
#Motivação
Feira do Alvarinho: Monção celebra vinho, tradição e identidade da região
Ao longo de quatro dias, Monção volta a transformar o Alvarinho num ponto de encontro entre território, gastronomia, cultura popular, música e identidade coletiva. A Feira do Alvarinho está de volta, entre 2 e 5 de julho, ao Parque das Caldas, junto ao Rio Minho. A 29ª edição do evento apresenta-se como "a maior wine party de Portugal", embora a sua importância vá muito além do vinho.
A feira nasceu no coração da vila e cresceu até se afirmar como um dos grandes momentos de promoção da sub-região de Monção e Melgaço. Hoje, reúne produtores, restaurantes, visitantes, artistas e tradições locais num formato que ajuda a explicar por que razão o Alvarinho é mais do que uma casta ou uma categoria vínica. É um símbolo de pertença, uma expressão do território e uma porta de entrada para a cultura monçanense.

Nesta edição, estarão representados 39 produtores de vinho, que vão dar a conhecer diferentes propostas de Alvarinho. A componente gastronómica ocupa também um lugar central, com pratos e sabores associados à região, incluindo Cordeiro à Moda de Monção, Bacalhau à Monção, Costeletão à Solar de São Pedro e propostas ligadas ao marisco de Vigo. O objetivo é mostrar o vinho em contexto: à mesa, em diálogo com a cozinha local e com a experiência de quem visita a região.

A edição de 2026 ganha ainda um valor simbólico especial com a celebração da Coca de Monção, recentemente reconhecida como Património Cultural Imaterial Nacional. A figura mítica, profundamente ligada à identidade local, marcará presença no certame, reforçando a ligação entre a feira e as tradições que dão forma à memória coletiva do concelho. O Alvarinho é o centro da festa, embora a feira seja também uma afirmação de património, costumes e orgulho local.
O programa musical reforça a dimensão popular e agregadora do evento. Os Xutos & Pontapés inauguram o palco no dia 2 de julho, seguindo-se uma Sinfornia Eletrónica na sexta-feira, com a Banda Musical de Monção, a Banda Musical da Casa do Povo de Tangil, Diana Lucas, Rui Drummond e DJ Shannon, sob direção de Nuno Osório. No sábado, atuam os Vizinhos, e o encerramento, no domingo, fica entregue a Quim Barreiros e Tony Carreira. A par dos concertos, haverá DJs, bandas e grupos folclóricos locais, numa programação pensada para públicos diferentes.

A feira terá entrada gratuita e espera receber mais de 100 mil pessoas. Este ano, o recinto apresenta novidades, incluindo um espaço infantil maior, uma zona lounge renovada, uma nova programação no Espaço Harmonias e uma roda gigante em funcionamento todos os dias até à meia-noite. Os stands estarão diretamente assentes na relva e o palco principal muda de posição, ficando junto à muralha e permitindo uma maior ligação visual ao Rio Minho. O MOTIVO vai marcar presença na Feira do Alvarinho, para acompanhar de perto esta celebração onde vinho, território e cultura se encontram.

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Feira do Alvarinho: Monção celebra vinho, tradição e identidade da região
Ao longo de quatro dias, Monção volta a transformar o Alvarinho num ponto de encontro entre território, gastronomia, cultura popular, música e identidade coletiva. A Feira do Alvarinho está de volta, entre 2 e 5 de julho, ao Parque das Caldas, junto ao Rio Minho. A 29ª edição do evento apresenta-se como "a maior wine party de Portugal", embora a sua importância vá muito além do vinho.
A feira nasceu no coração da vila e cresceu até se afirmar como um dos grandes momentos de promoção da sub-região de Monção e Melgaço. Hoje, reúne produtores, restaurantes, visitantes, artistas e tradições locais num formato que ajuda a explicar por que razão o Alvarinho é mais do que uma casta ou uma categoria vínica. É um símbolo de pertença, uma expressão do território e uma porta de entrada para a cultura monçanense.

Nesta edição, estarão representados 39 produtores de vinho, que vão dar a conhecer diferentes propostas de Alvarinho. A componente gastronómica ocupa também um lugar central, com pratos e sabores associados à região, incluindo Cordeiro à Moda de Monção, Bacalhau à Monção, Costeletão à Solar de São Pedro e propostas ligadas ao marisco de Vigo. O objetivo é mostrar o vinho em contexto: à mesa, em diálogo com a cozinha local e com a experiência de quem visita a região.

A edição de 2026 ganha ainda um valor simbólico especial com a celebração da Coca de Monção, recentemente reconhecida como Património Cultural Imaterial Nacional. A figura mítica, profundamente ligada à identidade local, marcará presença no certame, reforçando a ligação entre a feira e as tradições que dão forma à memória coletiva do concelho. O Alvarinho é o centro da festa, embora a feira seja também uma afirmação de património, costumes e orgulho local.
O programa musical reforça a dimensão popular e agregadora do evento. Os Xutos & Pontapés inauguram o palco no dia 2 de julho, seguindo-se uma Sinfornia Eletrónica na sexta-feira, com a Banda Musical de Monção, a Banda Musical da Casa do Povo de Tangil, Diana Lucas, Rui Drummond e DJ Shannon, sob direção de Nuno Osório. No sábado, atuam os Vizinhos, e o encerramento, no domingo, fica entregue a Quim Barreiros e Tony Carreira. A par dos concertos, haverá DJs, bandas e grupos folclóricos locais, numa programação pensada para públicos diferentes.

A feira terá entrada gratuita e espera receber mais de 100 mil pessoas. Este ano, o recinto apresenta novidades, incluindo um espaço infantil maior, uma zona lounge renovada, uma nova programação no Espaço Harmonias e uma roda gigante em funcionamento todos os dias até à meia-noite. Os stands estarão diretamente assentes na relva e o palco principal muda de posição, ficando junto à muralha e permitindo uma maior ligação visual ao Rio Minho. O MOTIVO vai marcar presença na Feira do Alvarinho, para acompanhar de perto esta celebração onde vinho, território e cultura se encontram.

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Feira do Alvarinho: Monção celebra vinho, tradição e identidade da região
Ao longo de quatro dias, Monção volta a transformar o Alvarinho num ponto de encontro entre território, gastronomia, cultura popular, música e identidade coletiva. A Feira do Alvarinho está de volta, entre 2 e 5 de julho, ao Parque das Caldas, junto ao Rio Minho. A 29ª edição do evento apresenta-se como "a maior wine party de Portugal", embora a sua importância vá muito além do vinho.
A feira nasceu no coração da vila e cresceu até se afirmar como um dos grandes momentos de promoção da sub-região de Monção e Melgaço. Hoje, reúne produtores, restaurantes, visitantes, artistas e tradições locais num formato que ajuda a explicar por que razão o Alvarinho é mais do que uma casta ou uma categoria vínica. É um símbolo de pertença, uma expressão do território e uma porta de entrada para a cultura monçanense.

Nesta edição, estarão representados 39 produtores de vinho, que vão dar a conhecer diferentes propostas de Alvarinho. A componente gastronómica ocupa também um lugar central, com pratos e sabores associados à região, incluindo Cordeiro à Moda de Monção, Bacalhau à Monção, Costeletão à Solar de São Pedro e propostas ligadas ao marisco de Vigo. O objetivo é mostrar o vinho em contexto: à mesa, em diálogo com a cozinha local e com a experiência de quem visita a região.

A edição de 2026 ganha ainda um valor simbólico especial com a celebração da Coca de Monção, recentemente reconhecida como Património Cultural Imaterial Nacional. A figura mítica, profundamente ligada à identidade local, marcará presença no certame, reforçando a ligação entre a feira e as tradições que dão forma à memória coletiva do concelho. O Alvarinho é o centro da festa, embora a feira seja também uma afirmação de património, costumes e orgulho local.
O programa musical reforça a dimensão popular e agregadora do evento. Os Xutos & Pontapés inauguram o palco no dia 2 de julho, seguindo-se uma Sinfornia Eletrónica na sexta-feira, com a Banda Musical de Monção, a Banda Musical da Casa do Povo de Tangil, Diana Lucas, Rui Drummond e DJ Shannon, sob direção de Nuno Osório. No sábado, atuam os Vizinhos, e o encerramento, no domingo, fica entregue a Quim Barreiros e Tony Carreira. A par dos concertos, haverá DJs, bandas e grupos folclóricos locais, numa programação pensada para públicos diferentes.

A feira terá entrada gratuita e espera receber mais de 100 mil pessoas. Este ano, o recinto apresenta novidades, incluindo um espaço infantil maior, uma zona lounge renovada, uma nova programação no Espaço Harmonias e uma roda gigante em funcionamento todos os dias até à meia-noite. Os stands estarão diretamente assentes na relva e o palco principal muda de posição, ficando junto à muralha e permitindo uma maior ligação visual ao Rio Minho. O MOTIVO vai marcar presença na Feira do Alvarinho, para acompanhar de perto esta celebração onde vinho, território e cultura se encontram.

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Feira do Alvarinho: Monção celebra vinho, tradição e identidade da região
Ao longo de quatro dias, Monção volta a transformar o Alvarinho num ponto de encontro entre território, gastronomia, cultura popular, música e identidade coletiva. A Feira do Alvarinho está de volta, entre 2 e 5 de julho, ao Parque das Caldas, junto ao Rio Minho. A 29ª edição do evento apresenta-se como "a maior wine party de Portugal", embora a sua importância vá muito além do vinho.
A feira nasceu no coração da vila e cresceu até se afirmar como um dos grandes momentos de promoção da sub-região de Monção e Melgaço. Hoje, reúne produtores, restaurantes, visitantes, artistas e tradições locais num formato que ajuda a explicar por que razão o Alvarinho é mais do que uma casta ou uma categoria vínica. É um símbolo de pertença, uma expressão do território e uma porta de entrada para a cultura monçanense.

Nesta edição, estarão representados 39 produtores de vinho, que vão dar a conhecer diferentes propostas de Alvarinho. A componente gastronómica ocupa também um lugar central, com pratos e sabores associados à região, incluindo Cordeiro à Moda de Monção, Bacalhau à Monção, Costeletão à Solar de São Pedro e propostas ligadas ao marisco de Vigo. O objetivo é mostrar o vinho em contexto: à mesa, em diálogo com a cozinha local e com a experiência de quem visita a região.

A edição de 2026 ganha ainda um valor simbólico especial com a celebração da Coca de Monção, recentemente reconhecida como Património Cultural Imaterial Nacional. A figura mítica, profundamente ligada à identidade local, marcará presença no certame, reforçando a ligação entre a feira e as tradições que dão forma à memória coletiva do concelho. O Alvarinho é o centro da festa, embora a feira seja também uma afirmação de património, costumes e orgulho local.
O programa musical reforça a dimensão popular e agregadora do evento. Os Xutos & Pontapés inauguram o palco no dia 2 de julho, seguindo-se uma Sinfornia Eletrónica na sexta-feira, com a Banda Musical de Monção, a Banda Musical da Casa do Povo de Tangil, Diana Lucas, Rui Drummond e DJ Shannon, sob direção de Nuno Osório. No sábado, atuam os Vizinhos, e o encerramento, no domingo, fica entregue a Quim Barreiros e Tony Carreira. A par dos concertos, haverá DJs, bandas e grupos folclóricos locais, numa programação pensada para públicos diferentes.

A feira terá entrada gratuita e espera receber mais de 100 mil pessoas. Este ano, o recinto apresenta novidades, incluindo um espaço infantil maior, uma zona lounge renovada, uma nova programação no Espaço Harmonias e uma roda gigante em funcionamento todos os dias até à meia-noite. Os stands estarão diretamente assentes na relva e o palco principal muda de posição, ficando junto à muralha e permitindo uma maior ligação visual ao Rio Minho. O MOTIVO vai marcar presença na Feira do Alvarinho, para acompanhar de perto esta celebração onde vinho, território e cultura se encontram.




