#Protagonistas

Seis perguntas a Buba Espinho

Enleado é o tema que antecipa o próximo álbum de Buba Espinho e volta a cruzar as raízes alentejanas com outras referências musicais. Depois de dois discos e quatro Coliseus esgotados, o cantor prepara-se, também, para subir à MEO Arena, a 27 de fevereiro. Nas seis perguntas do MOTIVO, fala de amor e razão, liberdade criativa, família e da vontade de continuar a levar o cante a novos lugares.

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10 de out. de 2026, 09:00

Enleado é contado por alguém que vê uma história de amor de fora e tenta avisar quem está dentro dela. O que te interessou mais nesta perspetiva?

BUBA ESPINHO — É verdade. Enleado é uma história contada por quem vê os seus amigos a mudarem drasticamente por amor. O que mais me interessou foi concluir que o amor pode ser algo lindíssimo e, ao mesmo tempo, algo tão irracional e “pateta”.

“Um coração inquieto rouba espaço ao intelecto” é a frase que sustenta a canção. Na tua vida, costumas ouvir mais o coração ou ainda tentas negociar com a razão?

B.E. — Costumo dizer que tenho reuniões de conselho todos os dias entre o coração e a razão. Sinto mesmo que as escolhas e a vida são o equilíbrio dos dois.



Dizes que o Alentejo será sempre a tua raiz, ao mesmo tempo que queres explorar musicalmente Portugal. Até onde queres levar essa mistura?

B.E. — O Alentejo é a minha raiz, a minha casa e a minha maior inspiração. Nos últimos anos, a minha missão tem sido envolver o cante e a minha música com outros géneros, outras pessoas e outras culturas. Sinto que esta mistura será sempre aquilo que me vai levar a continuar à procura da melhor fusão. Faz-me também querer continuar a aprender e a descobrir outras culturas, e isso é uma honra.

Dois álbuns, quatro Coliseus esgotados, um novo disco a caminho, fãs de diferentes gerações e colaborações com músicos de universos distintos. Sentes-te, hoje, mais livre para experimentar ou o crescimento também traz maior pressão?

B.E. — Na minha profissão, não sinto pressão nenhuma. Muito pelo contrário: sinto cada vez mais liberdade e entusiasmo à medida que o tempo passa e, obviamente, muita responsabilidade. Isso, sim.



A 27 de fevereiro sobes à MEO Arena. O que representa uma sala daquela dimensão para alguém que começou com uma música tão ligada à terra e à tradição?

B.E. — Representa muito para mim e para os meus. Sempre tive o foco e a ambição de levar a minha música aos quatro cantos do país e do mundo. Para quem começou no interior, sem condições e com muitas barreiras, poder chegar aqui, passados muitos anos, é um motivo de muito orgulho. Olhar para trás e perceber que cada passo, dado com calma e naturalidade, me trouxe até aqui, deixa-me muito feliz e realizado. Ao mesmo tempo, sei que não ficarei por aqui. Este é apenas mais um momento da minha carreira que quero eternizar. A mensagem deste concerto é de que tudo é possível, independentemente de onde vimos ou do que cantamos. Basta acreditarmos e rodearmo-nos de boas pessoas.



Voltando a Enleado: dizes que abre um novo capítulo. O que mudou no Buba Espinho do primeiro álbum para o disco que aí vem?

B.E. — Mudou muita coisa, principalmente a nível pessoal. No primeiro álbum, era um miúdo que pensava apenas em si e na sua carreira. Hoje, sou um homem que construiu uma família e, também, uma grande equipa, pela qual sou responsável. Isso mantém-me focado e motivado, todos os dias, a procurar o melhor concerto, a melhor canção e, acima de tudo, a procurar ser o melhor pai e estar sempre presente para os meus filhos.

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Seis perguntas a Buba Espinho

Enleado é o tema que antecipa o próximo álbum de Buba Espinho e volta a cruzar as raízes alentejanas com outras referências musicais. Depois de dois discos e quatro Coliseus esgotados, o cantor prepara-se, também, para subir à MEO Arena, a 27 de fevereiro. Nas seis perguntas do MOTIVO, fala de amor e razão, liberdade criativa, família e da vontade de continuar a levar o cante a novos lugares.

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10 de out. de 2026, 09:00

Enleado é contado por alguém que vê uma história de amor de fora e tenta avisar quem está dentro dela. O que te interessou mais nesta perspetiva?

BUBA ESPINHO — É verdade. Enleado é uma história contada por quem vê os seus amigos a mudarem drasticamente por amor. O que mais me interessou foi concluir que o amor pode ser algo lindíssimo e, ao mesmo tempo, algo tão irracional e “pateta”.

“Um coração inquieto rouba espaço ao intelecto” é a frase que sustenta a canção. Na tua vida, costumas ouvir mais o coração ou ainda tentas negociar com a razão?

B.E. — Costumo dizer que tenho reuniões de conselho todos os dias entre o coração e a razão. Sinto mesmo que as escolhas e a vida são o equilíbrio dos dois.



Dizes que o Alentejo será sempre a tua raiz, ao mesmo tempo que queres explorar musicalmente Portugal. Até onde queres levar essa mistura?

B.E. — O Alentejo é a minha raiz, a minha casa e a minha maior inspiração. Nos últimos anos, a minha missão tem sido envolver o cante e a minha música com outros géneros, outras pessoas e outras culturas. Sinto que esta mistura será sempre aquilo que me vai levar a continuar à procura da melhor fusão. Faz-me também querer continuar a aprender e a descobrir outras culturas, e isso é uma honra.

Dois álbuns, quatro Coliseus esgotados, um novo disco a caminho, fãs de diferentes gerações e colaborações com músicos de universos distintos. Sentes-te, hoje, mais livre para experimentar ou o crescimento também traz maior pressão?

B.E. — Na minha profissão, não sinto pressão nenhuma. Muito pelo contrário: sinto cada vez mais liberdade e entusiasmo à medida que o tempo passa e, obviamente, muita responsabilidade. Isso, sim.



A 27 de fevereiro sobes à MEO Arena. O que representa uma sala daquela dimensão para alguém que começou com uma música tão ligada à terra e à tradição?

B.E. — Representa muito para mim e para os meus. Sempre tive o foco e a ambição de levar a minha música aos quatro cantos do país e do mundo. Para quem começou no interior, sem condições e com muitas barreiras, poder chegar aqui, passados muitos anos, é um motivo de muito orgulho. Olhar para trás e perceber que cada passo, dado com calma e naturalidade, me trouxe até aqui, deixa-me muito feliz e realizado. Ao mesmo tempo, sei que não ficarei por aqui. Este é apenas mais um momento da minha carreira que quero eternizar. A mensagem deste concerto é de que tudo é possível, independentemente de onde vimos ou do que cantamos. Basta acreditarmos e rodearmo-nos de boas pessoas.



Voltando a Enleado: dizes que abre um novo capítulo. O que mudou no Buba Espinho do primeiro álbum para o disco que aí vem?

B.E. — Mudou muita coisa, principalmente a nível pessoal. No primeiro álbum, era um miúdo que pensava apenas em si e na sua carreira. Hoje, sou um homem que construiu uma família e, também, uma grande equipa, pela qual sou responsável. Isso mantém-me focado e motivado, todos os dias, a procurar o melhor concerto, a melhor canção e, acima de tudo, a procurar ser o melhor pai e estar sempre presente para os meus filhos.

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Seis perguntas a Buba Espinho

Enleado é o tema que antecipa o próximo álbum de Buba Espinho e volta a cruzar as raízes alentejanas com outras referências musicais. Depois de dois discos e quatro Coliseus esgotados, o cantor prepara-se, também, para subir à MEO Arena, a 27 de fevereiro. Nas seis perguntas do MOTIVO, fala de amor e razão, liberdade criativa, família e da vontade de continuar a levar o cante a novos lugares.

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10 de out. de 2026, 09:00

Enleado é contado por alguém que vê uma história de amor de fora e tenta avisar quem está dentro dela. O que te interessou mais nesta perspetiva?

BUBA ESPINHO — É verdade. Enleado é uma história contada por quem vê os seus amigos a mudarem drasticamente por amor. O que mais me interessou foi concluir que o amor pode ser algo lindíssimo e, ao mesmo tempo, algo tão irracional e “pateta”.

“Um coração inquieto rouba espaço ao intelecto” é a frase que sustenta a canção. Na tua vida, costumas ouvir mais o coração ou ainda tentas negociar com a razão?

B.E. — Costumo dizer que tenho reuniões de conselho todos os dias entre o coração e a razão. Sinto mesmo que as escolhas e a vida são o equilíbrio dos dois.



Dizes que o Alentejo será sempre a tua raiz, ao mesmo tempo que queres explorar musicalmente Portugal. Até onde queres levar essa mistura?

B.E. — O Alentejo é a minha raiz, a minha casa e a minha maior inspiração. Nos últimos anos, a minha missão tem sido envolver o cante e a minha música com outros géneros, outras pessoas e outras culturas. Sinto que esta mistura será sempre aquilo que me vai levar a continuar à procura da melhor fusão. Faz-me também querer continuar a aprender e a descobrir outras culturas, e isso é uma honra.

Dois álbuns, quatro Coliseus esgotados, um novo disco a caminho, fãs de diferentes gerações e colaborações com músicos de universos distintos. Sentes-te, hoje, mais livre para experimentar ou o crescimento também traz maior pressão?

B.E. — Na minha profissão, não sinto pressão nenhuma. Muito pelo contrário: sinto cada vez mais liberdade e entusiasmo à medida que o tempo passa e, obviamente, muita responsabilidade. Isso, sim.



A 27 de fevereiro sobes à MEO Arena. O que representa uma sala daquela dimensão para alguém que começou com uma música tão ligada à terra e à tradição?

B.E. — Representa muito para mim e para os meus. Sempre tive o foco e a ambição de levar a minha música aos quatro cantos do país e do mundo. Para quem começou no interior, sem condições e com muitas barreiras, poder chegar aqui, passados muitos anos, é um motivo de muito orgulho. Olhar para trás e perceber que cada passo, dado com calma e naturalidade, me trouxe até aqui, deixa-me muito feliz e realizado. Ao mesmo tempo, sei que não ficarei por aqui. Este é apenas mais um momento da minha carreira que quero eternizar. A mensagem deste concerto é de que tudo é possível, independentemente de onde vimos ou do que cantamos. Basta acreditarmos e rodearmo-nos de boas pessoas.



Voltando a Enleado: dizes que abre um novo capítulo. O que mudou no Buba Espinho do primeiro álbum para o disco que aí vem?

B.E. — Mudou muita coisa, principalmente a nível pessoal. No primeiro álbum, era um miúdo que pensava apenas em si e na sua carreira. Hoje, sou um homem que construiu uma família e, também, uma grande equipa, pela qual sou responsável. Isso mantém-me focado e motivado, todos os dias, a procurar o melhor concerto, a melhor canção e, acima de tudo, a procurar ser o melhor pai e estar sempre presente para os meus filhos.

#Protagonistas

Seis perguntas a Buba Espinho

Enleado é o tema que antecipa o próximo álbum de Buba Espinho e volta a cruzar as raízes alentejanas com outras referências musicais. Depois de dois discos e quatro Coliseus esgotados, o cantor prepara-se, também, para subir à MEO Arena, a 27 de fevereiro. Nas seis perguntas do MOTIVO, fala de amor e razão, liberdade criativa, família e da vontade de continuar a levar o cante a novos lugares.

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10 de out. de 2026, 09:00

Enleado é contado por alguém que vê uma história de amor de fora e tenta avisar quem está dentro dela. O que te interessou mais nesta perspetiva?

BUBA ESPINHO — É verdade. Enleado é uma história contada por quem vê os seus amigos a mudarem drasticamente por amor. O que mais me interessou foi concluir que o amor pode ser algo lindíssimo e, ao mesmo tempo, algo tão irracional e “pateta”.

“Um coração inquieto rouba espaço ao intelecto” é a frase que sustenta a canção. Na tua vida, costumas ouvir mais o coração ou ainda tentas negociar com a razão?

B.E. — Costumo dizer que tenho reuniões de conselho todos os dias entre o coração e a razão. Sinto mesmo que as escolhas e a vida são o equilíbrio dos dois.



Dizes que o Alentejo será sempre a tua raiz, ao mesmo tempo que queres explorar musicalmente Portugal. Até onde queres levar essa mistura?

B.E. — O Alentejo é a minha raiz, a minha casa e a minha maior inspiração. Nos últimos anos, a minha missão tem sido envolver o cante e a minha música com outros géneros, outras pessoas e outras culturas. Sinto que esta mistura será sempre aquilo que me vai levar a continuar à procura da melhor fusão. Faz-me também querer continuar a aprender e a descobrir outras culturas, e isso é uma honra.

Dois álbuns, quatro Coliseus esgotados, um novo disco a caminho, fãs de diferentes gerações e colaborações com músicos de universos distintos. Sentes-te, hoje, mais livre para experimentar ou o crescimento também traz maior pressão?

B.E. — Na minha profissão, não sinto pressão nenhuma. Muito pelo contrário: sinto cada vez mais liberdade e entusiasmo à medida que o tempo passa e, obviamente, muita responsabilidade. Isso, sim.



A 27 de fevereiro sobes à MEO Arena. O que representa uma sala daquela dimensão para alguém que começou com uma música tão ligada à terra e à tradição?

B.E. — Representa muito para mim e para os meus. Sempre tive o foco e a ambição de levar a minha música aos quatro cantos do país e do mundo. Para quem começou no interior, sem condições e com muitas barreiras, poder chegar aqui, passados muitos anos, é um motivo de muito orgulho. Olhar para trás e perceber que cada passo, dado com calma e naturalidade, me trouxe até aqui, deixa-me muito feliz e realizado. Ao mesmo tempo, sei que não ficarei por aqui. Este é apenas mais um momento da minha carreira que quero eternizar. A mensagem deste concerto é de que tudo é possível, independentemente de onde vimos ou do que cantamos. Basta acreditarmos e rodearmo-nos de boas pessoas.



Voltando a Enleado: dizes que abre um novo capítulo. O que mudou no Buba Espinho do primeiro álbum para o disco que aí vem?

B.E. — Mudou muita coisa, principalmente a nível pessoal. No primeiro álbum, era um miúdo que pensava apenas em si e na sua carreira. Hoje, sou um homem que construiu uma família e, também, uma grande equipa, pela qual sou responsável. Isso mantém-me focado e motivado, todos os dias, a procurar o melhor concerto, a melhor canção e, acima de tudo, a procurar ser o melhor pai e estar sempre presente para os meus filhos.

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