
#Protagonistas
FERNANDA FREITAS: "Em Portugal, há claramente Associações a mais"
19 de jan. de 2026, 13:00
Fernanda Freitas define o seu motivo de vida de forma simples: “fazer pontes”. Pontes entre pessoas, projetos, empresas e causas. Foi dessa forma de estar que nasceu a Nuvem Vitória, uma associação que leva voluntários aos hospitais, todas as noites, para contar histórias a crianças internadas, precisamente no momento do dia em que o medo e a ansiedade mais se fazem sentir. O projeto, que celebra dez anos em 2026, começou com 24 voluntários e está hoje presente em 15 hospitais, com cerca de 1500 pessoas envolvidas.
Neste episódio do Podcast do MOTIVO, Fernanda explica o que distingue verdadeiramente o empreendedorismo social de outras formas de impacto, porque “não lucrativo não quer dizer dar prejuízo” e porque uma associação tem de ser gerida com o mesmo rigor de uma empresa. Fala-nos ainda de formação obrigatória, de estruturas profissionais, de sustentabilidade financeira e dos custos reais de manter um projeto desta dimensão a funcionar todos os dias, sem falhar uma única noite.
Há também espaço para falar do lado menos romântico do voluntariado, da responsabilidade de entrar num quarto de hospital, da importância de não improvisar no impacto social e da necessidade de repensar o excesso de associações em Portugal. Uma conversa sobre propósito, método, gestão, empatia e a ideia simples de que, no fim, “só queremos é adormecer felizes”, como as crianças a quem a Nuvem Vitória conta histórias todas as noites.

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FERNANDA FREITAS: "Em Portugal, há claramente Associações a mais"
19 de jan. de 2026, 13:00
Fernanda Freitas define o seu motivo de vida de forma simples: “fazer pontes”. Pontes entre pessoas, projetos, empresas e causas. Foi dessa forma de estar que nasceu a Nuvem Vitória, uma associação que leva voluntários aos hospitais, todas as noites, para contar histórias a crianças internadas, precisamente no momento do dia em que o medo e a ansiedade mais se fazem sentir. O projeto, que celebra dez anos em 2026, começou com 24 voluntários e está hoje presente em 15 hospitais, com cerca de 1500 pessoas envolvidas.
Neste episódio do Podcast do MOTIVO, Fernanda explica o que distingue verdadeiramente o empreendedorismo social de outras formas de impacto, porque “não lucrativo não quer dizer dar prejuízo” e porque uma associação tem de ser gerida com o mesmo rigor de uma empresa. Fala-nos ainda de formação obrigatória, de estruturas profissionais, de sustentabilidade financeira e dos custos reais de manter um projeto desta dimensão a funcionar todos os dias, sem falhar uma única noite.
Há também espaço para falar do lado menos romântico do voluntariado, da responsabilidade de entrar num quarto de hospital, da importância de não improvisar no impacto social e da necessidade de repensar o excesso de associações em Portugal. Uma conversa sobre propósito, método, gestão, empatia e a ideia simples de que, no fim, “só queremos é adormecer felizes”, como as crianças a quem a Nuvem Vitória conta histórias todas as noites.

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FERNANDA FREITAS: "Em Portugal, há claramente Associações a mais"
19 de jan. de 2026, 13:00
Fernanda Freitas define o seu motivo de vida de forma simples: “fazer pontes”. Pontes entre pessoas, projetos, empresas e causas. Foi dessa forma de estar que nasceu a Nuvem Vitória, uma associação que leva voluntários aos hospitais, todas as noites, para contar histórias a crianças internadas, precisamente no momento do dia em que o medo e a ansiedade mais se fazem sentir. O projeto, que celebra dez anos em 2026, começou com 24 voluntários e está hoje presente em 15 hospitais, com cerca de 1500 pessoas envolvidas.
Neste episódio do Podcast do MOTIVO, Fernanda explica o que distingue verdadeiramente o empreendedorismo social de outras formas de impacto, porque “não lucrativo não quer dizer dar prejuízo” e porque uma associação tem de ser gerida com o mesmo rigor de uma empresa. Fala-nos ainda de formação obrigatória, de estruturas profissionais, de sustentabilidade financeira e dos custos reais de manter um projeto desta dimensão a funcionar todos os dias, sem falhar uma única noite.
Há também espaço para falar do lado menos romântico do voluntariado, da responsabilidade de entrar num quarto de hospital, da importância de não improvisar no impacto social e da necessidade de repensar o excesso de associações em Portugal. Uma conversa sobre propósito, método, gestão, empatia e a ideia simples de que, no fim, “só queremos é adormecer felizes”, como as crianças a quem a Nuvem Vitória conta histórias todas as noites.

#Protagonistas
FERNANDA FREITAS: "Em Portugal, há claramente Associações a mais"
19 de jan. de 2026, 13:00
Fernanda Freitas define o seu motivo de vida de forma simples: “fazer pontes”. Pontes entre pessoas, projetos, empresas e causas. Foi dessa forma de estar que nasceu a Nuvem Vitória, uma associação que leva voluntários aos hospitais, todas as noites, para contar histórias a crianças internadas, precisamente no momento do dia em que o medo e a ansiedade mais se fazem sentir. O projeto, que celebra dez anos em 2026, começou com 24 voluntários e está hoje presente em 15 hospitais, com cerca de 1500 pessoas envolvidas.
Neste episódio do Podcast do MOTIVO, Fernanda explica o que distingue verdadeiramente o empreendedorismo social de outras formas de impacto, porque “não lucrativo não quer dizer dar prejuízo” e porque uma associação tem de ser gerida com o mesmo rigor de uma empresa. Fala-nos ainda de formação obrigatória, de estruturas profissionais, de sustentabilidade financeira e dos custos reais de manter um projeto desta dimensão a funcionar todos os dias, sem falhar uma única noite.
Há também espaço para falar do lado menos romântico do voluntariado, da responsabilidade de entrar num quarto de hospital, da importância de não improvisar no impacto social e da necessidade de repensar o excesso de associações em Portugal. Uma conversa sobre propósito, método, gestão, empatia e a ideia simples de que, no fim, “só queremos é adormecer felizes”, como as crianças a quem a Nuvem Vitória conta histórias todas as noites.

