
#Conhecimento
90% dos líderes financeiros que usam IA já reportam retorno do investimento
A inteligência artificial está a ganhar peso nas equipas financeiras e também a alargar o próprio papel dos CFO.
Quase três quartos dos líderes financeiros afirmam que as suas responsabilidades aumentaram no último ano, sendo a gestão e expansão da utilização de IA apontada como o principal motivo dessa evolução, segundo o mais recente CFO Priorities Report, da Salesforce. O estudo ouviu 865 responsáveis financeiros em cinco países.
Eis os números que explicam a dimensão da mudança:
90% dos líderes financeiros que já utilizam IA dizem obter retorno positivo sobre o investimento;
entre quem utiliza agentes de IA, mais de 90% identifica ganhos em tempo, produtividade, custos e precisão das previsões financeiras;
50% dos responsáveis financeiros dizem já ter um papel decisivo na definição da estratégia de IA da organização;
71% trabalham em empresas que vendem através de mais canais do que há um ano;
65% gerem atualmente vários modelos de receita;
67% afirmam que as equipas continuam a executar manualmente pelo menos um em cada cinco processos;
os líderes financeiros estimam que até 40% das tarefas das suas equipas poderiam ser automatizadas.
A maior complexidade do negócio ajuda a explicar esta procura por automação. À multiplicação dos canais de venda juntam-se modelos como subscrições, serviços profissionais, pagamentos baseados em consumo e soluções híbridas, obrigando as equipas financeiras a acompanhar simultaneamente diferentes formas de definir preços, faturar, cobrar e reconhecer receitas.
A adoção continua, porém, condicionada por preocupações relevantes. 46% dos inquiridos identificam a segurança como o principal obstáculo à expansão da IA, enquanto 42% apontam questões de governação e outros 42% a integração com os sistemas existentes. A falta de competências internas especializadas surge também como desafio, sobretudo numa altura em que os CFO passam a responder não apenas pelos custos associados à tecnologia, como também pelo seu impacto e resultados.
O inquérito foi realizado entre 4 e 15 de maio de 2026 junto de CFO, responsáveis de contabilidade e outros dirigentes financeiros em França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. A recolha foi duplamente cega: os participantes desconheciam que o estudo tinha sido solicitado pela Salesforce e a empresa não conhece a identidade dos respondentes além dos critérios usados para a seleção.
(C) Foto de BoliviaInteligente na Unsplash

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90% dos líderes financeiros que usam IA já reportam retorno do investimento
A inteligência artificial está a ganhar peso nas equipas financeiras e também a alargar o próprio papel dos CFO.
Quase três quartos dos líderes financeiros afirmam que as suas responsabilidades aumentaram no último ano, sendo a gestão e expansão da utilização de IA apontada como o principal motivo dessa evolução, segundo o mais recente CFO Priorities Report, da Salesforce. O estudo ouviu 865 responsáveis financeiros em cinco países.
Eis os números que explicam a dimensão da mudança:
90% dos líderes financeiros que já utilizam IA dizem obter retorno positivo sobre o investimento;
entre quem utiliza agentes de IA, mais de 90% identifica ganhos em tempo, produtividade, custos e precisão das previsões financeiras;
50% dos responsáveis financeiros dizem já ter um papel decisivo na definição da estratégia de IA da organização;
71% trabalham em empresas que vendem através de mais canais do que há um ano;
65% gerem atualmente vários modelos de receita;
67% afirmam que as equipas continuam a executar manualmente pelo menos um em cada cinco processos;
os líderes financeiros estimam que até 40% das tarefas das suas equipas poderiam ser automatizadas.
A maior complexidade do negócio ajuda a explicar esta procura por automação. À multiplicação dos canais de venda juntam-se modelos como subscrições, serviços profissionais, pagamentos baseados em consumo e soluções híbridas, obrigando as equipas financeiras a acompanhar simultaneamente diferentes formas de definir preços, faturar, cobrar e reconhecer receitas.
A adoção continua, porém, condicionada por preocupações relevantes. 46% dos inquiridos identificam a segurança como o principal obstáculo à expansão da IA, enquanto 42% apontam questões de governação e outros 42% a integração com os sistemas existentes. A falta de competências internas especializadas surge também como desafio, sobretudo numa altura em que os CFO passam a responder não apenas pelos custos associados à tecnologia, como também pelo seu impacto e resultados.
O inquérito foi realizado entre 4 e 15 de maio de 2026 junto de CFO, responsáveis de contabilidade e outros dirigentes financeiros em França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. A recolha foi duplamente cega: os participantes desconheciam que o estudo tinha sido solicitado pela Salesforce e a empresa não conhece a identidade dos respondentes além dos critérios usados para a seleção.
(C) Foto de BoliviaInteligente na Unsplash

#Conhecimento
90% dos líderes financeiros que usam IA já reportam retorno do investimento
A inteligência artificial está a ganhar peso nas equipas financeiras e também a alargar o próprio papel dos CFO.
Quase três quartos dos líderes financeiros afirmam que as suas responsabilidades aumentaram no último ano, sendo a gestão e expansão da utilização de IA apontada como o principal motivo dessa evolução, segundo o mais recente CFO Priorities Report, da Salesforce. O estudo ouviu 865 responsáveis financeiros em cinco países.
Eis os números que explicam a dimensão da mudança:
90% dos líderes financeiros que já utilizam IA dizem obter retorno positivo sobre o investimento;
entre quem utiliza agentes de IA, mais de 90% identifica ganhos em tempo, produtividade, custos e precisão das previsões financeiras;
50% dos responsáveis financeiros dizem já ter um papel decisivo na definição da estratégia de IA da organização;
71% trabalham em empresas que vendem através de mais canais do que há um ano;
65% gerem atualmente vários modelos de receita;
67% afirmam que as equipas continuam a executar manualmente pelo menos um em cada cinco processos;
os líderes financeiros estimam que até 40% das tarefas das suas equipas poderiam ser automatizadas.
A maior complexidade do negócio ajuda a explicar esta procura por automação. À multiplicação dos canais de venda juntam-se modelos como subscrições, serviços profissionais, pagamentos baseados em consumo e soluções híbridas, obrigando as equipas financeiras a acompanhar simultaneamente diferentes formas de definir preços, faturar, cobrar e reconhecer receitas.
A adoção continua, porém, condicionada por preocupações relevantes. 46% dos inquiridos identificam a segurança como o principal obstáculo à expansão da IA, enquanto 42% apontam questões de governação e outros 42% a integração com os sistemas existentes. A falta de competências internas especializadas surge também como desafio, sobretudo numa altura em que os CFO passam a responder não apenas pelos custos associados à tecnologia, como também pelo seu impacto e resultados.
O inquérito foi realizado entre 4 e 15 de maio de 2026 junto de CFO, responsáveis de contabilidade e outros dirigentes financeiros em França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. A recolha foi duplamente cega: os participantes desconheciam que o estudo tinha sido solicitado pela Salesforce e a empresa não conhece a identidade dos respondentes além dos critérios usados para a seleção.
(C) Foto de BoliviaInteligente na Unsplash

#Conhecimento
90% dos líderes financeiros que usam IA já reportam retorno do investimento
A inteligência artificial está a ganhar peso nas equipas financeiras e também a alargar o próprio papel dos CFO.
Quase três quartos dos líderes financeiros afirmam que as suas responsabilidades aumentaram no último ano, sendo a gestão e expansão da utilização de IA apontada como o principal motivo dessa evolução, segundo o mais recente CFO Priorities Report, da Salesforce. O estudo ouviu 865 responsáveis financeiros em cinco países.
Eis os números que explicam a dimensão da mudança:
90% dos líderes financeiros que já utilizam IA dizem obter retorno positivo sobre o investimento;
entre quem utiliza agentes de IA, mais de 90% identifica ganhos em tempo, produtividade, custos e precisão das previsões financeiras;
50% dos responsáveis financeiros dizem já ter um papel decisivo na definição da estratégia de IA da organização;
71% trabalham em empresas que vendem através de mais canais do que há um ano;
65% gerem atualmente vários modelos de receita;
67% afirmam que as equipas continuam a executar manualmente pelo menos um em cada cinco processos;
os líderes financeiros estimam que até 40% das tarefas das suas equipas poderiam ser automatizadas.
A maior complexidade do negócio ajuda a explicar esta procura por automação. À multiplicação dos canais de venda juntam-se modelos como subscrições, serviços profissionais, pagamentos baseados em consumo e soluções híbridas, obrigando as equipas financeiras a acompanhar simultaneamente diferentes formas de definir preços, faturar, cobrar e reconhecer receitas.
A adoção continua, porém, condicionada por preocupações relevantes. 46% dos inquiridos identificam a segurança como o principal obstáculo à expansão da IA, enquanto 42% apontam questões de governação e outros 42% a integração com os sistemas existentes. A falta de competências internas especializadas surge também como desafio, sobretudo numa altura em que os CFO passam a responder não apenas pelos custos associados à tecnologia, como também pelo seu impacto e resultados.
O inquérito foi realizado entre 4 e 15 de maio de 2026 junto de CFO, responsáveis de contabilidade e outros dirigentes financeiros em França, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. A recolha foi duplamente cega: os participantes desconheciam que o estudo tinha sido solicitado pela Salesforce e a empresa não conhece a identidade dos respondentes além dos critérios usados para a seleção.




