Um ano será sempre uma coleção de motivos
#Protagonistas
Opinião

Habituei-me a fazer balanços. Gosto de me sentar com o caderno à frente e de ir listando o bom e o mau. Por vezes, percorro o feed do Instagram, outras vezes, a galeria de fotografias do telefone, sem esquecer a agenda, à procura de me localizar no espaço e no tempo. Onde estava no mês de abril? Com quem estive no verão? O que fiz naquela efeméride? E há sempre dias que ressurgem com muita nitidez.
Do balanço deste ano, registo fragmentos felizes e outros nem tanto. Permanece um rasto de morte de um amigo, há um diagnóstico de doença de um familiar, há o fim de um projeto profissional, há dificuldades de diversa ordem. E quando essas memórias sobressaem, a balança pende em demasia para o negativo. Imediatamente, a minha reação é procurar a nitidez dos outros dias. A viagem grande, a amiga que ficou noiva, os amigos que foram pais, os resultados profissionais, o regresso de um irmão. E, aos poucos, os pratos do bom e do mau lá se equilibram.
Desta análise, é impossível não citar o MOTIVO, que marcará, para sempre, o meu 2025. Daqui a dez anos, quando olhar para trás, sei que o dia 27 de novembro continuará a ser lembrado como o lançamento de um projeto a que me dediquei durante meses, muitas vezes sozinho e em silêncio. De toda essa jornada, a balança também consegue equilibrar-se entre algumas derrotas e vitórias.
Este ano, e em todos os outros, o que permanece são as pessoas. As que nunca nos largaram a mão, que incentivaram e confiaram, que aplaudiram e ajudaram. As que observaram à distância, atentas e disponíveis. E das restantes, aquelas com quem contávamos e, por uma razão ou outra, não responderam, não apareceram, não apoiaram, não ampararam, dessas fica a confirmação de que só faz falta quem está. Podia tudo ser diferente. Podia tudo ser melhor, mais veloz, mais profícuo, mas nós fazemos como conseguimos, como sabemos, como está ao nosso alcance. E isso é tudo.
Um ano será sempre uma coleção de motivos e, quando postos na balança, tenho esperança que os bons motivos prevaleçam. Venha de lá 2026 e que consigamos fazer dele um ano melhor.
Um ano será sempre uma coleção de motivos
#Protagonistas
Opinião

Habituei-me a fazer balanços. Gosto de me sentar com o caderno à frente e de ir listando o bom e o mau. Por vezes, percorro o feed do Instagram, outras vezes, a galeria de fotografias do telefone, sem esquecer a agenda, à procura de me localizar no espaço e no tempo. Onde estava no mês de abril? Com quem estive no verão? O que fiz naquela efeméride? E há sempre dias que ressurgem com muita nitidez.
Do balanço deste ano, registo fragmentos felizes e outros nem tanto. Permanece um rasto de morte de um amigo, há um diagnóstico de doença de um familiar, há o fim de um projeto profissional, há dificuldades de diversa ordem. E quando essas memórias sobressaem, a balança pende em demasia para o negativo. Imediatamente, a minha reação é procurar a nitidez dos outros dias. A viagem grande, a amiga que ficou noiva, os amigos que foram pais, os resultados profissionais, o regresso de um irmão. E, aos poucos, os pratos do bom e do mau lá se equilibram.
Desta análise, é impossível não citar o MOTIVO, que marcará, para sempre, o meu 2025. Daqui a dez anos, quando olhar para trás, sei que o dia 27 de novembro continuará a ser lembrado como o lançamento de um projeto a que me dediquei durante meses, muitas vezes sozinho e em silêncio. De toda essa jornada, a balança também consegue equilibrar-se entre algumas derrotas e vitórias.
Este ano, e em todos os outros, o que permanece são as pessoas. As que nunca nos largaram a mão, que incentivaram e confiaram, que aplaudiram e ajudaram. As que observaram à distância, atentas e disponíveis. E das restantes, aquelas com quem contávamos e, por uma razão ou outra, não responderam, não apareceram, não apoiaram, não ampararam, dessas fica a confirmação de que só faz falta quem está. Podia tudo ser diferente. Podia tudo ser melhor, mais veloz, mais profícuo, mas nós fazemos como conseguimos, como sabemos, como está ao nosso alcance. E isso é tudo.
Um ano será sempre uma coleção de motivos e, quando postos na balança, tenho esperança que os bons motivos prevaleçam. Venha de lá 2026 e que consigamos fazer dele um ano melhor.
Um ano será sempre uma coleção de motivos
#Protagonistas
Opinião

Habituei-me a fazer balanços. Gosto de me sentar com o caderno à frente e de ir listando o bom e o mau. Por vezes, percorro o feed do Instagram, outras vezes, a galeria de fotografias do telefone, sem esquecer a agenda, à procura de me localizar no espaço e no tempo. Onde estava no mês de abril? Com quem estive no verão? O que fiz naquela efeméride? E há sempre dias que ressurgem com muita nitidez.
Do balanço deste ano, registo fragmentos felizes e outros nem tanto. Permanece um rasto de morte de um amigo, há um diagnóstico de doença de um familiar, há o fim de um projeto profissional, há dificuldades de diversa ordem. E quando essas memórias sobressaem, a balança pende em demasia para o negativo. Imediatamente, a minha reação é procurar a nitidez dos outros dias. A viagem grande, a amiga que ficou noiva, os amigos que foram pais, os resultados profissionais, o regresso de um irmão. E, aos poucos, os pratos do bom e do mau lá se equilibram.
Desta análise, é impossível não citar o MOTIVO, que marcará, para sempre, o meu 2025. Daqui a dez anos, quando olhar para trás, sei que o dia 27 de novembro continuará a ser lembrado como o lançamento de um projeto a que me dediquei durante meses, muitas vezes sozinho e em silêncio. De toda essa jornada, a balança também consegue equilibrar-se entre algumas derrotas e vitórias.
Este ano, e em todos os outros, o que permanece são as pessoas. As que nunca nos largaram a mão, que incentivaram e confiaram, que aplaudiram e ajudaram. As que observaram à distância, atentas e disponíveis. E das restantes, aquelas com quem contávamos e, por uma razão ou outra, não responderam, não apareceram, não apoiaram, não ampararam, dessas fica a confirmação de que só faz falta quem está. Podia tudo ser diferente. Podia tudo ser melhor, mais veloz, mais profícuo, mas nós fazemos como conseguimos, como sabemos, como está ao nosso alcance. E isso é tudo.
Um ano será sempre uma coleção de motivos e, quando postos na balança, tenho esperança que os bons motivos prevaleçam. Venha de lá 2026 e que consigamos fazer dele um ano melhor.
Um ano será sempre uma coleção de motivos
#Protagonistas
Opinião

Habituei-me a fazer balanços. Gosto de me sentar com o caderno à frente e de ir listando o bom e o mau. Por vezes, percorro o feed do Instagram, outras vezes, a galeria de fotografias do telefone, sem esquecer a agenda, à procura de me localizar no espaço e no tempo. Onde estava no mês de abril? Com quem estive no verão? O que fiz naquela efeméride? E há sempre dias que ressurgem com muita nitidez.
Do balanço deste ano, registo fragmentos felizes e outros nem tanto. Permanece um rasto de morte de um amigo, há um diagnóstico de doença de um familiar, há o fim de um projeto profissional, há dificuldades de diversa ordem. E quando essas memórias sobressaem, a balança pende em demasia para o negativo. Imediatamente, a minha reação é procurar a nitidez dos outros dias. A viagem grande, a amiga que ficou noiva, os amigos que foram pais, os resultados profissionais, o regresso de um irmão. E, aos poucos, os pratos do bom e do mau lá se equilibram.
Desta análise, é impossível não citar o MOTIVO, que marcará, para sempre, o meu 2025. Daqui a dez anos, quando olhar para trás, sei que o dia 27 de novembro continuará a ser lembrado como o lançamento de um projeto a que me dediquei durante meses, muitas vezes sozinho e em silêncio. De toda essa jornada, a balança também consegue equilibrar-se entre algumas derrotas e vitórias.
Este ano, e em todos os outros, o que permanece são as pessoas. As que nunca nos largaram a mão, que incentivaram e confiaram, que aplaudiram e ajudaram. As que observaram à distância, atentas e disponíveis. E das restantes, aquelas com quem contávamos e, por uma razão ou outra, não responderam, não apareceram, não apoiaram, não ampararam, dessas fica a confirmação de que só faz falta quem está. Podia tudo ser diferente. Podia tudo ser melhor, mais veloz, mais profícuo, mas nós fazemos como conseguimos, como sabemos, como está ao nosso alcance. E isso é tudo.
Um ano será sempre uma coleção de motivos e, quando postos na balança, tenho esperança que os bons motivos prevaleçam. Venha de lá 2026 e que consigamos fazer dele um ano melhor.

