#Motivação

O histórico restaurante Casa do Largo, em Cascais, reabriu e vale muito a pena a visita

Tem mais de meio século de histórias e ganhou uma nova vida. Durante décadas, foi ponto de encontro de diferentes gerações e, recentemente, reabriu como bistrô português, com cozinha de inspiração mediterrânica e um ambiente que procura recuperar o prazer das refeições demoradas.

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23 de ago. de 2026, 12:12

Situada no número seis do Largo da Assunção, em Cascais, a Casa do Largo preserva o espírito e o charme do edifício e da história. A entrada faz-se por um portão que conduz a um pátio acolhedor, antes de chegar a uma sala onde a lareira, as madeiras, as cerâmicas e os tecidos ajudam a criar uma atmosfera mais próxima de uma casa do que de um restaurante convencional.

À frente do novo capítulo está Viviane Rocha, empresária ligada a projetos como Vela Latina, Nikkei, Forest e Char.cutaria. A sua relação com este lugar começou muito antes da reabertura. Foi precisamente no Largo que iniciou o seu percurso na restauração, há quase 20 anos. A possibilidade de recuperar a Casa do Largo permaneceu, desde então, “no canto do olho” e acabou por ganhar forma a partir de um grupo de mulheres reunidas à mesa.



Na cozinha, a proposta parte de sabores portugueses e acrescenta-lhes referências mediterrânicas. O projeto gastronómico foi desenvolvido de raiz com supervisão e consultoria do chef Benjamin Villaças, do Vela Latina, e é atualmente liderado pela chef Deyse Anjos, naquele que é o seu primeiro grande desafio à frente de uma equipa própria. A qualidade da matéria-prima e a confeção orientam uma carta que prefere construir identidade através do conjunto em vez de apostar num único prato-ícone.

Para começar, surgem opções como Queijo de Azeitão, presunto Pata Negra, amêijoas à Bulhão Pato, pica-pau do lombo, creme aveludado de lavagante ou ostras frescas. Nos pratos principais, a escolha passa por combinações como garoupa braseada sobre risotto de bacalhau, vieiras com massa fresca e molho de açafrão ou pregado e carabineiro com molho de coentros.


A carne também ocupa espaço na carta, com o Bife à Marrare, servido com molho e batatas fritas, e as plumas de porco preto ibérico com arroz de morcela. A intenção é manter os pratos reconhecíveis e confortáveis, com algumas combinações mais contemporâneas, sem afastar a cozinha da matriz portuguesa que sustenta o conceito.



O ambiente acompanha essa mesma mistura entre memória e atualização. Desenvolvido em colaboração com a designer Rita Valadão, o projeto de interiores inspira-se na luz de Cascais e combina tons quentes, azuis profundos e verdes suaves. No piso superior, uma mezanine permite criar momentos mais reservados e pode receber jantares privados; no exterior, uma esplanada com 48 lugares prolonga a casa para os dias mais quentes. A sala principal recebe 56 pessoas.

A Casa do Largo pretende ainda acrescentar programação à experiência gastronómica. O restaurante começou a promover jantares temáticos, cruzando menu, música e ambiente em torno de diferentes referências culturais. A primeira edição foi dedicada a Espanha, com sevilhanas e um menu criado especialmente para a ocasião.

Aberta de terça-feira a domingo, a nova Casa do Largo recupera assim um endereço conhecido de Cascais com uma ideia relativamente simples: voltar a fazer da mesa um lugar onde apetece ficar.

#Motivação

O histórico restaurante Casa do Largo, em Cascais, reabriu e vale muito a pena a visita

Tem mais de meio século de histórias e ganhou uma nova vida. Durante décadas, foi ponto de encontro de diferentes gerações e, recentemente, reabriu como bistrô português, com cozinha de inspiração mediterrânica e um ambiente que procura recuperar o prazer das refeições demoradas.

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23 de ago. de 2026, 12:12

Situada no número seis do Largo da Assunção, em Cascais, a Casa do Largo preserva o espírito e o charme do edifício e da história. A entrada faz-se por um portão que conduz a um pátio acolhedor, antes de chegar a uma sala onde a lareira, as madeiras, as cerâmicas e os tecidos ajudam a criar uma atmosfera mais próxima de uma casa do que de um restaurante convencional.

À frente do novo capítulo está Viviane Rocha, empresária ligada a projetos como Vela Latina, Nikkei, Forest e Char.cutaria. A sua relação com este lugar começou muito antes da reabertura. Foi precisamente no Largo que iniciou o seu percurso na restauração, há quase 20 anos. A possibilidade de recuperar a Casa do Largo permaneceu, desde então, “no canto do olho” e acabou por ganhar forma a partir de um grupo de mulheres reunidas à mesa.



Na cozinha, a proposta parte de sabores portugueses e acrescenta-lhes referências mediterrânicas. O projeto gastronómico foi desenvolvido de raiz com supervisão e consultoria do chef Benjamin Villaças, do Vela Latina, e é atualmente liderado pela chef Deyse Anjos, naquele que é o seu primeiro grande desafio à frente de uma equipa própria. A qualidade da matéria-prima e a confeção orientam uma carta que prefere construir identidade através do conjunto em vez de apostar num único prato-ícone.

Para começar, surgem opções como Queijo de Azeitão, presunto Pata Negra, amêijoas à Bulhão Pato, pica-pau do lombo, creme aveludado de lavagante ou ostras frescas. Nos pratos principais, a escolha passa por combinações como garoupa braseada sobre risotto de bacalhau, vieiras com massa fresca e molho de açafrão ou pregado e carabineiro com molho de coentros.


A carne também ocupa espaço na carta, com o Bife à Marrare, servido com molho e batatas fritas, e as plumas de porco preto ibérico com arroz de morcela. A intenção é manter os pratos reconhecíveis e confortáveis, com algumas combinações mais contemporâneas, sem afastar a cozinha da matriz portuguesa que sustenta o conceito.



O ambiente acompanha essa mesma mistura entre memória e atualização. Desenvolvido em colaboração com a designer Rita Valadão, o projeto de interiores inspira-se na luz de Cascais e combina tons quentes, azuis profundos e verdes suaves. No piso superior, uma mezanine permite criar momentos mais reservados e pode receber jantares privados; no exterior, uma esplanada com 48 lugares prolonga a casa para os dias mais quentes. A sala principal recebe 56 pessoas.

A Casa do Largo pretende ainda acrescentar programação à experiência gastronómica. O restaurante começou a promover jantares temáticos, cruzando menu, música e ambiente em torno de diferentes referências culturais. A primeira edição foi dedicada a Espanha, com sevilhanas e um menu criado especialmente para a ocasião.

Aberta de terça-feira a domingo, a nova Casa do Largo recupera assim um endereço conhecido de Cascais com uma ideia relativamente simples: voltar a fazer da mesa um lugar onde apetece ficar.

#Motivação

O histórico restaurante Casa do Largo, em Cascais, reabriu e vale muito a pena a visita

Tem mais de meio século de histórias e ganhou uma nova vida. Durante décadas, foi ponto de encontro de diferentes gerações e, recentemente, reabriu como bistrô português, com cozinha de inspiração mediterrânica e um ambiente que procura recuperar o prazer das refeições demoradas.

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23 de ago. de 2026, 12:12

Situada no número seis do Largo da Assunção, em Cascais, a Casa do Largo preserva o espírito e o charme do edifício e da história. A entrada faz-se por um portão que conduz a um pátio acolhedor, antes de chegar a uma sala onde a lareira, as madeiras, as cerâmicas e os tecidos ajudam a criar uma atmosfera mais próxima de uma casa do que de um restaurante convencional.

À frente do novo capítulo está Viviane Rocha, empresária ligada a projetos como Vela Latina, Nikkei, Forest e Char.cutaria. A sua relação com este lugar começou muito antes da reabertura. Foi precisamente no Largo que iniciou o seu percurso na restauração, há quase 20 anos. A possibilidade de recuperar a Casa do Largo permaneceu, desde então, “no canto do olho” e acabou por ganhar forma a partir de um grupo de mulheres reunidas à mesa.



Na cozinha, a proposta parte de sabores portugueses e acrescenta-lhes referências mediterrânicas. O projeto gastronómico foi desenvolvido de raiz com supervisão e consultoria do chef Benjamin Villaças, do Vela Latina, e é atualmente liderado pela chef Deyse Anjos, naquele que é o seu primeiro grande desafio à frente de uma equipa própria. A qualidade da matéria-prima e a confeção orientam uma carta que prefere construir identidade através do conjunto em vez de apostar num único prato-ícone.

Para começar, surgem opções como Queijo de Azeitão, presunto Pata Negra, amêijoas à Bulhão Pato, pica-pau do lombo, creme aveludado de lavagante ou ostras frescas. Nos pratos principais, a escolha passa por combinações como garoupa braseada sobre risotto de bacalhau, vieiras com massa fresca e molho de açafrão ou pregado e carabineiro com molho de coentros.


A carne também ocupa espaço na carta, com o Bife à Marrare, servido com molho e batatas fritas, e as plumas de porco preto ibérico com arroz de morcela. A intenção é manter os pratos reconhecíveis e confortáveis, com algumas combinações mais contemporâneas, sem afastar a cozinha da matriz portuguesa que sustenta o conceito.



O ambiente acompanha essa mesma mistura entre memória e atualização. Desenvolvido em colaboração com a designer Rita Valadão, o projeto de interiores inspira-se na luz de Cascais e combina tons quentes, azuis profundos e verdes suaves. No piso superior, uma mezanine permite criar momentos mais reservados e pode receber jantares privados; no exterior, uma esplanada com 48 lugares prolonga a casa para os dias mais quentes. A sala principal recebe 56 pessoas.

A Casa do Largo pretende ainda acrescentar programação à experiência gastronómica. O restaurante começou a promover jantares temáticos, cruzando menu, música e ambiente em torno de diferentes referências culturais. A primeira edição foi dedicada a Espanha, com sevilhanas e um menu criado especialmente para a ocasião.

Aberta de terça-feira a domingo, a nova Casa do Largo recupera assim um endereço conhecido de Cascais com uma ideia relativamente simples: voltar a fazer da mesa um lugar onde apetece ficar.

#Motivação

O histórico restaurante Casa do Largo, em Cascais, reabriu e vale muito a pena a visita

Tem mais de meio século de histórias e ganhou uma nova vida. Durante décadas, foi ponto de encontro de diferentes gerações e, recentemente, reabriu como bistrô português, com cozinha de inspiração mediterrânica e um ambiente que procura recuperar o prazer das refeições demoradas.

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23 de ago. de 2026, 12:12

Situada no número seis do Largo da Assunção, em Cascais, a Casa do Largo preserva o espírito e o charme do edifício e da história. A entrada faz-se por um portão que conduz a um pátio acolhedor, antes de chegar a uma sala onde a lareira, as madeiras, as cerâmicas e os tecidos ajudam a criar uma atmosfera mais próxima de uma casa do que de um restaurante convencional.

À frente do novo capítulo está Viviane Rocha, empresária ligada a projetos como Vela Latina, Nikkei, Forest e Char.cutaria. A sua relação com este lugar começou muito antes da reabertura. Foi precisamente no Largo que iniciou o seu percurso na restauração, há quase 20 anos. A possibilidade de recuperar a Casa do Largo permaneceu, desde então, “no canto do olho” e acabou por ganhar forma a partir de um grupo de mulheres reunidas à mesa.



Na cozinha, a proposta parte de sabores portugueses e acrescenta-lhes referências mediterrânicas. O projeto gastronómico foi desenvolvido de raiz com supervisão e consultoria do chef Benjamin Villaças, do Vela Latina, e é atualmente liderado pela chef Deyse Anjos, naquele que é o seu primeiro grande desafio à frente de uma equipa própria. A qualidade da matéria-prima e a confeção orientam uma carta que prefere construir identidade através do conjunto em vez de apostar num único prato-ícone.

Para começar, surgem opções como Queijo de Azeitão, presunto Pata Negra, amêijoas à Bulhão Pato, pica-pau do lombo, creme aveludado de lavagante ou ostras frescas. Nos pratos principais, a escolha passa por combinações como garoupa braseada sobre risotto de bacalhau, vieiras com massa fresca e molho de açafrão ou pregado e carabineiro com molho de coentros.


A carne também ocupa espaço na carta, com o Bife à Marrare, servido com molho e batatas fritas, e as plumas de porco preto ibérico com arroz de morcela. A intenção é manter os pratos reconhecíveis e confortáveis, com algumas combinações mais contemporâneas, sem afastar a cozinha da matriz portuguesa que sustenta o conceito.



O ambiente acompanha essa mesma mistura entre memória e atualização. Desenvolvido em colaboração com a designer Rita Valadão, o projeto de interiores inspira-se na luz de Cascais e combina tons quentes, azuis profundos e verdes suaves. No piso superior, uma mezanine permite criar momentos mais reservados e pode receber jantares privados; no exterior, uma esplanada com 48 lugares prolonga a casa para os dias mais quentes. A sala principal recebe 56 pessoas.

A Casa do Largo pretende ainda acrescentar programação à experiência gastronómica. O restaurante começou a promover jantares temáticos, cruzando menu, música e ambiente em torno de diferentes referências culturais. A primeira edição foi dedicada a Espanha, com sevilhanas e um menu criado especialmente para a ocasião.

Aberta de terça-feira a domingo, a nova Casa do Largo recupera assim um endereço conhecido de Cascais com uma ideia relativamente simples: voltar a fazer da mesa um lugar onde apetece ficar.

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