
#Conhecimento
79% dos portugueses preferem trabalho híbrido ou remoto, revela estudo
O debate sobre o futuro do trabalho ganhou novos números. Um estudo internacional da agência MARCO, com inquiridos em sete países, mostra Portugal no topo da preferência por modelos flexíveis. A mesma análise aponta para uma perceção relevante: a maioria dos portugueses considera que o híbrido não fragiliza a ligação entre colegas nem o envolvimento com a empresa. O que está a mudar, afinal, na relação entre flexibilidade, cultura e atração de talento?
Portugal surge como o país europeu onde mais pessoas dizem preferir regimes de trabalho híbrido ou totalmente remoto. Segundo a terceira vaga do Relatório Global de Consumo MARCO 2025, 79% dos portugueses colocam estes modelos no topo das escolhas, um valor que representa um aumento de 9% face a 2024 e que fica acima da média global de 70%.
O estudo, divulgado pela agência MARCO, foi feito com 4.598 participantes em sete mercados (Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, México e Brasil) e analisou a evolução do trabalho híbrido, as preferências dos trabalhadores e o impacto destes modelos na cultura organizacional. A recolha foi realizada através de inquérito online, com uma amostra obtida por seleção aleatória para assegurar representatividade por país.
A flexibilidade aparece, assim, como um fator cada vez mais central no mercado nacional. O relatório sublinha que as organizações enfrentam a necessidade de ajustar modelos de trabalho às expectativas dos colaboradores, alinhando motivações pessoais e profissionais. Para a MARCO, o tema é também uma questão de competitividade na atração e retenção de pessoas.
Carlos García, Diretor de Comunicação Interna da MARCO, enquadra esta mudança com foco no papel das empresas: “O futuro do trabalho pertence às organizações que colocam as pessoas no centro. O talento é cada vez mais atraído por ambientes onde a flexibilidade, o propósito e oportunidades de crescimento caminham lado a lado”. O responsável acrescenta que a aposta no desenvolvimento e em relações baseadas na confiança tem impacto direto na capacidade de atrair profissionais e potenciar o seu valor.
A par da preferência por modelos flexíveis, o estudo aborda uma preocupação recorrente em equipas híbridas: o risco de isolamento e perda de ligação à cultura. Globalmente, 67% dos inquiridos dizem que o trabalho híbrido não prejudica a relação com colegas nem o alinhamento com a cultura da empresa. Em Portugal, essa perceção é mais expressiva: 74% afirmam que o híbrido não compromete as relações com colegas ou o envolvimento com a empresa, reforçando a ideia de que a proximidade profissional depende de fatores como liderança, propósito e oportunidades de crescimento, mais do que da presença física contínua no escritório.

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79% dos portugueses preferem trabalho híbrido ou remoto, revela estudo
O debate sobre o futuro do trabalho ganhou novos números. Um estudo internacional da agência MARCO, com inquiridos em sete países, mostra Portugal no topo da preferência por modelos flexíveis. A mesma análise aponta para uma perceção relevante: a maioria dos portugueses considera que o híbrido não fragiliza a ligação entre colegas nem o envolvimento com a empresa. O que está a mudar, afinal, na relação entre flexibilidade, cultura e atração de talento?
Portugal surge como o país europeu onde mais pessoas dizem preferir regimes de trabalho híbrido ou totalmente remoto. Segundo a terceira vaga do Relatório Global de Consumo MARCO 2025, 79% dos portugueses colocam estes modelos no topo das escolhas, um valor que representa um aumento de 9% face a 2024 e que fica acima da média global de 70%.
O estudo, divulgado pela agência MARCO, foi feito com 4.598 participantes em sete mercados (Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, México e Brasil) e analisou a evolução do trabalho híbrido, as preferências dos trabalhadores e o impacto destes modelos na cultura organizacional. A recolha foi realizada através de inquérito online, com uma amostra obtida por seleção aleatória para assegurar representatividade por país.
A flexibilidade aparece, assim, como um fator cada vez mais central no mercado nacional. O relatório sublinha que as organizações enfrentam a necessidade de ajustar modelos de trabalho às expectativas dos colaboradores, alinhando motivações pessoais e profissionais. Para a MARCO, o tema é também uma questão de competitividade na atração e retenção de pessoas.
Carlos García, Diretor de Comunicação Interna da MARCO, enquadra esta mudança com foco no papel das empresas: “O futuro do trabalho pertence às organizações que colocam as pessoas no centro. O talento é cada vez mais atraído por ambientes onde a flexibilidade, o propósito e oportunidades de crescimento caminham lado a lado”. O responsável acrescenta que a aposta no desenvolvimento e em relações baseadas na confiança tem impacto direto na capacidade de atrair profissionais e potenciar o seu valor.
A par da preferência por modelos flexíveis, o estudo aborda uma preocupação recorrente em equipas híbridas: o risco de isolamento e perda de ligação à cultura. Globalmente, 67% dos inquiridos dizem que o trabalho híbrido não prejudica a relação com colegas nem o alinhamento com a cultura da empresa. Em Portugal, essa perceção é mais expressiva: 74% afirmam que o híbrido não compromete as relações com colegas ou o envolvimento com a empresa, reforçando a ideia de que a proximidade profissional depende de fatores como liderança, propósito e oportunidades de crescimento, mais do que da presença física contínua no escritório.

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79% dos portugueses preferem trabalho híbrido ou remoto, revela estudo
O debate sobre o futuro do trabalho ganhou novos números. Um estudo internacional da agência MARCO, com inquiridos em sete países, mostra Portugal no topo da preferência por modelos flexíveis. A mesma análise aponta para uma perceção relevante: a maioria dos portugueses considera que o híbrido não fragiliza a ligação entre colegas nem o envolvimento com a empresa. O que está a mudar, afinal, na relação entre flexibilidade, cultura e atração de talento?
Portugal surge como o país europeu onde mais pessoas dizem preferir regimes de trabalho híbrido ou totalmente remoto. Segundo a terceira vaga do Relatório Global de Consumo MARCO 2025, 79% dos portugueses colocam estes modelos no topo das escolhas, um valor que representa um aumento de 9% face a 2024 e que fica acima da média global de 70%.
O estudo, divulgado pela agência MARCO, foi feito com 4.598 participantes em sete mercados (Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, México e Brasil) e analisou a evolução do trabalho híbrido, as preferências dos trabalhadores e o impacto destes modelos na cultura organizacional. A recolha foi realizada através de inquérito online, com uma amostra obtida por seleção aleatória para assegurar representatividade por país.
A flexibilidade aparece, assim, como um fator cada vez mais central no mercado nacional. O relatório sublinha que as organizações enfrentam a necessidade de ajustar modelos de trabalho às expectativas dos colaboradores, alinhando motivações pessoais e profissionais. Para a MARCO, o tema é também uma questão de competitividade na atração e retenção de pessoas.
Carlos García, Diretor de Comunicação Interna da MARCO, enquadra esta mudança com foco no papel das empresas: “O futuro do trabalho pertence às organizações que colocam as pessoas no centro. O talento é cada vez mais atraído por ambientes onde a flexibilidade, o propósito e oportunidades de crescimento caminham lado a lado”. O responsável acrescenta que a aposta no desenvolvimento e em relações baseadas na confiança tem impacto direto na capacidade de atrair profissionais e potenciar o seu valor.
A par da preferência por modelos flexíveis, o estudo aborda uma preocupação recorrente em equipas híbridas: o risco de isolamento e perda de ligação à cultura. Globalmente, 67% dos inquiridos dizem que o trabalho híbrido não prejudica a relação com colegas nem o alinhamento com a cultura da empresa. Em Portugal, essa perceção é mais expressiva: 74% afirmam que o híbrido não compromete as relações com colegas ou o envolvimento com a empresa, reforçando a ideia de que a proximidade profissional depende de fatores como liderança, propósito e oportunidades de crescimento, mais do que da presença física contínua no escritório.

#Conhecimento
79% dos portugueses preferem trabalho híbrido ou remoto, revela estudo
O debate sobre o futuro do trabalho ganhou novos números. Um estudo internacional da agência MARCO, com inquiridos em sete países, mostra Portugal no topo da preferência por modelos flexíveis. A mesma análise aponta para uma perceção relevante: a maioria dos portugueses considera que o híbrido não fragiliza a ligação entre colegas nem o envolvimento com a empresa. O que está a mudar, afinal, na relação entre flexibilidade, cultura e atração de talento?
Portugal surge como o país europeu onde mais pessoas dizem preferir regimes de trabalho híbrido ou totalmente remoto. Segundo a terceira vaga do Relatório Global de Consumo MARCO 2025, 79% dos portugueses colocam estes modelos no topo das escolhas, um valor que representa um aumento de 9% face a 2024 e que fica acima da média global de 70%.
O estudo, divulgado pela agência MARCO, foi feito com 4.598 participantes em sete mercados (Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, México e Brasil) e analisou a evolução do trabalho híbrido, as preferências dos trabalhadores e o impacto destes modelos na cultura organizacional. A recolha foi realizada através de inquérito online, com uma amostra obtida por seleção aleatória para assegurar representatividade por país.
A flexibilidade aparece, assim, como um fator cada vez mais central no mercado nacional. O relatório sublinha que as organizações enfrentam a necessidade de ajustar modelos de trabalho às expectativas dos colaboradores, alinhando motivações pessoais e profissionais. Para a MARCO, o tema é também uma questão de competitividade na atração e retenção de pessoas.
Carlos García, Diretor de Comunicação Interna da MARCO, enquadra esta mudança com foco no papel das empresas: “O futuro do trabalho pertence às organizações que colocam as pessoas no centro. O talento é cada vez mais atraído por ambientes onde a flexibilidade, o propósito e oportunidades de crescimento caminham lado a lado”. O responsável acrescenta que a aposta no desenvolvimento e em relações baseadas na confiança tem impacto direto na capacidade de atrair profissionais e potenciar o seu valor.
A par da preferência por modelos flexíveis, o estudo aborda uma preocupação recorrente em equipas híbridas: o risco de isolamento e perda de ligação à cultura. Globalmente, 67% dos inquiridos dizem que o trabalho híbrido não prejudica a relação com colegas nem o alinhamento com a cultura da empresa. Em Portugal, essa perceção é mais expressiva: 74% afirmam que o híbrido não compromete as relações com colegas ou o envolvimento com a empresa, reforçando a ideia de que a proximidade profissional depende de fatores como liderança, propósito e oportunidades de crescimento, mais do que da presença física contínua no escritório.



