
#Conhecimento
As palavras têm poder: como o storytelling se revela essencial na construção de marcas pessoais
Numa era marcada pela velocidade da informação e pela exposição digital constante, destacar-se exige mais do que competências técnicas ou títulos académicos. Exige autenticidade. É aqui que o storytelling ganha força como ferramenta essencial na construção de marcas pessoais com impacto, mas antes de avançarmos: o que é o storytelling? Podemos resumi-lo como a arte de contar histórias com intenção.
O Motivo conversou com Mónica Menezes, especialista em storytelling, formadora e autora, que nos conta que tudo começa na escuta. “Quando ouvimos, quando realmente ouvimos, as histórias estão por todo o lado, nem é preciso ficção”. Foi essa escuta atenta que a levou a transitar do jornalismo para um trabalho mais próximo de pessoas e organizações, ajudando-as a encontrarem a sua narrativa e a contarem-na com verdade e emoção.
“Todos temos uma história e, quando a contamos, ou antes, quando descobrimos qual é a nossa história, estamos a dizer ao mundo ‘hey, não sou só mais um entre milhões!’”, explica Mónica. O seu trabalho passa por acompanhar marcas pessoais nesse processo de descoberta, um caminho que envolve vulnerabilidade, autenticidade e coragem para se expor.

Mónica Menezes começou o seu percurso profissional no jornalismo, e hoje dedica-se ao storytelling.
(C) João Azevedo
Um exemplo é o de Ana Santana, analista e treinadora de futebol feminino. Começou a trabalhar com Mónica num momento particularmente exigente: “Não queria que outros se sentissem sozinhos na tarefa de ter de cuidar de alguém com uma doença neurológica que paralisou todos os músculos”. A escrita, primeiro terapêutica, tornou-se depois numa ponte para algo maior. “Até ao dia que deixei de ter o meu pai para cuidar e tive de me ressignificar em tantos aspetos. Só tinha uma certeza: queria continuar a escrever, tirar da minha cabeça ideias e pô-las cá para fora. Foi assim que escrevi o meu primeiro texto sobre futebol feminino”. Mostrou-o a Mónica, que lhe perguntou: “Tu gostas mesmo disto?” E Ana respondeu: “Sim”. A partir daí, construíram em conjunto a sua marca pessoal, sobretudo baseada no LinkedIn, com regularidade, intenção e propósito. “Foi uma metamorfose, de lagarta a borboleta”, resume a treinadora.
Hoje, Ana Santana tem visibilidade e reconhecimento por aquilo que escreve: “Tenho muitos contactos de pessoas que chegam até mim pelo que escrevo sobre futebol feminino, já me surgiram várias propostas, desde colaborar em livros ou mesmo de trabalho. E, quando me encontram pessoalmente, falam-me sempre daquilo que escrevo: porque as palavras têm poder”.
O impacto não surpreende Mónica Menezes. “Storytelling é conectar, é simplificar, é emocionar, é dar exemplos, é, mais do que tudo e através de uma história, ligar corações”. A diferença está em saber como usar essa ferramenta que, no fundo, todos possuímos. Como diz, “quando, ao final do dia, nos sentamos à mesa, junto das nossas pessoas, e contamos o nosso dia, estamos a usar a ferramenta. A diferença é se deixamos os outros com os olhos a brilhar ou provocamos um bocejo”.

Ana Santana assinou recentemente com o SL Benfica, onde é treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina
Para quem deseja começar, o essencial é perceber que uma marca pessoal não se constrói com bullet points. “A nossa história não é o que fazemos, é quem somos, é o espaço em branco entre cada bullet point”. É nesse espaço, entre o vivido e o sentido, que nasce a narrativa capaz de criar uma ligação verdadeira com os outros.
Como mostra o percurso de Ana Santana, quando essa ligação é genuína, os frutos não tardam a surgir. Em agosto, assinou com o SL Benfica, onde está como treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina, e continua a dar uso ao stirytelling dentro e fora dos relvados.

#Conhecimento
As palavras têm poder: como o storytelling se revela essencial na construção de marcas pessoais
Numa era marcada pela velocidade da informação e pela exposição digital constante, destacar-se exige mais do que competências técnicas ou títulos académicos. Exige autenticidade. É aqui que o storytelling ganha força como ferramenta essencial na construção de marcas pessoais com impacto, mas antes de avançarmos: o que é o storytelling? Podemos resumi-lo como a arte de contar histórias com intenção.
O Motivo conversou com Mónica Menezes, especialista em storytelling, formadora e autora, que nos conta que tudo começa na escuta. “Quando ouvimos, quando realmente ouvimos, as histórias estão por todo o lado, nem é preciso ficção”. Foi essa escuta atenta que a levou a transitar do jornalismo para um trabalho mais próximo de pessoas e organizações, ajudando-as a encontrarem a sua narrativa e a contarem-na com verdade e emoção.
“Todos temos uma história e, quando a contamos, ou antes, quando descobrimos qual é a nossa história, estamos a dizer ao mundo ‘hey, não sou só mais um entre milhões!’”, explica Mónica. O seu trabalho passa por acompanhar marcas pessoais nesse processo de descoberta, um caminho que envolve vulnerabilidade, autenticidade e coragem para se expor.

Mónica Menezes começou o seu percurso profissional no jornalismo, e hoje dedica-se ao storytelling.
(C) João Azevedo
Um exemplo é o de Ana Santana, analista e treinadora de futebol feminino. Começou a trabalhar com Mónica num momento particularmente exigente: “Não queria que outros se sentissem sozinhos na tarefa de ter de cuidar de alguém com uma doença neurológica que paralisou todos os músculos”. A escrita, primeiro terapêutica, tornou-se depois numa ponte para algo maior. “Até ao dia que deixei de ter o meu pai para cuidar e tive de me ressignificar em tantos aspetos. Só tinha uma certeza: queria continuar a escrever, tirar da minha cabeça ideias e pô-las cá para fora. Foi assim que escrevi o meu primeiro texto sobre futebol feminino”. Mostrou-o a Mónica, que lhe perguntou: “Tu gostas mesmo disto?” E Ana respondeu: “Sim”. A partir daí, construíram em conjunto a sua marca pessoal, sobretudo baseada no LinkedIn, com regularidade, intenção e propósito. “Foi uma metamorfose, de lagarta a borboleta”, resume a treinadora.
Hoje, Ana Santana tem visibilidade e reconhecimento por aquilo que escreve: “Tenho muitos contactos de pessoas que chegam até mim pelo que escrevo sobre futebol feminino, já me surgiram várias propostas, desde colaborar em livros ou mesmo de trabalho. E, quando me encontram pessoalmente, falam-me sempre daquilo que escrevo: porque as palavras têm poder”.
O impacto não surpreende Mónica Menezes. “Storytelling é conectar, é simplificar, é emocionar, é dar exemplos, é, mais do que tudo e através de uma história, ligar corações”. A diferença está em saber como usar essa ferramenta que, no fundo, todos possuímos. Como diz, “quando, ao final do dia, nos sentamos à mesa, junto das nossas pessoas, e contamos o nosso dia, estamos a usar a ferramenta. A diferença é se deixamos os outros com os olhos a brilhar ou provocamos um bocejo”.

Ana Santana assinou recentemente com o SL Benfica, onde é treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina
Para quem deseja começar, o essencial é perceber que uma marca pessoal não se constrói com bullet points. “A nossa história não é o que fazemos, é quem somos, é o espaço em branco entre cada bullet point”. É nesse espaço, entre o vivido e o sentido, que nasce a narrativa capaz de criar uma ligação verdadeira com os outros.
Como mostra o percurso de Ana Santana, quando essa ligação é genuína, os frutos não tardam a surgir. Em agosto, assinou com o SL Benfica, onde está como treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina, e continua a dar uso ao stirytelling dentro e fora dos relvados.

#Conhecimento
As palavras têm poder: como o storytelling se revela essencial na construção de marcas pessoais
Numa era marcada pela velocidade da informação e pela exposição digital constante, destacar-se exige mais do que competências técnicas ou títulos académicos. Exige autenticidade. É aqui que o storytelling ganha força como ferramenta essencial na construção de marcas pessoais com impacto, mas antes de avançarmos: o que é o storytelling? Podemos resumi-lo como a arte de contar histórias com intenção.
O Motivo conversou com Mónica Menezes, especialista em storytelling, formadora e autora, que nos conta que tudo começa na escuta. “Quando ouvimos, quando realmente ouvimos, as histórias estão por todo o lado, nem é preciso ficção”. Foi essa escuta atenta que a levou a transitar do jornalismo para um trabalho mais próximo de pessoas e organizações, ajudando-as a encontrarem a sua narrativa e a contarem-na com verdade e emoção.
“Todos temos uma história e, quando a contamos, ou antes, quando descobrimos qual é a nossa história, estamos a dizer ao mundo ‘hey, não sou só mais um entre milhões!’”, explica Mónica. O seu trabalho passa por acompanhar marcas pessoais nesse processo de descoberta, um caminho que envolve vulnerabilidade, autenticidade e coragem para se expor.

Mónica Menezes começou o seu percurso profissional no jornalismo, e hoje dedica-se ao storytelling.
(C) João Azevedo
Um exemplo é o de Ana Santana, analista e treinadora de futebol feminino. Começou a trabalhar com Mónica num momento particularmente exigente: “Não queria que outros se sentissem sozinhos na tarefa de ter de cuidar de alguém com uma doença neurológica que paralisou todos os músculos”. A escrita, primeiro terapêutica, tornou-se depois numa ponte para algo maior. “Até ao dia que deixei de ter o meu pai para cuidar e tive de me ressignificar em tantos aspetos. Só tinha uma certeza: queria continuar a escrever, tirar da minha cabeça ideias e pô-las cá para fora. Foi assim que escrevi o meu primeiro texto sobre futebol feminino”. Mostrou-o a Mónica, que lhe perguntou: “Tu gostas mesmo disto?” E Ana respondeu: “Sim”. A partir daí, construíram em conjunto a sua marca pessoal, sobretudo baseada no LinkedIn, com regularidade, intenção e propósito. “Foi uma metamorfose, de lagarta a borboleta”, resume a treinadora.
Hoje, Ana Santana tem visibilidade e reconhecimento por aquilo que escreve: “Tenho muitos contactos de pessoas que chegam até mim pelo que escrevo sobre futebol feminino, já me surgiram várias propostas, desde colaborar em livros ou mesmo de trabalho. E, quando me encontram pessoalmente, falam-me sempre daquilo que escrevo: porque as palavras têm poder”.
O impacto não surpreende Mónica Menezes. “Storytelling é conectar, é simplificar, é emocionar, é dar exemplos, é, mais do que tudo e através de uma história, ligar corações”. A diferença está em saber como usar essa ferramenta que, no fundo, todos possuímos. Como diz, “quando, ao final do dia, nos sentamos à mesa, junto das nossas pessoas, e contamos o nosso dia, estamos a usar a ferramenta. A diferença é se deixamos os outros com os olhos a brilhar ou provocamos um bocejo”.

Ana Santana assinou recentemente com o SL Benfica, onde é treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina
Para quem deseja começar, o essencial é perceber que uma marca pessoal não se constrói com bullet points. “A nossa história não é o que fazemos, é quem somos, é o espaço em branco entre cada bullet point”. É nesse espaço, entre o vivido e o sentido, que nasce a narrativa capaz de criar uma ligação verdadeira com os outros.
Como mostra o percurso de Ana Santana, quando essa ligação é genuína, os frutos não tardam a surgir. Em agosto, assinou com o SL Benfica, onde está como treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina, e continua a dar uso ao stirytelling dentro e fora dos relvados.

#Conhecimento
As palavras têm poder: como o storytelling se revela essencial na construção de marcas pessoais
Ana Santana recorreu a Mónica Menezes para desenvolver ferramentas de storytelling. Hoje, integra a equipa técnica do SL Benfica e garante que saber contar a sua história contribuiu para lá chegar.
Numa era marcada pela velocidade da informação e pela exposição digital constante, destacar-se exige mais do que competências técnicas ou títulos académicos. Exige autenticidade. É aqui que o storytelling ganha força como ferramenta essencial na construção de marcas pessoais com impacto, mas antes de avançarmos: o que é o storytelling? Podemos resumi-lo como a arte de contar histórias com intenção.
O Motivo conversou com Mónica Menezes, especialista em storytelling, formadora e autora, que nos conta que tudo começa na escuta. “Quando ouvimos, quando realmente ouvimos, as histórias estão por todo o lado, nem é preciso ficção”. Foi essa escuta atenta que a levou a transitar do jornalismo para um trabalho mais próximo de pessoas e organizações, ajudando-as a encontrarem a sua narrativa e a contarem-na com verdade e emoção.
“Todos temos uma história e, quando a contamos, ou antes, quando descobrimos qual é a nossa história, estamos a dizer ao mundo ‘hey, não sou só mais um entre milhões!’”, explica Mónica. O seu trabalho passa por acompanhar marcas pessoais nesse processo de descoberta, um caminho que envolve vulnerabilidade, autenticidade e coragem para se expor.

Mónica Menezes começou o seu percurso profissional no jornalismo, e hoje dedica-se ao storytelling.
(C) João Azevedo
Um exemplo é o de Ana Santana, analista e treinadora de futebol feminino. Começou a trabalhar com Mónica num momento particularmente exigente: “Não queria que outros se sentissem sozinhos na tarefa de ter de cuidar de alguém com uma doença neurológica que paralisou todos os músculos”. A escrita, primeiro terapêutica, tornou-se depois numa ponte para algo maior. “Até ao dia que deixei de ter o meu pai para cuidar e tive de me ressignificar em tantos aspetos. Só tinha uma certeza: queria continuar a escrever, tirar da minha cabeça ideias e pô-las cá para fora. Foi assim que escrevi o meu primeiro texto sobre futebol feminino”. Mostrou-o a Mónica, que lhe perguntou: “Tu gostas mesmo disto?” E Ana respondeu: “Sim”. A partir daí, construíram em conjunto a sua marca pessoal, sobretudo baseada no LinkedIn, com regularidade, intenção e propósito. “Foi uma metamorfose, de lagarta a borboleta”, resume a treinadora.
Hoje, Ana Santana tem visibilidade e reconhecimento por aquilo que escreve: “Tenho muitos contactos de pessoas que chegam até mim pelo que escrevo sobre futebol feminino, já me surgiram várias propostas, desde colaborar em livros ou mesmo de trabalho. E, quando me encontram pessoalmente, falam-me sempre daquilo que escrevo: porque as palavras têm poder”.
O impacto não surpreende Mónica Menezes. “Storytelling é conectar, é simplificar, é emocionar, é dar exemplos, é, mais do que tudo e através de uma história, ligar corações”. A diferença está em saber como usar essa ferramenta que, no fundo, todos possuímos. Como diz, “quando, ao final do dia, nos sentamos à mesa, junto das nossas pessoas, e contamos o nosso dia, estamos a usar a ferramenta. A diferença é se deixamos os outros com os olhos a brilhar ou provocamos um bocejo”.

Ana Santana assinou recentemente com o SL Benfica, onde é treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina
Para quem deseja começar, o essencial é perceber que uma marca pessoal não se constrói com bullet points. “A nossa história não é o que fazemos, é quem somos, é o espaço em branco entre cada bullet point”. É nesse espaço, entre o vivido e o sentido, que nasce a narrativa capaz de criar uma ligação verdadeira com os outros.
Como mostra o percurso de Ana Santana, quando essa ligação é genuína, os frutos não tardam a surgir. Em agosto, assinou com o SL Benfica, onde está como treinadora-adjunta estagiária da equipa B feminina, e continua a dar uso ao stirytelling dentro e fora dos relvados.

