
#Protagonistas
Vender felicidade à mesa: a história de Guilherme Burguete, fundador do The Butler Catering
Servir bem nunca foi apenas uma questão de técnica. Para Guilherme Burguete, é uma forma de estar na vida, construída ao longo de uma infância cheia de mesas grandes e uma relação profunda com o gesto de cuidar dos outros. Hoje conhecido como The Butler, criou uma marca própria a partir dessa visão muito pessoal da hospitalidade. Esta é a história de como um percurso de vida se transformou num projeto empreendedor com identidade própria.
Guilherme Bilbao Fernandes Froes Burguete nasceu em Lisboa, a 24 de julho de 1986, e cresceu rodeado de gente, família e mesas cheias. Filho único, nunca viveu como tal: teve avós presentes, tios em abundância e uma infância onde, como refere, “a palavra solidão não tinha lugar à mesa”. Entre o centro de Lisboa e Belas, entre o lado espanhol da família, (ruidoso, caloroso, feito de comida e partilha) e o lado mais conservador português, aprendeu cedo que cuidar dos outros era parte da vida.

Através do seu trabalho, Guilherme Burguete gosta de fazer parte de momentos especiais da vida dos seus clientes
A infância foi marcada pela profissão do pai, gestor hoteleiro, e por uma casa onde o trabalho e a entreajuda eram valores centrais. Uma das histórias que guarda é a de, em criança, entrar sozinho no bar do hotel e pedir gelados para si e para as primas, anunciando com naturalidade: “O meu pai é o dono”. A mãe temia que dali saísse um miúdo mimado. “Spoiler: não fiquei mimado, fiquei criativo”, avisa, em tom divertido.
Aos doze anos, a vida mudou de forma abrupta com a morte do pai, vítima de cancro. “Cresci à força”, admite. Perdeu o principal conselheiro e ganhou uma "urgência de viver" e de estar presente, que viria a marcar muitas das escolhas seguintes. Ainda jovem, envolveu-se no trabalho social, passando por creches, pelo hospital-prisão de Caxias e pela distribuição de comida a pessoas em situação de sem-abrigo.

O The Butler Catering presta um serviço completo: cozinha, leva o material, serve e arruma a loiça no final
Aos 25 anos, fez as malas e foi viver seis meses para São Paulo, sozinho, para casa de primos que mal conhecia. “Cortei cordões, ganhei autonomia e aproximei-me ainda mais das minhas raízes”, recorda. Pelo caminho, foi consolidando uma obsessão antiga: “Gosto de cores, flores, mesas bem postas, comida com alma e ambientes que façam as pessoas sorrir sem perceber muito bem porquê".
Formou-se em Gestão Hoteleira na Universidade Lusófona, fez formação como formador e construiu o percurso clássico da hotelaria: estágio no Pestana Palace, gestão de turismo rural, empregado de mesa em casas como o Sacramento, o Tavares Rico e o Este Oeste. As avós e as tias foram escolas paralelas: uma ensinou-lhe disciplina e resiliência, outra doçura e reinvenção, outra ainda “o lado sexy da comida, aquele ponto exato que não se explica, sente-se”. Há doze anos, decidiu criar o seu próprio projeto.
“Hoje sou gestor, mordomo e responsável por um serviço de catering”
É dessa forma que resume o seu trabalho, referindo-se ao nascimento do The Butler Catering, construído “do zero, com muita intuição, algum medo e uma enorme vontade de fazer diferente”. O que faz, no fundo, resume numa frase simples: “Vendo felicidade”. Através do trabalho e das redes sociais, desafia as pessoas a tirarem a loiça bonita dos armários e a usá-la no dia a dia. “Porque a vida acontece todos os dias, não é só no Natal”.

Guilherme partilha o dia a dia profissional no Instagram, das mesas que cria às refeições que prepara
O reconhecimento chega-lhe de forma inesperada, na rua ou em viagens, quando alguém lhe diz: “É o Butler, adoro o seu trabalho!”. Vive rodeado de amigos e família, que considera o seu verdadeiro alicerce, e não esconde as marcas do caminho: crescer sem pai, liderar cedo demais, errar, corrigir e continuar. “Quero ser lembrado como o Guilherme, o The Butler, que devolveu leveza à arte de bem servir a mesa”. E talvez seja essa a síntese do seu projeto: transformar uma forma de estar na vida numa marca com identidade própria.

#Protagonistas
Vender felicidade à mesa: a história de Guilherme Burguete, fundador do The Butler Catering
Servir bem nunca foi apenas uma questão de técnica. Para Guilherme Burguete, é uma forma de estar na vida, construída ao longo de uma infância cheia de mesas grandes e uma relação profunda com o gesto de cuidar dos outros. Hoje conhecido como The Butler, criou uma marca própria a partir dessa visão muito pessoal da hospitalidade. Esta é a história de como um percurso de vida se transformou num projeto empreendedor com identidade própria.
Guilherme Bilbao Fernandes Froes Burguete nasceu em Lisboa, a 24 de julho de 1986, e cresceu rodeado de gente, família e mesas cheias. Filho único, nunca viveu como tal: teve avós presentes, tios em abundância e uma infância onde, como refere, “a palavra solidão não tinha lugar à mesa”. Entre o centro de Lisboa e Belas, entre o lado espanhol da família, (ruidoso, caloroso, feito de comida e partilha) e o lado mais conservador português, aprendeu cedo que cuidar dos outros era parte da vida.

Através do seu trabalho, Guilherme Burguete gosta de fazer parte de momentos especiais da vida dos seus clientes
A infância foi marcada pela profissão do pai, gestor hoteleiro, e por uma casa onde o trabalho e a entreajuda eram valores centrais. Uma das histórias que guarda é a de, em criança, entrar sozinho no bar do hotel e pedir gelados para si e para as primas, anunciando com naturalidade: “O meu pai é o dono”. A mãe temia que dali saísse um miúdo mimado. “Spoiler: não fiquei mimado, fiquei criativo”, avisa, em tom divertido.
Aos doze anos, a vida mudou de forma abrupta com a morte do pai, vítima de cancro. “Cresci à força”, admite. Perdeu o principal conselheiro e ganhou uma "urgência de viver" e de estar presente, que viria a marcar muitas das escolhas seguintes. Ainda jovem, envolveu-se no trabalho social, passando por creches, pelo hospital-prisão de Caxias e pela distribuição de comida a pessoas em situação de sem-abrigo.

O The Butler Catering presta um serviço completo: cozinha, leva o material, serve e arruma a loiça no final
Aos 25 anos, fez as malas e foi viver seis meses para São Paulo, sozinho, para casa de primos que mal conhecia. “Cortei cordões, ganhei autonomia e aproximei-me ainda mais das minhas raízes”, recorda. Pelo caminho, foi consolidando uma obsessão antiga: “Gosto de cores, flores, mesas bem postas, comida com alma e ambientes que façam as pessoas sorrir sem perceber muito bem porquê".
Formou-se em Gestão Hoteleira na Universidade Lusófona, fez formação como formador e construiu o percurso clássico da hotelaria: estágio no Pestana Palace, gestão de turismo rural, empregado de mesa em casas como o Sacramento, o Tavares Rico e o Este Oeste. As avós e as tias foram escolas paralelas: uma ensinou-lhe disciplina e resiliência, outra doçura e reinvenção, outra ainda “o lado sexy da comida, aquele ponto exato que não se explica, sente-se”. Há doze anos, decidiu criar o seu próprio projeto.
“Hoje sou gestor, mordomo e responsável por um serviço de catering”
É dessa forma que resume o seu trabalho, referindo-se ao nascimento do The Butler Catering, construído “do zero, com muita intuição, algum medo e uma enorme vontade de fazer diferente”. O que faz, no fundo, resume numa frase simples: “Vendo felicidade”. Através do trabalho e das redes sociais, desafia as pessoas a tirarem a loiça bonita dos armários e a usá-la no dia a dia. “Porque a vida acontece todos os dias, não é só no Natal”.

Guilherme partilha o dia a dia profissional no Instagram, das mesas que cria às refeições que prepara
O reconhecimento chega-lhe de forma inesperada, na rua ou em viagens, quando alguém lhe diz: “É o Butler, adoro o seu trabalho!”. Vive rodeado de amigos e família, que considera o seu verdadeiro alicerce, e não esconde as marcas do caminho: crescer sem pai, liderar cedo demais, errar, corrigir e continuar. “Quero ser lembrado como o Guilherme, o The Butler, que devolveu leveza à arte de bem servir a mesa”. E talvez seja essa a síntese do seu projeto: transformar uma forma de estar na vida numa marca com identidade própria.

#Protagonistas
Vender felicidade à mesa: a história de Guilherme Burguete, fundador do The Butler Catering
Servir bem nunca foi apenas uma questão de técnica. Para Guilherme Burguete, é uma forma de estar na vida, construída ao longo de uma infância cheia de mesas grandes e uma relação profunda com o gesto de cuidar dos outros. Hoje conhecido como The Butler, criou uma marca própria a partir dessa visão muito pessoal da hospitalidade. Esta é a história de como um percurso de vida se transformou num projeto empreendedor com identidade própria.
Guilherme Bilbao Fernandes Froes Burguete nasceu em Lisboa, a 24 de julho de 1986, e cresceu rodeado de gente, família e mesas cheias. Filho único, nunca viveu como tal: teve avós presentes, tios em abundância e uma infância onde, como refere, “a palavra solidão não tinha lugar à mesa”. Entre o centro de Lisboa e Belas, entre o lado espanhol da família, (ruidoso, caloroso, feito de comida e partilha) e o lado mais conservador português, aprendeu cedo que cuidar dos outros era parte da vida.

Através do seu trabalho, Guilherme Burguete gosta de fazer parte de momentos especiais da vida dos seus clientes
A infância foi marcada pela profissão do pai, gestor hoteleiro, e por uma casa onde o trabalho e a entreajuda eram valores centrais. Uma das histórias que guarda é a de, em criança, entrar sozinho no bar do hotel e pedir gelados para si e para as primas, anunciando com naturalidade: “O meu pai é o dono”. A mãe temia que dali saísse um miúdo mimado. “Spoiler: não fiquei mimado, fiquei criativo”, avisa, em tom divertido.
Aos doze anos, a vida mudou de forma abrupta com a morte do pai, vítima de cancro. “Cresci à força”, admite. Perdeu o principal conselheiro e ganhou uma "urgência de viver" e de estar presente, que viria a marcar muitas das escolhas seguintes. Ainda jovem, envolveu-se no trabalho social, passando por creches, pelo hospital-prisão de Caxias e pela distribuição de comida a pessoas em situação de sem-abrigo.

O The Butler Catering presta um serviço completo: cozinha, leva o material, serve e arruma a loiça no final
Aos 25 anos, fez as malas e foi viver seis meses para São Paulo, sozinho, para casa de primos que mal conhecia. “Cortei cordões, ganhei autonomia e aproximei-me ainda mais das minhas raízes”, recorda. Pelo caminho, foi consolidando uma obsessão antiga: “Gosto de cores, flores, mesas bem postas, comida com alma e ambientes que façam as pessoas sorrir sem perceber muito bem porquê".
Formou-se em Gestão Hoteleira na Universidade Lusófona, fez formação como formador e construiu o percurso clássico da hotelaria: estágio no Pestana Palace, gestão de turismo rural, empregado de mesa em casas como o Sacramento, o Tavares Rico e o Este Oeste. As avós e as tias foram escolas paralelas: uma ensinou-lhe disciplina e resiliência, outra doçura e reinvenção, outra ainda “o lado sexy da comida, aquele ponto exato que não se explica, sente-se”. Há doze anos, decidiu criar o seu próprio projeto.
“Hoje sou gestor, mordomo e responsável por um serviço de catering”
É dessa forma que resume o seu trabalho, referindo-se ao nascimento do The Butler Catering, construído “do zero, com muita intuição, algum medo e uma enorme vontade de fazer diferente”. O que faz, no fundo, resume numa frase simples: “Vendo felicidade”. Através do trabalho e das redes sociais, desafia as pessoas a tirarem a loiça bonita dos armários e a usá-la no dia a dia. “Porque a vida acontece todos os dias, não é só no Natal”.

Guilherme partilha o dia a dia profissional no Instagram, das mesas que cria às refeições que prepara
O reconhecimento chega-lhe de forma inesperada, na rua ou em viagens, quando alguém lhe diz: “É o Butler, adoro o seu trabalho!”. Vive rodeado de amigos e família, que considera o seu verdadeiro alicerce, e não esconde as marcas do caminho: crescer sem pai, liderar cedo demais, errar, corrigir e continuar. “Quero ser lembrado como o Guilherme, o The Butler, que devolveu leveza à arte de bem servir a mesa”. E talvez seja essa a síntese do seu projeto: transformar uma forma de estar na vida numa marca com identidade própria.

#Protagonistas
Vender felicidade à mesa: a história de Guilherme Burguete, fundador do The Butler Catering
Servir bem nunca foi apenas uma questão de técnica. Para Guilherme Burguete, é uma forma de estar na vida, construída ao longo de uma infância cheia de mesas grandes e uma relação profunda com o gesto de cuidar dos outros. Hoje conhecido como The Butler, criou uma marca própria a partir dessa visão muito pessoal da hospitalidade. Esta é a história de como um percurso de vida se transformou num projeto empreendedor com identidade própria.
Guilherme Bilbao Fernandes Froes Burguete nasceu em Lisboa, a 24 de julho de 1986, e cresceu rodeado de gente, família e mesas cheias. Filho único, nunca viveu como tal: teve avós presentes, tios em abundância e uma infância onde, como refere, “a palavra solidão não tinha lugar à mesa”. Entre o centro de Lisboa e Belas, entre o lado espanhol da família, (ruidoso, caloroso, feito de comida e partilha) e o lado mais conservador português, aprendeu cedo que cuidar dos outros era parte da vida.

Através do seu trabalho, Guilherme Burguete gosta de fazer parte de momentos especiais da vida dos seus clientes
A infância foi marcada pela profissão do pai, gestor hoteleiro, e por uma casa onde o trabalho e a entreajuda eram valores centrais. Uma das histórias que guarda é a de, em criança, entrar sozinho no bar do hotel e pedir gelados para si e para as primas, anunciando com naturalidade: “O meu pai é o dono”. A mãe temia que dali saísse um miúdo mimado. “Spoiler: não fiquei mimado, fiquei criativo”, avisa, em tom divertido.
Aos doze anos, a vida mudou de forma abrupta com a morte do pai, vítima de cancro. “Cresci à força”, admite. Perdeu o principal conselheiro e ganhou uma "urgência de viver" e de estar presente, que viria a marcar muitas das escolhas seguintes. Ainda jovem, envolveu-se no trabalho social, passando por creches, pelo hospital-prisão de Caxias e pela distribuição de comida a pessoas em situação de sem-abrigo.

O The Butler Catering presta um serviço completo: cozinha, leva o material, serve e arruma a loiça no final
Aos 25 anos, fez as malas e foi viver seis meses para São Paulo, sozinho, para casa de primos que mal conhecia. “Cortei cordões, ganhei autonomia e aproximei-me ainda mais das minhas raízes”, recorda. Pelo caminho, foi consolidando uma obsessão antiga: “Gosto de cores, flores, mesas bem postas, comida com alma e ambientes que façam as pessoas sorrir sem perceber muito bem porquê".
Formou-se em Gestão Hoteleira na Universidade Lusófona, fez formação como formador e construiu o percurso clássico da hotelaria: estágio no Pestana Palace, gestão de turismo rural, empregado de mesa em casas como o Sacramento, o Tavares Rico e o Este Oeste. As avós e as tias foram escolas paralelas: uma ensinou-lhe disciplina e resiliência, outra doçura e reinvenção, outra ainda “o lado sexy da comida, aquele ponto exato que não se explica, sente-se”. Há doze anos, decidiu criar o seu próprio projeto.
“Hoje sou gestor, mordomo e responsável por um serviço de catering”
É dessa forma que resume o seu trabalho, referindo-se ao nascimento do The Butler Catering, construído “do zero, com muita intuição, algum medo e uma enorme vontade de fazer diferente”. O que faz, no fundo, resume numa frase simples: “Vendo felicidade”. Através do trabalho e das redes sociais, desafia as pessoas a tirarem a loiça bonita dos armários e a usá-la no dia a dia. “Porque a vida acontece todos os dias, não é só no Natal”.

Guilherme partilha o dia a dia profissional no Instagram, das mesas que cria às refeições que prepara
O reconhecimento chega-lhe de forma inesperada, na rua ou em viagens, quando alguém lhe diz: “É o Butler, adoro o seu trabalho!”. Vive rodeado de amigos e família, que considera o seu verdadeiro alicerce, e não esconde as marcas do caminho: crescer sem pai, liderar cedo demais, errar, corrigir e continuar. “Quero ser lembrado como o Guilherme, o The Butler, que devolveu leveza à arte de bem servir a mesa”. E talvez seja essa a síntese do seu projeto: transformar uma forma de estar na vida numa marca com identidade própria.



