
#Protagonistas
Cáritas de Lisboa: há 50 anos a transformar resposta social em legado
Durante décadas, esteve presente nos momentos mais frágeis da cidade, muitas vezes longe dos holofotes, quase sempre perto de quem mais precisava.
Ao assinalar 50 anos de existência formal, a Cáritas de Lisboa olha para o passado como quem confirma uma missão e para o futuro como quem assume uma responsabilidade. O MOTIVO falou com Carmo Diniz, diretora executiva da instituição, sobre identidade e o que significa continuar a combater a pobreza num mundo em mudança.
A Cáritas Diocesana de Lisboa foi formalmente constituída em 1976, mas a sua história começa antes, num tempo em que Portugal acolheu 5 500 crianças vindas da Áustria, Alemanha e Hungria no pós-guerra. Desde então, a instituição foi-se moldando às urgências de cada época, do apoio alimentar às crianças ao acompanhamento de retornados da guerra colonial, passando pela resposta às cheias em Lisboa e, mais recentemente, pelo trabalho com idosos, crianças e migrantes. “A Cáritas foi tendo sempre a capacidade para estar ao lado dos mais frágeis e excluídos da sociedade”, resume Carmo Diniz, ao traçar um arco histórico que é, acima de tudo, um retrato das vulnerabilidades da cidade ao longo de várias décadas.

Carmo Diniz, diretora executiva da Cáritas Diocesana de Lisboa
Hoje, a Cáritas de Lisboa atua numa rede ampla, que envolve 284 paróquias da diocese, além de colaborações com hospitais, prisões e autarquias. O trabalho faz-se tanto através de respostas estruturadas, como a Creche de Carnide, o Lar da Bafureira ou o apoio a migrantes através da rede CLAIM, como através de uma ação social de proximidade, muitas vezes informal, assegurada pelas comunidades locais. O papel da Cáritas, explica a diretora executiva, é “promover o trabalho em rede e apoiar tanto trabalho desenvolvido em proximidade”, garantindo que a resposta chega onde é mais necessária.
A identidade da instituição, diz Carmo Diniz, constrói-se a partir da Doutrina Social da Igreja e de uma visão que coloca a pessoa no centro de tudo. “Cada pessoa é única e irrepetível”, sublinha, explicando que só uma abordagem próxima e individualizada permite respostas eficazes. A proximidade, neste contexto, não é apenas um método, é uma forma de estar: é o que permite compreender cada situação concreta e ligar a pessoa à sua comunidade, criando condições reais para ultrapassar momentos de fragilidade.
Celebrar 50 anos é, também, escolher que história se quer contar
Para a Cáritas de Lisboa, este aniversário tem “uma dimensão de festa, mas também uma dimensão de responsabilidade”. A instituição assinala a data com um programa que percorre quatro grandes eixos estratégicos: Migrantes, Inclusão Social, Conversão ecológica e Solidão, e que culmina numa celebração pública, assumindo que a memória só faz sentido quando se transforma em compromisso.
Mais do que celebrar o passado, a Cáritas quer deixar uma mensagem clara para o futuro: “manter a convicção do primeiro dia, de que é possível erradicar a pobreza e acabar com a exclusão social na diocese de Lisboa”. Como um desígnio coletivo, onde cada pessoa e cada comunidade têm um papel a desempenhar. A ambição é grande, mas nasce da experiência acumulada no terreno.
Quando olha para os próximos 50 anos, Carmo Diniz fala de continuidade na missão e de transformação na abordagem. O objetivo é passar de uma lógica assistencialista para uma verdadeira promoção social, capaz de “retirar mais pessoas do ciclo de pobreza e evitar que outras possam cair nesse ciclo”. A marca que a Cáritas quer deixar é a de uma instituição que promove a dignidade humana em todas as circunstâncias e que continua a provar que proximidade, quando levada a sério, pode ser uma poderosa forma de mudança.

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Cáritas de Lisboa: há 50 anos a transformar resposta social em legado
Durante décadas, esteve presente nos momentos mais frágeis da cidade, muitas vezes longe dos holofotes, quase sempre perto de quem mais precisava.
Ao assinalar 50 anos de existência formal, a Cáritas de Lisboa olha para o passado como quem confirma uma missão e para o futuro como quem assume uma responsabilidade. O MOTIVO falou com Carmo Diniz, diretora executiva da instituição, sobre identidade e o que significa continuar a combater a pobreza num mundo em mudança.
A Cáritas Diocesana de Lisboa foi formalmente constituída em 1976, mas a sua história começa antes, num tempo em que Portugal acolheu 5 500 crianças vindas da Áustria, Alemanha e Hungria no pós-guerra. Desde então, a instituição foi-se moldando às urgências de cada época, do apoio alimentar às crianças ao acompanhamento de retornados da guerra colonial, passando pela resposta às cheias em Lisboa e, mais recentemente, pelo trabalho com idosos, crianças e migrantes. “A Cáritas foi tendo sempre a capacidade para estar ao lado dos mais frágeis e excluídos da sociedade”, resume Carmo Diniz, ao traçar um arco histórico que é, acima de tudo, um retrato das vulnerabilidades da cidade ao longo de várias décadas.

Carmo Diniz, diretora executiva da Cáritas Diocesana de Lisboa
Hoje, a Cáritas de Lisboa atua numa rede ampla, que envolve 284 paróquias da diocese, além de colaborações com hospitais, prisões e autarquias. O trabalho faz-se tanto através de respostas estruturadas, como a Creche de Carnide, o Lar da Bafureira ou o apoio a migrantes através da rede CLAIM, como através de uma ação social de proximidade, muitas vezes informal, assegurada pelas comunidades locais. O papel da Cáritas, explica a diretora executiva, é “promover o trabalho em rede e apoiar tanto trabalho desenvolvido em proximidade”, garantindo que a resposta chega onde é mais necessária.
A identidade da instituição, diz Carmo Diniz, constrói-se a partir da Doutrina Social da Igreja e de uma visão que coloca a pessoa no centro de tudo. “Cada pessoa é única e irrepetível”, sublinha, explicando que só uma abordagem próxima e individualizada permite respostas eficazes. A proximidade, neste contexto, não é apenas um método, é uma forma de estar: é o que permite compreender cada situação concreta e ligar a pessoa à sua comunidade, criando condições reais para ultrapassar momentos de fragilidade.
Celebrar 50 anos é, também, escolher que história se quer contar
Para a Cáritas de Lisboa, este aniversário tem “uma dimensão de festa, mas também uma dimensão de responsabilidade”. A instituição assinala a data com um programa que percorre quatro grandes eixos estratégicos: Migrantes, Inclusão Social, Conversão ecológica e Solidão, e que culmina numa celebração pública, assumindo que a memória só faz sentido quando se transforma em compromisso.
Mais do que celebrar o passado, a Cáritas quer deixar uma mensagem clara para o futuro: “manter a convicção do primeiro dia, de que é possível erradicar a pobreza e acabar com a exclusão social na diocese de Lisboa”. Como um desígnio coletivo, onde cada pessoa e cada comunidade têm um papel a desempenhar. A ambição é grande, mas nasce da experiência acumulada no terreno.
Quando olha para os próximos 50 anos, Carmo Diniz fala de continuidade na missão e de transformação na abordagem. O objetivo é passar de uma lógica assistencialista para uma verdadeira promoção social, capaz de “retirar mais pessoas do ciclo de pobreza e evitar que outras possam cair nesse ciclo”. A marca que a Cáritas quer deixar é a de uma instituição que promove a dignidade humana em todas as circunstâncias e que continua a provar que proximidade, quando levada a sério, pode ser uma poderosa forma de mudança.

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Cáritas de Lisboa: há 50 anos a transformar resposta social em legado
Durante décadas, esteve presente nos momentos mais frágeis da cidade, muitas vezes longe dos holofotes, quase sempre perto de quem mais precisava.
Ao assinalar 50 anos de existência formal, a Cáritas de Lisboa olha para o passado como quem confirma uma missão e para o futuro como quem assume uma responsabilidade. O MOTIVO falou com Carmo Diniz, diretora executiva da instituição, sobre identidade e o que significa continuar a combater a pobreza num mundo em mudança.
A Cáritas Diocesana de Lisboa foi formalmente constituída em 1976, mas a sua história começa antes, num tempo em que Portugal acolheu 5 500 crianças vindas da Áustria, Alemanha e Hungria no pós-guerra. Desde então, a instituição foi-se moldando às urgências de cada época, do apoio alimentar às crianças ao acompanhamento de retornados da guerra colonial, passando pela resposta às cheias em Lisboa e, mais recentemente, pelo trabalho com idosos, crianças e migrantes. “A Cáritas foi tendo sempre a capacidade para estar ao lado dos mais frágeis e excluídos da sociedade”, resume Carmo Diniz, ao traçar um arco histórico que é, acima de tudo, um retrato das vulnerabilidades da cidade ao longo de várias décadas.

Carmo Diniz, diretora executiva da Cáritas Diocesana de Lisboa
Hoje, a Cáritas de Lisboa atua numa rede ampla, que envolve 284 paróquias da diocese, além de colaborações com hospitais, prisões e autarquias. O trabalho faz-se tanto através de respostas estruturadas, como a Creche de Carnide, o Lar da Bafureira ou o apoio a migrantes através da rede CLAIM, como através de uma ação social de proximidade, muitas vezes informal, assegurada pelas comunidades locais. O papel da Cáritas, explica a diretora executiva, é “promover o trabalho em rede e apoiar tanto trabalho desenvolvido em proximidade”, garantindo que a resposta chega onde é mais necessária.
A identidade da instituição, diz Carmo Diniz, constrói-se a partir da Doutrina Social da Igreja e de uma visão que coloca a pessoa no centro de tudo. “Cada pessoa é única e irrepetível”, sublinha, explicando que só uma abordagem próxima e individualizada permite respostas eficazes. A proximidade, neste contexto, não é apenas um método, é uma forma de estar: é o que permite compreender cada situação concreta e ligar a pessoa à sua comunidade, criando condições reais para ultrapassar momentos de fragilidade.
Celebrar 50 anos é, também, escolher que história se quer contar
Para a Cáritas de Lisboa, este aniversário tem “uma dimensão de festa, mas também uma dimensão de responsabilidade”. A instituição assinala a data com um programa que percorre quatro grandes eixos estratégicos: Migrantes, Inclusão Social, Conversão ecológica e Solidão, e que culmina numa celebração pública, assumindo que a memória só faz sentido quando se transforma em compromisso.
Mais do que celebrar o passado, a Cáritas quer deixar uma mensagem clara para o futuro: “manter a convicção do primeiro dia, de que é possível erradicar a pobreza e acabar com a exclusão social na diocese de Lisboa”. Como um desígnio coletivo, onde cada pessoa e cada comunidade têm um papel a desempenhar. A ambição é grande, mas nasce da experiência acumulada no terreno.
Quando olha para os próximos 50 anos, Carmo Diniz fala de continuidade na missão e de transformação na abordagem. O objetivo é passar de uma lógica assistencialista para uma verdadeira promoção social, capaz de “retirar mais pessoas do ciclo de pobreza e evitar que outras possam cair nesse ciclo”. A marca que a Cáritas quer deixar é a de uma instituição que promove a dignidade humana em todas as circunstâncias e que continua a provar que proximidade, quando levada a sério, pode ser uma poderosa forma de mudança.

#Protagonistas
Cáritas de Lisboa: há 50 anos a transformar resposta social em legado
Durante décadas, esteve presente nos momentos mais frágeis da cidade, muitas vezes longe dos holofotes, quase sempre perto de quem mais precisava.
Ao assinalar 50 anos de existência formal, a Cáritas de Lisboa olha para o passado como quem confirma uma missão e para o futuro como quem assume uma responsabilidade. O MOTIVO falou com Carmo Diniz, diretora executiva da instituição, sobre identidade e o que significa continuar a combater a pobreza num mundo em mudança.
A Cáritas Diocesana de Lisboa foi formalmente constituída em 1976, mas a sua história começa antes, num tempo em que Portugal acolheu 5 500 crianças vindas da Áustria, Alemanha e Hungria no pós-guerra. Desde então, a instituição foi-se moldando às urgências de cada época, do apoio alimentar às crianças ao acompanhamento de retornados da guerra colonial, passando pela resposta às cheias em Lisboa e, mais recentemente, pelo trabalho com idosos, crianças e migrantes. “A Cáritas foi tendo sempre a capacidade para estar ao lado dos mais frágeis e excluídos da sociedade”, resume Carmo Diniz, ao traçar um arco histórico que é, acima de tudo, um retrato das vulnerabilidades da cidade ao longo de várias décadas.

Carmo Diniz, diretora executiva da Cáritas Diocesana de Lisboa
Hoje, a Cáritas de Lisboa atua numa rede ampla, que envolve 284 paróquias da diocese, além de colaborações com hospitais, prisões e autarquias. O trabalho faz-se tanto através de respostas estruturadas, como a Creche de Carnide, o Lar da Bafureira ou o apoio a migrantes através da rede CLAIM, como através de uma ação social de proximidade, muitas vezes informal, assegurada pelas comunidades locais. O papel da Cáritas, explica a diretora executiva, é “promover o trabalho em rede e apoiar tanto trabalho desenvolvido em proximidade”, garantindo que a resposta chega onde é mais necessária.
A identidade da instituição, diz Carmo Diniz, constrói-se a partir da Doutrina Social da Igreja e de uma visão que coloca a pessoa no centro de tudo. “Cada pessoa é única e irrepetível”, sublinha, explicando que só uma abordagem próxima e individualizada permite respostas eficazes. A proximidade, neste contexto, não é apenas um método, é uma forma de estar: é o que permite compreender cada situação concreta e ligar a pessoa à sua comunidade, criando condições reais para ultrapassar momentos de fragilidade.
Celebrar 50 anos é, também, escolher que história se quer contar
Para a Cáritas de Lisboa, este aniversário tem “uma dimensão de festa, mas também uma dimensão de responsabilidade”. A instituição assinala a data com um programa que percorre quatro grandes eixos estratégicos: Migrantes, Inclusão Social, Conversão ecológica e Solidão, e que culmina numa celebração pública, assumindo que a memória só faz sentido quando se transforma em compromisso.
Mais do que celebrar o passado, a Cáritas quer deixar uma mensagem clara para o futuro: “manter a convicção do primeiro dia, de que é possível erradicar a pobreza e acabar com a exclusão social na diocese de Lisboa”. Como um desígnio coletivo, onde cada pessoa e cada comunidade têm um papel a desempenhar. A ambição é grande, mas nasce da experiência acumulada no terreno.
Quando olha para os próximos 50 anos, Carmo Diniz fala de continuidade na missão e de transformação na abordagem. O objetivo é passar de uma lógica assistencialista para uma verdadeira promoção social, capaz de “retirar mais pessoas do ciclo de pobreza e evitar que outras possam cair nesse ciclo”. A marca que a Cáritas quer deixar é a de uma instituição que promove a dignidade humana em todas as circunstâncias e que continua a provar que proximidade, quando levada a sério, pode ser uma poderosa forma de mudança.



