
#Conhecimento
O áudio está a ganhar peso nas estratégias das marcas, e os números já mostram porquê
Em Portugal, 83% dos profissionais de marketing e comunicação consideram o áudio uma parte importante da sua estratégia, e 52% antecipam aumentar o investimento já nos próximos 12 meses. Os dados fazem parte do estudo Sound Check 2026, desenvolvido pela Bauer Media, que reuniu mais de 1.000 profissionais em oito países europeus, incluindo 174 inquiridos em Portugal.
Durante anos, o áudio ocupou um lugar relativamente estável no mix de media, mas atualmente está a começar a reposicionar-se como canal estratégico para as marcas. Mais do que crescimento, o que está em causa é uma mudança de função, diz o estudo divulgado hoje pela Bauer Media. Ao contrário de outros meios, o áudio destaca-se pela capacidade de repetição e presença ao longo do tempo. Sete em cada dez inquiridos (70%) apontam precisamente essa característica: a capacidade de manter marcas top of mind de forma consistente.
Para as marcas, esta lógica tem implicações diretas. Num contexto fragmentado, onde captar atenção é cada vez mais difícil, o áudio surge como um meio menos intrusivo e mais integrado no quotidiano. Um meio que acompanha. E isso altera a forma como a mensagem é recebida.
Do alcance à relação que se estabelece
O estudo mostra também que o áudio digital está a ganhar relevância, sobretudo pela sua capacidade de atingir audiências em contextos específicos. Cerca de 48% dos profissionais consideram que este formato permite chegar a públicos mais relevantes, com valor comercial claro.
Este dado ajuda a explicar porque é que o áudio está a deixar de ser visto apenas como um canal de distribuição e está a passar a ser entendido como um espaço de relação. A proximidade, seja através de música, rádio ou podcasts, cria condições para uma ligação mais contínua entre marcas e pessoas.
Nesse campo, o podcasting assume um papel central. 76% dos inquiridos consideram que a publicidade neste formato atinge audiências altamente envolvidas, e quase metade prevê aumentar o investimento. A leitura é clara: trata-se de estar presente em momentos de atenção real.
O desafio já não é só provar valor
Apesar do potencial, há ainda barreiras. A principal continua a ser a medição. 72% dos profissionais admitem que investiriam mais em áudio se existissem ferramentas mais precisas para avaliar resultados.
Este ponto revela um desfasamento típico de mercados em crescimento: o reconhecimento do valor antecede a capacidade de o quantificar. Para as marcas, isso implica um equilíbrio entre experimentação e rigor. Investir em formatos que funcionam, mesmo quando a medição ainda não acompanha totalmente.
A inteligência artificial entra aqui como fator de aceleração. Mais de metade dos profissionais (52%) já a utiliza para aumentar a eficiência, sobretudo ao nível da criação e adaptação de conteúdos. Ainda assim, persistem reservas: 36% apontam riscos associados à confiança e à gestão da marca.
Um meio mais humano e mais estratégico
O futuro do áudio, segundo o estudo, passa por uma maior integração nos conteúdos e uma personalização crescente da experiência. Em Portugal, 49% dos profissionais acreditam que o áudio digital estará profundamente integrado nos conteúdos, enquanto 38% antecipam experiências mais ajustadas ao utilizador.
Rita Sobral, VP Revenue Growth da Bauer Media Audio Portugal, resume: “A rádio evoluiu para um ecossistema de áudio mais amplo, que permite às marcas chegar a diferentes audiências e contextos de consumo. O desafio já não é provar o seu valor, mas dar-lhe um papel mais central nas estratégias de comunicação”.
Para as marcas, a questão deixa de ser se devem investir em áudio.Passa a ser como e com que ambição.
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(C) Foto de Jonathan Velasquez na Unsplash

#Conhecimento
O áudio está a ganhar peso nas estratégias das marcas, e os números já mostram porquê
Em Portugal, 83% dos profissionais de marketing e comunicação consideram o áudio uma parte importante da sua estratégia, e 52% antecipam aumentar o investimento já nos próximos 12 meses. Os dados fazem parte do estudo Sound Check 2026, desenvolvido pela Bauer Media, que reuniu mais de 1.000 profissionais em oito países europeus, incluindo 174 inquiridos em Portugal.
Durante anos, o áudio ocupou um lugar relativamente estável no mix de media, mas atualmente está a começar a reposicionar-se como canal estratégico para as marcas. Mais do que crescimento, o que está em causa é uma mudança de função, diz o estudo divulgado hoje pela Bauer Media. Ao contrário de outros meios, o áudio destaca-se pela capacidade de repetição e presença ao longo do tempo. Sete em cada dez inquiridos (70%) apontam precisamente essa característica: a capacidade de manter marcas top of mind de forma consistente.
Para as marcas, esta lógica tem implicações diretas. Num contexto fragmentado, onde captar atenção é cada vez mais difícil, o áudio surge como um meio menos intrusivo e mais integrado no quotidiano. Um meio que acompanha. E isso altera a forma como a mensagem é recebida.
Do alcance à relação que se estabelece
O estudo mostra também que o áudio digital está a ganhar relevância, sobretudo pela sua capacidade de atingir audiências em contextos específicos. Cerca de 48% dos profissionais consideram que este formato permite chegar a públicos mais relevantes, com valor comercial claro.
Este dado ajuda a explicar porque é que o áudio está a deixar de ser visto apenas como um canal de distribuição e está a passar a ser entendido como um espaço de relação. A proximidade, seja através de música, rádio ou podcasts, cria condições para uma ligação mais contínua entre marcas e pessoas.
Nesse campo, o podcasting assume um papel central. 76% dos inquiridos consideram que a publicidade neste formato atinge audiências altamente envolvidas, e quase metade prevê aumentar o investimento. A leitura é clara: trata-se de estar presente em momentos de atenção real.
O desafio já não é só provar valor
Apesar do potencial, há ainda barreiras. A principal continua a ser a medição. 72% dos profissionais admitem que investiriam mais em áudio se existissem ferramentas mais precisas para avaliar resultados.
Este ponto revela um desfasamento típico de mercados em crescimento: o reconhecimento do valor antecede a capacidade de o quantificar. Para as marcas, isso implica um equilíbrio entre experimentação e rigor. Investir em formatos que funcionam, mesmo quando a medição ainda não acompanha totalmente.
A inteligência artificial entra aqui como fator de aceleração. Mais de metade dos profissionais (52%) já a utiliza para aumentar a eficiência, sobretudo ao nível da criação e adaptação de conteúdos. Ainda assim, persistem reservas: 36% apontam riscos associados à confiança e à gestão da marca.
Um meio mais humano e mais estratégico
O futuro do áudio, segundo o estudo, passa por uma maior integração nos conteúdos e uma personalização crescente da experiência. Em Portugal, 49% dos profissionais acreditam que o áudio digital estará profundamente integrado nos conteúdos, enquanto 38% antecipam experiências mais ajustadas ao utilizador.
Rita Sobral, VP Revenue Growth da Bauer Media Audio Portugal, resume: “A rádio evoluiu para um ecossistema de áudio mais amplo, que permite às marcas chegar a diferentes audiências e contextos de consumo. O desafio já não é provar o seu valor, mas dar-lhe um papel mais central nas estratégias de comunicação”.
Para as marcas, a questão deixa de ser se devem investir em áudio.Passa a ser como e com que ambição.
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#Conhecimento
O áudio está a ganhar peso nas estratégias das marcas, e os números já mostram porquê
Em Portugal, 83% dos profissionais de marketing e comunicação consideram o áudio uma parte importante da sua estratégia, e 52% antecipam aumentar o investimento já nos próximos 12 meses. Os dados fazem parte do estudo Sound Check 2026, desenvolvido pela Bauer Media, que reuniu mais de 1.000 profissionais em oito países europeus, incluindo 174 inquiridos em Portugal.
Durante anos, o áudio ocupou um lugar relativamente estável no mix de media, mas atualmente está a começar a reposicionar-se como canal estratégico para as marcas. Mais do que crescimento, o que está em causa é uma mudança de função, diz o estudo divulgado hoje pela Bauer Media. Ao contrário de outros meios, o áudio destaca-se pela capacidade de repetição e presença ao longo do tempo. Sete em cada dez inquiridos (70%) apontam precisamente essa característica: a capacidade de manter marcas top of mind de forma consistente.
Para as marcas, esta lógica tem implicações diretas. Num contexto fragmentado, onde captar atenção é cada vez mais difícil, o áudio surge como um meio menos intrusivo e mais integrado no quotidiano. Um meio que acompanha. E isso altera a forma como a mensagem é recebida.
Do alcance à relação que se estabelece
O estudo mostra também que o áudio digital está a ganhar relevância, sobretudo pela sua capacidade de atingir audiências em contextos específicos. Cerca de 48% dos profissionais consideram que este formato permite chegar a públicos mais relevantes, com valor comercial claro.
Este dado ajuda a explicar porque é que o áudio está a deixar de ser visto apenas como um canal de distribuição e está a passar a ser entendido como um espaço de relação. A proximidade, seja através de música, rádio ou podcasts, cria condições para uma ligação mais contínua entre marcas e pessoas.
Nesse campo, o podcasting assume um papel central. 76% dos inquiridos consideram que a publicidade neste formato atinge audiências altamente envolvidas, e quase metade prevê aumentar o investimento. A leitura é clara: trata-se de estar presente em momentos de atenção real.
O desafio já não é só provar valor
Apesar do potencial, há ainda barreiras. A principal continua a ser a medição. 72% dos profissionais admitem que investiriam mais em áudio se existissem ferramentas mais precisas para avaliar resultados.
Este ponto revela um desfasamento típico de mercados em crescimento: o reconhecimento do valor antecede a capacidade de o quantificar. Para as marcas, isso implica um equilíbrio entre experimentação e rigor. Investir em formatos que funcionam, mesmo quando a medição ainda não acompanha totalmente.
A inteligência artificial entra aqui como fator de aceleração. Mais de metade dos profissionais (52%) já a utiliza para aumentar a eficiência, sobretudo ao nível da criação e adaptação de conteúdos. Ainda assim, persistem reservas: 36% apontam riscos associados à confiança e à gestão da marca.
Um meio mais humano e mais estratégico
O futuro do áudio, segundo o estudo, passa por uma maior integração nos conteúdos e uma personalização crescente da experiência. Em Portugal, 49% dos profissionais acreditam que o áudio digital estará profundamente integrado nos conteúdos, enquanto 38% antecipam experiências mais ajustadas ao utilizador.
Rita Sobral, VP Revenue Growth da Bauer Media Audio Portugal, resume: “A rádio evoluiu para um ecossistema de áudio mais amplo, que permite às marcas chegar a diferentes audiências e contextos de consumo. O desafio já não é provar o seu valor, mas dar-lhe um papel mais central nas estratégias de comunicação”.
Para as marcas, a questão deixa de ser se devem investir em áudio.Passa a ser como e com que ambição.
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O áudio está a ganhar peso nas estratégias das marcas, e os números já mostram porquê
Em Portugal, 83% dos profissionais de marketing e comunicação consideram o áudio uma parte importante da sua estratégia, e 52% antecipam aumentar o investimento já nos próximos 12 meses. Os dados fazem parte do estudo Sound Check 2026, desenvolvido pela Bauer Media, que reuniu mais de 1.000 profissionais em oito países europeus, incluindo 174 inquiridos em Portugal.
Durante anos, o áudio ocupou um lugar relativamente estável no mix de media, mas atualmente está a começar a reposicionar-se como canal estratégico para as marcas. Mais do que crescimento, o que está em causa é uma mudança de função, diz o estudo divulgado hoje pela Bauer Media. Ao contrário de outros meios, o áudio destaca-se pela capacidade de repetição e presença ao longo do tempo. Sete em cada dez inquiridos (70%) apontam precisamente essa característica: a capacidade de manter marcas top of mind de forma consistente.
Para as marcas, esta lógica tem implicações diretas. Num contexto fragmentado, onde captar atenção é cada vez mais difícil, o áudio surge como um meio menos intrusivo e mais integrado no quotidiano. Um meio que acompanha. E isso altera a forma como a mensagem é recebida.
Do alcance à relação que se estabelece
O estudo mostra também que o áudio digital está a ganhar relevância, sobretudo pela sua capacidade de atingir audiências em contextos específicos. Cerca de 48% dos profissionais consideram que este formato permite chegar a públicos mais relevantes, com valor comercial claro.
Este dado ajuda a explicar porque é que o áudio está a deixar de ser visto apenas como um canal de distribuição e está a passar a ser entendido como um espaço de relação. A proximidade, seja através de música, rádio ou podcasts, cria condições para uma ligação mais contínua entre marcas e pessoas.
Nesse campo, o podcasting assume um papel central. 76% dos inquiridos consideram que a publicidade neste formato atinge audiências altamente envolvidas, e quase metade prevê aumentar o investimento. A leitura é clara: trata-se de estar presente em momentos de atenção real.
O desafio já não é só provar valor
Apesar do potencial, há ainda barreiras. A principal continua a ser a medição. 72% dos profissionais admitem que investiriam mais em áudio se existissem ferramentas mais precisas para avaliar resultados.
Este ponto revela um desfasamento típico de mercados em crescimento: o reconhecimento do valor antecede a capacidade de o quantificar. Para as marcas, isso implica um equilíbrio entre experimentação e rigor. Investir em formatos que funcionam, mesmo quando a medição ainda não acompanha totalmente.
A inteligência artificial entra aqui como fator de aceleração. Mais de metade dos profissionais (52%) já a utiliza para aumentar a eficiência, sobretudo ao nível da criação e adaptação de conteúdos. Ainda assim, persistem reservas: 36% apontam riscos associados à confiança e à gestão da marca.
Um meio mais humano e mais estratégico
O futuro do áudio, segundo o estudo, passa por uma maior integração nos conteúdos e uma personalização crescente da experiência. Em Portugal, 49% dos profissionais acreditam que o áudio digital estará profundamente integrado nos conteúdos, enquanto 38% antecipam experiências mais ajustadas ao utilizador.
Rita Sobral, VP Revenue Growth da Bauer Media Audio Portugal, resume: “A rádio evoluiu para um ecossistema de áudio mais amplo, que permite às marcas chegar a diferentes audiências e contextos de consumo. O desafio já não é provar o seu valor, mas dar-lhe um papel mais central nas estratégias de comunicação”.
Para as marcas, a questão deixa de ser se devem investir em áudio.Passa a ser como e com que ambição.




