CRÍTICA | MARTY SUPREME: Uma vertiginosa viagem pelo sonho americano

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Viciado em filmes

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23 de jan. de 2026, 19:31

#Motivação
Opinião

Nos anos 50, Marty Mauser, um jovem nova-iorquino da classe operária, acredita, com uma convicção quase patológica, que nasceu para ser grande, um campeão. O detalhe inconveniente? O palco do seu sonho reside num desporto que ninguém respeita, o ténis de mesa. Timothée Chalamet protagoniza uma alucinante viagem ao coração do sonho americano, onde a fé no sucesso colide, a alta velocidade, com a autodestruição iminente. 

Classificação: ★★★★★



MARTY SUPREME, apresenta-se com o frenesim visual característico dos irmãos Safdie, onde a mestria técnica da realização se alia, desta vez, à melhor performance da carreira de Timothée Chalamet,  para explorar o lado sombrio do sonho americano de um jovem que, nos anos 50, acredita estar destinado a grandes feitos num desporto que poucos reconhecem como tal, o ténis de mesa. Desengane-se, não se trata (e ainda bem) do típico filme sobre desporto. Aqui, a modalidade desportiva serve de pano de fundo e a força motriz para expor a obsessão, ego e delírio da mente de um jogador que, apesar de aspirante, tudo diz e faz para tentar alcançar o reconhecimento da sociedade. O resultado?


Uma frenética jornada de duas horas e meia, onde acompanhamos Marty Mauser (Timothée Chalamet), um jovem judeu nova-iorquino que é habilidoso com a raquete na mão, mas que fora da mesa é um ser humano de insuportável confiança; um vendedor de sapatos que, apesar de mal se conseguir sustentar, afirma, em alto e bom som, ser o maior jogador norte-americano de ping-pong. Com diálogos sobrepostos e um ritmo acelerado a lembrar uma real e intensa partida de ténis de mesa, a câmara segue Marty na busca do seu sonho enquanto, pelo caminho, vai  tomando uma série de decisões deploráveis diante as pessoas com quem se cruza. 



O seu portfólio de comportamentos erráticos é vasto e embaraçoso. Nega a gravidez da sua vizinha e melhor amiga, Rachel (Odessa A’zion), envolve-se com uma estrela de Hollywood casada (Gwyneth Paltrow) enquanto tenta fazer negócios com o seu marido empresário (interpretado por Kevin O’Leary, conhecido como um dos “tubarões” do programa “Shark Tank”), e chega mesmo ao ponto de pedir um resgate por um cão roubado cujo dono de índole questionável é interpretado, nada mais nada menos, por Abel Ferrara, nome lendário do cinema independente norte-americano. Nenhuma destas ações de Marty é inteiramente fortuita, o fim justifica, sempre, os meios mesmo que, à medida que o filme avança, se vá colocando em situações tragicómicas cada vez mais absurdas que são visualmente ampliadas pelo trabalho do experiente diretor de fotografia, Darius Khondji, e pautadas não só pela banda sonora de Daniel Lopatin, mas também por clássicos musicais dos anos 80 como “I Have the Touch”, de Peter Gabriel, “Forever Young”, dos Alphaville e “Everybody’s Wants to Rule the World”, dos Tears for Fears, que são reflexo tanto dos ideais do sonho americano como da mentalidade obstinada do protagonista.

 
MARTY SUPREME é por isso um épico e febril filme americano que provoca um eletrizante desconforto. Marty é um idiota a quem reprovamos as escolhas, mas de quem não conseguimos desviar o olhar. É uma personagem que permanece, incomoda e exige não ser esquecido. E muito se deve à performance de Chalamet, ator em quem já ecoa uma clara ambição de grandeza que nos faz recordar o seu discurso de agradecimento, nos SAG Awards de 2025, onde, ao receber a distinção de Melhor Ator pela sua interpretação de Bob Dylan, em A COMPLETE UNKNOWN (2024), referiu: a verdade é que estou realmente em busca da grandeza. Sei que as pessoas normalmente não falam assim, mas quero ser um dos grandes [da indústria]”. 


Neste sentido, MARTY SUPREME, mais do que um filme, é uma declaração de talento do seu protagonista. Goste-se ou não, Chalamet nunca deixou de sonhar em grande. Depois de, no inicio de janeiro, ter vencido o Golden Globe de Melhor Ator, é legitimo almejar por mais. Resta aguardar pela cerimónia de 15 março para percebermos se vai concretizar o match point e alcançar o seu objetivo: ganhar um Óscar e, assim, gravar o seu nome na História do cinema.

CRÍTICA | MARTY SUPREME: Uma vertiginosa viagem pelo sonho americano

Viciado em filmes

23 de jan. de 2026, 19:31

#Motivação

Opinião

Nos anos 50, Marty Mauser, um jovem nova-iorquino da classe operária, acredita, com uma convicção quase patológica, que nasceu para ser grande, um campeão. O detalhe inconveniente? O palco do seu sonho reside num desporto que ninguém respeita, o ténis de mesa. Timothée Chalamet protagoniza uma alucinante viagem ao coração do sonho americano, onde a fé no sucesso colide, a alta velocidade, com a autodestruição iminente. 

Classificação: ★★★★★



MARTY SUPREME, apresenta-se com o frenesim visual característico dos irmãos Safdie, onde a mestria técnica da realização se alia, desta vez, à melhor performance da carreira de Timothée Chalamet,  para explorar o lado sombrio do sonho americano de um jovem que, nos anos 50, acredita estar destinado a grandes feitos num desporto que poucos reconhecem como tal, o ténis de mesa. Desengane-se, não se trata (e ainda bem) do típico filme sobre desporto. Aqui, a modalidade desportiva serve de pano de fundo e a força motriz para expor a obsessão, ego e delírio da mente de um jogador que, apesar de aspirante, tudo diz e faz para tentar alcançar o reconhecimento da sociedade. O resultado?


Uma frenética jornada de duas horas e meia, onde acompanhamos Marty Mauser (Timothée Chalamet), um jovem judeu nova-iorquino que é habilidoso com a raquete na mão, mas que fora da mesa é um ser humano de insuportável confiança; um vendedor de sapatos que, apesar de mal se conseguir sustentar, afirma, em alto e bom som, ser o maior jogador norte-americano de ping-pong. Com diálogos sobrepostos e um ritmo acelerado a lembrar uma real e intensa partida de ténis de mesa, a câmara segue Marty na busca do seu sonho enquanto, pelo caminho, vai  tomando uma série de decisões deploráveis diante as pessoas com quem se cruza. 



O seu portfólio de comportamentos erráticos é vasto e embaraçoso. Nega a gravidez da sua vizinha e melhor amiga, Rachel (Odessa A’zion), envolve-se com uma estrela de Hollywood casada (Gwyneth Paltrow) enquanto tenta fazer negócios com o seu marido empresário (interpretado por Kevin O’Leary, conhecido como um dos “tubarões” do programa “Shark Tank”), e chega mesmo ao ponto de pedir um resgate por um cão roubado cujo dono de índole questionável é interpretado, nada mais nada menos, por Abel Ferrara, nome lendário do cinema independente norte-americano. Nenhuma destas ações de Marty é inteiramente fortuita, o fim justifica, sempre, os meios mesmo que, à medida que o filme avança, se vá colocando em situações tragicómicas cada vez mais absurdas que são visualmente ampliadas pelo trabalho do experiente diretor de fotografia, Darius Khondji, e pautadas não só pela banda sonora de Daniel Lopatin, mas também por clássicos musicais dos anos 80 como “I Have the Touch”, de Peter Gabriel, “Forever Young”, dos Alphaville e “Everybody’s Wants to Rule the World”, dos Tears for Fears, que são reflexo tanto dos ideais do sonho americano como da mentalidade obstinada do protagonista.

 
MARTY SUPREME é por isso um épico e febril filme americano que provoca um eletrizante desconforto. Marty é um idiota a quem reprovamos as escolhas, mas de quem não conseguimos desviar o olhar. É uma personagem que permanece, incomoda e exige não ser esquecido. E muito se deve à performance de Chalamet, ator em quem já ecoa uma clara ambição de grandeza que nos faz recordar o seu discurso de agradecimento, nos SAG Awards de 2025, onde, ao receber a distinção de Melhor Ator pela sua interpretação de Bob Dylan, em A COMPLETE UNKNOWN (2024), referiu: a verdade é que estou realmente em busca da grandeza. Sei que as pessoas normalmente não falam assim, mas quero ser um dos grandes [da indústria]”. 


Neste sentido, MARTY SUPREME, mais do que um filme, é uma declaração de talento do seu protagonista. Goste-se ou não, Chalamet nunca deixou de sonhar em grande. Depois de, no inicio de janeiro, ter vencido o Golden Globe de Melhor Ator, é legitimo almejar por mais. Resta aguardar pela cerimónia de 15 março para percebermos se vai concretizar o match point e alcançar o seu objetivo: ganhar um Óscar e, assim, gravar o seu nome na História do cinema.

CRÍTICA | MARTY SUPREME: Uma vertiginosa viagem pelo sonho americano

Viciado em filmes

23 de jan. de 2026, 19:31

#Motivação

Opinião

Nos anos 50, Marty Mauser, um jovem nova-iorquino da classe operária, acredita, com uma convicção quase patológica, que nasceu para ser grande, um campeão. O detalhe inconveniente? O palco do seu sonho reside num desporto que ninguém respeita, o ténis de mesa. Timothée Chalamet protagoniza uma alucinante viagem ao coração do sonho americano, onde a fé no sucesso colide, a alta velocidade, com a autodestruição iminente. 

Classificação: ★★★★★



MARTY SUPREME, apresenta-se com o frenesim visual característico dos irmãos Safdie, onde a mestria técnica da realização se alia, desta vez, à melhor performance da carreira de Timothée Chalamet,  para explorar o lado sombrio do sonho americano de um jovem que, nos anos 50, acredita estar destinado a grandes feitos num desporto que poucos reconhecem como tal, o ténis de mesa. Desengane-se, não se trata (e ainda bem) do típico filme sobre desporto. Aqui, a modalidade desportiva serve de pano de fundo e a força motriz para expor a obsessão, ego e delírio da mente de um jogador que, apesar de aspirante, tudo diz e faz para tentar alcançar o reconhecimento da sociedade. O resultado?


Uma frenética jornada de duas horas e meia, onde acompanhamos Marty Mauser (Timothée Chalamet), um jovem judeu nova-iorquino que é habilidoso com a raquete na mão, mas que fora da mesa é um ser humano de insuportável confiança; um vendedor de sapatos que, apesar de mal se conseguir sustentar, afirma, em alto e bom som, ser o maior jogador norte-americano de ping-pong. Com diálogos sobrepostos e um ritmo acelerado a lembrar uma real e intensa partida de ténis de mesa, a câmara segue Marty na busca do seu sonho enquanto, pelo caminho, vai  tomando uma série de decisões deploráveis diante as pessoas com quem se cruza. 



O seu portfólio de comportamentos erráticos é vasto e embaraçoso. Nega a gravidez da sua vizinha e melhor amiga, Rachel (Odessa A’zion), envolve-se com uma estrela de Hollywood casada (Gwyneth Paltrow) enquanto tenta fazer negócios com o seu marido empresário (interpretado por Kevin O’Leary, conhecido como um dos “tubarões” do programa “Shark Tank”), e chega mesmo ao ponto de pedir um resgate por um cão roubado cujo dono de índole questionável é interpretado, nada mais nada menos, por Abel Ferrara, nome lendário do cinema independente norte-americano. Nenhuma destas ações de Marty é inteiramente fortuita, o fim justifica, sempre, os meios mesmo que, à medida que o filme avança, se vá colocando em situações tragicómicas cada vez mais absurdas que são visualmente ampliadas pelo trabalho do experiente diretor de fotografia, Darius Khondji, e pautadas não só pela banda sonora de Daniel Lopatin, mas também por clássicos musicais dos anos 80 como “I Have the Touch”, de Peter Gabriel, “Forever Young”, dos Alphaville e “Everybody’s Wants to Rule the World”, dos Tears for Fears, que são reflexo tanto dos ideais do sonho americano como da mentalidade obstinada do protagonista.

 
MARTY SUPREME é por isso um épico e febril filme americano que provoca um eletrizante desconforto. Marty é um idiota a quem reprovamos as escolhas, mas de quem não conseguimos desviar o olhar. É uma personagem que permanece, incomoda e exige não ser esquecido. E muito se deve à performance de Chalamet, ator em quem já ecoa uma clara ambição de grandeza que nos faz recordar o seu discurso de agradecimento, nos SAG Awards de 2025, onde, ao receber a distinção de Melhor Ator pela sua interpretação de Bob Dylan, em A COMPLETE UNKNOWN (2024), referiu: a verdade é que estou realmente em busca da grandeza. Sei que as pessoas normalmente não falam assim, mas quero ser um dos grandes [da indústria]”. 


Neste sentido, MARTY SUPREME, mais do que um filme, é uma declaração de talento do seu protagonista. Goste-se ou não, Chalamet nunca deixou de sonhar em grande. Depois de, no inicio de janeiro, ter vencido o Golden Globe de Melhor Ator, é legitimo almejar por mais. Resta aguardar pela cerimónia de 15 março para percebermos se vai concretizar o match point e alcançar o seu objetivo: ganhar um Óscar e, assim, gravar o seu nome na História do cinema.

CRÍTICA | MARTY SUPREME: Uma vertiginosa viagem pelo sonho americano

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23 de jan. de 2026, 19:31

#Motivação

Opinião

Nos anos 50, Marty Mauser, um jovem nova-iorquino da classe operária, acredita, com uma convicção quase patológica, que nasceu para ser grande, um campeão. O detalhe inconveniente? O palco do seu sonho reside num desporto que ninguém respeita, o ténis de mesa. Timothée Chalamet protagoniza uma alucinante viagem ao coração do sonho americano, onde a fé no sucesso colide, a alta velocidade, com a autodestruição iminente. 

Classificação: ★★★★★



MARTY SUPREME, apresenta-se com o frenesim visual característico dos irmãos Safdie, onde a mestria técnica da realização se alia, desta vez, à melhor performance da carreira de Timothée Chalamet,  para explorar o lado sombrio do sonho americano de um jovem que, nos anos 50, acredita estar destinado a grandes feitos num desporto que poucos reconhecem como tal, o ténis de mesa. Desengane-se, não se trata (e ainda bem) do típico filme sobre desporto. Aqui, a modalidade desportiva serve de pano de fundo e a força motriz para expor a obsessão, ego e delírio da mente de um jogador que, apesar de aspirante, tudo diz e faz para tentar alcançar o reconhecimento da sociedade. O resultado?


Uma frenética jornada de duas horas e meia, onde acompanhamos Marty Mauser (Timothée Chalamet), um jovem judeu nova-iorquino que é habilidoso com a raquete na mão, mas que fora da mesa é um ser humano de insuportável confiança; um vendedor de sapatos que, apesar de mal se conseguir sustentar, afirma, em alto e bom som, ser o maior jogador norte-americano de ping-pong. Com diálogos sobrepostos e um ritmo acelerado a lembrar uma real e intensa partida de ténis de mesa, a câmara segue Marty na busca do seu sonho enquanto, pelo caminho, vai  tomando uma série de decisões deploráveis diante as pessoas com quem se cruza. 



O seu portfólio de comportamentos erráticos é vasto e embaraçoso. Nega a gravidez da sua vizinha e melhor amiga, Rachel (Odessa A’zion), envolve-se com uma estrela de Hollywood casada (Gwyneth Paltrow) enquanto tenta fazer negócios com o seu marido empresário (interpretado por Kevin O’Leary, conhecido como um dos “tubarões” do programa “Shark Tank”), e chega mesmo ao ponto de pedir um resgate por um cão roubado cujo dono de índole questionável é interpretado, nada mais nada menos, por Abel Ferrara, nome lendário do cinema independente norte-americano. Nenhuma destas ações de Marty é inteiramente fortuita, o fim justifica, sempre, os meios mesmo que, à medida que o filme avança, se vá colocando em situações tragicómicas cada vez mais absurdas que são visualmente ampliadas pelo trabalho do experiente diretor de fotografia, Darius Khondji, e pautadas não só pela banda sonora de Daniel Lopatin, mas também por clássicos musicais dos anos 80 como “I Have the Touch”, de Peter Gabriel, “Forever Young”, dos Alphaville e “Everybody’s Wants to Rule the World”, dos Tears for Fears, que são reflexo tanto dos ideais do sonho americano como da mentalidade obstinada do protagonista.

 
MARTY SUPREME é por isso um épico e febril filme americano que provoca um eletrizante desconforto. Marty é um idiota a quem reprovamos as escolhas, mas de quem não conseguimos desviar o olhar. É uma personagem que permanece, incomoda e exige não ser esquecido. E muito se deve à performance de Chalamet, ator em quem já ecoa uma clara ambição de grandeza que nos faz recordar o seu discurso de agradecimento, nos SAG Awards de 2025, onde, ao receber a distinção de Melhor Ator pela sua interpretação de Bob Dylan, em A COMPLETE UNKNOWN (2024), referiu: a verdade é que estou realmente em busca da grandeza. Sei que as pessoas normalmente não falam assim, mas quero ser um dos grandes [da indústria]”. 


Neste sentido, MARTY SUPREME, mais do que um filme, é uma declaração de talento do seu protagonista. Goste-se ou não, Chalamet nunca deixou de sonhar em grande. Depois de, no inicio de janeiro, ter vencido o Golden Globe de Melhor Ator, é legitimo almejar por mais. Resta aguardar pela cerimónia de 15 março para percebermos se vai concretizar o match point e alcançar o seu objetivo: ganhar um Óscar e, assim, gravar o seu nome na História do cinema.

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