
#Motivação
Portugal desperdiça 1,3 milhões de toneladas de restos de comida por ano. Nova campanha da APA quer travar o problema
À medida que nos aproximamos do Natal, um período marcado pelo consumo e pelo aumento de resíduos, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) lança um alerta que nos deve fazer parar para pensar: todos os anos, 1,3 milhões de toneladas de restos de comida não são devidamente separadas em Portugal. O número foi revelado no arranque da nova campanha nacional “Vamos lixar o lixo”, e mostra a urgência de mudar comportamentos domésticos e coletivos na gestão dos resíduos que produzimos.
Está na rua uma nova campanha da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que quer inverter o número alarmante de toneladas de restos de comida que não são devidamente separadas pelos portugueses. A iniciativa pretende impactar milhões de pessoas ao longo dos próximos 15 meses. E, para isso, aposta numa mensagem direta e provocadora, com o objetivo de acordar um país onde a recolha seletiva continua praticamente estagnada e a dependência dos aterros permanece elevada. “Na época de união, faz a separação” é o mote escolhido para este primeiro momento da campanha, que coincide com o período festivo, precisamente quando o volume de lixo aumenta significativamente.

Uma árvore de Natal feita de resíduos e uma loja onde lixo é moeda de troca
Para reforçar a mensagem, a APA inaugurou no Parque Marechal Carmona, em Cascais, uma árvore de Natal construída a partir de resíduos, acompanhada de uma pop-up Loja de Lixo, onde os visitantes podem trocar resíduos por pequenos presentes. A ação marca simbolicamente um apelo à mudança: aquilo que consideramos lixo pode ter valor, desde que seja separado e encaminhado corretamente.
Simultaneamente, foi lançado o website oficial da campanha — vamoslixarolixo.pt — onde os cidadãos encontram informação prática sobre reciclagem, separação e impacto ambiental.
“Vamos separar o lixo antes que o futuro se lixe”
A gravidade da situação é sublinhada pela própria APA. José Pimenta Machado, presidente do Conselho Diretivo, lembra que o setor dos resíduos “representa um dos maiores desafios ambientais do país”. A produção anual continua a aumentar, a reciclagem não acompanha esse ritmo e os aterros permanecem como destino dominante dos resíduos urbanos. O apelo é claro: a separação começa em casa, e cada gesto individual conta.
Uma campanha de grande escala para mudar comportamentos em 2025 e 2026
Desenvolvida pela agência criativa NOSSA e pela agência de meios Nova Expressão, a campanha estará presente em televisão, rádio, imprensa, digital, outdoors, redes sociais e ações de rua. No total, prevê-se que cada vaga de comunicação (Natal de 2025 e verão de 2026) chegue a milhões de portugueses, com forte incidência em diferentes regiões e públicos.
A mensagem central procura ser disruptiva, direta e mobilizadora: “Vamos lixar o lixo” pretende não só alertar para a dimensão do problema, mas envolver os cidadãos numa mudança estrutural rumo a uma economia mais circular onde reduzir, reutilizar e reciclar são práticas quotidianas e não exceções.

#Motivação
Portugal desperdiça 1,3 milhões de toneladas de restos de comida por ano. Nova campanha da APA quer travar o problema
À medida que nos aproximamos do Natal, um período marcado pelo consumo e pelo aumento de resíduos, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) lança um alerta que nos deve fazer parar para pensar: todos os anos, 1,3 milhões de toneladas de restos de comida não são devidamente separadas em Portugal. O número foi revelado no arranque da nova campanha nacional “Vamos lixar o lixo”, e mostra a urgência de mudar comportamentos domésticos e coletivos na gestão dos resíduos que produzimos.
Está na rua uma nova campanha da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que quer inverter o número alarmante de toneladas de restos de comida que não são devidamente separadas pelos portugueses. A iniciativa pretende impactar milhões de pessoas ao longo dos próximos 15 meses. E, para isso, aposta numa mensagem direta e provocadora, com o objetivo de acordar um país onde a recolha seletiva continua praticamente estagnada e a dependência dos aterros permanece elevada. “Na época de união, faz a separação” é o mote escolhido para este primeiro momento da campanha, que coincide com o período festivo, precisamente quando o volume de lixo aumenta significativamente.

Uma árvore de Natal feita de resíduos e uma loja onde lixo é moeda de troca
Para reforçar a mensagem, a APA inaugurou no Parque Marechal Carmona, em Cascais, uma árvore de Natal construída a partir de resíduos, acompanhada de uma pop-up Loja de Lixo, onde os visitantes podem trocar resíduos por pequenos presentes. A ação marca simbolicamente um apelo à mudança: aquilo que consideramos lixo pode ter valor, desde que seja separado e encaminhado corretamente.
Simultaneamente, foi lançado o website oficial da campanha — vamoslixarolixo.pt — onde os cidadãos encontram informação prática sobre reciclagem, separação e impacto ambiental.
“Vamos separar o lixo antes que o futuro se lixe”
A gravidade da situação é sublinhada pela própria APA. José Pimenta Machado, presidente do Conselho Diretivo, lembra que o setor dos resíduos “representa um dos maiores desafios ambientais do país”. A produção anual continua a aumentar, a reciclagem não acompanha esse ritmo e os aterros permanecem como destino dominante dos resíduos urbanos. O apelo é claro: a separação começa em casa, e cada gesto individual conta.
Uma campanha de grande escala para mudar comportamentos em 2025 e 2026
Desenvolvida pela agência criativa NOSSA e pela agência de meios Nova Expressão, a campanha estará presente em televisão, rádio, imprensa, digital, outdoors, redes sociais e ações de rua. No total, prevê-se que cada vaga de comunicação (Natal de 2025 e verão de 2026) chegue a milhões de portugueses, com forte incidência em diferentes regiões e públicos.
A mensagem central procura ser disruptiva, direta e mobilizadora: “Vamos lixar o lixo” pretende não só alertar para a dimensão do problema, mas envolver os cidadãos numa mudança estrutural rumo a uma economia mais circular onde reduzir, reutilizar e reciclar são práticas quotidianas e não exceções.

#Motivação
Portugal desperdiça 1,3 milhões de toneladas de restos de comida por ano. Nova campanha da APA quer travar o problema
À medida que nos aproximamos do Natal, um período marcado pelo consumo e pelo aumento de resíduos, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) lança um alerta que nos deve fazer parar para pensar: todos os anos, 1,3 milhões de toneladas de restos de comida não são devidamente separadas em Portugal. O número foi revelado no arranque da nova campanha nacional “Vamos lixar o lixo”, e mostra a urgência de mudar comportamentos domésticos e coletivos na gestão dos resíduos que produzimos.
Está na rua uma nova campanha da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que quer inverter o número alarmante de toneladas de restos de comida que não são devidamente separadas pelos portugueses. A iniciativa pretende impactar milhões de pessoas ao longo dos próximos 15 meses. E, para isso, aposta numa mensagem direta e provocadora, com o objetivo de acordar um país onde a recolha seletiva continua praticamente estagnada e a dependência dos aterros permanece elevada. “Na época de união, faz a separação” é o mote escolhido para este primeiro momento da campanha, que coincide com o período festivo, precisamente quando o volume de lixo aumenta significativamente.

Uma árvore de Natal feita de resíduos e uma loja onde lixo é moeda de troca
Para reforçar a mensagem, a APA inaugurou no Parque Marechal Carmona, em Cascais, uma árvore de Natal construída a partir de resíduos, acompanhada de uma pop-up Loja de Lixo, onde os visitantes podem trocar resíduos por pequenos presentes. A ação marca simbolicamente um apelo à mudança: aquilo que consideramos lixo pode ter valor, desde que seja separado e encaminhado corretamente.
Simultaneamente, foi lançado o website oficial da campanha — vamoslixarolixo.pt — onde os cidadãos encontram informação prática sobre reciclagem, separação e impacto ambiental.
“Vamos separar o lixo antes que o futuro se lixe”
A gravidade da situação é sublinhada pela própria APA. José Pimenta Machado, presidente do Conselho Diretivo, lembra que o setor dos resíduos “representa um dos maiores desafios ambientais do país”. A produção anual continua a aumentar, a reciclagem não acompanha esse ritmo e os aterros permanecem como destino dominante dos resíduos urbanos. O apelo é claro: a separação começa em casa, e cada gesto individual conta.
Uma campanha de grande escala para mudar comportamentos em 2025 e 2026
Desenvolvida pela agência criativa NOSSA e pela agência de meios Nova Expressão, a campanha estará presente em televisão, rádio, imprensa, digital, outdoors, redes sociais e ações de rua. No total, prevê-se que cada vaga de comunicação (Natal de 2025 e verão de 2026) chegue a milhões de portugueses, com forte incidência em diferentes regiões e públicos.
A mensagem central procura ser disruptiva, direta e mobilizadora: “Vamos lixar o lixo” pretende não só alertar para a dimensão do problema, mas envolver os cidadãos numa mudança estrutural rumo a uma economia mais circular onde reduzir, reutilizar e reciclar são práticas quotidianas e não exceções.

#Motivação
Portugal desperdiça 1,3 milhões de toneladas de restos de comida por ano. Nova campanha da APA quer travar o problema
À medida que nos aproximamos do Natal, um período marcado pelo consumo e pelo aumento de resíduos, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) lança um alerta que nos deve fazer parar para pensar: todos os anos, 1,3 milhões de toneladas de restos de comida não são devidamente separadas em Portugal. O número foi revelado no arranque da nova campanha nacional “Vamos lixar o lixo”, e mostra a urgência de mudar comportamentos domésticos e coletivos na gestão dos resíduos que produzimos.
Está na rua uma nova campanha da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que quer inverter o número alarmante de toneladas de restos de comida que não são devidamente separadas pelos portugueses. A iniciativa pretende impactar milhões de pessoas ao longo dos próximos 15 meses. E, para isso, aposta numa mensagem direta e provocadora, com o objetivo de acordar um país onde a recolha seletiva continua praticamente estagnada e a dependência dos aterros permanece elevada. “Na época de união, faz a separação” é o mote escolhido para este primeiro momento da campanha, que coincide com o período festivo, precisamente quando o volume de lixo aumenta significativamente.

Uma árvore de Natal feita de resíduos e uma loja onde lixo é moeda de troca
Para reforçar a mensagem, a APA inaugurou no Parque Marechal Carmona, em Cascais, uma árvore de Natal construída a partir de resíduos, acompanhada de uma pop-up Loja de Lixo, onde os visitantes podem trocar resíduos por pequenos presentes. A ação marca simbolicamente um apelo à mudança: aquilo que consideramos lixo pode ter valor, desde que seja separado e encaminhado corretamente.
Simultaneamente, foi lançado o website oficial da campanha — vamoslixarolixo.pt — onde os cidadãos encontram informação prática sobre reciclagem, separação e impacto ambiental.
“Vamos separar o lixo antes que o futuro se lixe”
A gravidade da situação é sublinhada pela própria APA. José Pimenta Machado, presidente do Conselho Diretivo, lembra que o setor dos resíduos “representa um dos maiores desafios ambientais do país”. A produção anual continua a aumentar, a reciclagem não acompanha esse ritmo e os aterros permanecem como destino dominante dos resíduos urbanos. O apelo é claro: a separação começa em casa, e cada gesto individual conta.
Uma campanha de grande escala para mudar comportamentos em 2025 e 2026
Desenvolvida pela agência criativa NOSSA e pela agência de meios Nova Expressão, a campanha estará presente em televisão, rádio, imprensa, digital, outdoors, redes sociais e ações de rua. No total, prevê-se que cada vaga de comunicação (Natal de 2025 e verão de 2026) chegue a milhões de portugueses, com forte incidência em diferentes regiões e públicos.
A mensagem central procura ser disruptiva, direta e mobilizadora: “Vamos lixar o lixo” pretende não só alertar para a dimensão do problema, mas envolver os cidadãos numa mudança estrutural rumo a uma economia mais circular onde reduzir, reutilizar e reciclar são práticas quotidianas e não exceções.

