#Motivação

Nova SBE lança programa gratuito de literacia financeira para trabalhadores de PME

A literacia financeira continua a ser um dos pontos frágeis da economia portuguesa, e começa a ser vista não apenas como uma questão individual, mas como um fator com impacto direto na produtividade e no funcionamento das empresas.

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19 de mar. de 2026, 09:56

É neste contexto que a Nova SBE abriu inscrições para o programa “Finanças para Todos Empresas”, uma iniciativa gratuita dirigida a colaboradores de pequenas e médias empresas (PME) que pretende reforçar competências financeiras no quotidiano. O programa arranca com implementação faseada em 120 municípios de Portugal Continental, com uma primeira fase já em curso em 54 concelhos, onde as formações vão decorrer entre 2026 e 2028.

De acordo com dados da Comissão Europeia, apenas 42% dos adultos portugueses possuem conhecimentos financeiros básicos, um valor abaixo da média europeia. Este défice traduz-se em decisões menos informadas sobre poupança, crédito ou investimento, mas também em níveis mais elevados de stress financeiro, com impacto direto no desempenho profissional.

A premissa do programa é clara: melhor literacia financeira não é apenas uma questão pessoal, é um fator de estabilidade e produtividade dentro das organizações.


Formação integrada no tempo de trabalho

O “Finanças para Todos Empresas” foi desenhado para funcionar em contexto laboral, com sessões presenciais realizadas no município onde se localiza a empresa.

A formação inclui três sessões de três horas e meia e aborda temas como: gestão do orçamento familiar; utilização de serviços financeiros; segurança digital; crédito e risco de sobre-endividamento; investimento e preparação da reforma. O programa cumpre ainda os requisitos legais de formação previstos no Código do Trabalho, podendo ser contabilizado como horas de formação obrigatória.

A iniciativa foca-se sobretudo em territórios com forte presença de PME e menor acesso a oportunidades de formação, numa tentativa de reduzir assimetrias regionais e democratizar o acesso a competências financeiras. Antes do arranque em larga escala, está em curso um projeto-piloto em Alcochete, que permite testar o modelo e ajustar a implementação para minimizar o impacto nas operações das empresas.


Literacia financeira como investimento estratégico

Financiado por uma bolsa do European Research Council (ERC), o programa integra também uma componente de investigação que pretende medir o impacto da educação financeira no comportamento económico das pessoas, no bem-estar das famílias e no desempenho das organizações. A lógica é cada vez mais clara: num contexto de maior pressão económica e exigência sobre os trabalhadores, temas como gestão financeira pessoal deixam de estar fora do perímetro das empresas.

Ao reforçar o bem-estar, reduzir o stress financeiro e aumentar a produtividade, mostramos que investir na literacia financeira é investir no sucesso de todos”, afirma Miguel Ferreira, coordenador científico do programa.


Foto de Campaign Creators na Unsplash

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Nova SBE lança programa gratuito de literacia financeira para trabalhadores de PME

A literacia financeira continua a ser um dos pontos frágeis da economia portuguesa, e começa a ser vista não apenas como uma questão individual, mas como um fator com impacto direto na produtividade e no funcionamento das empresas.

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19 de mar. de 2026, 09:56

É neste contexto que a Nova SBE abriu inscrições para o programa “Finanças para Todos Empresas”, uma iniciativa gratuita dirigida a colaboradores de pequenas e médias empresas (PME) que pretende reforçar competências financeiras no quotidiano. O programa arranca com implementação faseada em 120 municípios de Portugal Continental, com uma primeira fase já em curso em 54 concelhos, onde as formações vão decorrer entre 2026 e 2028.

De acordo com dados da Comissão Europeia, apenas 42% dos adultos portugueses possuem conhecimentos financeiros básicos, um valor abaixo da média europeia. Este défice traduz-se em decisões menos informadas sobre poupança, crédito ou investimento, mas também em níveis mais elevados de stress financeiro, com impacto direto no desempenho profissional.

A premissa do programa é clara: melhor literacia financeira não é apenas uma questão pessoal, é um fator de estabilidade e produtividade dentro das organizações.


Formação integrada no tempo de trabalho

O “Finanças para Todos Empresas” foi desenhado para funcionar em contexto laboral, com sessões presenciais realizadas no município onde se localiza a empresa.

A formação inclui três sessões de três horas e meia e aborda temas como: gestão do orçamento familiar; utilização de serviços financeiros; segurança digital; crédito e risco de sobre-endividamento; investimento e preparação da reforma. O programa cumpre ainda os requisitos legais de formação previstos no Código do Trabalho, podendo ser contabilizado como horas de formação obrigatória.

A iniciativa foca-se sobretudo em territórios com forte presença de PME e menor acesso a oportunidades de formação, numa tentativa de reduzir assimetrias regionais e democratizar o acesso a competências financeiras. Antes do arranque em larga escala, está em curso um projeto-piloto em Alcochete, que permite testar o modelo e ajustar a implementação para minimizar o impacto nas operações das empresas.


Literacia financeira como investimento estratégico

Financiado por uma bolsa do European Research Council (ERC), o programa integra também uma componente de investigação que pretende medir o impacto da educação financeira no comportamento económico das pessoas, no bem-estar das famílias e no desempenho das organizações. A lógica é cada vez mais clara: num contexto de maior pressão económica e exigência sobre os trabalhadores, temas como gestão financeira pessoal deixam de estar fora do perímetro das empresas.

Ao reforçar o bem-estar, reduzir o stress financeiro e aumentar a produtividade, mostramos que investir na literacia financeira é investir no sucesso de todos”, afirma Miguel Ferreira, coordenador científico do programa.


Foto de Campaign Creators na Unsplash

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Nova SBE lança programa gratuito de literacia financeira para trabalhadores de PME

A literacia financeira continua a ser um dos pontos frágeis da economia portuguesa, e começa a ser vista não apenas como uma questão individual, mas como um fator com impacto direto na produtividade e no funcionamento das empresas.

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19 de mar. de 2026, 09:56

É neste contexto que a Nova SBE abriu inscrições para o programa “Finanças para Todos Empresas”, uma iniciativa gratuita dirigida a colaboradores de pequenas e médias empresas (PME) que pretende reforçar competências financeiras no quotidiano. O programa arranca com implementação faseada em 120 municípios de Portugal Continental, com uma primeira fase já em curso em 54 concelhos, onde as formações vão decorrer entre 2026 e 2028.

De acordo com dados da Comissão Europeia, apenas 42% dos adultos portugueses possuem conhecimentos financeiros básicos, um valor abaixo da média europeia. Este défice traduz-se em decisões menos informadas sobre poupança, crédito ou investimento, mas também em níveis mais elevados de stress financeiro, com impacto direto no desempenho profissional.

A premissa do programa é clara: melhor literacia financeira não é apenas uma questão pessoal, é um fator de estabilidade e produtividade dentro das organizações.


Formação integrada no tempo de trabalho

O “Finanças para Todos Empresas” foi desenhado para funcionar em contexto laboral, com sessões presenciais realizadas no município onde se localiza a empresa.

A formação inclui três sessões de três horas e meia e aborda temas como: gestão do orçamento familiar; utilização de serviços financeiros; segurança digital; crédito e risco de sobre-endividamento; investimento e preparação da reforma. O programa cumpre ainda os requisitos legais de formação previstos no Código do Trabalho, podendo ser contabilizado como horas de formação obrigatória.

A iniciativa foca-se sobretudo em territórios com forte presença de PME e menor acesso a oportunidades de formação, numa tentativa de reduzir assimetrias regionais e democratizar o acesso a competências financeiras. Antes do arranque em larga escala, está em curso um projeto-piloto em Alcochete, que permite testar o modelo e ajustar a implementação para minimizar o impacto nas operações das empresas.


Literacia financeira como investimento estratégico

Financiado por uma bolsa do European Research Council (ERC), o programa integra também uma componente de investigação que pretende medir o impacto da educação financeira no comportamento económico das pessoas, no bem-estar das famílias e no desempenho das organizações. A lógica é cada vez mais clara: num contexto de maior pressão económica e exigência sobre os trabalhadores, temas como gestão financeira pessoal deixam de estar fora do perímetro das empresas.

Ao reforçar o bem-estar, reduzir o stress financeiro e aumentar a produtividade, mostramos que investir na literacia financeira é investir no sucesso de todos”, afirma Miguel Ferreira, coordenador científico do programa.


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A literacia financeira continua a ser um dos pontos frágeis da economia portuguesa, e começa a ser vista não apenas como uma questão individual, mas como um fator com impacto direto na produtividade e no funcionamento das empresas.

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19 de mar. de 2026, 09:56

É neste contexto que a Nova SBE abriu inscrições para o programa “Finanças para Todos Empresas”, uma iniciativa gratuita dirigida a colaboradores de pequenas e médias empresas (PME) que pretende reforçar competências financeiras no quotidiano. O programa arranca com implementação faseada em 120 municípios de Portugal Continental, com uma primeira fase já em curso em 54 concelhos, onde as formações vão decorrer entre 2026 e 2028.

De acordo com dados da Comissão Europeia, apenas 42% dos adultos portugueses possuem conhecimentos financeiros básicos, um valor abaixo da média europeia. Este défice traduz-se em decisões menos informadas sobre poupança, crédito ou investimento, mas também em níveis mais elevados de stress financeiro, com impacto direto no desempenho profissional.

A premissa do programa é clara: melhor literacia financeira não é apenas uma questão pessoal, é um fator de estabilidade e produtividade dentro das organizações.


Formação integrada no tempo de trabalho

O “Finanças para Todos Empresas” foi desenhado para funcionar em contexto laboral, com sessões presenciais realizadas no município onde se localiza a empresa.

A formação inclui três sessões de três horas e meia e aborda temas como: gestão do orçamento familiar; utilização de serviços financeiros; segurança digital; crédito e risco de sobre-endividamento; investimento e preparação da reforma. O programa cumpre ainda os requisitos legais de formação previstos no Código do Trabalho, podendo ser contabilizado como horas de formação obrigatória.

A iniciativa foca-se sobretudo em territórios com forte presença de PME e menor acesso a oportunidades de formação, numa tentativa de reduzir assimetrias regionais e democratizar o acesso a competências financeiras. Antes do arranque em larga escala, está em curso um projeto-piloto em Alcochete, que permite testar o modelo e ajustar a implementação para minimizar o impacto nas operações das empresas.


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