
#Motivação
Galeria Francisco Fino inaugura duas exposições simultâneas em Lisboa
Este sábado, a Galeria Francisco Fino encheu-se para assinalar a abertura de duas novas exposições que permanecem até 14 de março: Poems of Tomorrow, de João Motta Guedes, e Folklore (Part 2), um projeto de Pedro Barateiro. Trabalhos que evidenciam o vigor da programação da galeria na cena artística contemporânea portuguesa.
Dois artistas. Duas mostras. Distintas abordagens. A primeira das exposições, Poems of Tomorrow, marca a estreia individual de João Motta Guedes na Galeria Francisco Fino e toma como ponto de partida uma ideia poética de tempo e materialidade. Segundo a própria apresentação, “uma seta corta o contínuo espaço-tempo e encontra-se com um relógio… cada seta é um poema do amanhã”. Neste contexto, a obra de Motta Guedes, que inclui esculturas e instalações em metal, bronze, pedra e vidro fragmentado, explora uma relação entre objetos duros e formas que evocam intimidade e emoção. A linguagem do artista procura fundir rigor formal com temas como amor, vulnerabilidade, liberdade e violência, delineando um percurso que abre para uma experiência coletiva de perceção e desejo.

João Motta Guedes
Em paralelo, Folklore (Part 2) reúne um projeto de Pedro Barateiro em colaboração com o Atelier Daciano da Costa e a editora Duvida Press. Esta mostra parte de uma fotografia de uma tiara da Rainha D. Estefânia, presente no Museu do Tesouro Real de Lisboa, e utilizada na capa de um livro da Duvida Press, como ponto de referência visual e conceptual. Associada à exposição, está uma seleção do catálogo da editora em formato de posters, e a participação do Atelier Daciano da Costa com uma peça específica, uma mesa BNU originalmente pensada para habitação de funcionários bancários nas antigas colónias portuguesas. O projeto de Barateiro prossegue questões centrais na sua prática, como autoria e o conceito de “imaginação colonizada”, num momento em que temas como notícias falsas e inteligência artificial moldam o panorama visual e ideológico contemporâneo.

Pedro Barateiro
Estas duas exposições simultâneas reforçam a posição da Galeria Francisco Fino como um espaço que promove abordagens variadas à arte contemporânea, desde a materialidade poética de João Motta Guedes à reflexão crítica de Pedro Barateiro. A mostra conjunta abre um diálogo entre práticas e temas distintos, convidando o público a uma imersão em propostas que se estendem além da simples contemplação estética e que interrogam, cada uma à sua maneira, a forma como percebemos o tempo, a história e a imagem na cultura visual actual.

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Galeria Francisco Fino inaugura duas exposições simultâneas em Lisboa
Este sábado, a Galeria Francisco Fino encheu-se para assinalar a abertura de duas novas exposições que permanecem até 14 de março: Poems of Tomorrow, de João Motta Guedes, e Folklore (Part 2), um projeto de Pedro Barateiro. Trabalhos que evidenciam o vigor da programação da galeria na cena artística contemporânea portuguesa.
Dois artistas. Duas mostras. Distintas abordagens. A primeira das exposições, Poems of Tomorrow, marca a estreia individual de João Motta Guedes na Galeria Francisco Fino e toma como ponto de partida uma ideia poética de tempo e materialidade. Segundo a própria apresentação, “uma seta corta o contínuo espaço-tempo e encontra-se com um relógio… cada seta é um poema do amanhã”. Neste contexto, a obra de Motta Guedes, que inclui esculturas e instalações em metal, bronze, pedra e vidro fragmentado, explora uma relação entre objetos duros e formas que evocam intimidade e emoção. A linguagem do artista procura fundir rigor formal com temas como amor, vulnerabilidade, liberdade e violência, delineando um percurso que abre para uma experiência coletiva de perceção e desejo.

João Motta Guedes
Em paralelo, Folklore (Part 2) reúne um projeto de Pedro Barateiro em colaboração com o Atelier Daciano da Costa e a editora Duvida Press. Esta mostra parte de uma fotografia de uma tiara da Rainha D. Estefânia, presente no Museu do Tesouro Real de Lisboa, e utilizada na capa de um livro da Duvida Press, como ponto de referência visual e conceptual. Associada à exposição, está uma seleção do catálogo da editora em formato de posters, e a participação do Atelier Daciano da Costa com uma peça específica, uma mesa BNU originalmente pensada para habitação de funcionários bancários nas antigas colónias portuguesas. O projeto de Barateiro prossegue questões centrais na sua prática, como autoria e o conceito de “imaginação colonizada”, num momento em que temas como notícias falsas e inteligência artificial moldam o panorama visual e ideológico contemporâneo.

Pedro Barateiro
Estas duas exposições simultâneas reforçam a posição da Galeria Francisco Fino como um espaço que promove abordagens variadas à arte contemporânea, desde a materialidade poética de João Motta Guedes à reflexão crítica de Pedro Barateiro. A mostra conjunta abre um diálogo entre práticas e temas distintos, convidando o público a uma imersão em propostas que se estendem além da simples contemplação estética e que interrogam, cada uma à sua maneira, a forma como percebemos o tempo, a história e a imagem na cultura visual actual.

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Galeria Francisco Fino inaugura duas exposições simultâneas em Lisboa
Este sábado, a Galeria Francisco Fino encheu-se para assinalar a abertura de duas novas exposições que permanecem até 14 de março: Poems of Tomorrow, de João Motta Guedes, e Folklore (Part 2), um projeto de Pedro Barateiro. Trabalhos que evidenciam o vigor da programação da galeria na cena artística contemporânea portuguesa.
Dois artistas. Duas mostras. Distintas abordagens. A primeira das exposições, Poems of Tomorrow, marca a estreia individual de João Motta Guedes na Galeria Francisco Fino e toma como ponto de partida uma ideia poética de tempo e materialidade. Segundo a própria apresentação, “uma seta corta o contínuo espaço-tempo e encontra-se com um relógio… cada seta é um poema do amanhã”. Neste contexto, a obra de Motta Guedes, que inclui esculturas e instalações em metal, bronze, pedra e vidro fragmentado, explora uma relação entre objetos duros e formas que evocam intimidade e emoção. A linguagem do artista procura fundir rigor formal com temas como amor, vulnerabilidade, liberdade e violência, delineando um percurso que abre para uma experiência coletiva de perceção e desejo.

João Motta Guedes
Em paralelo, Folklore (Part 2) reúne um projeto de Pedro Barateiro em colaboração com o Atelier Daciano da Costa e a editora Duvida Press. Esta mostra parte de uma fotografia de uma tiara da Rainha D. Estefânia, presente no Museu do Tesouro Real de Lisboa, e utilizada na capa de um livro da Duvida Press, como ponto de referência visual e conceptual. Associada à exposição, está uma seleção do catálogo da editora em formato de posters, e a participação do Atelier Daciano da Costa com uma peça específica, uma mesa BNU originalmente pensada para habitação de funcionários bancários nas antigas colónias portuguesas. O projeto de Barateiro prossegue questões centrais na sua prática, como autoria e o conceito de “imaginação colonizada”, num momento em que temas como notícias falsas e inteligência artificial moldam o panorama visual e ideológico contemporâneo.

Pedro Barateiro
Estas duas exposições simultâneas reforçam a posição da Galeria Francisco Fino como um espaço que promove abordagens variadas à arte contemporânea, desde a materialidade poética de João Motta Guedes à reflexão crítica de Pedro Barateiro. A mostra conjunta abre um diálogo entre práticas e temas distintos, convidando o público a uma imersão em propostas que se estendem além da simples contemplação estética e que interrogam, cada uma à sua maneira, a forma como percebemos o tempo, a história e a imagem na cultura visual actual.

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Galeria Francisco Fino inaugura duas exposições simultâneas em Lisboa
Este sábado, a Galeria Francisco Fino encheu-se para assinalar a abertura de duas novas exposições que permanecem até 14 de março: Poems of Tomorrow, de João Motta Guedes, e Folklore (Part 2), um projeto de Pedro Barateiro. Trabalhos que evidenciam o vigor da programação da galeria na cena artística contemporânea portuguesa.
Dois artistas. Duas mostras. Distintas abordagens. A primeira das exposições, Poems of Tomorrow, marca a estreia individual de João Motta Guedes na Galeria Francisco Fino e toma como ponto de partida uma ideia poética de tempo e materialidade. Segundo a própria apresentação, “uma seta corta o contínuo espaço-tempo e encontra-se com um relógio… cada seta é um poema do amanhã”. Neste contexto, a obra de Motta Guedes, que inclui esculturas e instalações em metal, bronze, pedra e vidro fragmentado, explora uma relação entre objetos duros e formas que evocam intimidade e emoção. A linguagem do artista procura fundir rigor formal com temas como amor, vulnerabilidade, liberdade e violência, delineando um percurso que abre para uma experiência coletiva de perceção e desejo.

João Motta Guedes
Em paralelo, Folklore (Part 2) reúne um projeto de Pedro Barateiro em colaboração com o Atelier Daciano da Costa e a editora Duvida Press. Esta mostra parte de uma fotografia de uma tiara da Rainha D. Estefânia, presente no Museu do Tesouro Real de Lisboa, e utilizada na capa de um livro da Duvida Press, como ponto de referência visual e conceptual. Associada à exposição, está uma seleção do catálogo da editora em formato de posters, e a participação do Atelier Daciano da Costa com uma peça específica, uma mesa BNU originalmente pensada para habitação de funcionários bancários nas antigas colónias portuguesas. O projeto de Barateiro prossegue questões centrais na sua prática, como autoria e o conceito de “imaginação colonizada”, num momento em que temas como notícias falsas e inteligência artificial moldam o panorama visual e ideológico contemporâneo.

Pedro Barateiro
Estas duas exposições simultâneas reforçam a posição da Galeria Francisco Fino como um espaço que promove abordagens variadas à arte contemporânea, desde a materialidade poética de João Motta Guedes à reflexão crítica de Pedro Barateiro. A mostra conjunta abre um diálogo entre práticas e temas distintos, convidando o público a uma imersão em propostas que se estendem além da simples contemplação estética e que interrogam, cada uma à sua maneira, a forma como percebemos o tempo, a história e a imagem na cultura visual actual.

