
#Motivação
Almada, a casa do Teatro: saiba quais os principais destaques da programação para 2026
Este sábado, ficámos a conhecer as novidades previstas para o Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada. Ao todo, serão mais de 50 espetáculos a subir a palco este ano. O MOTIVO marcou presença na sessão de apresentação e conta-lhe o que tem de marcar já na agenda.
São 20 anos de Teatro Azul, com quase três milhões de espectadores por quase 10 mil atuações. E 2026 continua o legado de Joaquim Benite. Entre música, dança e teatro para a infância, exposições e um dos mais importantes festivais de teatro europeus, o calendário reparte-se por mais de 50 atuações programadas, entre os espetáculos de criação própria e o acolhimento a dezenas de companhias nacionais e estrangeiras.

Principais destaques da Companhia de Teatro de Almada:
Um Adeus Mais que Perfeito, com encenação de Teresa Gafeira, volta a ser reposto, depois do sucesso da estreia no verão passado, com aplausos da crítica estrangeira. O poderoso texto de Peter Handke reflete sobre o luto e a dor, numa reflexão profunda do autor sobre o suicídio da mãe e a sua frágil condição humana. De 16 de janeiro a 1 de fevereiro, na sala experimental.
Um Assobio no Escuro, de Tom Murphy, será um dos pontos altos da primavera, com encenação de Rodrigo Francisco. Escrita em 1961, retrata a época em que deixar a Irlanda era a única opção para escapar à pobreza. Ainda que uma nova vida se prestasse a novas pinceladas no horizonte, os homens amargos, marcados por um espírito marginalizado, podem nunca conseguir salvar-se da violência e do ódio contra os outros e contra si próprios. Considerado um dos maiores dramaturgos irlandeses de sempre, Tom Murphy morreu em 2018, sendo sempre um combatente contra as desigualdades flagrantes do seu país. O pano sobe de 10 de abril a 10 de maio.
Medida por Medida é mais uma criação da casa, desta vez encenada por Ignacio Garcia, encenador e dramaturgo que identifica os temas recorrentes desta peça de William Shakeaspeare, publicada em 1623, como a bondade ou a perversão do poder, a usurpação da identidade, a justiça ou a injustiça, o amor e a luxúria, a lealdade e a traição cara e coroa da condição humana.
Para os mais novos, o regresso às memórias de Vento nos Salgueiros, a fábula que encantou gerações com um texto intemporal sobre a amizade e a importância da natureza. Terá encenação de Teresa Gafeira. O clássico da literatura infantil assinado por Keneth Grahame, em 1908, surgiu das histórias contadas para adormecer ao filho de quatro anos. Um rato de água, uma toupeira, um texugo e um sapo trazem-nos a fábula da amizade, da camaradagem e da importância da natureza. De 10 a 22 de fevereiro com sessões especiais para escolas por marcação.
Uma Nova Volta ao Mundo, contará com texto e encenação de Teresa Gafeira. No final do século XIX, Phileas Fogg quis provar que era possível dar a volta ao mundo em 80 dias. Sempre a correr contra o tempo, e para conseguirem cumprir o desafio, na aventura imaginada por Júlio Verne, Phileas e o seu amigo Passepartout vão de comboio e barco, andam em trenós, balões e elefantes, de Londres ao Canal do Suez. E hoje, no século XXI, como seria essa viagem? A tecnologia, as mudanças climáticas e as mudanças de costumes levam-nos a um outro mundo.
Outras criações a não perder:
Destaque ainda para a exibição única de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, com encenação de Maria João Vicente, numa co-produção com o Teatro Nacional de São João. A companhia do Teatro do Bolhão vem a Almada para uma exibição única a 13 de março, na sala principal, num espectáculo que procura fundir os laços entre um texto do Romantismo do século XIX e a modernidade, levando a palco uma humanidade intemporal e que é, hoje, de leitura obrigatória nas escolas.
Teatro Delusio foi eleito pelo público do Festival de Almada, em julho passado, para regressar em 2026 como Espectáculo de Honra. Voltamos ao convívio com os Familie Floz, companhia de Berlim especializada no teatro físico, para aplaudir uma atuação original, sem palavras, com recurso a máscaras e a uma panóplia de adereços e figurinos, onde três atores dão vida a 30 personagens. Imperdível. Será dias 9 e 10 de julho, na sala principal.

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Almada, a casa do Teatro: saiba quais os principais destaques da programação para 2026
Este sábado, ficámos a conhecer as novidades previstas para o Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada. Ao todo, serão mais de 50 espetáculos a subir a palco este ano. O MOTIVO marcou presença na sessão de apresentação e conta-lhe o que tem de marcar já na agenda.
São 20 anos de Teatro Azul, com quase três milhões de espectadores por quase 10 mil atuações. E 2026 continua o legado de Joaquim Benite. Entre música, dança e teatro para a infância, exposições e um dos mais importantes festivais de teatro europeus, o calendário reparte-se por mais de 50 atuações programadas, entre os espetáculos de criação própria e o acolhimento a dezenas de companhias nacionais e estrangeiras.

Principais destaques da Companhia de Teatro de Almada:
Um Adeus Mais que Perfeito, com encenação de Teresa Gafeira, volta a ser reposto, depois do sucesso da estreia no verão passado, com aplausos da crítica estrangeira. O poderoso texto de Peter Handke reflete sobre o luto e a dor, numa reflexão profunda do autor sobre o suicídio da mãe e a sua frágil condição humana. De 16 de janeiro a 1 de fevereiro, na sala experimental.
Um Assobio no Escuro, de Tom Murphy, será um dos pontos altos da primavera, com encenação de Rodrigo Francisco. Escrita em 1961, retrata a época em que deixar a Irlanda era a única opção para escapar à pobreza. Ainda que uma nova vida se prestasse a novas pinceladas no horizonte, os homens amargos, marcados por um espírito marginalizado, podem nunca conseguir salvar-se da violência e do ódio contra os outros e contra si próprios. Considerado um dos maiores dramaturgos irlandeses de sempre, Tom Murphy morreu em 2018, sendo sempre um combatente contra as desigualdades flagrantes do seu país. O pano sobe de 10 de abril a 10 de maio.
Medida por Medida é mais uma criação da casa, desta vez encenada por Ignacio Garcia, encenador e dramaturgo que identifica os temas recorrentes desta peça de William Shakeaspeare, publicada em 1623, como a bondade ou a perversão do poder, a usurpação da identidade, a justiça ou a injustiça, o amor e a luxúria, a lealdade e a traição cara e coroa da condição humana.
Para os mais novos, o regresso às memórias de Vento nos Salgueiros, a fábula que encantou gerações com um texto intemporal sobre a amizade e a importância da natureza. Terá encenação de Teresa Gafeira. O clássico da literatura infantil assinado por Keneth Grahame, em 1908, surgiu das histórias contadas para adormecer ao filho de quatro anos. Um rato de água, uma toupeira, um texugo e um sapo trazem-nos a fábula da amizade, da camaradagem e da importância da natureza. De 10 a 22 de fevereiro com sessões especiais para escolas por marcação.
Uma Nova Volta ao Mundo, contará com texto e encenação de Teresa Gafeira. No final do século XIX, Phileas Fogg quis provar que era possível dar a volta ao mundo em 80 dias. Sempre a correr contra o tempo, e para conseguirem cumprir o desafio, na aventura imaginada por Júlio Verne, Phileas e o seu amigo Passepartout vão de comboio e barco, andam em trenós, balões e elefantes, de Londres ao Canal do Suez. E hoje, no século XXI, como seria essa viagem? A tecnologia, as mudanças climáticas e as mudanças de costumes levam-nos a um outro mundo.
Outras criações a não perder:
Destaque ainda para a exibição única de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, com encenação de Maria João Vicente, numa co-produção com o Teatro Nacional de São João. A companhia do Teatro do Bolhão vem a Almada para uma exibição única a 13 de março, na sala principal, num espectáculo que procura fundir os laços entre um texto do Romantismo do século XIX e a modernidade, levando a palco uma humanidade intemporal e que é, hoje, de leitura obrigatória nas escolas.
Teatro Delusio foi eleito pelo público do Festival de Almada, em julho passado, para regressar em 2026 como Espectáculo de Honra. Voltamos ao convívio com os Familie Floz, companhia de Berlim especializada no teatro físico, para aplaudir uma atuação original, sem palavras, com recurso a máscaras e a uma panóplia de adereços e figurinos, onde três atores dão vida a 30 personagens. Imperdível. Será dias 9 e 10 de julho, na sala principal.

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Almada, a casa do Teatro: saiba quais os principais destaques da programação para 2026
Este sábado, ficámos a conhecer as novidades previstas para o Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada. Ao todo, serão mais de 50 espetáculos a subir a palco este ano. O MOTIVO marcou presença na sessão de apresentação e conta-lhe o que tem de marcar já na agenda.
São 20 anos de Teatro Azul, com quase três milhões de espectadores por quase 10 mil atuações. E 2026 continua o legado de Joaquim Benite. Entre música, dança e teatro para a infância, exposições e um dos mais importantes festivais de teatro europeus, o calendário reparte-se por mais de 50 atuações programadas, entre os espetáculos de criação própria e o acolhimento a dezenas de companhias nacionais e estrangeiras.

Principais destaques da Companhia de Teatro de Almada:
Um Adeus Mais que Perfeito, com encenação de Teresa Gafeira, volta a ser reposto, depois do sucesso da estreia no verão passado, com aplausos da crítica estrangeira. O poderoso texto de Peter Handke reflete sobre o luto e a dor, numa reflexão profunda do autor sobre o suicídio da mãe e a sua frágil condição humana. De 16 de janeiro a 1 de fevereiro, na sala experimental.
Um Assobio no Escuro, de Tom Murphy, será um dos pontos altos da primavera, com encenação de Rodrigo Francisco. Escrita em 1961, retrata a época em que deixar a Irlanda era a única opção para escapar à pobreza. Ainda que uma nova vida se prestasse a novas pinceladas no horizonte, os homens amargos, marcados por um espírito marginalizado, podem nunca conseguir salvar-se da violência e do ódio contra os outros e contra si próprios. Considerado um dos maiores dramaturgos irlandeses de sempre, Tom Murphy morreu em 2018, sendo sempre um combatente contra as desigualdades flagrantes do seu país. O pano sobe de 10 de abril a 10 de maio.
Medida por Medida é mais uma criação da casa, desta vez encenada por Ignacio Garcia, encenador e dramaturgo que identifica os temas recorrentes desta peça de William Shakeaspeare, publicada em 1623, como a bondade ou a perversão do poder, a usurpação da identidade, a justiça ou a injustiça, o amor e a luxúria, a lealdade e a traição cara e coroa da condição humana.
Para os mais novos, o regresso às memórias de Vento nos Salgueiros, a fábula que encantou gerações com um texto intemporal sobre a amizade e a importância da natureza. Terá encenação de Teresa Gafeira. O clássico da literatura infantil assinado por Keneth Grahame, em 1908, surgiu das histórias contadas para adormecer ao filho de quatro anos. Um rato de água, uma toupeira, um texugo e um sapo trazem-nos a fábula da amizade, da camaradagem e da importância da natureza. De 10 a 22 de fevereiro com sessões especiais para escolas por marcação.
Uma Nova Volta ao Mundo, contará com texto e encenação de Teresa Gafeira. No final do século XIX, Phileas Fogg quis provar que era possível dar a volta ao mundo em 80 dias. Sempre a correr contra o tempo, e para conseguirem cumprir o desafio, na aventura imaginada por Júlio Verne, Phileas e o seu amigo Passepartout vão de comboio e barco, andam em trenós, balões e elefantes, de Londres ao Canal do Suez. E hoje, no século XXI, como seria essa viagem? A tecnologia, as mudanças climáticas e as mudanças de costumes levam-nos a um outro mundo.
Outras criações a não perder:
Destaque ainda para a exibição única de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, com encenação de Maria João Vicente, numa co-produção com o Teatro Nacional de São João. A companhia do Teatro do Bolhão vem a Almada para uma exibição única a 13 de março, na sala principal, num espectáculo que procura fundir os laços entre um texto do Romantismo do século XIX e a modernidade, levando a palco uma humanidade intemporal e que é, hoje, de leitura obrigatória nas escolas.
Teatro Delusio foi eleito pelo público do Festival de Almada, em julho passado, para regressar em 2026 como Espectáculo de Honra. Voltamos ao convívio com os Familie Floz, companhia de Berlim especializada no teatro físico, para aplaudir uma atuação original, sem palavras, com recurso a máscaras e a uma panóplia de adereços e figurinos, onde três atores dão vida a 30 personagens. Imperdível. Será dias 9 e 10 de julho, na sala principal.

#Motivação
Almada, a casa do Teatro: saiba quais os principais destaques da programação para 2026
Este sábado, ficámos a conhecer as novidades previstas para o Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada. Ao todo, serão mais de 50 espetáculos a subir a palco este ano. O MOTIVO marcou presença na sessão de apresentação e conta-lhe o que tem de marcar já na agenda.
São 20 anos de Teatro Azul, com quase três milhões de espectadores por quase 10 mil atuações. E 2026 continua o legado de Joaquim Benite. Entre música, dança e teatro para a infância, exposições e um dos mais importantes festivais de teatro europeus, o calendário reparte-se por mais de 50 atuações programadas, entre os espetáculos de criação própria e o acolhimento a dezenas de companhias nacionais e estrangeiras.

Principais destaques da Companhia de Teatro de Almada:
Um Adeus Mais que Perfeito, com encenação de Teresa Gafeira, volta a ser reposto, depois do sucesso da estreia no verão passado, com aplausos da crítica estrangeira. O poderoso texto de Peter Handke reflete sobre o luto e a dor, numa reflexão profunda do autor sobre o suicídio da mãe e a sua frágil condição humana. De 16 de janeiro a 1 de fevereiro, na sala experimental.
Um Assobio no Escuro, de Tom Murphy, será um dos pontos altos da primavera, com encenação de Rodrigo Francisco. Escrita em 1961, retrata a época em que deixar a Irlanda era a única opção para escapar à pobreza. Ainda que uma nova vida se prestasse a novas pinceladas no horizonte, os homens amargos, marcados por um espírito marginalizado, podem nunca conseguir salvar-se da violência e do ódio contra os outros e contra si próprios. Considerado um dos maiores dramaturgos irlandeses de sempre, Tom Murphy morreu em 2018, sendo sempre um combatente contra as desigualdades flagrantes do seu país. O pano sobe de 10 de abril a 10 de maio.
Medida por Medida é mais uma criação da casa, desta vez encenada por Ignacio Garcia, encenador e dramaturgo que identifica os temas recorrentes desta peça de William Shakeaspeare, publicada em 1623, como a bondade ou a perversão do poder, a usurpação da identidade, a justiça ou a injustiça, o amor e a luxúria, a lealdade e a traição cara e coroa da condição humana.
Para os mais novos, o regresso às memórias de Vento nos Salgueiros, a fábula que encantou gerações com um texto intemporal sobre a amizade e a importância da natureza. Terá encenação de Teresa Gafeira. O clássico da literatura infantil assinado por Keneth Grahame, em 1908, surgiu das histórias contadas para adormecer ao filho de quatro anos. Um rato de água, uma toupeira, um texugo e um sapo trazem-nos a fábula da amizade, da camaradagem e da importância da natureza. De 10 a 22 de fevereiro com sessões especiais para escolas por marcação.
Uma Nova Volta ao Mundo, contará com texto e encenação de Teresa Gafeira. No final do século XIX, Phileas Fogg quis provar que era possível dar a volta ao mundo em 80 dias. Sempre a correr contra o tempo, e para conseguirem cumprir o desafio, na aventura imaginada por Júlio Verne, Phileas e o seu amigo Passepartout vão de comboio e barco, andam em trenós, balões e elefantes, de Londres ao Canal do Suez. E hoje, no século XXI, como seria essa viagem? A tecnologia, as mudanças climáticas e as mudanças de costumes levam-nos a um outro mundo.
Outras criações a não perder:
Destaque ainda para a exibição única de Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, com encenação de Maria João Vicente, numa co-produção com o Teatro Nacional de São João. A companhia do Teatro do Bolhão vem a Almada para uma exibição única a 13 de março, na sala principal, num espectáculo que procura fundir os laços entre um texto do Romantismo do século XIX e a modernidade, levando a palco uma humanidade intemporal e que é, hoje, de leitura obrigatória nas escolas.
Teatro Delusio foi eleito pelo público do Festival de Almada, em julho passado, para regressar em 2026 como Espectáculo de Honra. Voltamos ao convívio com os Familie Floz, companhia de Berlim especializada no teatro físico, para aplaudir uma atuação original, sem palavras, com recurso a máscaras e a uma panóplia de adereços e figurinos, onde três atores dão vida a 30 personagens. Imperdível. Será dias 9 e 10 de julho, na sala principal.


