
#Protagonistas
Carina Caldeira: “Não há crescimento sem equipa”
Em que momento do teu percurso de apresentadora de televisão e criadora de conteúdos digitais percebeste que querias fundar o teu próprio projeto de comunicação?
Carina Caldeira — Foi um processo natural. Sempre senti que queria criar algo que refletisse a minha forma de ver o mundo, com brilho, mas também com verdade. O Glitter Dream nasceu dessa vontade de ter um espaço onde pudesse juntar tudo o que me apaixona: comunicação, lifestyle, pessoas e histórias reais. Depois de tantos anos a apresentar programas, percebi que queria construir uma plataforma com a minha própria linguagem, onde pudesse dar palco a temas e marcas em que acredito, à minha maneira.
A verdade é que o Glitter Dream é uma extensão da tua personalidade e da forma como encaras a vida. Acreditas que essa é a receita para o sucesso?
C.C. — Sem dúvida. A autenticidade é o que nos diferencia. Quando fazemos algo que está alinhado connosco, o público sente. Acho que o sucesso vem daí, de sermos consistentes, mas fiéis ao que somos. O Glitter Dream é muito isso: leveza, humor, estética e propósito, tudo misturado.

Já sentiste que o teu lado empreendedor foi menosprezado por seres uma figura pública?
C.C. — Sim, claro. Ainda há quem olhe para o mundo digital e para as figuras públicas com algum preconceito, mas hoje encaro isso com tranquilidade. O tempo e o trabalho mostram tudo. Tenho uma empresa, uma equipa e uma estrutura montada, e é isso que me dá força para continuar. O lado empreendedor é uma parte enorme de mim, e é talvez o que mais me desafia e motiva.
E como lidas com esse preconceito?
C.C. — Com foco e trabalho. Aprendi a não gastar energia a tentar provar nada a ninguém. Prefiro mostrar resultados. Acho que o verdadeiro respeito vem quando se percebe que há uma visão, uma estratégia e um propósito por trás daquilo que se vê no ecrã ou nas redes.
Enquanto empresária e responsável máxima por um projeto, quais as maiores dificuldades que sentiste neste primeiro ano de Glitter Dream?
C.C. — Gerir tudo. Do sonho à execução, há um mundo de desafios. É preciso equilibrar o lado criativo com o financeiro, ter cabeça fria e coração quente. Construir equipa, definir processos, manter a motivação e, ao mesmo tempo, continuar a criar conteúdo. É intenso, mas é o que mais me faz crescer.

E quais os erros que cometeste e gostavas que te tivessem avisado para não cometeres?
C.C. — Talvez o de querer fazer tudo sozinha no início. Quando acreditamos tanto num projeto, queremos controlar tudo, e isso desgasta. Hoje, percebo que delegar é essencial e que não há crescimento sem equipa.
Do ponto de vista operacional, como funciona o Glitter Dream?
C.C. — Temos uma equipa pequena, mas muito dedicada. Trabalhamos num modelo híbrido, com parte da equipa em remoto e outra em produção. Há uma rotina editorial e criativa muito ativa, entre planeamento de conteúdos, reuniões com marcas, gravações e estratégia digital. É uma redação moderna, com espírito de revista, mas energia de start-up.
E que papel, ou papéis, desempenhas tu?
C.C. — Vários! (Risos). Sou fundadora, diretora criativa, apresentadora e, às vezes, até sou financeira. (Risos) Tenho a visão macro do negócio, mas também meto as mãos na massa. É essa mistura que me motiva. Criar, decidir e ver as coisas a ganhar forma.
E que objetivos a Carina-empresária tem para o futuro?
C.C. — Fazer o Glitter Dream crescer como meio de comunicação digital de referência em Portugal. Quero continuar a profissionalizar a estrutura, apostar mais em SEO, conteúdo editorial e projetos próprios. E, quem sabe, expandir para outras áreas como produtos e eventos. O meu sonho é ver o Glitter tornar-se uma marca com várias dimensões: media, lifestyle e impacto.
A quem quer começar um negócio, a quem tem uma ideia, a quem te observa como exemplo: que conselho deixas?
C.C. — Começa, mesmo que não tenhas tudo pronto. Ninguém começa com certezas, aprende-se a caminho. Rodeia-te de pessoas que acreditem em ti, confia no teu instinto e não deixes que o medo te paralise. No fim, o segredo é esse: acreditar, mesmo quando ninguém vê o brilho que tu vês.

#Protagonistas
Carina Caldeira: “Não há crescimento sem equipa”
Em que momento do teu percurso de apresentadora de televisão e criadora de conteúdos digitais percebeste que querias fundar o teu próprio projeto de comunicação?
Carina Caldeira — Foi um processo natural. Sempre senti que queria criar algo que refletisse a minha forma de ver o mundo, com brilho, mas também com verdade. O Glitter Dream nasceu dessa vontade de ter um espaço onde pudesse juntar tudo o que me apaixona: comunicação, lifestyle, pessoas e histórias reais. Depois de tantos anos a apresentar programas, percebi que queria construir uma plataforma com a minha própria linguagem, onde pudesse dar palco a temas e marcas em que acredito, à minha maneira.
A verdade é que o Glitter Dream é uma extensão da tua personalidade e da forma como encaras a vida. Acreditas que essa é a receita para o sucesso?
C.C. — Sem dúvida. A autenticidade é o que nos diferencia. Quando fazemos algo que está alinhado connosco, o público sente. Acho que o sucesso vem daí, de sermos consistentes, mas fiéis ao que somos. O Glitter Dream é muito isso: leveza, humor, estética e propósito, tudo misturado.

Já sentiste que o teu lado empreendedor foi menosprezado por seres uma figura pública?
C.C. — Sim, claro. Ainda há quem olhe para o mundo digital e para as figuras públicas com algum preconceito, mas hoje encaro isso com tranquilidade. O tempo e o trabalho mostram tudo. Tenho uma empresa, uma equipa e uma estrutura montada, e é isso que me dá força para continuar. O lado empreendedor é uma parte enorme de mim, e é talvez o que mais me desafia e motiva.
E como lidas com esse preconceito?
C.C. — Com foco e trabalho. Aprendi a não gastar energia a tentar provar nada a ninguém. Prefiro mostrar resultados. Acho que o verdadeiro respeito vem quando se percebe que há uma visão, uma estratégia e um propósito por trás daquilo que se vê no ecrã ou nas redes.
Enquanto empresária e responsável máxima por um projeto, quais as maiores dificuldades que sentiste neste primeiro ano de Glitter Dream?
C.C. — Gerir tudo. Do sonho à execução, há um mundo de desafios. É preciso equilibrar o lado criativo com o financeiro, ter cabeça fria e coração quente. Construir equipa, definir processos, manter a motivação e, ao mesmo tempo, continuar a criar conteúdo. É intenso, mas é o que mais me faz crescer.

E quais os erros que cometeste e gostavas que te tivessem avisado para não cometeres?
C.C. — Talvez o de querer fazer tudo sozinha no início. Quando acreditamos tanto num projeto, queremos controlar tudo, e isso desgasta. Hoje, percebo que delegar é essencial e que não há crescimento sem equipa.
Do ponto de vista operacional, como funciona o Glitter Dream?
C.C. — Temos uma equipa pequena, mas muito dedicada. Trabalhamos num modelo híbrido, com parte da equipa em remoto e outra em produção. Há uma rotina editorial e criativa muito ativa, entre planeamento de conteúdos, reuniões com marcas, gravações e estratégia digital. É uma redação moderna, com espírito de revista, mas energia de start-up.
E que papel, ou papéis, desempenhas tu?
C.C. — Vários! (Risos). Sou fundadora, diretora criativa, apresentadora e, às vezes, até sou financeira. (Risos) Tenho a visão macro do negócio, mas também meto as mãos na massa. É essa mistura que me motiva. Criar, decidir e ver as coisas a ganhar forma.
E que objetivos a Carina-empresária tem para o futuro?
C.C. — Fazer o Glitter Dream crescer como meio de comunicação digital de referência em Portugal. Quero continuar a profissionalizar a estrutura, apostar mais em SEO, conteúdo editorial e projetos próprios. E, quem sabe, expandir para outras áreas como produtos e eventos. O meu sonho é ver o Glitter tornar-se uma marca com várias dimensões: media, lifestyle e impacto.
A quem quer começar um negócio, a quem tem uma ideia, a quem te observa como exemplo: que conselho deixas?
C.C. — Começa, mesmo que não tenhas tudo pronto. Ninguém começa com certezas, aprende-se a caminho. Rodeia-te de pessoas que acreditem em ti, confia no teu instinto e não deixes que o medo te paralise. No fim, o segredo é esse: acreditar, mesmo quando ninguém vê o brilho que tu vês.

#Protagonistas
Carina Caldeira: “Não há crescimento sem equipa”
Em que momento do teu percurso de apresentadora de televisão e criadora de conteúdos digitais percebeste que querias fundar o teu próprio projeto de comunicação?
Carina Caldeira — Foi um processo natural. Sempre senti que queria criar algo que refletisse a minha forma de ver o mundo, com brilho, mas também com verdade. O Glitter Dream nasceu dessa vontade de ter um espaço onde pudesse juntar tudo o que me apaixona: comunicação, lifestyle, pessoas e histórias reais. Depois de tantos anos a apresentar programas, percebi que queria construir uma plataforma com a minha própria linguagem, onde pudesse dar palco a temas e marcas em que acredito, à minha maneira.
A verdade é que o Glitter Dream é uma extensão da tua personalidade e da forma como encaras a vida. Acreditas que essa é a receita para o sucesso?
C.C. — Sem dúvida. A autenticidade é o que nos diferencia. Quando fazemos algo que está alinhado connosco, o público sente. Acho que o sucesso vem daí, de sermos consistentes, mas fiéis ao que somos. O Glitter Dream é muito isso: leveza, humor, estética e propósito, tudo misturado.

Já sentiste que o teu lado empreendedor foi menosprezado por seres uma figura pública?
C.C. — Sim, claro. Ainda há quem olhe para o mundo digital e para as figuras públicas com algum preconceito, mas hoje encaro isso com tranquilidade. O tempo e o trabalho mostram tudo. Tenho uma empresa, uma equipa e uma estrutura montada, e é isso que me dá força para continuar. O lado empreendedor é uma parte enorme de mim, e é talvez o que mais me desafia e motiva.
E como lidas com esse preconceito?
C.C. — Com foco e trabalho. Aprendi a não gastar energia a tentar provar nada a ninguém. Prefiro mostrar resultados. Acho que o verdadeiro respeito vem quando se percebe que há uma visão, uma estratégia e um propósito por trás daquilo que se vê no ecrã ou nas redes.
Enquanto empresária e responsável máxima por um projeto, quais as maiores dificuldades que sentiste neste primeiro ano de Glitter Dream?
C.C. — Gerir tudo. Do sonho à execução, há um mundo de desafios. É preciso equilibrar o lado criativo com o financeiro, ter cabeça fria e coração quente. Construir equipa, definir processos, manter a motivação e, ao mesmo tempo, continuar a criar conteúdo. É intenso, mas é o que mais me faz crescer.

E quais os erros que cometeste e gostavas que te tivessem avisado para não cometeres?
C.C. — Talvez o de querer fazer tudo sozinha no início. Quando acreditamos tanto num projeto, queremos controlar tudo, e isso desgasta. Hoje, percebo que delegar é essencial e que não há crescimento sem equipa.
Do ponto de vista operacional, como funciona o Glitter Dream?
C.C. — Temos uma equipa pequena, mas muito dedicada. Trabalhamos num modelo híbrido, com parte da equipa em remoto e outra em produção. Há uma rotina editorial e criativa muito ativa, entre planeamento de conteúdos, reuniões com marcas, gravações e estratégia digital. É uma redação moderna, com espírito de revista, mas energia de start-up.
E que papel, ou papéis, desempenhas tu?
C.C. — Vários! (Risos). Sou fundadora, diretora criativa, apresentadora e, às vezes, até sou financeira. (Risos) Tenho a visão macro do negócio, mas também meto as mãos na massa. É essa mistura que me motiva. Criar, decidir e ver as coisas a ganhar forma.
E que objetivos a Carina-empresária tem para o futuro?
C.C. — Fazer o Glitter Dream crescer como meio de comunicação digital de referência em Portugal. Quero continuar a profissionalizar a estrutura, apostar mais em SEO, conteúdo editorial e projetos próprios. E, quem sabe, expandir para outras áreas como produtos e eventos. O meu sonho é ver o Glitter tornar-se uma marca com várias dimensões: media, lifestyle e impacto.
A quem quer começar um negócio, a quem tem uma ideia, a quem te observa como exemplo: que conselho deixas?
C.C. — Começa, mesmo que não tenhas tudo pronto. Ninguém começa com certezas, aprende-se a caminho. Rodeia-te de pessoas que acreditem em ti, confia no teu instinto e não deixes que o medo te paralise. No fim, o segredo é esse: acreditar, mesmo quando ninguém vê o brilho que tu vês.

#Protagonistas
Carina Caldeira: “Não há crescimento sem equipa”
É conhecida pela cor, pela energia contagiante e pela leveza com que encara a vida. Há um ano, lançou o Glitter Dream, um projeto de comunicação focado no universo pop, que depressa ganhou dimensão. Nesta conversa com o MOTIVO, revisita os desafios de gerir pessoas, finanças e ideias, e partilha o que tem aprendido na construção de um negócio próprio.
Em que momento do teu percurso de apresentadora de televisão e criadora de conteúdos digitais percebeste que querias fundar o teu próprio projeto de comunicação?
Carina Caldeira — Foi um processo natural. Sempre senti que queria criar algo que refletisse a minha forma de ver o mundo, com brilho, mas também com verdade. O Glitter Dream nasceu dessa vontade de ter um espaço onde pudesse juntar tudo o que me apaixona: comunicação, lifestyle, pessoas e histórias reais. Depois de tantos anos a apresentar programas, percebi que queria construir uma plataforma com a minha própria linguagem, onde pudesse dar palco a temas e marcas em que acredito, à minha maneira.
A verdade é que o Glitter Dream é uma extensão da tua personalidade e da forma como encaras a vida. Acreditas que essa é a receita para o sucesso?
C.C. — Sem dúvida. A autenticidade é o que nos diferencia. Quando fazemos algo que está alinhado connosco, o público sente. Acho que o sucesso vem daí, de sermos consistentes, mas fiéis ao que somos. O Glitter Dream é muito isso: leveza, humor, estética e propósito, tudo misturado.

Já sentiste que o teu lado empreendedor foi menosprezado por seres uma figura pública?
C.C. — Sim, claro. Ainda há quem olhe para o mundo digital e para as figuras públicas com algum preconceito, mas hoje encaro isso com tranquilidade. O tempo e o trabalho mostram tudo. Tenho uma empresa, uma equipa e uma estrutura montada, e é isso que me dá força para continuar. O lado empreendedor é uma parte enorme de mim, e é talvez o que mais me desafia e motiva.
E como lidas com esse preconceito?
C.C. — Com foco e trabalho. Aprendi a não gastar energia a tentar provar nada a ninguém. Prefiro mostrar resultados. Acho que o verdadeiro respeito vem quando se percebe que há uma visão, uma estratégia e um propósito por trás daquilo que se vê no ecrã ou nas redes.
Enquanto empresária e responsável máxima por um projeto, quais as maiores dificuldades que sentiste neste primeiro ano de Glitter Dream?
C.C. — Gerir tudo. Do sonho à execução, há um mundo de desafios. É preciso equilibrar o lado criativo com o financeiro, ter cabeça fria e coração quente. Construir equipa, definir processos, manter a motivação e, ao mesmo tempo, continuar a criar conteúdo. É intenso, mas é o que mais me faz crescer.

E quais os erros que cometeste e gostavas que te tivessem avisado para não cometeres?
C.C. — Talvez o de querer fazer tudo sozinha no início. Quando acreditamos tanto num projeto, queremos controlar tudo, e isso desgasta. Hoje, percebo que delegar é essencial e que não há crescimento sem equipa.
Do ponto de vista operacional, como funciona o Glitter Dream?
C.C. — Temos uma equipa pequena, mas muito dedicada. Trabalhamos num modelo híbrido, com parte da equipa em remoto e outra em produção. Há uma rotina editorial e criativa muito ativa, entre planeamento de conteúdos, reuniões com marcas, gravações e estratégia digital. É uma redação moderna, com espírito de revista, mas energia de start-up.
E que papel, ou papéis, desempenhas tu?
C.C. — Vários! (Risos). Sou fundadora, diretora criativa, apresentadora e, às vezes, até sou financeira. (Risos) Tenho a visão macro do negócio, mas também meto as mãos na massa. É essa mistura que me motiva. Criar, decidir e ver as coisas a ganhar forma.
E que objetivos a Carina-empresária tem para o futuro?
C.C. — Fazer o Glitter Dream crescer como meio de comunicação digital de referência em Portugal. Quero continuar a profissionalizar a estrutura, apostar mais em SEO, conteúdo editorial e projetos próprios. E, quem sabe, expandir para outras áreas como produtos e eventos. O meu sonho é ver o Glitter tornar-se uma marca com várias dimensões: media, lifestyle e impacto.
A quem quer começar um negócio, a quem tem uma ideia, a quem te observa como exemplo: que conselho deixas?
C.C. — Começa, mesmo que não tenhas tudo pronto. Ninguém começa com certezas, aprende-se a caminho. Rodeia-te de pessoas que acreditem em ti, confia no teu instinto e não deixes que o medo te paralise. No fim, o segredo é esse: acreditar, mesmo quando ninguém vê o brilho que tu vês.


