#Conhecimento

As empresas portuguesas estão a usar a IA para acelerar a sustentabilidade (e os números mostram porquê)

A sustentabilidade deixou de ser apenas uma exigência regulatória e passou a ser um fator de competitividade para muitas empresas portuguesas. Um novo estudo mostra que a inteligência artificial está a tornar-se uma aliada decisiva para transformar metas ambientais em resultados concretos, com impacto na eficiência, na gestão de risco e até na relação com clientes. O desafio, agora, está menos na ambição e mais na capacidade de execução.

|

21 de jan. de 2026, 08:00

A inteligência artificial está a ganhar um papel central na forma como as empresas portuguesas abordam a sustentabilidade. De acordo com os dados mais recentes do Kyndryl Global Sustainability Barometer, a grande maioria das organizações em Portugal já põe o tema no topo das prioridades estratégicas. Ainda assim, o estudo revela um contraste importante: enquanto 92% das empresas dizem que a sustentabilidade é uma prioridade, apenas uma minoria conseguiu integrá-la de forma estrutural no seu modelo de negócio.

O relatório mostra que muitas empresas estão a passar da fase de planeamento para a fase de execução, com a tecnologia a desempenhar um papel determinante nessa transição. Hoje, 75% das equipas de tecnologias de informação em Portugal estão já envolvidas em iniciativas de sustentabilidade, ajudando a antecipar riscos, optimizar recursos e alinhar infra-estruturas tecnológicas com objetivos ambientais. A sustentabilidade começa, assim, a ser encarada como um fator de desempenho empresarial e não apenas como um exercício de conformidade.

Os benefícios económicos desta mudança já são visíveis. Segundo o estudo, 83% das organizações portuguesas referem ganhos financeiros através da redução de custos operacionais, enquanto mais de metade usa a sua estratégia ambiental para atrair e reter clientes. Ao mesmo tempo, 57% das empresas recorrem a inteligência artificial preditiva para antecipar riscos climáticos nas operações e avaliar a exposição da cadeia de fornecedores.

Apesar deste progresso, persistem obstáculos importantes

A recolha e integração de dados continua a ser um dos maiores entraves, com quase metade das organizações a apontar dificuldades em consolidar informação proveniente de diferentes sistemas. Além disso, embora exista uma boa articulação entre equipas de tecnologia e sustentabilidade, apenas 40% dos líderes desta área têm um papel formal na governação de TI, o que limita a capacidade de transformação estrutural.

Um dos sinais mais interessantes apontados pelo barómetro é o surgimento da chamada Agentic AI, sistemas de inteligência artificial orientados para objetivos concretos e capazes de atuar de forma mais autónoma. Cerca de 30% das organizações em Portugal já estão a testar ou a implementar este tipo de soluções para acelerar resultados em sustentabilidade. Para a Kyndryl, esta evolução representa uma mudança de fundo: deixar de olhar para a sustentabilidade como um exercício de reporte e passar a integrá-la nas decisões de negócio do dia-a-dia.

Ainda assim, o estudo mostra que o país se encontra numa fase de transição. Cerca de 72% das organizações continuam classificadas como “centradas no legado”, ou seja, encaram a sustentabilidade sobretudo como uma obrigação externa. Apenas 10% operam num modelo verdadeiramente integrado, onde o tema faz parte da estratégia e da tomada de decisão. O caminho está traçado: a tecnologia e a inteligência artificial já provaram que podem acelerar a mudança, agora o desafio está em transformar intenção em impacto real.


#Conhecimento

As empresas portuguesas estão a usar a IA para acelerar a sustentabilidade (e os números mostram porquê)

A sustentabilidade deixou de ser apenas uma exigência regulatória e passou a ser um fator de competitividade para muitas empresas portuguesas. Um novo estudo mostra que a inteligência artificial está a tornar-se uma aliada decisiva para transformar metas ambientais em resultados concretos, com impacto na eficiência, na gestão de risco e até na relação com clientes. O desafio, agora, está menos na ambição e mais na capacidade de execução.

|

21 de jan. de 2026, 08:00

A inteligência artificial está a ganhar um papel central na forma como as empresas portuguesas abordam a sustentabilidade. De acordo com os dados mais recentes do Kyndryl Global Sustainability Barometer, a grande maioria das organizações em Portugal já põe o tema no topo das prioridades estratégicas. Ainda assim, o estudo revela um contraste importante: enquanto 92% das empresas dizem que a sustentabilidade é uma prioridade, apenas uma minoria conseguiu integrá-la de forma estrutural no seu modelo de negócio.

O relatório mostra que muitas empresas estão a passar da fase de planeamento para a fase de execução, com a tecnologia a desempenhar um papel determinante nessa transição. Hoje, 75% das equipas de tecnologias de informação em Portugal estão já envolvidas em iniciativas de sustentabilidade, ajudando a antecipar riscos, optimizar recursos e alinhar infra-estruturas tecnológicas com objetivos ambientais. A sustentabilidade começa, assim, a ser encarada como um fator de desempenho empresarial e não apenas como um exercício de conformidade.

Os benefícios económicos desta mudança já são visíveis. Segundo o estudo, 83% das organizações portuguesas referem ganhos financeiros através da redução de custos operacionais, enquanto mais de metade usa a sua estratégia ambiental para atrair e reter clientes. Ao mesmo tempo, 57% das empresas recorrem a inteligência artificial preditiva para antecipar riscos climáticos nas operações e avaliar a exposição da cadeia de fornecedores.

Apesar deste progresso, persistem obstáculos importantes

A recolha e integração de dados continua a ser um dos maiores entraves, com quase metade das organizações a apontar dificuldades em consolidar informação proveniente de diferentes sistemas. Além disso, embora exista uma boa articulação entre equipas de tecnologia e sustentabilidade, apenas 40% dos líderes desta área têm um papel formal na governação de TI, o que limita a capacidade de transformação estrutural.

Um dos sinais mais interessantes apontados pelo barómetro é o surgimento da chamada Agentic AI, sistemas de inteligência artificial orientados para objetivos concretos e capazes de atuar de forma mais autónoma. Cerca de 30% das organizações em Portugal já estão a testar ou a implementar este tipo de soluções para acelerar resultados em sustentabilidade. Para a Kyndryl, esta evolução representa uma mudança de fundo: deixar de olhar para a sustentabilidade como um exercício de reporte e passar a integrá-la nas decisões de negócio do dia-a-dia.

Ainda assim, o estudo mostra que o país se encontra numa fase de transição. Cerca de 72% das organizações continuam classificadas como “centradas no legado”, ou seja, encaram a sustentabilidade sobretudo como uma obrigação externa. Apenas 10% operam num modelo verdadeiramente integrado, onde o tema faz parte da estratégia e da tomada de decisão. O caminho está traçado: a tecnologia e a inteligência artificial já provaram que podem acelerar a mudança, agora o desafio está em transformar intenção em impacto real.


#Conhecimento

As empresas portuguesas estão a usar a IA para acelerar a sustentabilidade (e os números mostram porquê)

A sustentabilidade deixou de ser apenas uma exigência regulatória e passou a ser um fator de competitividade para muitas empresas portuguesas. Um novo estudo mostra que a inteligência artificial está a tornar-se uma aliada decisiva para transformar metas ambientais em resultados concretos, com impacto na eficiência, na gestão de risco e até na relação com clientes. O desafio, agora, está menos na ambição e mais na capacidade de execução.

|

21 de jan. de 2026, 08:00

A inteligência artificial está a ganhar um papel central na forma como as empresas portuguesas abordam a sustentabilidade. De acordo com os dados mais recentes do Kyndryl Global Sustainability Barometer, a grande maioria das organizações em Portugal já põe o tema no topo das prioridades estratégicas. Ainda assim, o estudo revela um contraste importante: enquanto 92% das empresas dizem que a sustentabilidade é uma prioridade, apenas uma minoria conseguiu integrá-la de forma estrutural no seu modelo de negócio.

O relatório mostra que muitas empresas estão a passar da fase de planeamento para a fase de execução, com a tecnologia a desempenhar um papel determinante nessa transição. Hoje, 75% das equipas de tecnologias de informação em Portugal estão já envolvidas em iniciativas de sustentabilidade, ajudando a antecipar riscos, optimizar recursos e alinhar infra-estruturas tecnológicas com objetivos ambientais. A sustentabilidade começa, assim, a ser encarada como um fator de desempenho empresarial e não apenas como um exercício de conformidade.

Os benefícios económicos desta mudança já são visíveis. Segundo o estudo, 83% das organizações portuguesas referem ganhos financeiros através da redução de custos operacionais, enquanto mais de metade usa a sua estratégia ambiental para atrair e reter clientes. Ao mesmo tempo, 57% das empresas recorrem a inteligência artificial preditiva para antecipar riscos climáticos nas operações e avaliar a exposição da cadeia de fornecedores.

Apesar deste progresso, persistem obstáculos importantes

A recolha e integração de dados continua a ser um dos maiores entraves, com quase metade das organizações a apontar dificuldades em consolidar informação proveniente de diferentes sistemas. Além disso, embora exista uma boa articulação entre equipas de tecnologia e sustentabilidade, apenas 40% dos líderes desta área têm um papel formal na governação de TI, o que limita a capacidade de transformação estrutural.

Um dos sinais mais interessantes apontados pelo barómetro é o surgimento da chamada Agentic AI, sistemas de inteligência artificial orientados para objetivos concretos e capazes de atuar de forma mais autónoma. Cerca de 30% das organizações em Portugal já estão a testar ou a implementar este tipo de soluções para acelerar resultados em sustentabilidade. Para a Kyndryl, esta evolução representa uma mudança de fundo: deixar de olhar para a sustentabilidade como um exercício de reporte e passar a integrá-la nas decisões de negócio do dia-a-dia.

Ainda assim, o estudo mostra que o país se encontra numa fase de transição. Cerca de 72% das organizações continuam classificadas como “centradas no legado”, ou seja, encaram a sustentabilidade sobretudo como uma obrigação externa. Apenas 10% operam num modelo verdadeiramente integrado, onde o tema faz parte da estratégia e da tomada de decisão. O caminho está traçado: a tecnologia e a inteligência artificial já provaram que podem acelerar a mudança, agora o desafio está em transformar intenção em impacto real.


#Conhecimento

As empresas portuguesas estão a usar a IA para acelerar a sustentabilidade (e os números mostram porquê)

A sustentabilidade deixou de ser apenas uma exigência regulatória e passou a ser um fator de competitividade para muitas empresas portuguesas. Um novo estudo mostra que a inteligência artificial está a tornar-se uma aliada decisiva para transformar metas ambientais em resultados concretos, com impacto na eficiência, na gestão de risco e até na relação com clientes. O desafio, agora, está menos na ambição e mais na capacidade de execução.

|

21 de jan. de 2026, 08:00

A inteligência artificial está a ganhar um papel central na forma como as empresas portuguesas abordam a sustentabilidade. De acordo com os dados mais recentes do Kyndryl Global Sustainability Barometer, a grande maioria das organizações em Portugal já põe o tema no topo das prioridades estratégicas. Ainda assim, o estudo revela um contraste importante: enquanto 92% das empresas dizem que a sustentabilidade é uma prioridade, apenas uma minoria conseguiu integrá-la de forma estrutural no seu modelo de negócio.

O relatório mostra que muitas empresas estão a passar da fase de planeamento para a fase de execução, com a tecnologia a desempenhar um papel determinante nessa transição. Hoje, 75% das equipas de tecnologias de informação em Portugal estão já envolvidas em iniciativas de sustentabilidade, ajudando a antecipar riscos, optimizar recursos e alinhar infra-estruturas tecnológicas com objetivos ambientais. A sustentabilidade começa, assim, a ser encarada como um fator de desempenho empresarial e não apenas como um exercício de conformidade.

Os benefícios económicos desta mudança já são visíveis. Segundo o estudo, 83% das organizações portuguesas referem ganhos financeiros através da redução de custos operacionais, enquanto mais de metade usa a sua estratégia ambiental para atrair e reter clientes. Ao mesmo tempo, 57% das empresas recorrem a inteligência artificial preditiva para antecipar riscos climáticos nas operações e avaliar a exposição da cadeia de fornecedores.

Apesar deste progresso, persistem obstáculos importantes

A recolha e integração de dados continua a ser um dos maiores entraves, com quase metade das organizações a apontar dificuldades em consolidar informação proveniente de diferentes sistemas. Além disso, embora exista uma boa articulação entre equipas de tecnologia e sustentabilidade, apenas 40% dos líderes desta área têm um papel formal na governação de TI, o que limita a capacidade de transformação estrutural.

Um dos sinais mais interessantes apontados pelo barómetro é o surgimento da chamada Agentic AI, sistemas de inteligência artificial orientados para objetivos concretos e capazes de atuar de forma mais autónoma. Cerca de 30% das organizações em Portugal já estão a testar ou a implementar este tipo de soluções para acelerar resultados em sustentabilidade. Para a Kyndryl, esta evolução representa uma mudança de fundo: deixar de olhar para a sustentabilidade como um exercício de reporte e passar a integrá-la nas decisões de negócio do dia-a-dia.

Ainda assim, o estudo mostra que o país se encontra numa fase de transição. Cerca de 72% das organizações continuam classificadas como “centradas no legado”, ou seja, encaram a sustentabilidade sobretudo como uma obrigação externa. Apenas 10% operam num modelo verdadeiramente integrado, onde o tema faz parte da estratégia e da tomada de decisão. O caminho está traçado: a tecnologia e a inteligência artificial já provaram que podem acelerar a mudança, agora o desafio está em transformar intenção em impacto real.


Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.

Newsletter

Tenha acesso exclusivo à entrevista semanal em vídeo e a outros conteúdos em primeira mão. A Newsletter do MOTIVO é gratuita, sai às segundas-feiras de manhã e vai dar-lhe muitas razões para começar a semana com a motivação certa.