos com o que estávamos a fazer. O nome já não fazia sentido. Já não correspondia àquilo que somos hoje em dia”. E àquilo que querem ser no futuro, acrescentamos.

A mudança traz, também, uma redefinição clara do modelo de programação: a UMA galeria passa a focar-se exclusivamente em obras originais e em exposições.


O espaço sofreu algumas alterações com o objetivo de receber melhor visitantes e artistas


Transparência e porta aberta

Fisicamente, o espaço mantém-se. A morada é a mesma, no número 57 da Rua dos Poiais de São Bento, em Santos. A estrutura também se mantém, mas a forma de habitar a galeria muda. A sala de entrada passa a ser, simultaneamente, área de trabalho e espaço expositivo. Uma mesa central, o acervo guardado por baixo, o balcão visível. Aquilo que noutras galerias permanece reservado, aqui, torna-se parte da experiência. “Vamos estar a trabalhar de forma completamente transparente para quem nos visitar, para o bairro e para os transeuntes”, explica Cláudia, em entrevista ao MOTIVO.

O gesto arquitetónico acompanha esta intenção. Uma fachada envidraçada que revela o interior e um volume branco, mais resguardado, que acolhe as exposições temporárias, criando um espaço de pausa e concentração. Na lateral, surge uma espécie de cápsula expositiva, uma antecâmara que funciona como extensão da mostra que estiver patente. “Pelo formato que tem, parece um mupi em três dimensões, mas vai estar sempre uma peça exposta. Vai servir como mini-instalação e como cartaz publicitário da exposição que estiver a decorrer do lado de dentro”.


A montra lateral da galeria vai ter sempre uma peça exposta


Necessidade de mudança

Cláudia mostra-se satisfeita com a transformação e entusiasmada com o novo capítulo. “Sou daquelas pessoas que precisa de mudar de vez em quando. Há quem tenha medo de mudar e há quem tenha medo que nada mude. O meu caso é o segundo”.

O contexto global, admite, é instável, mas não determinante. “Os problemas do mundo e do país vão existir sempre. São coisas que não controlamos e não podemos viver a pensar nisso. Precisamos de preservar a nossa saúde mental”. É nesse movimento interno que surge, também, o novo nome. “UMA surgiu de uma forma talvez oposta ao anterior. Quisemos uma coisa muito simples, que perdurasse muito tempo. UMA galeria não é nada pretensioso. Demonstra aquilo que somos: uma humilde galeria”.


A simplicidade do espaço reflete a ambição de dar palco aos artistas


CAMADAS: a primeira exposição

A inauguração da UMA galeria acontece hoje, sexta-feira, com a exposição coletiva CAMADAS, que reúne oito artistas residentes em Portugal: Constança Duarte, Dylan Silva, Joana Dornellas, Joana R. Sá, Sara Atrouni, Tiago Hesp, Tomás Castro Neves e Vasco Maio. Segundo a curadora, o conceito da mostra reflete diretamente o momento de transição. “A exposição surge com o tema exato de transformação. Todos nós somos feitos de passado, presente e futuro. Todas as transformações provêm de camadas anteriores. A UMA é mais uma camada de muitas outras”.



Segunda a sexta-feira | 11h às 19h
Sábado | 11h às 18h
Domingos e feriados | Encerrado

#Protagonistas

Apaixonarte, em Lisboa, dá lugar a UMA galeria e aposta na pintura

Os artistas portugueses continuam a ser protagonistas e a porta mantém-se aberta para quem quiser entrar. A inauguração acontece hoje, a partir das 18h, com a exposição Camadas.

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20 de fev. de 2026, 08:37

Treze anos depois de ter aberto portas, com cerca de 80 exposições realizadas e mais de 150 artistas emergentes apresentados, a Apaixonarte encerrou um ciclo. No mesmo espaço, na mesma morada, mas com um novo rumo curatorial, e uma mudança clara de posicionamento, nasce a UMA galeria. A decisão não surge de uma crise económica nem de um cálculo estratégico frio. Surge de uma necessidade pessoal. “Sinceramente, estava na hora de saltarmos um pequeno patamar. Fazer as mesmas coisas, mas de uma maneira diferente". Quem o diz é Cláudia Cordeiro, fundadora do projeto.

Durante mais de uma década, a Apaixonarte evoluiu gradualmente. O crescimento trouxe dimensão, visibilidade e uma rede alargada de artistas. Agora, a amostra será reduzida. “Queremos fazer as coisas de uma forma mais pensada, com mais calma. Ter menos artistas e representá-los melhor, ter mais tempo de qualidade para cada um”.

A rutura é conceptual, mas também simbólica. O nome Apaixonarte já não traduzia o momento atual. “O nome surgiu há 13 anos, de uma forma muito naïf. Foi crescendo, ganhou uma dimensão que nem estávamos a prever, mas já não nos identificávamos com o que estávamos a fazer. O nome já não fazia sentido. Já não correspondia àquilo que somos hoje em dia”. E àquilo que querem ser no futuro, acrescentamos.

A mudança traz, também, uma redefinição clara do modelo de programação: a UMA galeria passa a focar-se exclusivamente em obras originais e em exposições.


O espaço sofreu algumas alterações com o objetivo de receber melhor visitantes e artistas


Transparência e porta aberta

Fisicamente, o espaço mantém-se. A morada é a mesma, no número 57 da Rua dos Poiais de São Bento, em Santos. A estrutura também se mantém, mas a forma de habitar a galeria muda. A sala de entrada passa a ser, simultaneamente, área de trabalho e espaço expositivo. Uma mesa central, o acervo guardado por baixo, o balcão visível. Aquilo que noutras galerias permanece reservado, aqui, torna-se parte da experiência. “Vamos estar a trabalhar de forma completamente transparente para quem nos visitar, para o bairro e para os transeuntes”, explica Cláudia, em entrevista ao MOTIVO.

O gesto arquitetónico acompanha esta intenção. Uma fachada envidraçada que revela o interior e um volume branco, mais resguardado, que acolhe as exposições temporárias, criando um espaço de pausa e concentração. Na lateral, surge uma espécie de cápsula expositiva, uma antecâmara que funciona como extensão da mostra que estiver patente. “Pelo formato que tem, parece um mupi em três dimensões, mas vai estar sempre uma peça exposta. Vai servir como mini-instalação e como cartaz publicitário da exposição que estiver a decorrer do lado de dentro”.


A montra lateral da galeria vai ter sempre uma peça exposta


Necessidade de mudança

Cláudia mostra-se satisfeita com a transformação e entusiasmada com o novo capítulo. “Sou daquelas pessoas que precisa de mudar de vez em quando. Há quem tenha medo de mudar e há quem tenha medo que nada mude. O meu caso é o segundo”.

O contexto global, admite, é instável, mas não determinante. “Os problemas do mundo e do país vão existir sempre. São coisas que não controlamos e não podemos viver a pensar nisso. Precisamos de preservar a nossa saúde mental”. É nesse movimento interno que surge, também, o novo nome. “UMA surgiu de uma forma talvez oposta ao anterior. Quisemos uma coisa muito simples, que perdurasse muito tempo. UMA galeria não é nada pretensioso. Demonstra aquilo que somos: uma humilde galeria”.


A simplicidade do espaço reflete a ambição de dar palco aos artistas


CAMADAS: a primeira exposição

A inauguração da UMA galeria acontece hoje, sexta-feira, com a exposição coletiva CAMADAS, que reúne oito artistas residentes em Portugal: Constança Duarte, Dylan Silva, Joana Dornellas, Joana R. Sá, Sara Atrouni, Tiago Hesp, Tomás Castro Neves e Vasco Maio. Segundo a curadora, o conceito da mostra reflete diretamente o momento de transição. “A exposição surge com o tema exato de transformação. Todos nós somos feitos de passado, presente e futuro. Todas as transformações provêm de camadas anteriores. A UMA é mais uma camada de muitas outras”.



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