#Conhecimento

Trabalho flexível ganha peso na atração e retenção de talento em Portugal

A flexibilidade está a ganhar peso nas decisões de carreira e nas estratégias das empresas para atrair e reter talento. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) e da Arup associa os modelos de trabalho flexíveis a ganhos de produtividade, sobretudo pela capacidade de manter profissionais experientes e preservar conhecimento dentro das organizações.

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5 de out. de 2026, 12:29

Em Portugal, os dados reunidos no relatório ajudam a mostrar a dimensão desta mudança. Um estudo da Hays realizado este ano concluiu que 87% dos profissionais consideram o modelo de trabalho — presencial, remoto ou híbrido — uma prioridade máxima ou um fator muito importante quando avaliam uma nova oportunidade. No setor tecnológico, 35% dos empregadores apontam maior flexibilidade de horários como estratégia para atrair e reter talento, acima dos 30% que referem aumentos salariais.

A retenção também parece estar cada vez mais ligada à autonomia e ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Segundo o Workmonitor 2026 da Randstad, 51% dos profissionais em Portugal apontam esse equilíbrio como o principal motivo para permanecer no atual emprego, face a 23% que referem remuneração e benefícios. Metade afirma já ter abandonado um emprego por falta de autonomia, enquanto 80% dos empregadores consideram que dar mais autonomia aumenta o compromisso e a produtividade.

A análise da IWG e da Arup, centrada nos Estados Unidos e Reino Unido, estima que uma maior retenção de talento possa representar ganhos de produtividade de 204,7 mil milhões de dólares nos EUA e 10,8 mil milhões de libras no Reino Unido ao longo de cinco anos. Os valores não são diretamente aplicáveis a Portugal, mas procuram quantificar o impacto económico associado à redução da rotatividade e à preservação de experiência e conhecimento nas empresas.

A inteligência artificial surge como outro fator associado a esta transformação. 80% dos CEO inquiridos consideram que a combinação entre IA e trabalho híbrido aumenta a produtividade. Em Portugal, dados do Workmonitor 2026 indicam que 60% dos profissionais e 70% dos empregadores consideram que a IA já contribui para melhorar o desempenho, enquanto 89% dos empregadores planeiam reforçar a utilização desta tecnologia nos 12 meses seguintes.


(C) Foto de Sargent Seal na Unsplash
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Trabalho flexível ganha peso na atração e retenção de talento em Portugal

A flexibilidade está a ganhar peso nas decisões de carreira e nas estratégias das empresas para atrair e reter talento. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) e da Arup associa os modelos de trabalho flexíveis a ganhos de produtividade, sobretudo pela capacidade de manter profissionais experientes e preservar conhecimento dentro das organizações.

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5 de out. de 2026, 12:29

Em Portugal, os dados reunidos no relatório ajudam a mostrar a dimensão desta mudança. Um estudo da Hays realizado este ano concluiu que 87% dos profissionais consideram o modelo de trabalho — presencial, remoto ou híbrido — uma prioridade máxima ou um fator muito importante quando avaliam uma nova oportunidade. No setor tecnológico, 35% dos empregadores apontam maior flexibilidade de horários como estratégia para atrair e reter talento, acima dos 30% que referem aumentos salariais.

A retenção também parece estar cada vez mais ligada à autonomia e ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Segundo o Workmonitor 2026 da Randstad, 51% dos profissionais em Portugal apontam esse equilíbrio como o principal motivo para permanecer no atual emprego, face a 23% que referem remuneração e benefícios. Metade afirma já ter abandonado um emprego por falta de autonomia, enquanto 80% dos empregadores consideram que dar mais autonomia aumenta o compromisso e a produtividade.

A análise da IWG e da Arup, centrada nos Estados Unidos e Reino Unido, estima que uma maior retenção de talento possa representar ganhos de produtividade de 204,7 mil milhões de dólares nos EUA e 10,8 mil milhões de libras no Reino Unido ao longo de cinco anos. Os valores não são diretamente aplicáveis a Portugal, mas procuram quantificar o impacto económico associado à redução da rotatividade e à preservação de experiência e conhecimento nas empresas.

A inteligência artificial surge como outro fator associado a esta transformação. 80% dos CEO inquiridos consideram que a combinação entre IA e trabalho híbrido aumenta a produtividade. Em Portugal, dados do Workmonitor 2026 indicam que 60% dos profissionais e 70% dos empregadores consideram que a IA já contribui para melhorar o desempenho, enquanto 89% dos empregadores planeiam reforçar a utilização desta tecnologia nos 12 meses seguintes.


(C) Foto de Sargent Seal na Unsplash

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Trabalho flexível ganha peso na atração e retenção de talento em Portugal

A flexibilidade está a ganhar peso nas decisões de carreira e nas estratégias das empresas para atrair e reter talento. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) e da Arup associa os modelos de trabalho flexíveis a ganhos de produtividade, sobretudo pela capacidade de manter profissionais experientes e preservar conhecimento dentro das organizações.

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5 de out. de 2026, 12:29

Em Portugal, os dados reunidos no relatório ajudam a mostrar a dimensão desta mudança. Um estudo da Hays realizado este ano concluiu que 87% dos profissionais consideram o modelo de trabalho — presencial, remoto ou híbrido — uma prioridade máxima ou um fator muito importante quando avaliam uma nova oportunidade. No setor tecnológico, 35% dos empregadores apontam maior flexibilidade de horários como estratégia para atrair e reter talento, acima dos 30% que referem aumentos salariais.

A retenção também parece estar cada vez mais ligada à autonomia e ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Segundo o Workmonitor 2026 da Randstad, 51% dos profissionais em Portugal apontam esse equilíbrio como o principal motivo para permanecer no atual emprego, face a 23% que referem remuneração e benefícios. Metade afirma já ter abandonado um emprego por falta de autonomia, enquanto 80% dos empregadores consideram que dar mais autonomia aumenta o compromisso e a produtividade.

A análise da IWG e da Arup, centrada nos Estados Unidos e Reino Unido, estima que uma maior retenção de talento possa representar ganhos de produtividade de 204,7 mil milhões de dólares nos EUA e 10,8 mil milhões de libras no Reino Unido ao longo de cinco anos. Os valores não são diretamente aplicáveis a Portugal, mas procuram quantificar o impacto económico associado à redução da rotatividade e à preservação de experiência e conhecimento nas empresas.

A inteligência artificial surge como outro fator associado a esta transformação. 80% dos CEO inquiridos consideram que a combinação entre IA e trabalho híbrido aumenta a produtividade. Em Portugal, dados do Workmonitor 2026 indicam que 60% dos profissionais e 70% dos empregadores consideram que a IA já contribui para melhorar o desempenho, enquanto 89% dos empregadores planeiam reforçar a utilização desta tecnologia nos 12 meses seguintes.


(C) Foto de Sargent Seal na Unsplash
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A flexibilidade está a ganhar peso nas decisões de carreira e nas estratégias das empresas para atrair e reter talento. Um novo estudo da International Workplace Group (IWG) e da Arup associa os modelos de trabalho flexíveis a ganhos de produtividade, sobretudo pela capacidade de manter profissionais experientes e preservar conhecimento dentro das organizações.

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5 de out. de 2026, 12:29

Em Portugal, os dados reunidos no relatório ajudam a mostrar a dimensão desta mudança. Um estudo da Hays realizado este ano concluiu que 87% dos profissionais consideram o modelo de trabalho — presencial, remoto ou híbrido — uma prioridade máxima ou um fator muito importante quando avaliam uma nova oportunidade. No setor tecnológico, 35% dos empregadores apontam maior flexibilidade de horários como estratégia para atrair e reter talento, acima dos 30% que referem aumentos salariais.

A retenção também parece estar cada vez mais ligada à autonomia e ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Segundo o Workmonitor 2026 da Randstad, 51% dos profissionais em Portugal apontam esse equilíbrio como o principal motivo para permanecer no atual emprego, face a 23% que referem remuneração e benefícios. Metade afirma já ter abandonado um emprego por falta de autonomia, enquanto 80% dos empregadores consideram que dar mais autonomia aumenta o compromisso e a produtividade.

A análise da IWG e da Arup, centrada nos Estados Unidos e Reino Unido, estima que uma maior retenção de talento possa representar ganhos de produtividade de 204,7 mil milhões de dólares nos EUA e 10,8 mil milhões de libras no Reino Unido ao longo de cinco anos. Os valores não são diretamente aplicáveis a Portugal, mas procuram quantificar o impacto económico associado à redução da rotatividade e à preservação de experiência e conhecimento nas empresas.

A inteligência artificial surge como outro fator associado a esta transformação. 80% dos CEO inquiridos consideram que a combinação entre IA e trabalho híbrido aumenta a produtividade. Em Portugal, dados do Workmonitor 2026 indicam que 60% dos profissionais e 70% dos empregadores consideram que a IA já contribui para melhorar o desempenho, enquanto 89% dos empregadores planeiam reforçar a utilização desta tecnologia nos 12 meses seguintes.


(C) Foto de Sargent Seal na Unsplash

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