#Protagonistas

Circulo: comunidade feminina internacional já tem edição portuguesa

Depois de São Paulo e Amesterdão, o Circulo chega a Lisboa com uma proposta que se posiciona entre comunidade, networking, experiências e desenvolvimento pessoal. A edição portuguesa partiu da vontade de Tânia Santos Silva e pretende reunir mulheres de diferentes áreas, percursos e gerações, assente num modelo de adesão anual.

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15 de jun. de 2026, 11:02

A ideia não é criar apenas mais um clube profissional. Para Tânia Santos Silva, responsável pela edição portuguesa do Circulo, o ponto de partida está menos na troca imediata de contactos e mais na construção de relações com tempo. “O networking é uma consequência natural, mas não é o objetivo principal”, explica ao MOTIVO.

“O Circulo foi criado para mulheres que valorizam relações genuínas, conversas com significado e crescimento partilhado”.

Num contexto em que muitas comunidades profissionais se organizam em torno da visibilidade, da performance e da utilidade imediata, o Circulo procura apresentar-se como um espaço de pertença. “Num mundo onde tudo parece acelerado e transacional, sentimos falta de espaços onde as mulheres possam simplesmente ser elas próprias, sem necessidade de provar nada”, acrescenta a empresária.


Tânia Santos Silva é a dinamizadora do Circulo em Portugal


A versão portuguesa manterá a essência internacional do projeto, fundado por Malu Voss, embora com uma identidade própria. Estão previstos encontros intimistas, jantares, conversas inspiradoras, experiências de bem-estar, momentos culturais e retiros. A ambição, segundo a responsável, é criar oportunidades para que as participantes se conheçam “além dos títulos profissionais e das redes sociais”.

A chegada do Circulo a Lisboa nasce também de uma perceção pessoal. Depois de viver em vários países e de construir uma rede internacional de mulheres, Tânia Santos Silva sentiu que Portugal precisava de um espaço semelhante. “Muitas vezes, as mulheres sentem falta de espaços onde possam encontrar apoio, inspiração e pertença de forma genuína”, afirma. “A minha motivação foi precisamente criar esse espaço e contribuir para uma comunidade feminina mais conectada e colaborativa”.


O primeiro encontro do Circulo em Portugal aconteceu no início de junho e juntou o grupo de mulheres fundadoras da versão portuguesa


O grupo fundador foi pensado para refletir essa diversidade. Mais do que selecionar mulheres apenas pelo sucesso profissional, a equipa procurou perfis alinhados com valores como generosidade, autenticidade, curiosidade e vontade de contribuir para o crescimento de outras mulheres. “A diversidade de experiências e perspetivas era essencial para nós”, sublinha.

A entrada no Circulo funciona através de uma adesão anual. Algumas mulheres chegam por convite ou recomendação, embora exista também um processo de candidatura. O critério, explica Tânia Santos Silva, não passa apenas pela análise de currículos.

“Procuramos perceber se existe alinhamento com os valores e a cultura da comunidade”.

Do ponto de vista prático, o Circulo irá combinar encontros presenciais, experiências exclusivas, conversas com convidadas especiais, momentos de desenvolvimento pessoal e profissional, bem-estar, cultura e viagens. Ainda assim, a responsável insiste que o valor do projeto não está apenas na agenda de eventos. “Está nas relações, nas oportunidades e no sentimento de pertença que se cria entre as mulheres que fazem parte do Circulo”.

A chegada a Lisboa surge num momento em que cresce o interesse por comunidades mais especializadas, com curadoria e sentido de pertença. Entre marcas pessoais, redes profissionais e novas formas de sociabilidade, o Circulo posiciona-se como um espaço onde a ligação entre mulheres se mede pela possibilidade de criar relações mais continuadas, humanas e colaborativas.

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Circulo: comunidade feminina internacional já tem edição portuguesa

Depois de São Paulo e Amesterdão, o Circulo chega a Lisboa com uma proposta que se posiciona entre comunidade, networking, experiências e desenvolvimento pessoal. A edição portuguesa partiu da vontade de Tânia Santos Silva e pretende reunir mulheres de diferentes áreas, percursos e gerações, assente num modelo de adesão anual.

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15 de jun. de 2026, 11:02

A ideia não é criar apenas mais um clube profissional. Para Tânia Santos Silva, responsável pela edição portuguesa do Circulo, o ponto de partida está menos na troca imediata de contactos e mais na construção de relações com tempo. “O networking é uma consequência natural, mas não é o objetivo principal”, explica ao MOTIVO.

“O Circulo foi criado para mulheres que valorizam relações genuínas, conversas com significado e crescimento partilhado”.

Num contexto em que muitas comunidades profissionais se organizam em torno da visibilidade, da performance e da utilidade imediata, o Circulo procura apresentar-se como um espaço de pertença. “Num mundo onde tudo parece acelerado e transacional, sentimos falta de espaços onde as mulheres possam simplesmente ser elas próprias, sem necessidade de provar nada”, acrescenta a empresária.


Tânia Santos Silva é a dinamizadora do Circulo em Portugal


A versão portuguesa manterá a essência internacional do projeto, fundado por Malu Voss, embora com uma identidade própria. Estão previstos encontros intimistas, jantares, conversas inspiradoras, experiências de bem-estar, momentos culturais e retiros. A ambição, segundo a responsável, é criar oportunidades para que as participantes se conheçam “além dos títulos profissionais e das redes sociais”.

A chegada do Circulo a Lisboa nasce também de uma perceção pessoal. Depois de viver em vários países e de construir uma rede internacional de mulheres, Tânia Santos Silva sentiu que Portugal precisava de um espaço semelhante. “Muitas vezes, as mulheres sentem falta de espaços onde possam encontrar apoio, inspiração e pertença de forma genuína”, afirma. “A minha motivação foi precisamente criar esse espaço e contribuir para uma comunidade feminina mais conectada e colaborativa”.


O primeiro encontro do Circulo em Portugal aconteceu no início de junho e juntou o grupo de mulheres fundadoras da versão portuguesa


O grupo fundador foi pensado para refletir essa diversidade. Mais do que selecionar mulheres apenas pelo sucesso profissional, a equipa procurou perfis alinhados com valores como generosidade, autenticidade, curiosidade e vontade de contribuir para o crescimento de outras mulheres. “A diversidade de experiências e perspetivas era essencial para nós”, sublinha.

A entrada no Circulo funciona através de uma adesão anual. Algumas mulheres chegam por convite ou recomendação, embora exista também um processo de candidatura. O critério, explica Tânia Santos Silva, não passa apenas pela análise de currículos.

“Procuramos perceber se existe alinhamento com os valores e a cultura da comunidade”.

Do ponto de vista prático, o Circulo irá combinar encontros presenciais, experiências exclusivas, conversas com convidadas especiais, momentos de desenvolvimento pessoal e profissional, bem-estar, cultura e viagens. Ainda assim, a responsável insiste que o valor do projeto não está apenas na agenda de eventos. “Está nas relações, nas oportunidades e no sentimento de pertença que se cria entre as mulheres que fazem parte do Circulo”.

A chegada a Lisboa surge num momento em que cresce o interesse por comunidades mais especializadas, com curadoria e sentido de pertença. Entre marcas pessoais, redes profissionais e novas formas de sociabilidade, o Circulo posiciona-se como um espaço onde a ligação entre mulheres se mede pela possibilidade de criar relações mais continuadas, humanas e colaborativas.

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Circulo: comunidade feminina internacional já tem edição portuguesa

Depois de São Paulo e Amesterdão, o Circulo chega a Lisboa com uma proposta que se posiciona entre comunidade, networking, experiências e desenvolvimento pessoal. A edição portuguesa partiu da vontade de Tânia Santos Silva e pretende reunir mulheres de diferentes áreas, percursos e gerações, assente num modelo de adesão anual.

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15 de jun. de 2026, 11:02

A ideia não é criar apenas mais um clube profissional. Para Tânia Santos Silva, responsável pela edição portuguesa do Circulo, o ponto de partida está menos na troca imediata de contactos e mais na construção de relações com tempo. “O networking é uma consequência natural, mas não é o objetivo principal”, explica ao MOTIVO.

“O Circulo foi criado para mulheres que valorizam relações genuínas, conversas com significado e crescimento partilhado”.

Num contexto em que muitas comunidades profissionais se organizam em torno da visibilidade, da performance e da utilidade imediata, o Circulo procura apresentar-se como um espaço de pertença. “Num mundo onde tudo parece acelerado e transacional, sentimos falta de espaços onde as mulheres possam simplesmente ser elas próprias, sem necessidade de provar nada”, acrescenta a empresária.


Tânia Santos Silva é a dinamizadora do Circulo em Portugal


A versão portuguesa manterá a essência internacional do projeto, fundado por Malu Voss, embora com uma identidade própria. Estão previstos encontros intimistas, jantares, conversas inspiradoras, experiências de bem-estar, momentos culturais e retiros. A ambição, segundo a responsável, é criar oportunidades para que as participantes se conheçam “além dos títulos profissionais e das redes sociais”.

A chegada do Circulo a Lisboa nasce também de uma perceção pessoal. Depois de viver em vários países e de construir uma rede internacional de mulheres, Tânia Santos Silva sentiu que Portugal precisava de um espaço semelhante. “Muitas vezes, as mulheres sentem falta de espaços onde possam encontrar apoio, inspiração e pertença de forma genuína”, afirma. “A minha motivação foi precisamente criar esse espaço e contribuir para uma comunidade feminina mais conectada e colaborativa”.


O primeiro encontro do Circulo em Portugal aconteceu no início de junho e juntou o grupo de mulheres fundadoras da versão portuguesa


O grupo fundador foi pensado para refletir essa diversidade. Mais do que selecionar mulheres apenas pelo sucesso profissional, a equipa procurou perfis alinhados com valores como generosidade, autenticidade, curiosidade e vontade de contribuir para o crescimento de outras mulheres. “A diversidade de experiências e perspetivas era essencial para nós”, sublinha.

A entrada no Circulo funciona através de uma adesão anual. Algumas mulheres chegam por convite ou recomendação, embora exista também um processo de candidatura. O critério, explica Tânia Santos Silva, não passa apenas pela análise de currículos.

“Procuramos perceber se existe alinhamento com os valores e a cultura da comunidade”.

Do ponto de vista prático, o Circulo irá combinar encontros presenciais, experiências exclusivas, conversas com convidadas especiais, momentos de desenvolvimento pessoal e profissional, bem-estar, cultura e viagens. Ainda assim, a responsável insiste que o valor do projeto não está apenas na agenda de eventos. “Está nas relações, nas oportunidades e no sentimento de pertença que se cria entre as mulheres que fazem parte do Circulo”.

A chegada a Lisboa surge num momento em que cresce o interesse por comunidades mais especializadas, com curadoria e sentido de pertença. Entre marcas pessoais, redes profissionais e novas formas de sociabilidade, o Circulo posiciona-se como um espaço onde a ligação entre mulheres se mede pela possibilidade de criar relações mais continuadas, humanas e colaborativas.

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Circulo: comunidade feminina internacional já tem edição portuguesa

Depois de São Paulo e Amesterdão, o Circulo chega a Lisboa com uma proposta que se posiciona entre comunidade, networking, experiências e desenvolvimento pessoal. A edição portuguesa partiu da vontade de Tânia Santos Silva e pretende reunir mulheres de diferentes áreas, percursos e gerações, assente num modelo de adesão anual.

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15 de jun. de 2026, 11:02

A ideia não é criar apenas mais um clube profissional. Para Tânia Santos Silva, responsável pela edição portuguesa do Circulo, o ponto de partida está menos na troca imediata de contactos e mais na construção de relações com tempo. “O networking é uma consequência natural, mas não é o objetivo principal”, explica ao MOTIVO.

“O Circulo foi criado para mulheres que valorizam relações genuínas, conversas com significado e crescimento partilhado”.

Num contexto em que muitas comunidades profissionais se organizam em torno da visibilidade, da performance e da utilidade imediata, o Circulo procura apresentar-se como um espaço de pertença. “Num mundo onde tudo parece acelerado e transacional, sentimos falta de espaços onde as mulheres possam simplesmente ser elas próprias, sem necessidade de provar nada”, acrescenta a empresária.


Tânia Santos Silva é a dinamizadora do Circulo em Portugal


A versão portuguesa manterá a essência internacional do projeto, fundado por Malu Voss, embora com uma identidade própria. Estão previstos encontros intimistas, jantares, conversas inspiradoras, experiências de bem-estar, momentos culturais e retiros. A ambição, segundo a responsável, é criar oportunidades para que as participantes se conheçam “além dos títulos profissionais e das redes sociais”.

A chegada do Circulo a Lisboa nasce também de uma perceção pessoal. Depois de viver em vários países e de construir uma rede internacional de mulheres, Tânia Santos Silva sentiu que Portugal precisava de um espaço semelhante. “Muitas vezes, as mulheres sentem falta de espaços onde possam encontrar apoio, inspiração e pertença de forma genuína”, afirma. “A minha motivação foi precisamente criar esse espaço e contribuir para uma comunidade feminina mais conectada e colaborativa”.


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Do ponto de vista prático, o Circulo irá combinar encontros presenciais, experiências exclusivas, conversas com convidadas especiais, momentos de desenvolvimento pessoal e profissional, bem-estar, cultura e viagens. Ainda assim, a responsável insiste que o valor do projeto não está apenas na agenda de eventos. “Está nas relações, nas oportunidades e no sentimento de pertença que se cria entre as mulheres que fazem parte do Circulo”.

A chegada a Lisboa surge num momento em que cresce o interesse por comunidades mais especializadas, com curadoria e sentido de pertença. Entre marcas pessoais, redes profissionais e novas formas de sociabilidade, o Circulo posiciona-se como um espaço onde a ligação entre mulheres se mede pela possibilidade de criar relações mais continuadas, humanas e colaborativas.

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