
#Conhecimento
Redes sociais em 2026: o que marcas e empreendedores têm de saber
O tempo em que era "só postar" já passou. Em 2025 ficámos todos com a certeza da importância de ter uma estratégia robusta e à prova de apagões. O que será que 2026 nos reserva? Conheça 8 tendências que vão definir o trabalho em ambiente digital no próximo ano, segundo os especialistas.
Falar de “tendências para 2026” sem cair em futurologia obriga-nos a olhar para aquilo que os relatórios mais recentes mostram como mudança estrutural. Isto é, aquilo que plataformas e entidades de referência identificam como hábitos de consumo, formatos que crescem, expectativas do público e impacto real para negócios, e perceber o que é provável que se consolide no próximo ano. É isso que se segue: um guia prático, sustentado por dados e tendências observadas por players como TikTok, Hootsuite, Sprout Social e HubSpot.

1) Objetivo: alcançar a micro-viralidade com intenção
A lógica de seguir todas as tendências perdeu eficácia. O que ganha espaço é a micro-viralidade: conteúdos e momentos culturais escolhidos com critério, porque servem objectivos concretos, como reputação, consideração, comunidade ou conversão. A Hootsuite identifica esta viragem, com marcas a procurarem momentos virais mais pequenos e mais relevantes, em vez de perseguirem tendências massivas sem alinhamento estratégico.
O que fazer em 2026: criar “momentos” pensados para o público (e não para o algoritmo), testar formatos em ciclos curtos e medir impacto com métricas de negócio, como leads, pedidos ou vendas, e não apenas alcance.
2) O social listening passa a base de estratégia
Monitorizar conversas, sentimentos e sinais culturais tende a tornar-se parte integrante do trabalho das equipas. Os especialistas sublinham a importância do social listening para escolher tendências relevantes, compreender contextos e antecipar reacções.
O que fazer em 2026: definir cinco a dez temas a “escutar” (categoria, dores do público, concorrência, temas adjacentes), criar um ritual semanal de análise e transformar essa leitura em linhas editoriais e ideias de conteúdo.
3) Vídeo com mais utilidade e menos ruído
A aposta no vídeo mantém-se, mas com novas exigências. Em vez de quantidade, ganha valor a clareza: uma ideia por vídeo, um bom gancho e utilidade real. A HubSpot identifica tendências fortes ligadas a estratégias video-first, criação apoiada por inteligência artificial e mudanças no comportamento do público.
O que fazer em 2026: apostar em séries ou rubricas, usar guiões simples (problema → exemplo → conclusão) e incluir chamadas à ação claras que conduzam a um passo seguinte, como visitar o site, assinar a newsletter ou entrar em contacto.
4) Criar com criadores passa a ser regra
O TikTok tem reforçado uma mudança clara: as marcas deixam de “falar para” as pessoas e passam a criar com comunidades e criadores, usando linguagem nativa da plataforma e relevância cultural.
O que fazer em 2026: deixar de procurar apenas influenciadores e começar a procurar criadores por formato, ou seja, quem sabe explicar, quem sabe entreter, quem sabe demonstrar. Briefings curtos, liberdade criativa e objectivos bem definidos vão ser essenciais nesta relação entre marcas e criadores.
5) O YouTube e o conteúdo com longevidade ganham peso
Para lá do curto e efémero, cresce o interesse por conteúdos longos quando oferecem explicação, bastidores, contexto e prova social. A Sprout Social tem destacado o papel do YouTube como plataforma de impacto para marcas.
O que fazer em 2026: além de Reels e TikTok, construir um arquivo de conteúdos como entrevistas, guias, perguntas frequentes em vídeo e estudos de caso, no fundo, conteúdos que se pesquisam, guardam e revisitam.
6) A IA já faz parte do processo, mas a prova humana torna-se diferenciadora
Os relatórios de tendências em marketing e redes sociais apontam para a inteligência artificial como acelerador de processos, com ideias, versões, edição, legendas, ao mesmo tempo que cresce a exigência de autenticidade e confiança. A IA ajuda a produzir, mas a diferença competitiva está na voz, na experiência e na transparência.
O que fazer em 2026: usar a IA para ganhar tempo e investir esse tempo poupado em entrevistas, dados próprios, bastidores e prova concreta, como processos, métricas, histórias reais.
7) As métricas de negócio e impacto superam as métricas de vaidade
A discussão no sector centra-se cada vez mais em provar valor. O que as redes sociais trazem à marca, ao funil e à relação com o cliente? A Sprout Social tem sublinhado esta mudança, pressionando as marcas para uma abordagem mais estratégica.
O que fazer em 2026: definir três KPIs relevantes por trimestre, como leads qualificadas, tráfego para páginas-chave ou pedidos de proposta, e criar conteúdo com uma função clara: descoberta, prova, conversão ou retenção.
8) Ainda mais fragmentação: o público usa várias redes em simultâneo
A fragmentação é estrutural. As pessoas distribuem a atenção por várias plataformas e formatos. A Sprout Social aponta para um ecossistema em que múltiplas redes são usadas em paralelo, obrigando marcas a escolher melhor onde investem e como adaptam formatos.
O que fazer em 2026: escolher plataformas-núcleo (duas principais e uma de apoio), criar um sistema de reaproveitamento de conteúdos (um tema, vários formatos) e proteger energia, isto é, a consistência vale mais do que estar em todo o lado.
Conclusão: 2026 é o ano do conteúdo com intenção
Todas as tendências apontam na mesma direção: menos improviso, mais método. Em 2026, as redes sociais deixam de ser apenas um espaço para “aparecer” e passam a ser um lugar para construir confiança, servir o público certo, provar valor e criar comunidade, com conteúdos que combinam criatividade, dados e uma voz humana reconhecível.

#Conhecimento
Redes sociais em 2026: o que marcas e empreendedores têm de saber
O tempo em que era "só postar" já passou. Em 2025 ficámos todos com a certeza da importância de ter uma estratégia robusta e à prova de apagões. O que será que 2026 nos reserva? Conheça 8 tendências que vão definir o trabalho em ambiente digital no próximo ano, segundo os especialistas.
Falar de “tendências para 2026” sem cair em futurologia obriga-nos a olhar para aquilo que os relatórios mais recentes mostram como mudança estrutural. Isto é, aquilo que plataformas e entidades de referência identificam como hábitos de consumo, formatos que crescem, expectativas do público e impacto real para negócios, e perceber o que é provável que se consolide no próximo ano. É isso que se segue: um guia prático, sustentado por dados e tendências observadas por players como TikTok, Hootsuite, Sprout Social e HubSpot.

1) Objetivo: alcançar a micro-viralidade com intenção
A lógica de seguir todas as tendências perdeu eficácia. O que ganha espaço é a micro-viralidade: conteúdos e momentos culturais escolhidos com critério, porque servem objectivos concretos, como reputação, consideração, comunidade ou conversão. A Hootsuite identifica esta viragem, com marcas a procurarem momentos virais mais pequenos e mais relevantes, em vez de perseguirem tendências massivas sem alinhamento estratégico.
O que fazer em 2026: criar “momentos” pensados para o público (e não para o algoritmo), testar formatos em ciclos curtos e medir impacto com métricas de negócio, como leads, pedidos ou vendas, e não apenas alcance.
2) O social listening passa a base de estratégia
Monitorizar conversas, sentimentos e sinais culturais tende a tornar-se parte integrante do trabalho das equipas. Os especialistas sublinham a importância do social listening para escolher tendências relevantes, compreender contextos e antecipar reacções.
O que fazer em 2026: definir cinco a dez temas a “escutar” (categoria, dores do público, concorrência, temas adjacentes), criar um ritual semanal de análise e transformar essa leitura em linhas editoriais e ideias de conteúdo.
3) Vídeo com mais utilidade e menos ruído
A aposta no vídeo mantém-se, mas com novas exigências. Em vez de quantidade, ganha valor a clareza: uma ideia por vídeo, um bom gancho e utilidade real. A HubSpot identifica tendências fortes ligadas a estratégias video-first, criação apoiada por inteligência artificial e mudanças no comportamento do público.
O que fazer em 2026: apostar em séries ou rubricas, usar guiões simples (problema → exemplo → conclusão) e incluir chamadas à ação claras que conduzam a um passo seguinte, como visitar o site, assinar a newsletter ou entrar em contacto.
4) Criar com criadores passa a ser regra
O TikTok tem reforçado uma mudança clara: as marcas deixam de “falar para” as pessoas e passam a criar com comunidades e criadores, usando linguagem nativa da plataforma e relevância cultural.
O que fazer em 2026: deixar de procurar apenas influenciadores e começar a procurar criadores por formato, ou seja, quem sabe explicar, quem sabe entreter, quem sabe demonstrar. Briefings curtos, liberdade criativa e objectivos bem definidos vão ser essenciais nesta relação entre marcas e criadores.
5) O YouTube e o conteúdo com longevidade ganham peso
Para lá do curto e efémero, cresce o interesse por conteúdos longos quando oferecem explicação, bastidores, contexto e prova social. A Sprout Social tem destacado o papel do YouTube como plataforma de impacto para marcas.
O que fazer em 2026: além de Reels e TikTok, construir um arquivo de conteúdos como entrevistas, guias, perguntas frequentes em vídeo e estudos de caso, no fundo, conteúdos que se pesquisam, guardam e revisitam.
6) A IA já faz parte do processo, mas a prova humana torna-se diferenciadora
Os relatórios de tendências em marketing e redes sociais apontam para a inteligência artificial como acelerador de processos, com ideias, versões, edição, legendas, ao mesmo tempo que cresce a exigência de autenticidade e confiança. A IA ajuda a produzir, mas a diferença competitiva está na voz, na experiência e na transparência.
O que fazer em 2026: usar a IA para ganhar tempo e investir esse tempo poupado em entrevistas, dados próprios, bastidores e prova concreta, como processos, métricas, histórias reais.
7) As métricas de negócio e impacto superam as métricas de vaidade
A discussão no sector centra-se cada vez mais em provar valor. O que as redes sociais trazem à marca, ao funil e à relação com o cliente? A Sprout Social tem sublinhado esta mudança, pressionando as marcas para uma abordagem mais estratégica.
O que fazer em 2026: definir três KPIs relevantes por trimestre, como leads qualificadas, tráfego para páginas-chave ou pedidos de proposta, e criar conteúdo com uma função clara: descoberta, prova, conversão ou retenção.
8) Ainda mais fragmentação: o público usa várias redes em simultâneo
A fragmentação é estrutural. As pessoas distribuem a atenção por várias plataformas e formatos. A Sprout Social aponta para um ecossistema em que múltiplas redes são usadas em paralelo, obrigando marcas a escolher melhor onde investem e como adaptam formatos.
O que fazer em 2026: escolher plataformas-núcleo (duas principais e uma de apoio), criar um sistema de reaproveitamento de conteúdos (um tema, vários formatos) e proteger energia, isto é, a consistência vale mais do que estar em todo o lado.
Conclusão: 2026 é o ano do conteúdo com intenção
Todas as tendências apontam na mesma direção: menos improviso, mais método. Em 2026, as redes sociais deixam de ser apenas um espaço para “aparecer” e passam a ser um lugar para construir confiança, servir o público certo, provar valor e criar comunidade, com conteúdos que combinam criatividade, dados e uma voz humana reconhecível.

#Conhecimento
Redes sociais em 2026: o que marcas e empreendedores têm de saber
O tempo em que era "só postar" já passou. Em 2025 ficámos todos com a certeza da importância de ter uma estratégia robusta e à prova de apagões. O que será que 2026 nos reserva? Conheça 8 tendências que vão definir o trabalho em ambiente digital no próximo ano, segundo os especialistas.
Falar de “tendências para 2026” sem cair em futurologia obriga-nos a olhar para aquilo que os relatórios mais recentes mostram como mudança estrutural. Isto é, aquilo que plataformas e entidades de referência identificam como hábitos de consumo, formatos que crescem, expectativas do público e impacto real para negócios, e perceber o que é provável que se consolide no próximo ano. É isso que se segue: um guia prático, sustentado por dados e tendências observadas por players como TikTok, Hootsuite, Sprout Social e HubSpot.

1) Objetivo: alcançar a micro-viralidade com intenção
A lógica de seguir todas as tendências perdeu eficácia. O que ganha espaço é a micro-viralidade: conteúdos e momentos culturais escolhidos com critério, porque servem objectivos concretos, como reputação, consideração, comunidade ou conversão. A Hootsuite identifica esta viragem, com marcas a procurarem momentos virais mais pequenos e mais relevantes, em vez de perseguirem tendências massivas sem alinhamento estratégico.
O que fazer em 2026: criar “momentos” pensados para o público (e não para o algoritmo), testar formatos em ciclos curtos e medir impacto com métricas de negócio, como leads, pedidos ou vendas, e não apenas alcance.
2) O social listening passa a base de estratégia
Monitorizar conversas, sentimentos e sinais culturais tende a tornar-se parte integrante do trabalho das equipas. Os especialistas sublinham a importância do social listening para escolher tendências relevantes, compreender contextos e antecipar reacções.
O que fazer em 2026: definir cinco a dez temas a “escutar” (categoria, dores do público, concorrência, temas adjacentes), criar um ritual semanal de análise e transformar essa leitura em linhas editoriais e ideias de conteúdo.
3) Vídeo com mais utilidade e menos ruído
A aposta no vídeo mantém-se, mas com novas exigências. Em vez de quantidade, ganha valor a clareza: uma ideia por vídeo, um bom gancho e utilidade real. A HubSpot identifica tendências fortes ligadas a estratégias video-first, criação apoiada por inteligência artificial e mudanças no comportamento do público.
O que fazer em 2026: apostar em séries ou rubricas, usar guiões simples (problema → exemplo → conclusão) e incluir chamadas à ação claras que conduzam a um passo seguinte, como visitar o site, assinar a newsletter ou entrar em contacto.
4) Criar com criadores passa a ser regra
O TikTok tem reforçado uma mudança clara: as marcas deixam de “falar para” as pessoas e passam a criar com comunidades e criadores, usando linguagem nativa da plataforma e relevância cultural.
O que fazer em 2026: deixar de procurar apenas influenciadores e começar a procurar criadores por formato, ou seja, quem sabe explicar, quem sabe entreter, quem sabe demonstrar. Briefings curtos, liberdade criativa e objectivos bem definidos vão ser essenciais nesta relação entre marcas e criadores.
5) O YouTube e o conteúdo com longevidade ganham peso
Para lá do curto e efémero, cresce o interesse por conteúdos longos quando oferecem explicação, bastidores, contexto e prova social. A Sprout Social tem destacado o papel do YouTube como plataforma de impacto para marcas.
O que fazer em 2026: além de Reels e TikTok, construir um arquivo de conteúdos como entrevistas, guias, perguntas frequentes em vídeo e estudos de caso, no fundo, conteúdos que se pesquisam, guardam e revisitam.
6) A IA já faz parte do processo, mas a prova humana torna-se diferenciadora
Os relatórios de tendências em marketing e redes sociais apontam para a inteligência artificial como acelerador de processos, com ideias, versões, edição, legendas, ao mesmo tempo que cresce a exigência de autenticidade e confiança. A IA ajuda a produzir, mas a diferença competitiva está na voz, na experiência e na transparência.
O que fazer em 2026: usar a IA para ganhar tempo e investir esse tempo poupado em entrevistas, dados próprios, bastidores e prova concreta, como processos, métricas, histórias reais.
7) As métricas de negócio e impacto superam as métricas de vaidade
A discussão no sector centra-se cada vez mais em provar valor. O que as redes sociais trazem à marca, ao funil e à relação com o cliente? A Sprout Social tem sublinhado esta mudança, pressionando as marcas para uma abordagem mais estratégica.
O que fazer em 2026: definir três KPIs relevantes por trimestre, como leads qualificadas, tráfego para páginas-chave ou pedidos de proposta, e criar conteúdo com uma função clara: descoberta, prova, conversão ou retenção.
8) Ainda mais fragmentação: o público usa várias redes em simultâneo
A fragmentação é estrutural. As pessoas distribuem a atenção por várias plataformas e formatos. A Sprout Social aponta para um ecossistema em que múltiplas redes são usadas em paralelo, obrigando marcas a escolher melhor onde investem e como adaptam formatos.
O que fazer em 2026: escolher plataformas-núcleo (duas principais e uma de apoio), criar um sistema de reaproveitamento de conteúdos (um tema, vários formatos) e proteger energia, isto é, a consistência vale mais do que estar em todo o lado.
Conclusão: 2026 é o ano do conteúdo com intenção
Todas as tendências apontam na mesma direção: menos improviso, mais método. Em 2026, as redes sociais deixam de ser apenas um espaço para “aparecer” e passam a ser um lugar para construir confiança, servir o público certo, provar valor e criar comunidade, com conteúdos que combinam criatividade, dados e uma voz humana reconhecível.

#Conhecimento
Redes sociais em 2026: o que marcas e empreendedores têm de saber
O tempo em que era "só postar" já passou. Em 2025 ficámos todos com a certeza da importância de ter uma estratégia robusta e à prova de apagões. O que será que 2026 nos reserva? Conheça 8 tendências que vão definir o trabalho em ambiente digital no próximo ano, segundo os especialistas.
Falar de “tendências para 2026” sem cair em futurologia obriga-nos a olhar para aquilo que os relatórios mais recentes mostram como mudança estrutural. Isto é, aquilo que plataformas e entidades de referência identificam como hábitos de consumo, formatos que crescem, expectativas do público e impacto real para negócios, e perceber o que é provável que se consolide no próximo ano. É isso que se segue: um guia prático, sustentado por dados e tendências observadas por players como TikTok, Hootsuite, Sprout Social e HubSpot.

1) Objetivo: alcançar a micro-viralidade com intenção
A lógica de seguir todas as tendências perdeu eficácia. O que ganha espaço é a micro-viralidade: conteúdos e momentos culturais escolhidos com critério, porque servem objectivos concretos, como reputação, consideração, comunidade ou conversão. A Hootsuite identifica esta viragem, com marcas a procurarem momentos virais mais pequenos e mais relevantes, em vez de perseguirem tendências massivas sem alinhamento estratégico.
O que fazer em 2026: criar “momentos” pensados para o público (e não para o algoritmo), testar formatos em ciclos curtos e medir impacto com métricas de negócio, como leads, pedidos ou vendas, e não apenas alcance.
2) O social listening passa a base de estratégia
Monitorizar conversas, sentimentos e sinais culturais tende a tornar-se parte integrante do trabalho das equipas. Os especialistas sublinham a importância do social listening para escolher tendências relevantes, compreender contextos e antecipar reacções.
O que fazer em 2026: definir cinco a dez temas a “escutar” (categoria, dores do público, concorrência, temas adjacentes), criar um ritual semanal de análise e transformar essa leitura em linhas editoriais e ideias de conteúdo.
3) Vídeo com mais utilidade e menos ruído
A aposta no vídeo mantém-se, mas com novas exigências. Em vez de quantidade, ganha valor a clareza: uma ideia por vídeo, um bom gancho e utilidade real. A HubSpot identifica tendências fortes ligadas a estratégias video-first, criação apoiada por inteligência artificial e mudanças no comportamento do público.
O que fazer em 2026: apostar em séries ou rubricas, usar guiões simples (problema → exemplo → conclusão) e incluir chamadas à ação claras que conduzam a um passo seguinte, como visitar o site, assinar a newsletter ou entrar em contacto.
4) Criar com criadores passa a ser regra
O TikTok tem reforçado uma mudança clara: as marcas deixam de “falar para” as pessoas e passam a criar com comunidades e criadores, usando linguagem nativa da plataforma e relevância cultural.
O que fazer em 2026: deixar de procurar apenas influenciadores e começar a procurar criadores por formato, ou seja, quem sabe explicar, quem sabe entreter, quem sabe demonstrar. Briefings curtos, liberdade criativa e objectivos bem definidos vão ser essenciais nesta relação entre marcas e criadores.
5) O YouTube e o conteúdo com longevidade ganham peso
Para lá do curto e efémero, cresce o interesse por conteúdos longos quando oferecem explicação, bastidores, contexto e prova social. A Sprout Social tem destacado o papel do YouTube como plataforma de impacto para marcas.
O que fazer em 2026: além de Reels e TikTok, construir um arquivo de conteúdos como entrevistas, guias, perguntas frequentes em vídeo e estudos de caso, no fundo, conteúdos que se pesquisam, guardam e revisitam.
6) A IA já faz parte do processo, mas a prova humana torna-se diferenciadora
Os relatórios de tendências em marketing e redes sociais apontam para a inteligência artificial como acelerador de processos, com ideias, versões, edição, legendas, ao mesmo tempo que cresce a exigência de autenticidade e confiança. A IA ajuda a produzir, mas a diferença competitiva está na voz, na experiência e na transparência.
O que fazer em 2026: usar a IA para ganhar tempo e investir esse tempo poupado em entrevistas, dados próprios, bastidores e prova concreta, como processos, métricas, histórias reais.
7) As métricas de negócio e impacto superam as métricas de vaidade
A discussão no sector centra-se cada vez mais em provar valor. O que as redes sociais trazem à marca, ao funil e à relação com o cliente? A Sprout Social tem sublinhado esta mudança, pressionando as marcas para uma abordagem mais estratégica.
O que fazer em 2026: definir três KPIs relevantes por trimestre, como leads qualificadas, tráfego para páginas-chave ou pedidos de proposta, e criar conteúdo com uma função clara: descoberta, prova, conversão ou retenção.
8) Ainda mais fragmentação: o público usa várias redes em simultâneo
A fragmentação é estrutural. As pessoas distribuem a atenção por várias plataformas e formatos. A Sprout Social aponta para um ecossistema em que múltiplas redes são usadas em paralelo, obrigando marcas a escolher melhor onde investem e como adaptam formatos.
O que fazer em 2026: escolher plataformas-núcleo (duas principais e uma de apoio), criar um sistema de reaproveitamento de conteúdos (um tema, vários formatos) e proteger energia, isto é, a consistência vale mais do que estar em todo o lado.
Conclusão: 2026 é o ano do conteúdo com intenção
Todas as tendências apontam na mesma direção: menos improviso, mais método. Em 2026, as redes sociais deixam de ser apenas um espaço para “aparecer” e passam a ser um lugar para construir confiança, servir o público certo, provar valor e criar comunidade, com conteúdos que combinam criatividade, dados e uma voz humana reconhecível.




