
#Protagonistas
BRUNA SANTANA: "É a consistência que constrói e sustenta tudo"
O seu percurso começou no Brasil, mas foi em Portugal que ganhou dimensão. A cabeleireira construiu uma marca reconhecida e lidera a equipa Bruna Santana Hair Artists. Recentemente apresentou o evento Constelação, uma extensão criativa e artística do que acontece no salão, todos os dias.
Que decisões foram mais determinantes para transformar um projeto pessoal numa marca reconhecida?
BRUNA SANTANA — A decisão mais determinante foi perceber, já numa fase de grande procura pelo meu trabalho, que não podia continuar a crescer apenas como profissional, tinha de construir uma marca. Até então, o foco era muito técnico, mas houve um momento em que se tornou claro que era necessário estruturar, dar forma e consistência a tudo o que já estava a acontecer. A partir daí, passei a tomar decisões mais estratégicas na comunicação, na experiência e na forma como o serviço é pensado, sempre com o objetivo de criar algo com identidade própria e sustentável no tempo.

Bruna Santana apresentou o evento Constelação a 9 de abril, no Mercado Time Out, em Lisboa
A Bruna Santana Hair Artists construiu-se muito em torno de uma filosofia clara: cabelo saudável, fácil de manter e com menor dependência do salão. Como surgiu essa visão e de que forma ela ajudou a diferenciar o negócio?
B.S. — Surgiu da escuta. Ao longo dos anos, percebi que muitas mulheres viviam dependentes do salão e de rotinas difíceis de manter. A nossa proposta foi trazer leveza a essa relação, criar beleza com liberdade. Trabalhamos para que o cabelo esteja bonito no dia da visita, mas sobretudo nos dias seguintes, em casa. Essa visão criou confiança e uma diferenciação clara, porque não entregamos apenas um resultado imediato, mas um acompanhamento pensado para o dia-a-dia da cliente.
Em que momento percebeu que o crescimento passava por deixar de ser apenas uma profissional e passar a construir uma equipa e um conceito?
B.S. — Foi quando percebi que o impacto que estava a ter neste mundo dos cabelos, e o sucesso que isso trazia, já não cabia na minha agenda. A partir desse momento, tornou-se evidente que o caminho passava por construir uma equipa. Esse processo exigiu equilíbrio, entre manter a essência do meu trabalho e, ao mesmo tempo, dar espaço para que outros profissionais crescessem dentro da marca. Hoje, cada hair artist contribui com a sua identidade, dentro de uma visão comum.
Muitas figuras públicas recorrem ao seu trabalho, e a marca ganhou visibilidade também através desse reconhecimento. Que papel têm essas personalidades para a afirmação no mercado português?
B.S. — Têm, sem dúvida, um papel importante na afirmação da marca. Além da visibilidade que trazem, existe também uma validação do nosso trabalho quando são mulheres com exposição pública a confiar em nós. No entanto, esse reconhecimento acontece de forma orgânica, resulta da identificação com a nossa abordagem. E é importante dizer que, para nós, todas as clientes têm o mesmo valor e a mesma atenção.
O mercado da beleza em Portugal é competitivo e em constante evolução. Quais foram os maiores desafios para afirmar uma marca própria, e com identidade, num setor que vive do hábito e, talvez até, um pouco saturado?
B.S. — O maior desafio foi educar o cliente para uma abordagem diferente. Quando não seguimos o caminho mais comum, é preciso consistência e tempo para criar confiança. Outro desafio foi manter a coerência à medida que crescíamos, protegendo a identidade da marca, mesmo com o aumento da procura. Nunca quisemos ser apenas mais uma opção no mercado, mas sim uma referência com posicionamento claro.

O evento Constelação tratou-se de uma experiência visual e sensorial, onde nove hair artists subiram ao palco como protagonistas, com apresentações performativas, revelando, em tempo real, o trabalho de corte, coloração e styling
O evento Constelação parece ter marcado um novo momento, em que os hair artists assumiram um papel performativo e artístico. Este passo é também uma forma de posicionar a marca para lá do salão, como um projeto criativo?
B.S. — Sim, a Constelação representa exatamente isso. É dar palco aos nossos artistas, mostrando quem são, o que criam e o que significam dentro da marca. Foi um momento de afirmação coletiva, onde o talento individual ganha expressão dentro de uma visão maior. Mais do que um evento, é um posicionamento que diz: somos um projeto criativo, onde a técnica e a arte caminham lado a lado.
Quando olha para o percurso que construiu, da técnica ao negócio, da profissional à líder, o que considera que foi mais importante: talento, consistência ou visão estratégica?
B.S. — A consistência. O talento pode destacar, a visão pode orientar, mas é a consistência que constrói e sustenta tudo ao longo do tempo.
E que conselho daria a quem quer afirmar-se, hoje, neste setor?
B.S. — Que procure diferenciação com verdade. É fundamental investir na técnica, mas também na forma de pensar o negócio. E, acima de tudo, não parar, estar constantemente em inovação, em evolução, em questionamento. Este é um setor que muda rapidamente, e, quem se acomoda, perde relevância. A capacidade de se reinventar é, hoje, tão importante quanto o talento.

#Protagonistas
BRUNA SANTANA: "É a consistência que constrói e sustenta tudo"
O seu percurso começou no Brasil, mas foi em Portugal que ganhou dimensão. A cabeleireira construiu uma marca reconhecida e lidera a equipa Bruna Santana Hair Artists. Recentemente apresentou o evento Constelação, uma extensão criativa e artística do que acontece no salão, todos os dias.
Que decisões foram mais determinantes para transformar um projeto pessoal numa marca reconhecida?
BRUNA SANTANA — A decisão mais determinante foi perceber, já numa fase de grande procura pelo meu trabalho, que não podia continuar a crescer apenas como profissional, tinha de construir uma marca. Até então, o foco era muito técnico, mas houve um momento em que se tornou claro que era necessário estruturar, dar forma e consistência a tudo o que já estava a acontecer. A partir daí, passei a tomar decisões mais estratégicas na comunicação, na experiência e na forma como o serviço é pensado, sempre com o objetivo de criar algo com identidade própria e sustentável no tempo.

Bruna Santana apresentou o evento Constelação a 9 de abril, no Mercado Time Out, em Lisboa
A Bruna Santana Hair Artists construiu-se muito em torno de uma filosofia clara: cabelo saudável, fácil de manter e com menor dependência do salão. Como surgiu essa visão e de que forma ela ajudou a diferenciar o negócio?
B.S. — Surgiu da escuta. Ao longo dos anos, percebi que muitas mulheres viviam dependentes do salão e de rotinas difíceis de manter. A nossa proposta foi trazer leveza a essa relação, criar beleza com liberdade. Trabalhamos para que o cabelo esteja bonito no dia da visita, mas sobretudo nos dias seguintes, em casa. Essa visão criou confiança e uma diferenciação clara, porque não entregamos apenas um resultado imediato, mas um acompanhamento pensado para o dia-a-dia da cliente.
Em que momento percebeu que o crescimento passava por deixar de ser apenas uma profissional e passar a construir uma equipa e um conceito?
B.S. — Foi quando percebi que o impacto que estava a ter neste mundo dos cabelos, e o sucesso que isso trazia, já não cabia na minha agenda. A partir desse momento, tornou-se evidente que o caminho passava por construir uma equipa. Esse processo exigiu equilíbrio, entre manter a essência do meu trabalho e, ao mesmo tempo, dar espaço para que outros profissionais crescessem dentro da marca. Hoje, cada hair artist contribui com a sua identidade, dentro de uma visão comum.
Muitas figuras públicas recorrem ao seu trabalho, e a marca ganhou visibilidade também através desse reconhecimento. Que papel têm essas personalidades para a afirmação no mercado português?
B.S. — Têm, sem dúvida, um papel importante na afirmação da marca. Além da visibilidade que trazem, existe também uma validação do nosso trabalho quando são mulheres com exposição pública a confiar em nós. No entanto, esse reconhecimento acontece de forma orgânica, resulta da identificação com a nossa abordagem. E é importante dizer que, para nós, todas as clientes têm o mesmo valor e a mesma atenção.
O mercado da beleza em Portugal é competitivo e em constante evolução. Quais foram os maiores desafios para afirmar uma marca própria, e com identidade, num setor que vive do hábito e, talvez até, um pouco saturado?
B.S. — O maior desafio foi educar o cliente para uma abordagem diferente. Quando não seguimos o caminho mais comum, é preciso consistência e tempo para criar confiança. Outro desafio foi manter a coerência à medida que crescíamos, protegendo a identidade da marca, mesmo com o aumento da procura. Nunca quisemos ser apenas mais uma opção no mercado, mas sim uma referência com posicionamento claro.

O evento Constelação tratou-se de uma experiência visual e sensorial, onde nove hair artists subiram ao palco como protagonistas, com apresentações performativas, revelando, em tempo real, o trabalho de corte, coloração e styling
O evento Constelação parece ter marcado um novo momento, em que os hair artists assumiram um papel performativo e artístico. Este passo é também uma forma de posicionar a marca para lá do salão, como um projeto criativo?
B.S. — Sim, a Constelação representa exatamente isso. É dar palco aos nossos artistas, mostrando quem são, o que criam e o que significam dentro da marca. Foi um momento de afirmação coletiva, onde o talento individual ganha expressão dentro de uma visão maior. Mais do que um evento, é um posicionamento que diz: somos um projeto criativo, onde a técnica e a arte caminham lado a lado.
Quando olha para o percurso que construiu, da técnica ao negócio, da profissional à líder, o que considera que foi mais importante: talento, consistência ou visão estratégica?
B.S. — A consistência. O talento pode destacar, a visão pode orientar, mas é a consistência que constrói e sustenta tudo ao longo do tempo.
E que conselho daria a quem quer afirmar-se, hoje, neste setor?
B.S. — Que procure diferenciação com verdade. É fundamental investir na técnica, mas também na forma de pensar o negócio. E, acima de tudo, não parar, estar constantemente em inovação, em evolução, em questionamento. Este é um setor que muda rapidamente, e, quem se acomoda, perde relevância. A capacidade de se reinventar é, hoje, tão importante quanto o talento.

#Protagonistas
BRUNA SANTANA: "É a consistência que constrói e sustenta tudo"
O seu percurso começou no Brasil, mas foi em Portugal que ganhou dimensão. A cabeleireira construiu uma marca reconhecida e lidera a equipa Bruna Santana Hair Artists. Recentemente apresentou o evento Constelação, uma extensão criativa e artística do que acontece no salão, todos os dias.
Que decisões foram mais determinantes para transformar um projeto pessoal numa marca reconhecida?
BRUNA SANTANA — A decisão mais determinante foi perceber, já numa fase de grande procura pelo meu trabalho, que não podia continuar a crescer apenas como profissional, tinha de construir uma marca. Até então, o foco era muito técnico, mas houve um momento em que se tornou claro que era necessário estruturar, dar forma e consistência a tudo o que já estava a acontecer. A partir daí, passei a tomar decisões mais estratégicas na comunicação, na experiência e na forma como o serviço é pensado, sempre com o objetivo de criar algo com identidade própria e sustentável no tempo.

Bruna Santana apresentou o evento Constelação a 9 de abril, no Mercado Time Out, em Lisboa
A Bruna Santana Hair Artists construiu-se muito em torno de uma filosofia clara: cabelo saudável, fácil de manter e com menor dependência do salão. Como surgiu essa visão e de que forma ela ajudou a diferenciar o negócio?
B.S. — Surgiu da escuta. Ao longo dos anos, percebi que muitas mulheres viviam dependentes do salão e de rotinas difíceis de manter. A nossa proposta foi trazer leveza a essa relação, criar beleza com liberdade. Trabalhamos para que o cabelo esteja bonito no dia da visita, mas sobretudo nos dias seguintes, em casa. Essa visão criou confiança e uma diferenciação clara, porque não entregamos apenas um resultado imediato, mas um acompanhamento pensado para o dia-a-dia da cliente.
Em que momento percebeu que o crescimento passava por deixar de ser apenas uma profissional e passar a construir uma equipa e um conceito?
B.S. — Foi quando percebi que o impacto que estava a ter neste mundo dos cabelos, e o sucesso que isso trazia, já não cabia na minha agenda. A partir desse momento, tornou-se evidente que o caminho passava por construir uma equipa. Esse processo exigiu equilíbrio, entre manter a essência do meu trabalho e, ao mesmo tempo, dar espaço para que outros profissionais crescessem dentro da marca. Hoje, cada hair artist contribui com a sua identidade, dentro de uma visão comum.
Muitas figuras públicas recorrem ao seu trabalho, e a marca ganhou visibilidade também através desse reconhecimento. Que papel têm essas personalidades para a afirmação no mercado português?
B.S. — Têm, sem dúvida, um papel importante na afirmação da marca. Além da visibilidade que trazem, existe também uma validação do nosso trabalho quando são mulheres com exposição pública a confiar em nós. No entanto, esse reconhecimento acontece de forma orgânica, resulta da identificação com a nossa abordagem. E é importante dizer que, para nós, todas as clientes têm o mesmo valor e a mesma atenção.
O mercado da beleza em Portugal é competitivo e em constante evolução. Quais foram os maiores desafios para afirmar uma marca própria, e com identidade, num setor que vive do hábito e, talvez até, um pouco saturado?
B.S. — O maior desafio foi educar o cliente para uma abordagem diferente. Quando não seguimos o caminho mais comum, é preciso consistência e tempo para criar confiança. Outro desafio foi manter a coerência à medida que crescíamos, protegendo a identidade da marca, mesmo com o aumento da procura. Nunca quisemos ser apenas mais uma opção no mercado, mas sim uma referência com posicionamento claro.

O evento Constelação tratou-se de uma experiência visual e sensorial, onde nove hair artists subiram ao palco como protagonistas, com apresentações performativas, revelando, em tempo real, o trabalho de corte, coloração e styling
O evento Constelação parece ter marcado um novo momento, em que os hair artists assumiram um papel performativo e artístico. Este passo é também uma forma de posicionar a marca para lá do salão, como um projeto criativo?
B.S. — Sim, a Constelação representa exatamente isso. É dar palco aos nossos artistas, mostrando quem são, o que criam e o que significam dentro da marca. Foi um momento de afirmação coletiva, onde o talento individual ganha expressão dentro de uma visão maior. Mais do que um evento, é um posicionamento que diz: somos um projeto criativo, onde a técnica e a arte caminham lado a lado.
Quando olha para o percurso que construiu, da técnica ao negócio, da profissional à líder, o que considera que foi mais importante: talento, consistência ou visão estratégica?
B.S. — A consistência. O talento pode destacar, a visão pode orientar, mas é a consistência que constrói e sustenta tudo ao longo do tempo.
E que conselho daria a quem quer afirmar-se, hoje, neste setor?
B.S. — Que procure diferenciação com verdade. É fundamental investir na técnica, mas também na forma de pensar o negócio. E, acima de tudo, não parar, estar constantemente em inovação, em evolução, em questionamento. Este é um setor que muda rapidamente, e, quem se acomoda, perde relevância. A capacidade de se reinventar é, hoje, tão importante quanto o talento.

#Protagonistas
BRUNA SANTANA: "É a consistência que constrói e sustenta tudo"
O seu percurso começou no Brasil, mas foi em Portugal que ganhou dimensão. A cabeleireira construiu uma marca reconhecida e lidera a equipa Bruna Santana Hair Artists. Recentemente apresentou o evento Constelação, uma extensão criativa e artística do que acontece no salão, todos os dias.
Que decisões foram mais determinantes para transformar um projeto pessoal numa marca reconhecida?
BRUNA SANTANA — A decisão mais determinante foi perceber, já numa fase de grande procura pelo meu trabalho, que não podia continuar a crescer apenas como profissional, tinha de construir uma marca. Até então, o foco era muito técnico, mas houve um momento em que se tornou claro que era necessário estruturar, dar forma e consistência a tudo o que já estava a acontecer. A partir daí, passei a tomar decisões mais estratégicas na comunicação, na experiência e na forma como o serviço é pensado, sempre com o objetivo de criar algo com identidade própria e sustentável no tempo.

Bruna Santana apresentou o evento Constelação a 9 de abril, no Mercado Time Out, em Lisboa
A Bruna Santana Hair Artists construiu-se muito em torno de uma filosofia clara: cabelo saudável, fácil de manter e com menor dependência do salão. Como surgiu essa visão e de que forma ela ajudou a diferenciar o negócio?
B.S. — Surgiu da escuta. Ao longo dos anos, percebi que muitas mulheres viviam dependentes do salão e de rotinas difíceis de manter. A nossa proposta foi trazer leveza a essa relação, criar beleza com liberdade. Trabalhamos para que o cabelo esteja bonito no dia da visita, mas sobretudo nos dias seguintes, em casa. Essa visão criou confiança e uma diferenciação clara, porque não entregamos apenas um resultado imediato, mas um acompanhamento pensado para o dia-a-dia da cliente.
Em que momento percebeu que o crescimento passava por deixar de ser apenas uma profissional e passar a construir uma equipa e um conceito?
B.S. — Foi quando percebi que o impacto que estava a ter neste mundo dos cabelos, e o sucesso que isso trazia, já não cabia na minha agenda. A partir desse momento, tornou-se evidente que o caminho passava por construir uma equipa. Esse processo exigiu equilíbrio, entre manter a essência do meu trabalho e, ao mesmo tempo, dar espaço para que outros profissionais crescessem dentro da marca. Hoje, cada hair artist contribui com a sua identidade, dentro de uma visão comum.
Muitas figuras públicas recorrem ao seu trabalho, e a marca ganhou visibilidade também através desse reconhecimento. Que papel têm essas personalidades para a afirmação no mercado português?
B.S. — Têm, sem dúvida, um papel importante na afirmação da marca. Além da visibilidade que trazem, existe também uma validação do nosso trabalho quando são mulheres com exposição pública a confiar em nós. No entanto, esse reconhecimento acontece de forma orgânica, resulta da identificação com a nossa abordagem. E é importante dizer que, para nós, todas as clientes têm o mesmo valor e a mesma atenção.
O mercado da beleza em Portugal é competitivo e em constante evolução. Quais foram os maiores desafios para afirmar uma marca própria, e com identidade, num setor que vive do hábito e, talvez até, um pouco saturado?
B.S. — O maior desafio foi educar o cliente para uma abordagem diferente. Quando não seguimos o caminho mais comum, é preciso consistência e tempo para criar confiança. Outro desafio foi manter a coerência à medida que crescíamos, protegendo a identidade da marca, mesmo com o aumento da procura. Nunca quisemos ser apenas mais uma opção no mercado, mas sim uma referência com posicionamento claro.

O evento Constelação tratou-se de uma experiência visual e sensorial, onde nove hair artists subiram ao palco como protagonistas, com apresentações performativas, revelando, em tempo real, o trabalho de corte, coloração e styling
O evento Constelação parece ter marcado um novo momento, em que os hair artists assumiram um papel performativo e artístico. Este passo é também uma forma de posicionar a marca para lá do salão, como um projeto criativo?
B.S. — Sim, a Constelação representa exatamente isso. É dar palco aos nossos artistas, mostrando quem são, o que criam e o que significam dentro da marca. Foi um momento de afirmação coletiva, onde o talento individual ganha expressão dentro de uma visão maior. Mais do que um evento, é um posicionamento que diz: somos um projeto criativo, onde a técnica e a arte caminham lado a lado.
Quando olha para o percurso que construiu, da técnica ao negócio, da profissional à líder, o que considera que foi mais importante: talento, consistência ou visão estratégica?
B.S. — A consistência. O talento pode destacar, a visão pode orientar, mas é a consistência que constrói e sustenta tudo ao longo do tempo.
E que conselho daria a quem quer afirmar-se, hoje, neste setor?
B.S. — Que procure diferenciação com verdade. É fundamental investir na técnica, mas também na forma de pensar o negócio. E, acima de tudo, não parar, estar constantemente em inovação, em evolução, em questionamento. Este é um setor que muda rapidamente, e, quem se acomoda, perde relevância. A capacidade de se reinventar é, hoje, tão importante quanto o talento.




